Três pessoas que foram acusadas pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), de improbidade administrativa por irregularidades no Instituto de Aposentadorias e Pensões de Campo Largo (Fapen), tiveram R$ 83,4 mil bloqueados pela Justiça.
De acordo com a denúncia, houve uma dispensa irregular de licitação para favorecer um advogado que é filho de um ex-assessor jurídico do Fepan. Ainda conforme o Ministério Público, o filho foi contratado pelo Fepan quatro vezes, entre setembro de 2015 e junho de 2016, recebendo R$ 33 mil. Há a suspeita da participação de um ex-diretor do Instituto na irregularidade.
Conforme a denúncia, esta terceirização de serviços advocatícios foi ilegal, e a dispensa da licitação foi realizada a partir de orçamentos falsos.

guazelli

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