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	<title>Arquivos Anvisa - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Anvisa - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Anvisa: 28% dos alimentos industrializados têm sódio em excesso</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/anvisa-28-dos-alimentos-industrializados-tem-sodio-em-excesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 10:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que&#160;28% dos produtos industrializados monitorados por autoridades&#160;brasileiras em 2020 e 2021 não atingiram as metas estabelecidas para redução de sódio. De acordo com a Anvisa, as categorias classificadas como críticas são biscoito salgado, bolos prontos sem recheio, hambúrgueres, misturas para bolo aerado, mortadela conservada em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Relatório divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que&nbsp;28% dos produtos industrializados monitorados por autoridades&nbsp;brasileiras em 2020 e 2021 não atingiram as metas estabelecidas para redução de sódio. De acordo com a Anvisa, as categorias classificadas como críticas são biscoito salgado, bolos prontos sem recheio, hambúrgueres, misturas para bolo aerado, mortadela conservada em refrigeração, pães de forma, queijo muçarela e requeijão.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1585694&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1585694&amp;o=node"></p>



<p>O relatório cita, entretanto, “alentador progresso” observado em algumas categorias, como o caso de biscoitos doces tipo maria e maisena, indicando “uma tendência positiva”. “Ao ponderarmos sobre a oscilação nas amostras de batatas fritas e palhas industrializadas e a conformidade consistente dos cereais matinais, torna-se evidente que diferentes categorias demandam abordagens específicas”, pontuou a Anvisa.</p>



<p>Já a análise das categorias caldos em pó e em cubo, temperos em pasta, temperos para arroz e demais temperos, segundo o relatório, aponta dificuldades e avanços no monitoramento do teor de sódio em alimentos industrializados, com algumas categorias mantendo a conformidade e outras exigindo esforços adicionais.</p>



<p>“No cenário mais amplo, identificamos tanto progressos quanto desafios persistentes na redução do teor de sódio em alimentos industrializados. A análise abrangente do panorama brasileiro revela que o país enfrenta obstáculos significativos para atingir as metas regionais estabelecidas na diminuição do consumo de sódio, apresentando a menor adesão em comparação com outros países da América Latina e do Caribe.”</p>



<p>“Isso sublinha a urgência de reavaliar e aprimorar as estratégias atualmente em vigor. A colaboração contínua entre órgãos reguladores, a indústria alimentícia e a sociedade civil permanece fundamental para atingir as metas preestabelecidas e incentivar hábitos alimentares mais saudáveis”, destacou a agência.</p>



<p>O monitoramento se pautou na determinação do teor de sódio de amostras de produtos industrializados coletados em estabelecimentos comerciais e agrupadas conforme categorias pactuadas em acordos estabelecidos entre o Ministério da Saúde e o setor regulado.</p>



<p>A coleta e análise das amostras ocorreram&nbsp;de janeiro de 2020 a dezembro de 2021. Nesse processo, um fiscal da vigilância sanitária estadual foi responsável pela coleta em locais estratégicos, como mercados e estabelecimentos de venda de alimentos industrializados, seguindo um plano amostral nacional.</p>



<p>As amostras foram enviadas aos laboratórios centrais de Saúde Pública (Lacen) e ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), onde foram realizadas análises de sódio conforme metodologias oficiais, além da verificação da rotulagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Açúcar</h2>



<p>A Anvisa divulgou ainda uma análise detalhada do monitoramento do teor de açúcares em alimentos industrializados no ano de 2021. Entre as 11 categorias avaliadas, constatou-se que 81,8% exibiram um teor médio de açúcares dentro dos limites definidos. As duas categorias que não atingiram as metas estabelecidas foram biscoitos doces sem recheio e biscoitos tipo&nbsp;<em>wafers</em>.</p>



<p>De acordo com o relatório, categorias como refrigerantes, néctares e refrescos estão em conformidade com os padrões estabelecidos, sugerindo uma tendência positiva no setor. Além disso, as categorias biscoitos maria e maisena e biscoitos recheados apresentaram 100% de conformidade com os limites estabelecidos para o teor de açúcares, destacando “uma aderência satisfatória por parte dos fabricantes”.</p>



<p>“No entanto, é crucial destacar que o segmento de biscoitos da indústria alimentícia ainda carece de melhorias significativas, uma vez que biscoitos sem recheio e do tipo&nbsp;<em>wafer</em>&nbsp;excederam os limites estabelecidos para teor de açúcares, indicando um menor nível de adesão às diretrizes regulatórias em comparação com outras categorias analisadas.”</p>



<p>“É fundamental reforçar a importância de políticas públicas eficazes voltadas para a redução do consumo de açúcares e a promoção de uma alimentação saudável. A implementação de estratégias educativas e de conscientização, aliada à regulamentação e fiscalização, desempenha um papel crucial na proteção da saúde da população e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, concluiu a Anvisa.</p>



<p>O monitoramento baseou-se na quantificação dos níveis de açúcares presentes em amostras de alimentos coletados em estabelecimentos comerciais e categorizados conforme acordo voluntário estabelecido entre o Ministério da Saúde e o setor regulado. Os resultados das análises foram documentados no Sistema de Gerenciamento de Amostras Laboratoriais.</p>



<p>A condução desse processo foi realizada de forma colaborativa pela Anvisa e vigilâncias sanitárias estaduais, municipais e do Distrito Federal. No período compreendido entre janeiro e dezembro de 2021, foram conduzidas atividades de coleta e análise de amostras alimentares em conformidade com um plano amostral nacional preestabelecido. As amostras obtidas foram posteriormente encaminhadas aos laboratórios oficiais de saúde pública.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Tânia Rêgo. </p>
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		<title>Anvisa aprova consulta pública sobre proibição de cigarro eletrônico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 10:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)&#160;aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (1º) a abertura de uma proposta de consulta pública para revisar a proibição de cigarros eletrônicos no Brasil. Desde 2009, uma resolução da entidade proíbe a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)&nbsp;aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (1º) a abertura de uma proposta de consulta pública para revisar a proibição de cigarros eletrônicos no Brasil. Desde 2009, uma resolução da entidade proíbe a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como vape. De acordo com a decisão da Anvisa de hoje, a sociedade civil&nbsp;terá 60 dias para manifestar-se sobre o tema na consulta pública.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569962&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569962&amp;o=node"></p>



<p>Ao longo da reunião, transmitida em tempo real por meio do canal oficial da Anvisa no YouTube, diversas manifestações do setor regulado, de entidades civis e da população em geral foram veiculadas por meio de vídeos enviados à agência. Ao todo, mais de 60 pessoas, com opiniões favoráveis e contrárias à regulamentação dos cigarros eletrônicos, foram ouvidas pelos diretores antes que proferissem seus votos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Protestos&nbsp;</h2>



<p>Enquanto a diretoria colegiada da Anvisa se reunia, um grupo de cerca de 20 pessoas ligadas à organização não governamental (ONG) Direta &#8211; Diretório de Informações para a Redução de Danos do Tabagismo defendia, em frente à sede da Anvisa, a regulamentação dos cigarros eletrônicos no Brasil. Entre as argumentações apresentadas está a de que esses dispositivos não causam os mesmos males do tabagismo.&nbsp;</p>



<p>O grupo argumenta ainda que, em razão da ausência de uma regulamentação, dispositivos de má qualidade acabam sendo comercializados livremente no país e que há pessoas fabricando líquido para cigarros eletrônicos até mesmo dentro de casa. O presidente da ONG, Alexandro Lucian Alves Cordeiro dos Santos, cita revisões científicas que indicariam redução de danos de até 95% para pessoas que substituíram o cigarro comum pelo eletrônico. &nbsp;</p>



<p>Ao ser questionado sobre outros estudos que apresentaram resultados diferentes, indicando que dispositivos eletrônicos para fumar podem ser até mais prejudiciais à saúde do que os cigarros tradicionais, ele argumentou que, nesses casos, a confusão se dá porque, enquanto algumas pesquisas abrangem dados brutos sobre a presença da nicotina, outras tratam do potencial de absorção da substância pelo organismo – algo que varia de pessoa para pessoa.&nbsp;</p>



<p>Além disso, acrescentou, como o cigarro eletrônico só começou a ser comercializado em 2006 (nos Estados Unidos e na Europa), não há, até o momento, dados científicos referentes a grupos que utilizaram o cigarro eletrônico na fase adulta e que já tenham chegado à faixa etária dos 80 anos. &nbsp;</p>



<p>“Nosso papel aqui é mostrar que cigarros eletrônicos são alternativas eficazes para ajudar as pessoas a pararem de fumar, substituindo o tabagismo pelo nicotismo”, disse, ao afirmar, que “nicotina não faz tanto mal à saúde e nem causa câncer, apesar de alguns médicos afirmarem que sim”. “Há muita desinformação”, complementou.&nbsp;</p>



<p>O presidente da ONG Direta, que veio do Paraná a Brasília para participar da manifestação, disse também que nunca obteve benefício (financiamento ou parceria) de empresas ou grupos que possam vir a ter alguma vantagem&nbsp;com a&nbsp;comercialização de dispositivos eletrônicos para fumar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda &nbsp;</h2>



<p>Os dispositivos eletrônicos para fumar são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). Embora a comercialização no Brasil seja proibida, os dispositivos podem ser encontrados em diversos estabelecimentos comerciais e o consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado. &nbsp;</p>



<p>Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças: produtos descartáveis ou de uso único; produtos recarregáveis com refis líquidos (que contém, em sua maioria, propileno glicol, glicerina, nicotina e flavorizantes), em sistema aberto ou fechado; produtos de tabaco aquecido, que possuem dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; sistema pods, que contém sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, dentre outros. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Riscos à saúde&nbsp;</h2>



<p>Com aroma e sabor agradáveis, os cigarros eletrônicos chegaram ao mercado com a promessa de serem menos agressivos que o cigarro comum. Entretanto, a Associação Médica Brasileira (AMB) alerta que a maioria absoluta dos vapes contém nicotina – droga psicoativa responsável pela dependência e que, ao ser inalada, chega ao cérebro entre sete e 19 segundos, liberando substâncias químicas que trazem sensação imediata de prazer. &nbsp;</p>



<p>De acordo com a entidade, nos cigarros eletrônicos, a nicotina se apresenta sob a forma líquida, com forte poder aditivo, ao lado de solventes (propilenoglicol ou glicerol), água, flavorizantes (cerca de 16 mil tipos), aromatizantes e substâncias destinadas a produzir um vapor mais suave, para facilitar a tragada e a absorção pelo trato respiratório. “Foram identificadas, centenas de substâncias nos aerossóis, sendo muitas delas tóxicas e cancerígenas.”&nbsp;</p>



<p>“O cigarro eletrônico em forma de pen drive e com USB entrega nicotina na forma de ‘sal de nicotina’, algo que se assemelha à estrutura natural da nicotina encontrada nas folhas de tabaco, facilitando sua inalação por períodos maiores, sem ocasionar desconforto ao usuário”, destacou a AMB. &nbsp;</p>



<p>“Cada pod do cigarro eletrônico no formato de pen drive contêm 0,7 mililitro (ml) de e-líquido com nicotina, possibilitando 200 tragadas, similar, portanto, ao número de tragadas de um fumante de 20 cigarros convencionais. Ou seja, pode-se afirmar que vaporizar um pen drive equivale a fumar 20 cigarros (um maço).” &nbsp;</p>



<p>Ainda de acordo com a entidade, o uso de cigarro eletrônico foi associado como fator independente para asma, aumento&nbsp;da rigidez arterial em voluntários saudáveis, sendo um risco para infarto agudo do miocárdio, da mesma forma que os cigarros tradicionais. Em estudos de laboratório, o cigarro eletrônico se mostrou carcinógeno para pulmão e bexiga.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Congresso Nacional &nbsp;</h2>



<p>Além do debate no âmbito da Anvisa, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei (PL) 5008/2023, de autoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que permite a produção, importação, exportação e o consumo dos cigarros eletrônicos no Brasil. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jovens &nbsp;</h2>



<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019, 22,6% dos estudantes de 13 a 17 anos no país disseram já ter experimentado cigarro pelo menos uma vez na vida, enquanto 26,9% já experimentaram narguilé e 16,8%, o cigarro eletrônico. &nbsp;</p>



<p>O estudo ouviu adolescentes de 13 a 17 anos que frequentavam do 7º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio das redes pública e privada. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle do tabaco &nbsp;</h2>



<p>O Brasil é reconhecido internacionalmente por sua política de controle do tabaco. Em julho de 2019, tornou-se o segundo país a implementar integralmente todas as medidas previstas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no intuito de reduzir o consumo do tabaco e proteger as pessoas das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Anvisa manda suspender a venda de 28 lotes da Sidra Cereser</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/03/anvisa-manda-suspender-venda-de-28-lotes-da-sidra-cereser/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 10:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou o recolhimento de 2,2 milhões de garrafas de Sidra Cereser sabor maçã, além de determinar a&#160;suspensão da venda e distribuição da bebida. A medida foi tomada na última sexta-feira (29) porque há possibilidade da presença de pequenos fragmentos de vidro na bebida, que podem provocar cortes na [&#8230;]</p>
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<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou o recolhimento de 2,2 milhões de garrafas de Sidra Cereser sabor maçã, além de determinar a&nbsp;suspensão da venda e distribuição da bebida. A medida foi tomada na última sexta-feira (29) porque há possibilidade da presença de pequenos fragmentos de vidro na bebida, que podem provocar cortes na boca ou em partes do intestino se ingeridos.&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1558728&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1558728&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com a Anvisa, a empresa CRS Brands Indústria de Comércio,&nbsp;dona da marca, iniciou o recolhimento voluntário das garrafas no último dia 25 de setembro e comunicou a agência reguladora do caso. “Aproximadamente 0,2% dos lotes afetados podem ter sido impactados por alteração dos vasilhames durante o processo de envase, o que levou à transferência de pequenos fragmentos de vidro para o interior das garrafas”, informou a Anvisa.&nbsp;</p>



<p>No total, serão recolhidos 28 lotes, fabricados em 22/07/2023 e de 16/08/2023 a 02/09/2023. A garrafas são de vidro verde, com 660 ml.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Lotes:</strong></p>



<p>L22 203 742 07&nbsp;</p>



<p>L22 203 743 07&nbsp;</p>



<p>L22 228 751 07&nbsp;</p>



<p>L22 228 752 07&nbsp;</p>



<p>L22 229 752 07&nbsp;</p>



<p>L22 229 753 07&nbsp;</p>



<p>L22 230 753 07&nbsp;</p>



<p>L22 230 754 07&nbsp;</p>



<p>L22 231 754 07&nbsp;</p>



<p>L22 231 755 07&nbsp;</p>



<p>L22 235 756 07&nbsp;</p>



<p>L22 236 756 07&nbsp;</p>



<p>L22 236 757 07&nbsp;</p>



<p>L22 237 757 07</p>



<p>L22 237 758 07</p>



<p>L22 237 759 07</p>



<p>L22 238 759 07</p>



<p>L22 238 760 07&nbsp;</p>



<p>L22 241 760 07</p>



<p>L22 241 761 07&nbsp;</p>



<p>L22 242 761 07&nbsp;</p>



<p>L22 242 762 07&nbsp;</p>



<p>L22 243 762 07&nbsp;</p>



<p>L22 243 763 07&nbsp;</p>



<p>L22 244 763 07&nbsp;</p>



<p>L22 244 764 07&nbsp;</p>



<p>L22 245 764 07&nbsp;</p>



<p>L22 245 765 07</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que fazer se tenho um lote afetado?&nbsp;</h4>



<p>O consumidor que adquiriu algum dos lotes envolvidos deve entrar em contato com a empresa pelo telefone 0800 702 2517 ou pelo e-mail recallsidra@crsbrands.com.br para saber como fazer a entrega para o recolhimento ou substituição.&nbsp;</p>



<p>Para saber qual é o lote da garrafa, basta verificar na parte superior da embalagem. O lote é impresso na cor preta sobre o lacre dourado, de acordo com comunicado divulgado pela empresa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O recolhimento voluntário é feito pela empresa interessada para que a retirada do produto do mercado seja imediata e eficiente. “A CRS Brands pede desculpas pelo ocorrido e reafirma que a qualidade e a segurança são os seus principais compromissos”, diz o comunicado.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Anvisa aprova novas regras para rótulos de medicamentos</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/08/04/anvisa-aprova-novas-regras-para-rotulos-de-medicamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 11:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mudanças na rotulagem de medicamentos. De acordo com a agência, as alterações visam deixar mais claras as informações sobre os remédios nas embalagens, garantindo a segurança do paciente e o uso correto dos medicamentos. No caso de remédios isentos de prescrição médica, a classe terapêutica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mudanças na rotulagem de medicamentos. De acordo com a agência, as alterações visam deixar mais claras as informações sobre os remédios nas embalagens, garantindo a segurança do paciente e o uso correto dos medicamentos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547480&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547480&amp;o=node"></p>



<p>No caso de remédios isentos de prescrição médica, a classe terapêutica e a indicação ficarão dispostas na parte da frente da embalagem para facilitar a visualização pelo consumidor.</p>



<p>O mesmo será feito para quantidade total de medicamento. “Com intuito semelhante, foi permitida a colocação da quantidade total do medicamento na face frontal da embalagem, podendo auxiliar o cidadão na comparação de preço dos produtos, sem, no entanto, causar prejuízo para a compreensão das informações relacionadas ao uso seguro do medicamento”, informa nota da Anvisa.</p>



<p>Segundo a agência, outra mudança é o uso obrigatório da técnica&nbsp;<em>Tall Man Lettering</em>&nbsp;(TML) – quando parte do nome de um remédio é escrito em letras maiúsculas &#8211; nos rótulos de medicamentos restritos ao uso de hospitais, clínicas, ambulatórios, serviços de atenção domiciliar e demais unidades de saúde.</p>



<p>“A técnica de TML é uma das ferramentas utilizadas para ajudar a minimizar os erros de medicações decorridos de troca acidental entre princípios ativos com fonética e/ou ortografia semelhantes”, explica a agência.</p>



<p>Em relação a remédios que são vendidos ao governo federal, serão retiradas as frases que utilizam os termos venda sob prescrição, sendo substituídas por “Uso sob prescrição” e “Uso sob prescrição e retenção de receita”.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Anvisa: combate às notícias falsas é desafio para próxima pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 11:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diretora adjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Patricia Oliveira Pereira Tagliari, afirmou que o combate às notícias falsas é um desafio que terá de ser enfrentado pela sociedade para que, em outros surtos sanitários, não haja circulação de informações falsas que alarmem a população.&#160; “Tivemos que lidar com muitas notícias falsas nesse [&#8230;]</p>
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<p>A diretora adjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Patricia Oliveira Pereira Tagliari, afirmou que o combate às notícias falsas é um desafio que terá de ser enfrentado pela sociedade para que, em outros surtos sanitários, não haja circulação de informações falsas que alarmem a população.&nbsp;</p>



<p>“Tivemos que lidar com muitas notícias falsas nesse período que ainda são muito consumidas. Até hoje, a gente dedica 20% do nosso tempo em tentar explicar e garantir para as pessoas que as vacinas [de covid-19] não são experimentais. A gente precisa ter uma estrutura legal que esteja preparada para uma próxima pandemia para lidar com o descrédito [da vacina]”, disse Patricia,&nbsp;durante&nbsp;o 7º Simpósio Internacional em Imunobiológicos,&nbsp;promovido pelo Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro.</p>



<p>Para a especialista, é necessário um esforço para garantir que a mensagem correta seja entregue à população da forma mais transparente possível. Ela também defendeu uma educação interdisciplinar para que todos os profissionais da saúde entendam quão seguros os fármacos e a vacinas são.</p>



<p>O professor da Universidade do Estado do Colorado&nbsp;Alonso Aguirre&nbsp;afirmou que, surpreendentemente, muitos profissionais de saúde ajudaram na difusão de informações falsas sobre a vacina de covid-19 pelo fato de ela ter sido desenvolvida em menos de um ano.</p>



<p>Já a diretora-presidente do Instituto Todos pela Saúde, Mariângela Simão, destacou a necessidade de melhorar a enorme desigualdade na distribuição de vacinas e fármacos para os países mais pobres para o combate às epidemias. “Compartilhamento de tecnologia é um grande problema. Temos que fazer melhor para estarmos preparados para uma próxima pandemia”.</p>
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