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	<title>Arquivos Aplicativo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Aplicativo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Aplicativo deve dizer como será feita entrega de pedido, afirma Procon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 10:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três dias depois de um entregador da plataforma iFood ter sido baleado por um cliente policial militar (PM) ao se recusar a fazer uma entrega na porta da casa do militar, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Rio de Janeiro emitiu, nesta quinta-feira (7), uma portaria com recomendações para empresas que [&#8230;]</p>
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<p>Três dias depois de um entregador da plataforma iFood ter sido baleado por um cliente policial militar (PM) ao se recusar a fazer uma entrega na porta da casa do militar, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Rio de Janeiro emitiu, nesta quinta-feira (7), uma portaria com recomendações para empresas que operam plataformas de entrega, como Rappi e iFood.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584736&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584736&amp;o=node"></p>



<p>O órgão lembra que não há lei que estabeleça a obrigatoriedade de entrega na porta da casa ou apartamento e quer que os aplicativos deixem claro para os clientes como será feita a entrega.</p>



<p>“É necessário que o consumidor saiba, antes da realização do pedido, de que forma poderá exigir que a entrega seja feita e, assim, ciente das regras, possa decidir pela utilização ou não daquele aplicativo”, disse o presidente do Procon/RJ, Cássio Coelho.</p>



<p>Ele enfatiza que a comunicação seja feita no momento em que uma compra é realizada e que “não fique apenas disponível nos termos de condições de uso”, &nbsp;referindo-se a uma página de informação com inúmeros parágrafos que os serviços de internet utilizam e, muitas vezes, sequer são lidos pelos usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agressões</h2>



<p>Na segunda-feira (4), Nilton Ramon de Oliveira, de 24 anos, foi baleado na perna pelo cabo da Polícia Militar Roy Martins Cavalcanti. O entregador se recusara a deixar o pedido na porta da casa do policial. O caso foi em Vila Valqueire, na zona oeste do Rio de Janeiro. Nilton está internado no Hospital Municipal Salgado Oliveira. Roy Martins Cavalcanti se apresentou a uma delegacia logo depois do disparo, prestou depoimento e foi liberado. A Polícia Civil investiga o caso. A Corregedoria da PM abriu procedimento interno.</p>



<p>Desentendimentos entre clientes e entregadores são comuns, segundo trabalhadores dessas plataformas. Em outro caso de repercussão, em São Conrado, bairro nobre da zona sul do Rio, um entregador compartilhou nas redes sociais a abordagem de uma mulher que desceu até a portaria do prédio com um cutelo [instrumento composto de uma lâmina cortante], depois que ele se recusou a subir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Queixas</h2>



<p>Em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, trabalhadores relataram que problemas desse tipo fazem parte da rotina. “Clientes nos confundem com garçons”,&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reclamou um dos entrevistados</a>. Para outro entregador, a plataforma não deixa claro para o cliente que os entregadores não são obrigados a fazer a entrega na porta do apartamento. “Todo dia acontece isso [desentendimento] porque muitos clientes entendem que a gente é obrigado a subir”, reclama um entregador.</p>



<p>A empresa iFood reforça que os entregadores não têm obrigação de levar os pedidos até a porta dos apartamentos. “A entrega tem que ser realizada no primeiro ponto de contato, ou seja, no portão da residência ou na portaria do condomínio”, diz a gerente de Impacto Social do iFood, Tatiane Alves.</p>



<p>A empresa informou que faz campanhas e parcerias, inclusive com o Secovi (sindicato que reúne administradoras de imóveis) para conscientizar a população e diminuir as chances de desentendimentos entre clientes e entregadores. No carnaval, houve a campanha #BoraDescer, sobre a necessidade de o cliente ir até o entregador no ponto de contato.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Legislação</h2>



<p>Tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) o Projeto de Lei 1571/2023, que proíbe o consumidor de exigir que o entregador de aplicativo suba até a porta do apartamento ou que entre nos espaços de uso comum de condomínios.</p>



<p>Pelo texto, os aplicativos devem deixar a informação clara. Além disso, prevê que a entrega na porta do apartamento pode ser negociada mediante gorjeta. O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça da Alerj.</p>



<p>Caso seja aprovado, o estado do Rio terá legislação semelhante ao texto aprovado no estado da Paraíba (Lei 12.939), em Fortaleza (Lei 11.381) e em Manaus (Lei 555). Em todas as legislações citadas há previsão de exceções para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>“Clientes nos confundem com garçons”, reclama entregador de aplicativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 09:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sofrer episódios de agressão, ofensa e humilhação são rotina no cotidiano de entregadores de aplicativo. A percepção foi relatada à&#160;Agência Brasil&#160;por trabalhadores das duas maiores cidades do país, Rio de Janeiro e São Paulo. O caso mais recente de repercussão foi o do entregador da plataforma iFood Nilton Ramon de Oliveira, de 24 anos, baleado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sofrer episódios de agressão, ofensa e humilhação são rotina no cotidiano de entregadores de aplicativo. A percepção foi relatada à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;por trabalhadores das duas maiores cidades do país, Rio de Janeiro e São Paulo. O caso mais recente de repercussão foi o do entregador da plataforma iFood Nilton Ramon de Oliveira, de 24 anos, baleado por um cliente policial militar (PM) na segunda-feira (4), em Vila Valqueire, zona oeste do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584553&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584553&amp;o=node"></p>



<p>O motivo do desentendimento entre Nilton e o cabo Roy Martins Cavalcanti foi a exigência do cliente para que o pedido fosse entregue na porta da casa do PM. Nilton foi baleado na perna e está internado no Hospital Municipal Salgado Filho. O quadro dele é grave. O cabo da PM se apresentou a uma delegacia, prestou depoimento e foi liberado. A Polícia Civil investiga o caso, e a Corregedoria da PM abriu um procedimento interno.</p>



<p>O iFood reforça que os entregadores não têm obrigação de levar&nbsp;os pedidos até a porta dos apartamentos. “A entrega tem que ser realizada no primeiro ponto de contato, ou seja, no portão da residência ou na portaria do condomínio. O que aconteceu com o Nilton é inaceitável e condenável”, diz a gerente de Impacto Social do iFood, Tatiane Alves.</p>



<p>Segundo ela, a empresa entrou em contato com a família do entregador e se colocou&nbsp;à disposição para todo tipo de apoio. “Espero que o caso não fique impune e que o Nilton se recupere muito em breve. Vamos acompanhar de perto esse caso”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Passado escravocrata</h2>



<p>O entregador Bruno França trabalha no centro do Rio de Janeiro. Ele contou que todos os dias acontecem casos de ofensas e desentendimentos entre clientes e entregadores. Para ele, a raiz do problema tem relação com o passado escravocrata do país.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu acho que a história de como foi construído o Brasil permeia até hoje. As reverberações do que aconteceu no passado influenciam a nossa vida. Não tenho dúvida de que isso tem ligação com o racismo. Muitos clientes, dentro de uma visão histórica escravocrata brasileira, acreditam que a gente tem que subir até o apartamento, colocar um babador e colocar comida na boca deles”, diz o entregador.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/hWwf0zIBByCqlJzxBjNM1eBsCAw=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/06/bruno_franca.jpg?itok=hyUKstTW" alt="Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 - Personagem Bruno França - Amigos, seguem fotos para a matéria “Clientes nos confundem com garçons”, reclama entregador de aplicativo.
Foto: Vinícius Ribeiro/Divulgação" title="Vinícius Ribeiro/Divulgação"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Bruno França conta que os desentendimentos com clientes são frequentes &#8211;&nbsp;<strong>Vinícius Ribeiro/Divulgação</strong></h6>



<p>Outra queixa de Bruno é que a plataforma, na avaliação dele, não deixa claro para o cliente que os entregadores não são obrigados a fazer a entrega na porta do apartamento.</p>



<p>“Todo dia acontece isso [desentendimento] porque muitos clientes entendem que a gente é obrigado a subir”. Ele cita ainda que, eventualmente, há um descumprimento da lei em vigor na cidade do Rio que proíbe a distinção no uso de elevadores entre social e de serviço.</p>



<p>O entregador também aponta a falta de direitos trabalhistas como um dos motivos para a categoria ser alvo de agressões e ofensas.</p>



<p>“Marginalização em relação ao mundo do trabalho. Não temos direito algum. A gente vive em uma sociedade violenta. Dentro dessa perspectiva desses agressores, eles nos veem como alguém sem direitos e que pode ser agredido, pode ser violado.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Garçons</h2>



<p>Rafael Simões faz entregas na cidade de Niterói, região metropolitana do Rio. Ao conversar com a reportagem da&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, pouco antes do meio-dia, ele avisou:&nbsp;“Vamos rapidinho porque está chegando o horário de pico, sabe como é, né?”</p>



<p>Ele compartilha da opinião de que o passado do país tem a ver com a forma atual como&nbsp;entregadores são tratados por alguns clientes.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/fCDXpflG-n8ROFRxGFRwz9bSwYQ=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/06/rafael_simoes.jpg?itok=Cbf0UWl7" alt="Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 - Personagem Entregador de APP, Rafael Simões - Amigos, seguem fotos para a matéria “Clientes nos confundem com garçons”, reclama entregador de aplicativo.
Foto: Rafael Simões/Arquivo Pessoal" title="Rafael Simões/Arquivo Pessoal"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">&#8220;O cliente acha que é obrigação [entregar no andar]&#8221;, reclama Rafael Simões, que trabalha em Niterói &#8211;&nbsp;<strong>Rafael Simões/Arquivo Pessoal</strong></h6>



<p>“A gente vive nessa sociedade assim. O pessoal está realmente pensando que a gente é escravo”, diz.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O cliente acha que é obrigação [entregar no andar]. O cliente está confundindo entregador com garçom. Nós não somos garçons”, reclama Rafael.</p>
</blockquote>



<p>Rafael Simões conta que muitas vezes o entregador opta por deixar o pedido na porta do cliente para evitar problemas e também não perder tempo esperando a pessoa descer – muitas vezes com pressa nenhuma. “Às vezes, para evitar o problema, a gente sobe. Mas não é obrigação.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agressões</h2>



<p>A comparação de Bruno e Rafael&nbsp;com o tempo de escravidão ganha mais significância ao se lembrar o caso de Max Ângelo dos Santos. Em abril de 2023, o entregador negro&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-01/homem-que-levou-chicotadas-no-rio-em-2023-sera-joao-candido-na-sapucai" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi “chicoteado” com uma coleira de cachorro por uma mulher branca</a>&nbsp;que se sentiu incomodada com a presença de entregadores em uma calçada, em São Conrado, bairro nobre na zona sul do Rio de Janeiro.</p>



<p>Em outro caso de repercussão, também em São Conrado, um entregador compartilhou nas redes sociais a abordagem de uma mulher que desceu até a&nbsp;portaria do prédio com um cutelo, depois de ele ter se recusado a subir para fazer a entrega.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produtividade</h2>



<p>Fora do Rio de Janeiro, desentendimentos e ofensas também são frequentes, afirma o presidente da Associação dos Motofretistas de Aplicativo e Autônomos do Brasil (AMABR), Edgar Franscisco da Silva, conhecido como Gringo. Outro ponto de atrito recorrente, segundo ele, é quando há demora para a chegada do pedido.</p>



<p>Gringo atribui a recusa da entrega na porta do apartamento a uma busca por produtividade, uma vez que, pelos aplicativos de&nbsp;<em>delivery</em>, os trabalhadores ganham por quantidade de entregas.</p>



<p>“Se a pessoa já está na portaria na hora que o entregador chega, ele entrega, e o aplicativo já toca imediatamente para ele pegar outra corrida. Quando ele tem que subir até o apartamento, ele perde uma ou duas entregas, que vão fazer falta na casa deles”, explica. Gringo lembra que há prédios em que a pessoa anda centenas de metros até chegar ao cliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exército de reserva</h2>



<p>O presidente da AMABR contextualiza que a mudança de comportamento dos entregadores, que antes faziam a entrega na porta do domicílio, sofreu alterações mais profundamente durante a pandemia, quando muita gente foi forçada a trabalhar como meio de sustento. Além de mais gente fazendo&nbsp;<em>delivery</em>, os aplicativos acirravam a concorrência por cliente baixando valores da taxa de entrega.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/Rn787ejWKYPkSJWhCb-8blubGqI=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/06/edgar_francisco_da_silva.jpg?itok=sHRsL-OL" alt="Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 - Personagem presidente da assciação dos motofretistas de aplicativos e autônomos do Brasil, Edgar Francisco da Silva - Amigos, seguem fotos para a matéria “Clientes nos confundem com garçons”, reclama entregador de aplicativo.
Foto: Edgar Francisco da Silva/Arquivo Pessoal" title="Edgar Francisco da Silva/Arquivo"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Conhecido com Gringo, Edgar Francisco da Silva diz que os aplicativos de entrega têm à sua disposição um &#8220;exército de reserva&#8221; &#8211;&nbsp;<strong>Edgar Francisco da Silva/Arquivo</strong></h6>



<p>“Eles baixaram o preço para ter mais clientes, mas quem sentiu isso foi o entregador”, observa.</p>



<p>“Devido à baixíssima remuneração, os entregadores estão tendo outro comportamento que é ‘não vou subir, porque eu corro risco de ser multado, de a minha moto ser roubada, e não estou ganhando para isso, não vale a pena.”</p>



<p>Gringo nota ainda que algumas pessoas se veem superiores aos trabalhadores de&nbsp;<em>delivery</em>.</p>



<p>“Eu não sei explicar esse comportamento, mas tem pessoas que se sentem superiores e, em qualquer situação que não for do jeito que elas gostariam, já partem para esse lado da humilhação e da agressão”, lamenta o presidente da associação.</p>



<p>Ele conta que já vivenciou situações em que teve que ser transportado em elevador que carregava lixo. “Aquele fedor insuportável”. Além disso, já levou um empurrão de uma cliente.</p>



<p>“Isso impacta, você fica com aquilo na cabeça. A chance de você depois sofrer um acidente de moto porque estava com a cabeça naquilo é gigante”, relata.</p>



<p>Gringo complementa que o fato de ter muita gente buscando trabalho como entregador faz com que empresas e plataformas não deem a devida atenção a reclamações dos trabalhadores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O entregador fica muito submisso ao cliente, e o cliente aproveita disso. O cliente sabe que é só ele falar ‘o entregador foi mal-educado’. O aplicativo não quer nem escutar o entregador, ele não quer perder o cliente, então bloqueia o entregador porque ele tem um exército de reserva para fazer as entregas”, diz Gringo.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Campanha</h2>



<p>A iFood faz campanhas e parcerias, inclusive com o Secovi (sindicato que reúne administradoras de imóveis), para conscientizar a população e diminuir as chances de desentendimentos entre clientes e entregadores. No carnaval, houve a campanha #BoraDescer, sobre a necessidade de o cliente ir até o entregador no ponto de contato (portaria ou portão da residência).</p>



<p>A plataforma, que tem 250 mil entregadores ativos, oferece, desde junho 2023, uma central de apoio jurídico e psicológico, que fornece assistência para entregadores vítimas de discriminação, agressão física, ameaça, assédio, abuso e/ou violência sexual. A central é uma parceria com o grupo Black Sisters in Law, formado por advogadas negras.</p>



<p>Apenas em 2024, a central recebeu 13.576 denúncias de ameaça e agressão física. Desde 2023, dos casos que resultaram em processos e atendimentos pela central de apoio, 26% se referem a casos de agressão física, 23%, de&nbsp;ameaça e 22%, de&nbsp;discriminação. De todos os casos atendidos, 16% estão relacionados a subir ou não nos apartamentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Legislação</h2>



<p>Um levantamento do Instituto Fogo Cruzado, especializado na coleta de informações relacionadas à violência armada, aponta que ao menos 26 entregadores motoboys foram baleados em serviço na região metropolitana do Rio desde 2017. Desses, 21 morreram. Os dados não apontam se eram especificamente ligados a plataformas e incluem vítimas de operações policiais.</p>



<p>“Precisamos continuar falando dessa profissão que é tão desprezada, que coloca muita gente em risco e sustenta tantas famílias no Brasil”, observa Carlos Nhanga, coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esses trabalhadores precisam de proteção que assegurem os direitos ao emprego e os direitos da vida também. É preciso criar políticas que assegurem o vínculo empregatício mais seguro, além de punir agentes de segurança que usem da violência para impor as suas vontades. É inadmissível que um policial militar armado ameace cidadãos dessa forma e fique por isso mesmo”, critica o coordenador.</p>
</blockquote>



<p>Nhanga lembra que o país discute formas de regulamentação do trabalho por meio de plataformas. Na segunda-feira (4), o governo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/entenda-o-que-pode-mudar-no-trabalho-de-motoristas-de-aplicativo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">enviou ao Congresso um projeto de lei</a> que regula a atividade de motorista de aplicativos. </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Fernando Frazão. </p>
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		<title>Regulamentação do trabalho por aplicativos deve sair em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 10:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta do governo sobre a regulamentação das atividades de trabalhadores por aplicativos de transporte de passageiros deve ser assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviada ao Congresso Nacional em janeiro de 2024. Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o principal objetivo do governo ao mediar as negociações entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A proposta do governo sobre a regulamentação das atividades de trabalhadores por aplicativos de transporte de passageiros deve ser assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviada ao Congresso Nacional em janeiro de 2024.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573984&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573984&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o principal objetivo do governo ao mediar as negociações entre trabalhadores e empresas é garantir condições decentes de trabalho.&nbsp;</p>



<p>“Nós temos um salário mínimo vigente, e essa é a base número um de qualquer debate sobre mercado de trabalho. Não pode ter ninguém que chegou no final do mês, ficou à disposição de uma empresa e ganha menos que um salário mínimo. Isso é uma aberração econômica”, disse o ministro nesta quinta-feira (21), em conversa com jornalistas, em Brasília.&nbsp;</p>



<p>Segundo ele, a base do acordo fechado entre trabalhadores e empresas prevê garantia à previdência e remuneração pelo valor hora trabalhado, além do pagamento mensal de fatores como desgaste do material do veículo e reposição de despesas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Chegou-se a uma base de acordo que terá garantia à previdência, portanto ao seguro que a previdência oferece de garantia para contar o tempo de serviço para aposentadoria e para garantir, em uma eventualidade de um acidente ou de uma doença profissional, que ele [o motorista] eventualmente venha a ser vitimado, que hoje ele não tem absolutamente nenhuma cobertura”, explicou.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aplicativos de entrega de alimentos</h2>



<p>O ministro disse que ainda não há um acordo com relação à regulamentação dos aplicativos de entrega de mercadorias e alimentos. “Os entregadores não chegaram a um acordo, as empresas não fizeram uma proposta que corresponda aos anseios e às necessidades que os trabalhadores colocaram na mesa”, acentuou.&nbsp;</p>



<p>Ao fazer um balanço das ações do Ministério do Trabalho e Emprego em 2023, Luiz Marinho também adiantou que as alterações do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem ser apresentadas até março. A proposta do governo deverá permitir ao trabalhador que optar pela modalidade de saque-aniversário a possibilidade de sacar também o saldo da conta, não apenas a multa rescisória, em caso de demissão.</p>



<p>O ministro também adiantou que o governo quer fechar com os setores de construção civil e de hortifruti pactos de boas práticas trabalhistas e garantia de trabalho decente, assim como já foi feito com os setores de cafeicultura e de vitivinicultura. </p>



<p>Agência Brasil.</p>
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		<title>Zanin anula reconhecimento de vínculo para entregadores de aplicativo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 10:39:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (22) anular uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reconheceu vínculo de emprego entre um entregador e a empresa de entregas Rappi. Na decisão, Zanin entendeu que a decisão da Justiça trabalhista descumpriu a jurisprudência do Supremo ao reconhecer vínculo empregatício [&#8230;]</p>
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<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (22) anular uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reconheceu vínculo de emprego entre um entregador e a empresa de entregas Rappi.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1568483&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1568483&amp;o=node"></p>



<p>Na decisão, Zanin entendeu que a decisão da Justiça trabalhista descumpriu a jurisprudência do Supremo ao reconhecer vínculo empregatício entre motoristas e motociclistas com empresas que operam aplicativos.</p>



<p>“Ao reconhecer o vínculo de emprego, a Justiça do Trabalho desconsiderou os aspectos jurídicos relacionados à questão, em especial os precedentes do Supremo Tribunal Federal que consagram a liberdade econômica e de organização das atividades produtivas”, escreveu Zanin.</p>



<p>Em outras decisões recentes, o STF também derrubou decisões que reconheceram vínculo de emprego entre um motorista de aplicativo e a plataforma Cabify.</p>



<p>Em pelo menos dois casos julgados, o ministro Alexandre de Moraes decidiu que a relação entre o motorista e a empresa é comercial e se assemelha aos casos de transportadores autônomos.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Rovena Rosa. </p>
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		<title>Proposta sobre transporte por aplicativo está sendo finalizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 10:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta sobre regulamentação das atividades de trabalhadores de aplicativos deve ser finalizada até a próxima semana. O texto foi discutido em reunião nesta segunda-feira (23) entre o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Segundo Marinho, já existe uma base fechada para [&#8230;]</p>
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<p>A proposta sobre regulamentação das atividades de trabalhadores de aplicativos deve ser finalizada até a próxima semana. O texto foi discutido em reunião nesta segunda-feira (23) entre o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Segundo Marinho, já existe uma base fechada para um acordo sobre o transporte de passageiros por aplicativos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1562332&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1562332&amp;o=node"></p>



<p>“Resta somente finalizar a redação. Até semana que vem, estará consolidado para apresentar em definitivo ao presidente, para transformar em projeto de lei para ser submetido ao Congresso Nacional”, disse Marinho após o encontro com Lula. Segundo ele, o tema será conversado com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), antes do envio do texto para votação.</p>



<p>Marinho disse que ainda não há um acordo com relação à regulamentação dos aplicativos de entrega, mas o texto deverá seguir os mesmos conceitos do transporte de pessoas.</p>



<p>Outro tema debatido com Lula hoje foi o projeto de lei que fará alterações no saque-aniversário do FGTS. Segundo Marinho, nesta semana a proposta final deve ser fechada com o presidente Lula, com a Casa Civil, com o Ministério da Fazenda e com a Caixa. A proposta deve ser enviada ao Congresso Nacional até a semana que vem.</p>



<p>O texto deve permitir ao trabalhador que optar pela modalidade de saque-aniversário a possibilidade de sacar também o saldo da conta, não apenas a multa rescisória, em caso de demissão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recuperação</h4>



<p>Marinho foi o primeiro ministro a ser chamado por Lula depois que o presidente voltou a despachar do Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (23). O presidente passou por uma&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-09/lula-passa-por-cirurgia-no-quadril-em-hospital-de-brasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cirurgia no quadril</a>&nbsp;no dia 29 de setembro e, desde então, estava se recuperando e despachando na residência oficial, no Palácio da Alvorada.</p>



<p>Segundo o ministro do Trabalho, Lula está muito bem, andando sozinho e não tem mais dores relacionadas à artrose no quadril. “Fiquei surpreso de ver o estado de bem-estar que está o presidente Ele não tem mais dores, apenas um resquício de dor da cirurgia em si, mas aquele incômodo da dor a cirurgia resolveu plenamente. Ele está sereno, satisfeito, andando sozinho para lá e para cá no gabinete, tranquilo”, disse Marinho.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Ricardo Stuckert. </p>
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		<title>MPF e MPSP vão investigar aplicativo simulador de escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 10:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF-RS) instaurou nesta quarta-feira&#160;(24) procedimento para apurar um aplicativo simulador de escravidão disponibilizado na Play Store, loja virtual da empresa Google. O&#160;jogo eletrônico&#160;ficou disponível na plataforma&#160;até o início da tarde de hoje, quando foi retirado do ar. No entanto, segundo o MPF-RS, o aplicativo, da desenvolvedora [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF-RS) instaurou nesta quarta-feira&nbsp;(24) procedimento para apurar um aplicativo simulador de escravidão disponibilizado na Play Store, loja virtual da empresa Google. O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/jogo-eletronico-simula-escravidao-e-reforca-racismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jogo eletrônico</a>&nbsp;ficou disponível na plataforma&nbsp;até o início da tarde de hoje, quando foi retirado do ar.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1535278&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1535278&amp;o=node"></p>



<p>No entanto, segundo o MPF-RS, o aplicativo, da desenvolvedora MagnusGames, já havia sido baixado por diversos usuários. Segundo a plataforma, o jogo foi baixado pelo menos mil vezes. Muitos&nbsp;comentários racistas foram&nbsp;registrados. “Diante disso, foi expedido ofício para que a empresa Google preste informações específicas sobre o jogo”, disse o MPF em nota.</p>



<p>“Trata-se de um jogo em que o usuário faz o papel de proprietário de escravos e pode escolher entre a possibilidade de fazer lucro e impedir fugas e rebeliões ou a de lutar pela liberdade e chegar à abolição”, acrescentou o MPF.</p>



<p>Em São Paulo, o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi), do Ministério Público estadual, instaurou uma Notícia de Fato sobre o aplicativo. No documento, o MP aponta a existência de mais de mil downloads já feitos em um curto intervalo de tempo assim como discurso de ódio nos comentários da plataforma do Google.</p>



<p>“A empresa deverá informar, em três dias, data, horário e plataforma(s) de disponibilização do game, enviando cópia integral de todos os documentos e do procedimento interno administrativo de solicitação de aprovação feito pelo desenvolvedor”, diz o texto da Notícia de Fato.</p>



<p>O MP quer ainda ter acesso ao e-mail que foi cadastrado pelo responsável do game e às informações sobre a política de autorização para publicação dos aplicativos disponíveis no Google Play.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Parlamentares</h4>



<p>O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) representou o MPF do Distrito Federal a investigar o caso. O parlamentar ressalta que o game enaltece a escravidão. “Resta cristalino que o Google Brasil Internet, mantém em sua loja de download de aplicativos um jogo que enaltece a escravidão, um regime ilegal, perverso e cruel, onde seres humanos têm suas liberdades tolhidas&nbsp;e são consideradas propriedades, que podem ser comercializadas”, diz o texto da representação.</p>



<p>A vereadora do município do Rio de Janeiro Thais Ferreira (PSOL) também apresentou representação ao Ministério Público estadual contra o aplicativo racista. A parlamentar destaca que o jogo apresenta conteúdo altamente ofensivo e desrespeitoso ao simular a&nbsp;escravidão, “promovendo a violência simbólica, discriminação racial e afrontando os direitos humanos. A disponibilização e comercialização desse jogo na plataforma Google Play permite seu acesso por parte de crianças, adolescentes e adultos, contribuindo para a disseminação de estereótipos negativos e violando a dignidade humana e a igualdade racial”, diz parte da peça jurídica.</p>



<p>Em nota, o Google disse que removeu o jogo de sua loja de aplicativos e que toma medidas para coibir a incitação ao ódio e violência.&nbsp;“Temos um conjunto robusto de políticas que visam manter os usuários seguros e que devem ser seguidas por todos os desenvolvedores. Não permitimos apps que promovam violência ou incitem ódio contra indivíduos ou grupos com base em raça ou origem étnica, ou que retratem ou promovam violência gratuita ou outras atividades perigosas”, ressalta nota da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo brasileiro</h4>



<p>Para evitar novos episódios como o deste jogo, o&nbsp;Ministério da Igualdade Racial (MIR)&nbsp;entrou em contato com o Google para elaborar, de forma conjunta, um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/brasil-busca-google-para-elaborar-filtro-contra-discurso-de-odio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filtro que não permita</a>&nbsp;a disseminação de discursos de ódio, intolerância e racismo.&nbsp;</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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