Os ministros Gilmar Mendes e Luiz Roberto Barroso entraram em novo confronto verbal. Aos gritos, Barroso acusou o colega de estar fazendo “comício” e Gilmar mandou-o “fechar o escritório”. No meio da discussão, a presidente do STF, Cármem Lúcia, suspendeu a sessão.
Em meio a críticas de Gilmar a respeito do financiamento eleitoral por pessoas físicas, o ministro Barroso interrompeu.
“Me deixa de fora desse seu mau sentimento. Você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com o atraso e pitadas de psicopatia”, afirmou. “Isso não tem nada a ver com o que está sendo julgado. é um absurdo vossa excelência aqui fazendo um comício.”
Gilmar rebateu. “Sugiro que o senhor feche o seu escritório de advocacia”. Pouco depois, foi suspensa a sessão.
No centro da sessão, estava a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5394, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra dispositivo da Lei das Eleições (9.504/1997) que permite ‘doações ocultas’ a candidatos.

guazelli

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