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		<title>Câmara de Curitiba apoia moção para que o hip hop seja patrimônio imaterial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 11:16:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo Paranaense]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de Curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (25), a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) apoiou uma moção de apoio para que o Governo do Estado reconheça o hip hop como patrimônio imaterial do Paraná. A votação foi simbólica, com apenas Eder Borges (PP) se posicionando contra o requerimento, assinado por diversos parlamentares (416.00004.2023). A justificativa é que o reconhecimento permitirá [&#8230;]</p>
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<p>Nesta terça-feira (25), a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) apoiou uma moção de apoio para que o Governo do Estado reconheça o hip hop como patrimônio imaterial do Paraná. A votação foi simbólica, com apenas Eder Borges (PP) se posicionando contra o requerimento, assinado por diversos parlamentares (<a href="https://www.cmc.pr.gov.br/wspl/sistema/ProposicaoDetalhesForm.do?select_action=&amp;ordena=416.00004.2023&amp;pro_id=479195&amp;popup=s&amp;chamado_por_link&amp;PESQUISA">416.00004.2023</a>). </p>



<p>A justificativa é que o reconhecimento permitirá “sua preservação, difusão e promoção, além de garantir o acesso ao hip hop como uma forma de expressão cultural e artística”.</p>



<p>“É uma manifestação cultural que surgiu na década de 1970, nos Estados Unidos, e se disseminou pelo mundo, chegando ao Brasil nos anos 1980. No Paraná, o hip hop é uma importante expressão artística que representa a cultura e a identidade da juventude urbana”, cita a proposição. “O hip hop é uma cultura que engloba a música, a dança, a moda e a arte urbana, e é uma forma de expressão das minorias, que muitas vezes são marginalizadas pela sociedade. É uma ferramenta de resistência e luta contra a discriminação e a exclusão social, além de ser um meio de expressão e empoderamento da juventude.”</p>



<p>O debate da moção de apoio durou quase uma hora e meia, gerando discussões paralelas em plenário. Eder Borges (PP) foi o primeiro a falar, se posicionando contra a proposta. O movimento, disse ele, surgiu nos Estados Unidos, “naqueles guetos”, e teria “uma raiz racista”, sem ter um vínculo com a cultura local. “Tem umas letras que realmente me fazem questionar se devemos aprovar este requerimento”, indicou ele, citando trechos de músicas. “Hip hop é coisa de detento”, concluiu a fala.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Debate a moção gerou debate entre vereadores</strong></h4>



<p>“Sua fala é racista quando diz que o hip hop é coisa de detento”, rebateu Giorgia Prates – Mandata Preta (PT). Ela assina o requerimento com os vereadores Alexandre Leprevost (Solidariedade), Angelo Vanhoni (PT), Dalton Borba (PDT), Maria Leticia (PV), Pier Petruzziello (PP), Professor Euler (MDB), Professora Josete (PT) e Serginho do Posto (União). A Mandata Preta rebateu as críticas, argumentando que o rock, estilo do qual Borges é adepto, também teve suas origens nos Estados Unidos.</p>



<p>“Só pode dizer isso quem realmente nunca pisou numa periferia. Então, sim, olhar para o hip hop hoje é olhar para a periferia”, acrescentou ela. Na avaliação da Mandata Preta, Curitiba tem espaços como o Bosque do Alemão, mas não equipamentos públicos que reconheçam a cultura africana. “É importante pontuar, houve falas racistas e nós temos que levar isso adiante”, repetiu ela. Conforme ela, “tem coisas na sessão que a gente deixa passar porque é perda de tempo, é mais para ganhar like etc., mas têm momentos que não”.</p>



<p>“Eu acho que pegar trechos de músicas fora de contexto é um tanto quanto leviano”, criticou Josete. A parlamentar falou das diferentes manifestações do hip hop, como o grafite, e disse que o movimento é a “expressão das chamadas minorias”. “Acho que a gente precisa construir um outro olhar sobre aqueles que pensam diferente de nós […] que vivem numa outra cultura, num outro espaço”, complementou.</p>



<p>“É uma cultura importantíssima”, elogiou Bruno Pessuti (Pode). “A capoeira, quando surgiu, e ela é patrimônio imaterial, era proibida no Brasil, porque era uma manifestação dos escravos”, comparou ele. Na opinião de Professor Euler, “não dá para pegar uma parte e usar como um todo, de qualquer expressão artística que seja”. Comparar o hip hop com “coisa de bandidagem”, disse ele, “é generalista”. “O filtro é do ouvinte”, defendeu ele, para quem os eventos de hip hop, por exemplo, movimentam a hotelaria e outros setores da economia local. “Pode render likes nas redes sociais porque polariza, rende engajamento. Mas não é honesto fazer isso, com qualquer estilo musical que seja.”</p>



<p>“Para deixar claro, eu não generalizo”, respondeu Borges em aparte a Professor Euler. “É muito grave e desonesto quando alguém certamente finge não entender e chama minha opinião de racista. Racismo é crime, racismo é abominável. Eu fui claro que não tem absolutamente nada a ver com a questão racial.” Prates também retomou o debate. Segundo ela, a capital paranaense recebeu o primeiro evento de hip hop há 25 anos e o break será uma das modalidades olímpicas.</p>



<p>“Independente do que diz na música, eu acho que todos têm direito de se manifestar como quiserem”, ponderou Rodrigo Reis (União). O vereador chegou a questionar a classificação do hip hop como patrimônio imaterial por avaliar que “não é uma cultura nossa, local”, mas resolveu votar positivamente à moção “para não passar uma imagem, para as pessoas que nos assistem, de todas os lugares, que a gente é contra” o movimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Críticas e respostas</strong></h4>



<p>Mauro Ignácio (União) abriu uma discussão paralela em plenário, sobre o tempo usado para um debate apontado como “inócuo”. A pauta, opinou, “seria um requerimento muito simples, uma votação simbólica”. “Sem entrar no mérito da questão, estamos aqui há quase uma hora discutindo opinião ideológica, conceitos. E eu pergunto, o que isso representa para a cidade?”, questionou. “Vamos usar os instrumentos desta Casa”, sugeriu ele.</p>



<p>Indiara Barbosa (Novo), adotando a mesma linha, disse que “a população espera mais de nós” e que o tempo dispensado à discussão representaria um custo em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil. “É lamentável essa discussão ideológica”, acrescentou Leonidas Dias (Solidariedade) sobre a busca de “likes”. “Às vezes, passam temas tão importantes para os curitibanos que são tão pouco discutidos”, disse Salles do Fazendinha (DC).</p>



<p>“Eu também quero discutir outros assuntos relevantes, mas também considero a cultura um assunto relevante aqui”, discordou Maria Leticia. “Nós temos o direito a expressar nossa opinião, mas existe uma coisa chamada decoro parlamentar, que é o respeito às regras de convivência. […] Antes de se explicar, é preciso se desculpar”, cobrou. Já Serginho do Posto (União) pediu que Ignácio seja “objetivo” em sua fala e direcione a crítica. “Não pregue para convertido. […] Dá a impressão que toda a Casa está discutida nesta discussão”, declarou.</p>



<p>Para Osias Moraes (Republicanos), a ideologia tira o foco das discussões. Ele propôs o debate de uma alteração regimental para limitar o debate das indicações de sugestões ao Executivo e das moções. “Quando se leva para o lado ideológico, eu e outros vereadores caímos na armadilha”, reforçou Euler. “Quero fazer uma ponderação aqui. Cada um aqui discute o que quiser”, ponderou Pier Petruzziello. “Quem vai fazer esse julgamento lá fora é o eleitor […] e eu não vejo problema algum de falar para o seu público.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Opinião inadequada</strong></h4>



<p>Coautor da proposição, Dalton Borba avaliou que “se essa discussão se alongou porque teve um estopim”. “O vereador Eder Borges trouxe a sua opinião de forma inadequada, deselegante, grosseira, discriminatória e todo mundo caiu”, argumentou. “A área cultural que envolve o hip hop é muito grande. O meu encaminhamento é para que esta Câmara não passe vergonha e apoie a moção. […] Essa Câmara não pode ofender tantas pessoas que estão envolvidas nestes quatro elementos do hip hop”, pediu o também coautor Alexandre Leprevost.</p>



<p>“Curioso que se perdeu 20 minutos para dizer que não se pode perder tempo”,&nbsp;justificou Borges.&nbsp;“Se eu bati pesado demais, se a minha opinião ofendeu alguém, eu peço desculpas”, repetiu. O vereador exigiu desculpas “da bancada do PT”. “Acusar alguém de um crime, isso é grave”,&nbsp;afirmou.</p>



<p>O presidente Marcelo Fachinello (PSC) lembrou que, conforme o artigo 18 do Código de Ética e Decoro Parlamentar, anexo ao <a href="https://leismunicipais.com.br/regimento-interno-curitiba-pr">Regimento Interno da Casa</a>, qualquer vereador que se sentir ofendido pode apresentar uma representação diretamente à Mesa Diretora. </p>



<p>ASCOM &#8211; CMC. </p>
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