Depois de sua desistência de uma aliança com o MDB do Paraná, presidido pelo senador Roberto Requião, o ex-senador Osmar Dias (PDT), pré-candidato ao governo do Estado, confirmou nesta terça-feira (31/07) que um dos problemas no acordo estava na coligação proporcional, dos pré-candidatos a deputados do PDT. Seus correligionários temiam que os emedebistas acabassem ficando com as vagas da chapa na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa, e enfraquecendo o partido.
Osmar afirma que a aliança com Requião se mostrou inviável, principalmente quando foi dado prazo para que uma decisão fosse tomada. Requião havia pedido que Osmar se posicionasse até às 14 horas desta terça-feira (31/07). “Como posso conversar com alguém que impõe um prazo, numa questão tão delicada”, disse Osmar.
Apesar da decisão, Osmar ainda aposta em um bom relacionamento com o MDB. “Estou aberto a conversas com o MDB. Desejo boa sorte ao Requião na eleição para o Senado”, concluiu.
A vaga de vice na chapa de Osmar Dias ainda não foi definida. Apenas o Solidariedade confirmou apoio à chapa de Osmar até agora. O pedetista anda acompanhado de integrantes do Podemos, de seu irmão, senador Alvaro Dias, mas o partido ainda não confirmou apoio na chapa.
O PDT ainda aposta em negociações com o PPS, presidido pelo deputado federal Rubens Bueno, e até mesmo com PSB, que até agora tem demonstrado esforço para se manter na chapa conjunta com PSDB, do governador Beto Richa, pré-candidato ao Senado, e PP, da governadora Cida Borghetti (PP), candidata à reeleição. A chapa de Osmar Dias ainda não tem vice e nem candidato ao Senado.
O ex-prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), chegou a ser cotado para o Senado como alternativa, mas a candidatura à Câmara Federal é considerada mais proveitosa ao partido, já que entendesse que ele teria eleição garantida e poderia ajudar a eleger outros deputados da legenda.

Fonte: Bem Paraná

guazelli

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