Consultado por deputados do centrão sobre a liberação de cassinos e jogos de azar no Brasil, Jair Bolsonaro busca agora aval da bancada evangélica para dar seguimento ao assunto.

Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira (27), os evangélicos já estariam estudando uma brecha para apoiar o projeto, embora já tenham declarado ser contra a liberação dos jogos.

Prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, defende a autorização do jogo de azar, mas apenas para estrangeiros.

Durante a campanha, Bolsonaro disse que não legalizaria os cassinos no Brasil. “Nós sabemos que o cassino aqui no Brasil, se tivesse, seria uma grande lavanderia, serviria para lavar dinheiro. E também para destruir famílias. Muita gente iria se entregar ao jogo”.

Agora, no entanto, Bolsonaro teria alertado, no entanto, que não concorda com a liberação de caça-níqueis porque “pais de família” podem usar o dinheiro do salário para jogar.

Entre os defensores da liberação, que se reuniram recentemente com Bolsonaro, estão o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA), o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva (SP), e o deputado Cláudio Cajado (PP-BA).

Coordenador da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara, Silas Câmara (Republicanos-AM) disse que conversa sobre o assunto dependendo do interlocutor.

“A bancada ouviria, dependendo de quem vier com a explicação. Sendo ele (Crivella) um evangélico, não seria difícil ouvi-lo. A gente dialoga. Agora, dialogar e trazer uma proposta que não seja correta é complicado”, disse.

Revista Fórum.

guazelli

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