O presidente Jair Bolsonaro teria indicado a assessores e a deputado da bancada evangélica, nesta quarta-feira (9), que vai derrubar o polêmico perdão bilionário de dívidas com a Receita Federal concedido a igrejas por parte do Congresso Nacional.

Segundo informações de Daniel Carvalho e Gustavo Uribe, da Folha de S. Paulo, o presidente estaria irritado com a repercussão negativa do caso – com cobranças feitas pelos próprios apoiadores – e estaria buscando não ter novos conflitos com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A equipe econômica e a la jurídica defendem o veto.

Em conversa com deputados da bancada evangélica, o ex-capitão teria anunciado sua decisão, apontando que não haveria margem fiscal para o benefício e que o Tribunal de Contas da União (TCU) poderia intervir futuramente. A alegação não foi bem recebida e um dos deputados presentes teria ameaçado romper relações com o Planalto.

Bolsonaro tem até amanhã (11) para vetar ou sancionar o texto.

Reportagem de Lucas Rocha, da Revista Fórum.

guazelli

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