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	<title>Arquivos CNJ - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos CNJ - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Associação defende revogação de medida que afastou juízes federais</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/16/associacao-defende-revogacao-de-afastamento-de-juizes-federais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 10:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) defendeu, nesta segunda-feira (15),  a revogação da decisão do corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, que afastou das funções a juíza federal Gabriela Hardt, sucessora de Sergio Moro no comando da Operação Lava Jato, e de mais um juiz e dois desembargadores. Em nota à imprensa, [&#8230;]</p>
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<p>A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) defendeu, nesta segunda-feira (15),  a revogação da decisão do corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, que afastou das funções a juíza federal Gabriela Hardt, sucessora de Sergio Moro no comando da Operação Lava Jato, e de mais um juiz e dois desembargadores.</p>



<p>Em nota à imprensa, a Ajufe diz que recebeu a decisão com surpresa. Para a associação, a medida só poderia ser tomada pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>



<p>&#8220;O órgão com a competência natural para deliberar por tal afastamento é o plenário do Conselho Nacional de Justiça, tanto que [está] pautada a matéria para julgamento na sessão de amanhã, dia 16/04/2024, revelando-se inadequado o afastamento por decisão monocrática e na véspera de tal julgamento&#8221;, afirma a associação.</p>



<p>Além disso, a Ajufe também defende a atuação dos magistrados. &#8220;Os magistrados e magistrada afastados pela decisão monocrática acima referida possuem conduta ilibada e décadas de bons serviços prestados à magistratura nacional, sem qualquer mácula nos seus currículos, sendo absolutamente desarrazoados os seus afastamentos das funções jurisdicionais&#8221;, conclui a associação.</p>



<p>Para afastar a juíza, Luis Felipe Salomão afirmou que a Gabriela Hardt cometeu irregularidades em decisões que autorizaram o repasse de cerca de R$ 2 bilhões oriundos de acordos firmados com os investigados da Lava Jato, entre 2015 e 2019, para um fundo que seria gerido pela força-tarefa da operação. Os repasses foram suspensos em 2019 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>A decisão também indica que Gabriela Hardt pode ter discutido os termos do acordo &#8220;fora dos autos&#8221; e por meio de aplicativo de mensagens WhatsApp.</p>



<p>A assessoria de imprensa da Justiça Federal em Curitiba informou que a juíza não vai se manifestar sobre o afastamento.</p>



<p>A liminar que autorizou o afastamento dos magistrados será julgada amanhã (16) pelo plenário do CNJ. </p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Rafa Neddermeyer. </p>
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		<title>Maioria do CNJ vota por paridade de gênero para cargos nos tribunais</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/13/maioria-do-cnj-vota-por-paridade-de-genero-para-cargos-nos-tribunais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 10:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) votou nesta terça-feira (12) por aprovar a paridade de gênero obrigatória em cargos estratégicos da administração de todos os tribunais de Justiça do país. Até o momento, 11 dos 14 conselheiros votaram a favor da medida, embora o desfecho da análise tenha sido adiado por um pedido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A maioria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) votou nesta terça-feira (12) por aprovar a paridade de gênero obrigatória em cargos estratégicos da administração de todos os tribunais de Justiça do país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571728&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571728&amp;o=node"></p>



<p>Até o momento, 11 dos 14 conselheiros votaram a favor da medida, embora o desfecho da análise tenha sido adiado por um pedido de vista do conselheiro Luiz Fernando Bandeira de Mello. Por isso, a conclusão do julgamento fica adiada para 2024, já que a sessão desta terça-feira foi a última do CNJ neste ano.</p>



<p>Bandeira de Mello disse que sua vista se deu por preocupações levadas a ele por presidentes de tribunais, às quais ele gostaria de responder antes de votar. Ele se comprometeu com uma devolução rápida.</p>



<p>A proposta prevê a alteração da Política de Participação Feminina no Judiciário, ampliando a paridade de gênero para postos como assessorias especiais das presidências dos tribunais, posições preenchidas por servidores, como chefias de departamento, e inclusive na contratação de estagiários e terceirizados.</p>



<p>O texto chancelado pela maioria amplia a paridade de gênero para incluir também cargos de confiança e de assessoramento da alta administração dos tribunais, como ouvidorias e corregedorias, postos ocupados por magistrados. A proposição abarca ainda a designação para conselhos, comitês e comissões, como as de concurso.</p>



<p>Em setembro, mesmo sob resistência do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre), o CNJ aprovou a paridade de gênero como critério obrigatório para a promoção de magistrados. Pela decisão, todos os tribunais do país devem utilizar uma lista exclusiva para mulheres, alternadamente com a lista mista tradicional, nas promoções pelo critério do merecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acordo</h2>



<p>A ampliação da paridade de gênero também para os cargos administrativos foi costurada pelo presidente do CNJ, Luís Roberto Barroso, que disse ter conversado pessoalmente com todos os presidentes de tribunais do país para dirimir as resistências.</p>



<p>Após as conversas, a relatora da proposição, conselheira Salise Sanchotene, fez alterações no texto para incluir regras de transição, por sugestão dos integrantes do Consepre, de modo a suavizar a implantação da medida. O inteiro teor da proposta ainda não foi divulgado pelo CNJ.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ abre procedimento para investigar juíza que gritou com testemunha</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/11/30/cnj-abre-procedimento-para-investigar-juiza-que-gritou-com-testemunha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 10:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (29) que irá apurar a conduta da juíza Kismara Brustolin, da Vara do Trabalho de Xanxerê (SC), por sua conduta durante audiência em que gritou com uma testemunha. A abertura de uma reclamação disciplinar contra a magistrada foi determinada pelo corregedor-nacional, ministro Luis Felipe Salomão. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (29) que irá apurar a conduta da juíza Kismara Brustolin, da Vara do Trabalho de Xanxerê (SC), por sua conduta durante audiência em que gritou com uma testemunha.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569581&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569581&amp;o=node"></p>



<p>A abertura de uma reclamação disciplinar contra a magistrada foi determinada pelo corregedor-nacional, ministro Luis Felipe Salomão. A juíza deverá ser intimada a apresentar defesa prévia no prazo de 15 dias.</p>



<p>“A postura da juíza durante a audiência pode ter violado deveres funcionais da magistratura, dentre os quais o dever de urbanidade para com os advogados, partes e testemunha”, diz a decisão de Salomão, segundo nota do CNJ.</p>



<p>Ontem (28), a Corregedoria Regional do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª&nbsp;Região (TRT12) também informou ter instaurado procedimento de investigação para apurar o caso, bem como a suspensão das audiências da juíza.</p>



<p>A seccional de Santa Catarina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-11/oab-pede-providencias-contra-juiza-que-gritou-com-uma-testemunha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;pediu providências</a>&nbsp;para que a conduta da magistrada &#8220;não volte a se repetir”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>Durante uma audiência virtual no dia 14 de novembro deste ano, aos gritos, a juíza exigiu ser chamada de &#8220;Excelência&#8221; por um homem que foi ouvido como testemunha de um processo trabalhista. A magistrada ainda chamou o homem de &#8220;bocudo&#8221;. O caso veio à tona após o vídeo da audiência ter sido publicado nas redes sociais.</p>



<p>No vídeo da audiência que circula nas redes sociais, Kismara Brustolin se exalta ao chamar a atenção da testemunha e exigir ser tratada como &#8220;Excelência&#8221;.</p>



<p>&#8220;Eu chamei sua atenção. O senhor tem que responder assim: O que a senhora deseja, Excelência?&#8221;, afirmou.</p>



<p>Em seguida, a testemunha repete, por duas vezes, que não entendeu a colocação da juíza.</p>



<p>Diante da situação, a magistrada gritou; &#8220;Responda, por favor&#8221;. Ela ainda esbravejou: &#8220;Repete!&#8221;</p>



<p>A testemunha chegou a questionar se seria obrigado a seguir a determinação da juíza e foi informado que o depoimento seria desconsiderado do processo.</p>



<p>&#8220;O senhor não é obrigado, mas se o senhor não fizer isso, o seu depoimento termina por aqui e será totalmente desconsiderado&#8221;.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ proíbe recusa de adoção devido à orientação sexual de candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 09:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovaram, nesta terça-feira (14), a edição de uma regra proibindo juízes e desembargadores de recusarem pedidos de adoção ou tutela de crianças e adolescentes com o argumento de que os requerentes formam um casal homoafetivo ou transgênero. A medida, que entrará em vigor a partir de sua publicação, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovaram, nesta terça-feira (14), a edição de uma regra proibindo juízes e desembargadores de recusarem pedidos de adoção ou tutela de crianças e adolescentes com o argumento de que os requerentes formam um casal homoafetivo ou transgênero. A medida, que entrará em vigor a partir de sua publicação, vale também para pessoas sem companheiros que queiram formar uma família monoparental.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1566414&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1566414&amp;o=node"></p>



<p>Defendida pelo conselheiro Richard Pae Kim, a minuta de resolução, ou seja, o texto proposto, determina aos tribunais de justiça e aos magistrados que zelem pela igualdade de direitos, combatendo toda e qualquer forma de discriminação à orientação sexual e à identidade de gênero, evitando fundamentar manifestações contrárias aos pedidos de adoção e tutela exclusivamente com base no fundamento da orientação sexual dos candidatos.</p>



<p>Responsável por, entre outras coisas, fomentar e disseminar práticas que aperfeiçoem os serviços dos órgãos do Poder Judiciário, o CNJ atendeu a uma proposta do senador Fabiano Contarato&nbsp;<strong>(foto)</strong>&nbsp;(PT-ES). Em agosto deste ano, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) também acatou &#8211; por unanimidade &#8211; o pedido do senador, proibindo que membros do Ministério Público se manifestem contrariamente à adoção de crianças e adolescentes com base na orientação sexual dos candidatos a adotantes.</p>



<p>“O que me motivou a fazer [apresentar] esta representação foi que, quando da adoção do meu primeiro filho, um membro do Ministério Público (MP), disse que era contra porque [um] filho só pode ter pai e mãe, jamais dois pais ou, ainda pior, nas palavras do promotor, duas mães”, disse Contarato, convidado a se manifestar, em plenário, após a aprovação da resolução, durante a sessão ordinária do CNJ desta terça-feira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Argumentação</h2>



<p>“Graças a Deus, a juíza [responsável por julgar o pedido de adoção apresentado por Contarato e seu cônjuge] foi contrária à posição do MP e determinou a dupla paternidade. Não satisfeito [com a decisão], o promotor apelou [recorreu]. E enquanto [a sentença] não transitou em julgado, eu não podia trazer meu filho para Brasília”, acrescentou o senador, afirmando que “a dor” que a postura do promotor lhe causou o motivou a recorrer aos órgãos de fiscalização da atuação do MP e do Judiciário.</p>



<p>“O CNJ [e o CNMP estão] materializando um mandamento constitucional que passa pela dignidade da pessoa humana. Porque esta é uma determinação constitucional, expressa no artigo 3º, quando diz que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é promover o bem-estar de todos e abolir toda e qualquer forma de discriminação […] Temos que lutar por uma sociedade que seja efetivamente mais justa, fraterna e igualitária. Não existe democracia quando há violações de direitos, sexismo, racismo, homofobia, misoginia, xenofobia”, finalizou o parlamentar.</p>



<p>Ao votar favoravelmente à edição da resolução, o conselheiro Richard Pae Kim sustentou que medida aprimora os serviços judiciários prestados à população.</p>



<p>“Penso que a aprovação desta resolução importará em importante passo para acrisolar [melhorar] qualquer forma de [combate à] discriminação das atividades do Poder Judiciário nesta tão importante missão que é a de garantir direitos fundamentais à formação da família”, acrescentou.</p>



<p>Ao anunciar a aprovação da proposta, o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), garantiu que o Poder Judiciário “tem uma firme posição contra todo tipo de discriminação, inclusive em relação a pessoas homoafetivas.”</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>CNJ adverte juiz responsável por audiência de Mariana Ferrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 09:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (14), punir o juiz Rudson Marcos, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), com uma advertência. Por maioria, os conselheiros entenderam que o magistrado foi omisso durante a audiência em que a modelo e influenciadora digital Mariana Ferrer prestou depoimento na condição de vítima. Para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (14), punir o juiz Rudson Marcos, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), com uma advertência.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1566517&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1566517&amp;o=node"></p>



<p>Por maioria, os conselheiros entenderam que o magistrado foi omisso durante a audiência em que a modelo e influenciadora digital Mariana Ferrer prestou depoimento na condição de vítima. Para eles, o juiz permitiu que o advogado do empresário André de Camargo Aranha, Cláudio Gastão da Rosa Filho, constrangesse e humilhasse a influenciadora com “questionamentos descabidos”, que buscavam desqualificá-la.</p>



<p>Mariana acusa Aranha de tê-la estuprado em 2018. A audiência de instrução do processo ocorreu em 2 dias de julho de 2020. Em setembro de 2020, a 3ª Vara Criminal de Florianópolis absolveu Aranha da acusação de estupro de vulnerável por entender que o empresário não tinha como saber que, na ocasião, Mariana não tinha condições de consentir com a relação sexual, o que afastava a hipótese de crime doloso (intencional).</p>



<p>A defesa da influenciadora recorreu da decisão, mas, em outubro de 2021, o TJ-SC manteve a sentença, apontando não haver provas que sustentassem a acusação. A decisão agora está sendo questionada no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>



<p>As imagens da audiência, realizada por videoconferência, se tornaram públicas em novembro de 2020, quando o Ministério Público pediu a quebra de sigilo do processo. O vídeo da audiência mostra que, ao longo de mais de 3 horas, o advogado Rosa Filho exibiu fotos pessoais de Mariana, fazendo comentários misóginos que não tinham relação com o mérito do processo em questão. Na avaliação dos conselheiros do CNJ, o defensor também humilhou e desrespeitou a influenciadora por várias vezes sem que o juiz ou o promotor de Justiça Thiago Carriço de Oliveira, interviessem.</p>



<p>A divulgação do vídeo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2020-11/senado-repudia-desfecho-de-julgamento-sobre-estupro-em-sc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">teve grande repercussão junto à opinião pública</a>.&nbsp;</p>



<p>A pedido do conselheiro Henrique D´Ávilla, que classificou a audiência como uma “sessão de tortura psicológica”, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2020-11/cnj-vai-apurar-conduta-de-juiz-que-absolveu-reu-de-estupro-em-sc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNJ instaurou um procedimento disciplinar</a>&nbsp; para apurar a conduta do juiz Rudson Marcos.</p>



<p>“[Em um primeiro momento] Ao me debruçar sobre o caso e registrar meu voto pela apuração da conduta, tive a impressão de que se tratava de uma análise relacionada à diligência do magistrado, mas examinando detidamente a audiência vejo que o quadro é muito mais grave porque revela de maneira muito transparente a equivocada compreensão do requerido sobre o verdadeiro papel do magistrado na presidência de uma audiência relacionada a crimes contra a dignidade sexual, além de evidenciar um tratamento diferenciado que foi dispensado pelo requerido à vítima e ao advogado de réu”, comentou a conselheira Salise Sanchotene, relatora do processo administrativo, ao votar para que o juiz seja advertido por “omissão em frear questionamentos descabidos que violaram a dignidade da vítima”.</p>



<p>A advertência é a pena mais leve que o CNJ pode aplicar a um magistrado. Para a relatora e outros conselheiros, o comportamento do juiz poderia motivar sua remoção compulsória, caso ele mesmo não tivesse pedido para ser transferido para outra vara de Justiça. “Também acho que este é um magistrado que não tem o perfil para atuar em uma vara criminal, mas como ele já não está mais atuando em uma vara criminal, a pena seria inócua e desproposital”, acrescentou a conselheira, destacando que Rudson Marcos não tem nenhuma queixa anterior que desabone sua atuação na magistratura. Fato destacado pelo advogado Rodrigo Colasso, que representou o juiz perante o CNJ.</p>



<p>“É um juiz exemplar, com uma carreira proba e que nunca proferiu qualquer ato ou decisão misógina ou machista”, disse o advogado, sustentando que qualquer punição a Rudson Marcos pode influenciar os rumos do processo criminal que Mariana Ferrer move contra André de Camargo Aranha. “Um juízo de reprovação ao magistrado vai influenciar o processo penal, porque a tendência dos órgãos judiciais será dizer que se o CNJ entendeu que o juiz não agiu com a prudência necessária, a tendência será anularem a audiência, o que gera prejuízos ao réu, bem como se disserem que o juiz deve ser absolvido, o prejuízo será à vítima [Mariana]”.</p>



<p>Em novembro de 2021, foi publicada a <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.245-de-22-de-novembro-de-2021-361261673" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 14.245</a>, que prevê punição para atos contra a dignidade de vítimas de violência sexual e das testemunhas do processo durante julgamentos, e que ficou conhecida como Lei Mariana Ferrer. </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Rafa Neddermeyer. </p>
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		<title>CNJ afasta desembargador que mandou soltar líder de facção na Bahia</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/19/cnj-afasta-desembargador-que-mandou-soltar-lider-de-faccao-na-bahia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 11:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador Luiz Fernando Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A medida foi tomada&#160;ontem (17) pelo plenário do órgão&#160;após o magistrado determinar a soltura do detento Ednaldo Freire Ferreira, conhecido como Dada, líder de uma das facções criminosas que atuam no estado.&#160;&#160; O CNJ [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador Luiz Fernando Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A medida foi tomada&nbsp;ontem (17) pelo plenário do órgão&nbsp;após o magistrado determinar a soltura do detento Ednaldo Freire Ferreira, conhecido como Dada, líder de uma das facções criminosas que atuam no estado.&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1561551&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1561551&amp;o=node"></p>



<p>O CNJ apura se o desembargador beneficiou o criminoso com uma decisão que autorizou o cumprimento de prisão domiciliar. O acusado estava em um presídio de segurança máxima, onde cumpria pena de 15 anos de prisão. Atualmente, ele é considerado foragido.</p>



<p>Segundo o corregedor-nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, a decisão do magistrado gerou graves danos à segurança pública.</p>



<p>&#8220;A decisão teve intuito de beneficiar, injustificadamente, o acusado no caso concreto, com graves danos à segurança pública&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasi</strong>l entrou em contato com o TJBA e aguarda retorno.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Violência</h4>



<p>Desde o mês passado, Bahia vive uma onda de violência. Cerca de 60 pessoas morreram em confrontos entre traficantes e a polícia.</p>



<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou pacote de R$ 109 milhões em ações para o combate ao crime organizado e conter a violência no estado.</p>



<p>Os recursos serão usados para instalação de novas unidades da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no estado, compra de viaturas e programas de segurança em escolas, de combate às drogas, atendimento de jovens e mulheres vítimas de violência.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ apura conduta de juiz que negou pedido de advogada grávida</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/13/cnj-apura-conduta-de-juiz-que-negou-pedido-de-advogada-gravida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 10:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quarta-feira (11) uma reclamação disciplinar para apurar a conduta do desembargador Georgenor de Sousa Franco Filho, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), sediado em Belém. De acordo com matérias jornalísticas, o magistrado teria dito que “gravidez não é doença” ao rejeitar pedido de uma [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quarta-feira (11) uma reclamação disciplinar para apurar a conduta do desembargador Georgenor de Sousa Franco Filho, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), sediado em Belém.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1560370&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1560370&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com matérias jornalísticas, o magistrado teria dito que “gravidez não é doença” ao rejeitar pedido de uma advogada para adiar a análise de um processo em que atuava.</p>



<p>O CNJ vai apurar eventual descumprimento dos deveres da magistratura pelo desembargador. Pela legislação, um processo deve ser suspenso quando a advogada estiver em período de parto, quando for a única patrona da causa.</p>



<p>O episódio ocorreu na terça-feira (10) durante sessão da Quarta Turma do tribunal. No entendimento de Georgenor, o processo não poderia ser adiado porque a advogada não era parte na ação, mas apenas uma das profissionais que atuaram na causa, podendo ser substituída.</p>



<p>O caso chegou ao conselho a partir de uma representação protocolada por quatro conselheiros do órgão.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ aponta &#8220;gestão caótica&#8221; de valores em acordos da Lava Jato</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/18/cnj-aponta-gestao-caotica-de-valores-em-acordos-da-lava-jato/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 11:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontrou indícios de &#8220;gestão caótica&#8221; no controle de valores oriundos de acordos de delação e leniência firmados na Operação Lava Jato.&#160;A conclusão está no relatório parcial de inspeção realizada pelo conselho na 13ª Vara Federal em Curitiba, que foi chefiada pelo ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR). A [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encontrou indícios de &#8220;gestão caótica&#8221; no controle de valores oriundos de acordos de delação e leniência firmados na Operação Lava Jato.&nbsp;A conclusão está no relatório parcial de inspeção realizada pelo conselho na 13ª Vara Federal em Curitiba, que foi chefiada pelo ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR). A investigação começou em maio deste ano.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1555689&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1555689&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com o documento, os acordos eram homologados pela vara sem todos os documentos necessários, como a apresentação das circunstâncias da celebração e as discussões ocorridas entre as partes.&nbsp;Os servidores responsáveis pela investigação também afirmam que os acordos poderiam beneficiar o repasse de R$ 2,5 bilhões de recursos desviados da Petrobras para a criação da chamada Fundação Lava Jato, gerida pela própria força-tarefa, que foi chefiada pelo ex-procurador Deltan Dallagnol.</p>



<p>&#8220;Verificou-se a existência de um possível conluio envolvendo os diversos operadores do sistema de justiça, no sentido de destinar valores e recursos no Brasil, para permitir que a Petrobras pagasse acordos no exterior que retornariam para interesse exclusivo da força-tarefa&#8221;, diz o documento.</p>



<p>A correição cita ainda que os acordos de leniência assinados entre a Lava Jato, a Odebrecht e a Braskem foram assinados sem informações completas e com valores estipulados por autoridades estrangeiras, conduta que foi considerada &#8220;absurda&#8221; pelos técnicos.</p>



<p>&#8220;Os expedientes de correição externaram que os magistrados atuantes na 13ª Vara Federal de Curitiba se conformavam com a ausência de informações relacionadas, por exemplo, às tratativas realizadas, ao método utilizado para definição de valores e de vítimas, ausência de documentos produzidos pela defesa técnica durante as discussões e tudo mais que fosse necessário para imprimir transparência e viabilizar a avaliação&#8221;, conclui o relatório.</p>



<p>O relatório final sobre as irregularidades encontradas na 13ª Vara Federal de Curitiba deve ser analisado neste mês pelo plenário do CNJ. O Conselho deve propor a abertura de investigação contra os juízes e procuradores que trabalharam nas investigações da Lava Jato.</p>



<p>Na semana passada, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou provas obtidas nos acordos de leniência da Odebrecht e determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) abra investigação contra os agentes públicos que participaram da assinatura dos acordos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outro lado</h4>



<p>Em publicação nas redes sociais, Sergio Moro afirmou que os acordos foram homologados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo ministro Luis Felipe Salomão, corregedor do CNJ, responsável pela investigação.</p>



<p>“O próprio corregedor nacional de Justiça homologou, então na condição de ministro do STJ, pelo menos um acordo de colaboração, com Frank Geyer Abubakir, então investigado pela Lava Jato, com cláusulas e condições semelhantes e sobre elas nunca se apontaram qualquer irregularidade”, afirmou.</p>



<p>Moro também acrescentou que nenhum desvio de recursos foi identificado e que o relatório do CNJ é “mera opinião preliminar”.</p>



<p>“Repudia-se o emprego da expressão ‘gestão caótica’ que não faz justiça à operação que recuperou mais de seis bilhões de reais para a Petrobras, fato sem precedente na história”, concluiu.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ investiga participação de magistrados e servidores no 8 de janeiro</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/13/cnj-investiga-participacao-de-magistrados-e-servidores-no-8-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 11:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça, concentrará as investigações de magistrados e servidores do poder judiciário suspeitos de participação nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro para eventual responsabilização disciplinar dos envolvidos. A decisão é do corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão e foi publicada no Diário de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça, concentrará as investigações de magistrados e servidores do poder judiciário suspeitos de participação nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro para eventual responsabilização disciplinar dos envolvidos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1554783&amp;o=node"></p>



<p>A decisão é do corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão e foi publicada no Diário de Justiça eletrônico do Conselho Nacional de Justiça, desta terça-feira (12).</p>



<p>Pela decisão do corregedor, os atos de 8 de janeiro &#8220;foram apenas o clímax de uma prática discursiva disseminada nos meios de comunicação de massa, que tinha como alicerce uma deliberada desordem informacional voltada a gerar uma crise de confiança e deterioração das instituições republicanas.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;É importante investigar a participação de servidores ou membros do Poder Judiciário tanto nas lamentáveis depredações do dia 8/1 quanto nos períodos anteriores,” reforçou o corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Providências</h4>



<p>Para os já investigados nos inquéritos e ações penais de relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a Corregedoria Nacional de Justiça determinou a instauração de Pedido de Providências para apuração da responsabilidade disciplinar de servidores públicos do judiciário, dentro das competências da corregedoria.</p>



<p>O corregedor ainda solicitou, em ofício, aos ministros Alexandre de Moraes, do STF, e Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), que é o relator da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, o encaminhamento à Corregedoria de informações sobre membros do judiciário nas investigações ou ações penais em curso, relacionadas aos atos de depredação dos três poderes da República.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prazo</h4>



<p>Os tribunais de justiça estaduais, bem como os tribunais regionais federais, eleitorais e do trabalho e as respectivas corregedorias dos órgãos do poder judiciário deverão informar, no prazo de 15 dias, a existência de procedimentos disciplinares ou de investigações preliminares, em curso ou mesmo arquivados, sobre servidores das respectivas cortes, na condição de investigados por questões relativas aos mesmos atos golpistas.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>CNJ pede explicação sobre morte de líder quilombola</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/08/23/cnj-pede-explicacao-sobre-morte-de-lider-quilombola-diz-rosa-weber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 10:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidenta do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, prometeu que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) seguirá empenhado em cobrar das autoridades responsáveis o esclarecimento do&#160;assassinato da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico, de 72 anos. Mãe Bernadete, como era conhecida a líder do Quilombo Pitanga dos Palmares e ex-secretária de Promoção da Igualdade [&#8230;]</p>
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<p>A presidenta do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, prometeu que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) seguirá empenhado em cobrar das autoridades responsáveis o esclarecimento do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-08/lider-quilombola-de-pitanga-dos-palmares-e-executada-na-bahia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assassinato da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico</a>, de 72 anos. Mãe Bernadete, como era conhecida a líder do Quilombo Pitanga dos Palmares e ex-secretária de Promoção da Igualdade Racial de Simões Filho (BA), foi morta a tiros na última quinta-feira (17).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1550304&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1550304&amp;o=node"></p>



<p>“Eu não esquecerei. E o Conselho Nacional de Justiça vai continuar se empenhando e questionando no sentido do esclarecimento deste bárbaro assassinato”, afirmou a ministra ao abrir a sessão plenária do conselho, nesta terça-feira (22).</p>



<p>Na condição de presidente do STF, Rosa Weber também preside o CNJ. A ministra deixará a presidência da Corte e do conselho em 28 de setembro próximo, quando será substituída pelo ministro Luís Roberto Barroso. Como completa 75 anos de idade no início de outubro, a ministra terá que se aposentar compulsoriamente, deixando o STF.</p>



<p>Visivelmente emocionada, Rosa Weber lembrou que esteve com Mãe Bernadete em julho deste ano, quando visitou o Quilombo Quingoma, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. E que, após isso, manifestou diretamente ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, sua “enorme preocupação” com a situação de precariedade que testemunhou e com os relatos que ouviu de lideranças quilombolas que participavam de um encontro no Quilombo Quingoma.</p>



<p>“Tivemos conhecimento de todas as dificuldades que estas comunidades enfrentam. No mesmo dia, em contato com o governador da Bahia, externei a ele minha enorme preocupação com o que vira; com a pobreza e com as dificuldades enfrentadas [por quilombolas]”, acrescentou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-08/lula-e-rosa-weber-lamentam-morte-de-lideranca-quilombola-na-bahia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ministra, que já tinha cobrado</a>&nbsp;o esclarecimento do caso um dia após o assassinato.</p>



<p>Em julho, após conversar com lideranças quilombolas da Bahia, a ministra anunciou a instalação de&nbsp;<a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/5203" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um grupo de trabalho do CNJ</a>&nbsp;para elaborar estudos e propostas de aperfeiçoamento da atuação do Poder Judiciário em casos envolvendo a posse, propriedade e titulação envolvendo comunidades quilombolas. O GT será presidido pelo conselheiro Vieira de Mello Filho.</p>



<p>“Em função desta portaria, quando percorri cinco capitais fazendo o lançamento dos mutirões carcerários [do CNJ], fomos eu e a equipe que me acompanhava visitar o Quilombo Quingoma, nas cercanias de Salvador. […] Conheci a chamada Mãe Bernadete, que nos relatou sua história, o assassinato do seu filho. Uma defensora, uma lutadora pelos direitos humanos. E que, inclusive, [estava], teoricamente, sob proteção, com câmeras de vídeo instaladas em sua casa há alguns anos.”</p>



<p>Após o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-08/bahia-revisa-programa-de-protecao-apos-assassinato-de-mae-bernadete" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assassinato de Mãe Bernadete</a>, o governo da Bahia decidiu revisar todos os protocolos de proteção de defensores de direitos humanos. O governo estadual também anunciou que está reforçando a segurança de ativistas do Quilombo Pitanga dos Palmares, onde o crime ocorreu e de outras comunidades.</p>



<p>Por precaução, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-08/familiares-de-mae-bernadete-sao-retirados-da-comunidade-quilombola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parentes de Mãe Bernadete</a> foram retirados da comunidade e levados para outros locais. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Bahia não descarta a hipótese do homicídio ter relação com o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-08/mae-bernadete-policia-nao-descarta-relacao-com-homicidio-do-filho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assassinato do filho de Mãe Bernadete</a>, Flávio Gabriel Pacífico dos Santos, o Binho do Quilombo, também uma liderança quilombola.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/08/23/cnj-pede-explicacao-sobre-morte-de-lider-quilombola-diz-rosa-weber/">CNJ pede explicação sobre morte de líder quilombola</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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