<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Combustíveis do Futuro - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
	<atom:link href="https://verdadeeexpressao.com.br/tag/combustiveis-do-futuro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://verdadeeexpressao.com.br/tag/combustiveis-do-futuro/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 Mar 2024 10:45:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.2</generator>

<image>
	<url>https://verdadeeexpressao.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-2-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Combustíveis do Futuro - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
	<link>https://verdadeeexpressao.com.br/tag/combustiveis-do-futuro/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">230023299</site>	<item>
		<title>Câmara aprova projeto dos “combustíveis do futuro”</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/camara-aprova-projeto-dos-combustiveis-do-futuro/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/camara-aprova-projeto-dos-combustiveis-do-futuro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 10:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis do Futuro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=55207</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei dos “combustíveis do futuro”, que cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente. A proposta será enviada ao Senado. O texto aprovado nesta quarta-feira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/camara-aprova-projeto-dos-combustiveis-do-futuro/">Câmara aprova projeto dos “combustíveis do futuro”</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei dos “combustíveis do futuro”, que cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente. A proposta será enviada ao Senado.</p>



<p>O texto aprovado nesta quarta-feira (13) é um substitutivo do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) para o Projeto de Lei 528/20, do ex-deputado Jerônimo Goergen, tomando como base o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/999000-projeto-do-governo-incentiva-uso-de-combustiveis-sustentaveis-no-setor-de-transportes">PL 4516/23</a>, do Poder Executivo.</p>



<p>A partir da publicação da proposta como lei, a nova margem de mistura de etanol à gasolina passará de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, de 18% de etanol.</p>



<p>Quanto ao biodiesel, misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14% desde março deste ano, a partir de 2025 será acrescentado 1 ponto percentual de mistura anualmente até atingir 20% em março de 2030, segundo metas propostas no texto.</p>



<p>Entretanto, a adição deve considerar o volume total, e caberá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) avaliar a viabilidade das metas de aumento da mistura, reduzir ou aumentar a mistura de biodiesel em até 2 pontos percentuais. A partir de 2031, o conselho poderá elevar a mistura, que deverá ficar entre 13% e 25%.</p>



<p>Um regulamento definirá metodologia para a adoção de um sistema de rastreamento dos combustíveis do ciclo diesel em todos os elos da cadeia produtiva a fim de assegurar a qualidade.</p>



<p>A adição voluntária de biodiesel em percentual superior ao fixado será permitida para determinados usuários listados no projeto, devendo isso ser informado à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>transporte público;</li>



<li>transporte ferroviário;</li>



<li>navegação interior e marítima;</li>



<li>frotas cativas;</li>



<li>equipamentos e veículos usados em extração mineral;</li>



<li>na geração de energia elétrica; e</li>



<li>tratores e maquinários usados na agricultura.</li>
</ul>



<p>Outra novidade em relação à matriz energética atual é que a ANP terá poder de regulação e fiscalização sobre os combustíveis sintéticos e a estocagem geológica de gás carbônico, assim como contratar a atividade.</p>



<p>O projeto também autoriza a Petrobras a atuar nas atividades de movimentação e estocagem de gás carbônico, de transição energética e de economia de baixo carbono.</p>



<p><strong>Diesel verde</strong><br>Quanto ao Programa Nacional do Diesel Verde (PNDV), também pensado para incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso desse biocombustível, o CNPE fixará, a cada ano, até 2037, a quantidade mínima, em volume, de diesel verde a ser adicionado ao diesel de origem fóssil.</p>



<p>Esse adicional deverá ser, no mínimo, de 3% por volume e levará em conta a comercialização em todo o território nacional.</p>



<p>Para definir esse volume mínimo, o conselho deverá analisar as condições de oferta de diesel verde, incluídas a disponibilidade de matéria-prima, a capacidade e a localização da produção; o impacto da participação mínima obrigatória no preço ao consumidor final; e a competitividade nos mercados internacionais do diesel verde produzido no Brasil.</p>



<p>Como a mistura, em termos de volume, deve ser alcançada nacionalmente, a ANP definirá os percentuais de adição para cada estado e Distrito Federal, podendo ser diferentes conforme diretrizes como a otimização logística na distribuição e no uso do diesel verde e a adoção de mecanismos baseados em mercado.</p>



<p>Frequentemente, o diesel verde é confundido com o biodiesel, que também é um combustível limpo, mas com propriedades distintas. Enquanto o biodiesel é um combustível derivado de biomassa, obtido a partir da reação de óleos ou gorduras com um álcool, o diesel verde é definido pela ANP como biocombustível de hidrocarbonetos parafínicos produzido a partir de quatro rotas tecnológicas, como hidrotratamento de óleo vegetal e animal ou pela fermentação do caldo de cana-de-açúcar.</p>



<p><em>Mario Agra/Câmara dos Deputados</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/03/img20240313181110176-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Arnaldo Jardim (CIDADANIA - SP)"/></figure>



<p>Arnaldo Jardim, relator do projeto de lei</p>



<p>O relator do projeto, deputado Arnaldo Jardim, defendeu a aprovação da proposta. “É um projeto estratégico para que o Brasil consolide sua vocação agro, para que aprofunde a conquista da matriz energética limpa, renovável e sem paralelos no mundo e para termos uma matriz de biocombustíveis sem paralelos também”, afirmou.</p>



<p>Segundo Jardim, os biocombustíveis vão criar uma cadeia formidável de investimento para diferentes setores da economia brasileira. “São um passaporte para o Brasil ser uma das vanguardas do mundo na nova economia, a de baixo carbono.”</p>



<p>Ele explicou que o projeto segue a lógica estabelecida pela <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1030102-MEDIDA-PROVISORIA-CRIA-O-PROGRAMA-MOVER-PARA-DESCARBONIZAR-VEICULOS">Medida Provisória 1205/23</a>, que instituiu o Programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação) para apoiar a descarbonização dos veículos brasileiros, o desenvolvimento tecnológico e a competitividade global.</p>



<p><strong>Combustível de aviação</strong><br>Arnaldo Jardim defendeu a adição paulatina do chamado combustível sustentável de aviação (<em>Sustainable Aviation Fuel</em> &#8211; <em>SAF</em>) no querosene da aviação. Segundo o relator, a expectativa é que o Brasil seja um exportador da bioquerosene.</p>



<p>“Tenho muito entusiasmo, não só pela questão ambiental, mas pela oportunidade de sermos exportadores. O Brasil não só suprirá, mas poderá ser uma grande plataforma de produção do BioQAV [Combustível Sustentável de Aviação]”, declarou.</p>



<p>Jardim ressaltou que essa mudança não impactará em grande medida o aumento do preço das passagens aéreas.</p>



<p><strong>Biometano</strong><br>Jardim lembrou que o biometano seguirá o caminho do etanol e da energia solar e terá preço competitivo. “Aquilo que é virtuosidade do etanol, a força do biodiesel daqui a pouco será o biometano. Vamos ampliar a produção, ter ganho de escala”, afirmou.</p>



<p>Ele lembrou que, na Conferência do Clima das Nações Unidas em Glasgow, Escócia (COP26), em 2022, houve um pacto mundial para reduzir a produção de metano, gás com maior impacto ambiental que o carbônico. “Diminuir isso significa criar o biometano, ser fonte descarbonizadora, agregadora de valor”, defendeu.</p>



<p>Segundo ele, o metano brasileiro vem principalmente de lixões, aterros e do setor de proteína animal.</p>



<p><strong>Debate em Plenário</strong><br>Vários deputados subiram à tribuna para defender a aprovação da proposta citando a transição energética, a proteção ambiental e a descarbonização da economia. Houve parlamentares, porém, que viram com receio as mudanças.</p>



<p>Segundo o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), o texto é resultado de negociação de líderes partidários com o governo e significa uma grande conquista para o País. “Dá sinais positivos para o mundo e o Brasil de que este Congresso e o presidente Lula trabalham fortemente para a transição energética e para pensarmos medidas de descarbonização da economia brasileira e de consolidação da economia verde”, afirmou.</p>



<p>O deputado Hugo Leal (PSD-RJ) disse, no entanto, que a ampliação da quantidade de biodiesel poderá ser um “lobo em pele de cordeiro” e prejudicar o transporte de mercadorias no País. “O biodiesel deixa borras, resíduos que comprometem a atividade do caminhão. Temos de ter cuidado. Um projeto que pode ser interessante, com apelo, pode causar impacto no dia a dia das pessoas.”</p>



<p>Segundo o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o risco de agressão aos motores pelo biodiesel não é embasado em laudos técnicos. “Não causa nenhum problema nos motores, de acordo com laudo técnico da Scania [fabricante de caminhões]. Esta é uma política socialmente justa, ambientalmente louvável, é sequestro de carbono”, disse.</p>



<p>Para o deputado Gilson Marques (Novo-SC), o projeto gerará inflação ao aumentar preços de combustíveis sob a bandeira de proteger o meio ambiente. “Não podemos forçar o consumidor, a maioria pobre, a financiar o produto que voluntariamente ele não quer. Se a ideia fosse boa, ela não seria forçada.”</p>



<p>Já o deputado Bohn Gass (PT-RS) contestou o discurso de eventual aumento de preços. “Ouço que os preços vão subir. Mas que preço estamos pagando pela poluição que fizemos? Não há dinheiro que pague a destruição do meio ambiente”, disse.</p>



<p>Ele ressaltou que a proposta vai estimular uma nova indústria brasileira de biocombustíveis.</p>



<p><strong>Estocagem de CO2</strong><br>Deputados do Psol criticaram a captura e estocagem de gás carbônico, a partir de autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP), prevista no projeto. Segundo os parlamentares, a prática não tem obtido bons resultados onde é aplicada no mundo, com custos altos e pouca eficiência.</p>



<p>“O projeto pode abrir brecha para que empresas que tenham de reduzir sua produção de carbono se utilizem desse mercado para continuar poluindo, dizendo que estão capturando e estocando [CO2]”, afirmou o deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ).</p>



<p>O relator do projeto, deputado Arnaldo Jardim, reconheceu que o processo de estocagem de gás carbônico exige cuidados, mas esclareceu que o regulamento da ANP tratará desde a qualificação das empresas para operar na área até a garantia do monitoramento da efetividade da medida.</p>



<p>Agência Câmara de Notícias.</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/camara-aprova-projeto-dos-combustiveis-do-futuro/">Câmara aprova projeto dos “combustíveis do futuro”</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/camara-aprova-projeto-dos-combustiveis-do-futuro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55207</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
