O Senado aprovou nesta segunda-feira (28/05) uma série de medidas provisórias (MPs) a fim de liberar a pauta de votações da Casa para analisar eventuais projetos que possam amenizar a crise de abastecimento provocada pela greve dos caminhoneiros.
Pelas regras, medidas provisórias, 45 dias após a edição pelo governo, “trancam a pauta”, ou seja, têm prioridade em relação a outros projetos de lei. Além disso, essas MPs estavam próximas de perder a validade.
De acordo com o líder do governo, Romero Jucá (MDB-RR), é possível que, após a análise das medidas, os senadores votem um pedido de urgência para um projeto, já aprovado pela Câmara, que zera a incidência de PIS-Cofins sobre o óleo diesel até o fim deste ano.
A eliminação da cobrança – uma reivindicação de caminhoneiros em greve – foi incluída em um projeto que reonera a folha de pagamentos de empresas de 28 setores da economia.
A reoneração, sobre a qual ainda não há acordo, seria uma tentativa de buscar recursos para amenizar as perdas com descontos no preço do óleo diesel.
A sessão extraordinária de votações do Senado foi convocada neste domingo pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).
Inicialmente, a intenção era votar um pedido de urgência para um projeto, reivindicado por caminhoneiros, que estabelece preços mínimos para fretes.
No entanto, o Senado desistiu de votar essa urgência depois de o governo federal ter editado uma outra MP que, nas palavras de Eunício, “incorporou” o projeto.

Fonte: G1

guazelli

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