Elsinho Mouco, marqueteiro de Michel Temer durante a passagem do golpista pelo Palácio do Planalto, busca mais alguns minutos de fama ao anunciar que pretende produzir um documentário para rebater a narrativa de Petra Costa em Democracia em Vertigem, sobre o processo que levou ao golpe de Dilma Rousseff (PT). O filme tem o nome provisório de “Trama contra a Democracia”.

Segundo informações da coluna Painel, na edição desta terça-feira (4) da Folha de S.Paulo, Mouco diz que pretender contar uma outra versão da história, lembrando casos em que o próprio PT teria contribuído para a queda de Dilma.

Durante sua breve passagem pelo Planalto, o marqueteiro colecionou gafes – como o uso de uma antiga bandeira do Brasil e o slogan “O Brasil voltou, 20 anos em 2” – e encheu o bolso.

Em outubro de 2017, Temer ampliou em 82% os repasses à agência de publicidade Calia, que pertence ao irmão de Elsinho Mouco.

Os gastos com a empresa somaram R$ 102,1 milhões nos 476 dias após o emedebista assumir (equivalentes a 15 meses e meio, até 31 de agosto), ante R$ 56 milhões em período idêntico, transcorrido até o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff.

Mouco também foi o responsável por criar o slogan “Ordem e Progresso”, que remonta aos primórdios da República, e o “Bora, Temer” para contrapor a “Fora, Temer”.

Revista Fórum.

guazelli

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