O nono dia de greve dos caminhoneiros no país começou com alguma melhora no Paraná. Depois que as Polícias Rodoviária e Militar escoltaram caminhões-tanque na saída da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), que fica em Araucária, os postos de combustíveis de Curitiba começaram a ser reabastecidos.
Os transtornos causados pela paralisação vão desde a suspensão do transporte coletivo até o cancelamento de aulas, passando pela dificuldade em encontrar alguns alimentos. De acordo com o Major Mário Garcez, da Defesa Civil do Paraná, a prioridade do governo do estado para esta terça-feira (29/05) é fazer com que combustíveis e gás de cozinha cheguem às cidades do interior do estado. Desde segunda, 178 caminhões, com 5,3 milhões de litros de combustível, foram liberados.
“Foi acordado com o movimento que esses caminhões passarão livremente, mesmo que não estejam identificados com os adesivos da Defesa Civil”, afirma.
Ele se refere aos resultados de uma reunião, realizada na última segunda-feira (28/05), entre a governadora Cida Borghetti (PP) e lideranças dos caminhoneiros. Entraram no acordo somente as cargas de gasolina, etanol e gás de cozinha. Outros tipos de cargas continuarão sendo interditadas nos bloqueios realizados pelos grevistas.
Para garantir a passagem dos caminhões, o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado do Paraná (Sindicombustíveis) conseguiu, na Justiça, liminares para o desbloqueio de centros de distribuição em Londrina, Curitiba, Maringá e Guarapuava. O sindicato representa 900 dos 2.400 postos de combustíveis do Paraná.

Fonte: Gazeta do Povo

guazelli

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