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	<title>Arquivos Colombo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Situação de negligência se repete em tratamento de vítima de estupro em Colombo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 10:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colombo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após ser vítima de violência sexual, uma mulher (que prefere não se identificar) procurou atendimento de emergência na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Alto Maracanã, em Colombo, e foi negligenciada e constrangida pelos funcionários da unidade de saúde. Sem conseguir a medicação adequada, a vítima precisou viajar até Curitiba, no Hospital das Clínicas (HC) para [&#8230;]</p>
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<p>Após ser vítima de violência sexual, uma mulher (que prefere não se identificar) procurou atendimento de emergência na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Alto Maracanã, em Colombo, e foi negligenciada e constrangida pelos funcionários da unidade de saúde.</p>



<p>Sem conseguir a medicação adequada, a vítima precisou viajar até Curitiba, no Hospital das Clínicas (HC) para ter acesso à PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV), que deve ser iniciada até 72 horas após a exposição ao vírus.&nbsp;<a href="https://www.brasildefatopr.com.br/2024/05/07/vitima-de-estupro-denuncia-negligencia-e-constrangimento-em-upa-de-colombo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Brasil de Fato &#8211; Paraná denunciou esse caso anteriormente</a>.&nbsp;</p>



<p>Agora, quase um mês após buscar a UPA pela primeira vez, a paciente relata que ainda não conseguiu tomar todas as três doses de penicilina benzatina e continua encontrando dificuldades e negligência por parte do sistema de saúde do município de Colombo.</p>



<p>“Eu tive que começar o tratamento de novo porque teve um espaço de tempo muito grande entre uma dose e outra”, diz ela. “Se eu desconhecesse a importância não iria seguir com o tratamento até o fim porque é muito transtorno”, afirma.</p>



<p>Dificuldade de acesso à medicação</p>



<p>A paciente conta que foi até a UPA Alto Maracanã e conseguiu tomar a primeira dose da medicação, a seguir foi instruída a ir até a farmácia municipal retirar as outras ampolas para tomar na Unidade Básica de Saúde (UBS).</p>



<p>Entretanto, a profissional da UPA ficou com uma das vias da receita e a paciente não conseguiu realizar a retirada do medicamento necessário..</p>



<p>“A atendente do Pronto Socorro Alto Maracanã não sabia que eu precisaria da receita? Ou propositalmente me deixou sem uma das guias? A situação burocratizou a minha vida e me impossibilitou de ter acesso a medicação”, questiona.</p>



<p>A paciente precisou retornar ao atendimento emergencial do HC para solicitar, pela terceira vez, uma nova receita para que ela possa seguir com o tratamento em Colombo, mas como teve um espaçamento muito grande entre uma dose e outra, a médica recomendou reiniciar o tratamento.</p>



<p>“Solicitei à médica uma declaração dizendo que é a terceira vez que ela precisa me prescrever a medicação pela omissão da Secretaria de Saúde de Colombo”, conta.&nbsp;</p>



<p>Seguir de forma adequada o tratamento e a medicação indicada é fundamental para vítimas de estupro e é importante cumprir as doses no período recomendado para garantir que a pessoa não contraia infecções. Ainda que seja difícil, a orientação é não deixar de tomar nenhum comprimido, não atrasar as tomadas e não suspender a medicação por conta própria.</p>



<p>Na farmácia, o atendimento à vítima deve dar o maior número de informações possíveis, inclusive sobre horários, formas específicas de tomar os remédios e, principalmente, os efeitos colaterais.</p>



<p>“Agora eu já estou com os medicamentos e só vou na unidade básica para tomar as doses, mas foi um transtorno. Em todo esse processo fiz três denúncias na ouvidoria, mas não deu em nada”, diz ela. “Acredito que outras pessoas que passem por situações semelhantes desistam do tratamento porque é muito exaustivo buscar ajuda no equipamento de saúde e ainda ser maltratada”, afirma.</p>



<p>Em nota ao <strong>Brasil de Fato &#8211; Paraná</strong>, a Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Saúde, respondeu que é obrigatório que o farmacêutico retenha a segunda via da receita médica contendo a prescrição do antibiótico durante o primeiro atendimento, de acordo com a RDC nº 471/2021, e as receitas apresentadas após o prazo de validade ou com o carimbo vencido não serão aceitas.</p>



<p>Reportagem de Mayala Fernandes, da Brasil de Fato PR. </p>
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		<title>Vítima de estupro denuncia negligência e constrangimento em UPA de Colombo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 10:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Colombo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lei 12.845, que garante atendimento integral e gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS) às vítimas de estupro, está em vigor há mais de 10 anos. A pessoa que sofrer qualquer tipo de violência sexual tem o direito de procurar atendimento médico, mesmo sem ter feito um boletim de ocorrência prévio. Por sua vez, [&#8230;]</p>
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<p>A lei 12.845, que garante atendimento integral e gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS) às vítimas de estupro, está em vigor há mais de 10 anos.</p>



<p>A pessoa que sofrer qualquer tipo de violência sexual tem o direito de procurar atendimento médico, mesmo sem ter feito um boletim de ocorrência prévio. Por sua vez, o atendimento de saúde não deve perpetuar o sofrimento das vítimas, mas ajudar a combatê-lo.</p>



<p>Luiza* pensava encontrar na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Alto Maracanã, em Colombo, um ambiente acolhedor, no qual ela poderia ser atendida sem precisar dizer e reviver a violência sofrida na noite anterior.</p>



<p>Porém, o equipamento de saúde praticou uma “segunda violência” ao adotar uma postura de constrangimento, revitimização e ausência de tratamento digno à paciente.</p>



<p>Na manhã do dia 27 de maio, quando chegou na UPA, ela passou por uma triagem com uma profissional que a constrangeu ainda na recepção da unidade. “A atendente se comunicou com outro funcionário através de gritos e isso fez com que todos na sala soubessem pelo o que eu estava passando”, conta.</p>



<p>Já na triagem, a paciente foi atendida por uma enfermeira que não sabia qual o procedimento necessário diante de uma vítima de estupro. Nesses casos, o protocolo de atendimento proposto pelo Ministério da Saúde inclui medicamentos antirretrovirais para prevenir o HIV, que devem ser aplicados em até 72h após a violência, e vacinas como a da hepatite B.</p>



<p>O atendimento psicológico também está previsto. Além disso, em casos de vítimas mulheres, a pílula contraceptiva de emergência, conhecida como pílula do dia seguinte, também deve ser administrada.&nbsp;</p>



<p>“A enfermeira me disse que não tinha o que fazer porque era feriado e o município não estava prestando esse serviço. Eu comecei a chorar muito e me desesperei”, conta Luiza. “Foi uma situação de revitimização e muito constrangimento. Uma falta de noção, mas sobretudo de humanidade, esses profissionais precisam de formação e capacitação para nunca mais fazer isso com ninguém”, afirma.</p>



<p>Ciente de que não encontraria o atendimento que precisava no município de Colombo, a paciente foi orientada a procurar um hospital em Curitiba que oferecesse a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP).</p>



<p>“Se eu fosse uma mulher em situação de vulnerabilidade, eu não teria conseguido atendimento. Eu só chorava, havia passado por uma violência e me sentia totalmente impotente buscando um atendimento, correndo contra o tempo e ainda sendo exposta a tudo isso”, lembra ela.</p>



<p>Luiza foi encaminhada para o Hospital Oswaldo Cruz, na cidade de Curitiba, mas o hospital estava fechado devido ao feriado de Páscoa. “E mais uma vez o conhecimento me salvou, eu mesma pesquisei o hospital que poderia me atender. Fui para o Hospital de Clínicas e consegui receber atendimento digno, fiz todos os exames e tomei as medicações necessárias”, diz.</p>



<p>Segundo ela, é uma prática comum ter que se locomover até Curitiba para conseguir atendimento, mesmo tendo uma UPA ao lado de sua casa em Colombo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segunda negligência da UPA Alto Maracanã</strong></h4>



<p>Após o atendimento e acompanhamento por meio do HC, Luiza recebeu a prescrição de seis doses de Penicilina Benzatina e foi instruída a tomar as doses no seu município. No entanto, o equipamento de saúde de Colombo novamente se mostrou negligente com a paciente.</p>



<p>Ao mostrar a receita, o atendente da UPA informou que a aplicação só poderia ser realizada se Luiza comprasse a medicação. Contudo, o medicamento é ofertada gratuitamente pelo SUS e a unidade de saúde deve realizar a aplicação, mesmo na ausência de um médico, as doses podem ser administradas por enfermeiros.</p>



<p>“Além de não fornecer atendimento digno para uma mulher vítima de violência. O município cometeu mais violências, porque eu me sinto violentada por ter passado por todas essas situações infelizes”, diz Luiza.</p>



<p>A paciente ainda não conseguiu tomar a medicação prescrita. “Já estou preparada para ir à UPA, passar pela triagem e ter que me expor novamente. Situações de transtorno se tornaram tão recorrentes que já vou preparada para caso tenha que formalizar outra denúncia”, diz.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Secretaria Municipal de Saúde</strong></h4>



<p>Luiza encaminhou seu relato para a Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde, que por sua vez informou que seriam aplicadas advertências e formações aos profissionais que a atenderam.&nbsp;</p>



<p>Mas a paciente não acredita que individualizar a questão resolva a negligência cometida na UPA. “Não se trata de uma questão individual, se eles fizerem treinamento apenas para os profissionais que me atenderam não resolve o problema. Imagine quantas pessoas recorrem à unidade básica de saúde ou ao pronto atendimento e são negligenciadas ou violentadas como eu”, diz ela.</p>



<p>Em nota ao&nbsp;<strong>Brasil de Fato &#8211; Paraná</strong>, a prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que a coordenação da UPA Alto Maracanã e que os profissionais que atenderam a paciente já foram identificados e apurados os fatos para que sejam tomadas as devidas providências administrativas, os profissionais também irão passar por um treinamento de “Atualização e Procedimento” sobre a PEP e ainda sobre “Sensibilização para atendimento humanizado na UPA”.</p>



<p>Além disso, reforçaram que a UPA possui a medicação Penicilina Benzatina e a coordenação já colocou à disposição de todos esta informação. Salientam ainda que a orientação da Secretaria Municipal de Saúde é que essas medicações devem ser feitas na Unidade Básica de Saúde, porém quando a procura, primeiramente, seja pela UPA, é feita a primeira dose e o paciente é encaminhado para uma UBS mais próxima da sua residência.</p>



<p>“Como não dá para voltar no tempo, quero fazer da minha dor luta, porque tem outras mulheres que não sabem quais procedimentos devem seguir e o atendimento que precisam ter”, afirma ela.</p>



<p>“Quantas pessoas passaram por essa situação e, por negligência do equipamento de saúde, podem ter contraído uma doença gravíssima”, acrescenta.</p>



<p>Reportagem de Mayala Fernandes, da Brasil de Fato PR.</p>
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