O colunista do O Globo, Ancelmo Gois, publicou em sua coluna neste domingo (12) que servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estariam fazendo delações premiadas no Ministério Público do Rio sobre a prática de “rachadinha” nos gabinetes.

Quando as delações vierem à tona, será a primeira grande polêmica que a família do presidente Jair Bolsonaro terá que lidar em 2020. Em dezembro do ano passado, o Ministério Público realizou uma série de mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ex-assessores de Flávio Bolsonaro, incluindo Fabrício Queiroz.

O grupo é suspeito de praticar “rachadinha” no gabinete de Flávio, que na época era deputado estadual no Rio. O esquema de corrupção consiste em desviar parte dos salários de assessores, muitos deles fantasmas, e lavar dinheiro.

Além disso, Flavio teria recebido repasses do policial militar Diego de Sodré de Castro Ambrósio, investigado por assediar moradores de Copacabana, no Rio de Janeiro, com “serviços de segurança privada”, através de sua esposa Fernanda Antunes Bolsonaro, dois assessores do então deputado estadual e uma loja que Flávio comanda. Foram feitos pagamentos em forma de boletos bancários, transferências e depósitos, que seriam oriundos da chamada “rachadinha”, uma prática ilegal de repasse de salário de assessores – isto é, um esquema de corrupção.

Revista Fórum.

guazelli

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