O deputado estadual Plauto Miró (DEM), reeleito no último domingo (07/10), foi denunciado nesta quarta-feira (10/10) por improbidade administrativa no âmbito civil da Operação Quadro Negro. Outras 10 pessoas também são alvo do mesmo processo movido pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), que pede ainda indisponibilidade de bens de cerca de R$ 5,2 milhões e indenização por danos morais coletivos. As informações foram divulgadas pelo G1 e confirmadas pela Gazeta do Povo nesta quinta (11/10).

A denúncia do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) envolve Eduardo Lopes de Souza, dono da Valor Construtora, Maurício Fanini, ex-diretor da Secretaria de Estado da Educação (Seed), e outras pessoas, além de oito empresas.

A investigação tem como base a reforma da Escola Estadual Francisco Pires Machado e o contrato firmado entre Ponta Grossa, a Seed e a Valor. Orçada em R$ 4,7 milhões, a nova sede da escola teria dois pavimentos, por onde se estenderiam 16 salas de aula, além de laboratórios de informática e ciências, e que serviriam a 1,8 mil estudantes. De acordo com a denúncia, os alunos “foram preteridos com a não construção da escola e obrigados a exercer o direito fundamental ao ensino de qualidade em condições absolutamente precárias”.

Fonte: Gazeta do Povo

guazelli

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