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	<title>Arquivos Congresso Nacional - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Congresso Nacional - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Lula sanciona orçamento e veta R$ 5,6 bilhões em emendas parlamentares</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/23/lula-sanciona-orcamento-e-veta-r-56-bilhoes-em-emendas-parlamentares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 09:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (22) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024, que prevê valores totais de aproximadamente R$ 5,5 trilhões. O texto havia sido&#160;aprovado pelo Congresso Nacional&#160;no fim do ano passado. A LOA estima a receita e fixa a despesa dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (22) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024, que prevê valores totais de aproximadamente R$ 5,5 trilhões. O texto havia sido&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/congresso-nacional-aprova-projeto-da-lei-orcamentaria-para-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovado pelo Congresso Nacional</a>&nbsp;no fim do ano passado. A LOA estima a receita e fixa a despesa dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União para o exercício financeiro do ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577336&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577336&amp;o=node"></p>



<p>A maior parte dos gastos federais continuará sendo com o refinanciamento da dívida pública, cerca de R$ 1,7 trilhão. Este é o primeiro orçamento proposto pela gestão Lula em seu terceiro mandato, já que o orçamento de 2023 havia sido proposto pelo governo anterior. O texto da sanção deverá ser publicado na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (23).</p>



<p>A cerimônia de sanção ocorreu no gabinete presidencial e não foi aberta ao público. De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do governo no Congresso Nacional, o único veto proposto pelo presidente da República é o de R$ 5,6 bilhões sobre o orçamento das emendas parlamentares de comissão. Na versão aprovada pelos parlamentares, esse tipo de emenda previa R$ 16,7 bilhões, mas, com o veto, a previsão cai para R$ 11,1 bilhões, um valor ainda superior ao do ano passado (R$ 7,5 bilhões). Os outros tipos de emendas parlamentares, que são as emendas individuais obrigatórias (R$ 25 bilhões) e as emendas de bancadas (R$ 11,3 bilhões), não sofreram modificação de valores.</p>



<p>Ao todo, o relator da proposta, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), acolheu 7,9 mil&nbsp;emendas parlamentares individuais, de bancadas estaduais e de comissões, que somavam R$ 53 bilhões. Com o veto nas emendas de comissão, a previsão é que o valor global fique em torno de R$ 47,4 bilhões. O veto de Lula ainda será analisado pelo Congresso Nacional, que pode manter ou derrubar a decisão.</p>



<p>&#8220;O veto sobre recurso é basicamente esse aí. Nós vamos negociar ao máximo para que não seja derrubado&#8221;, destatou Randolfe Rodrigues.</p>



<p>Segundo o ministro das Relações Instituticionais, Alexandre Padilha, o motivo do veto foi a necessidade de adequação orçamentária à inflação menor, que reduz a margem de gasto do governo. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Por conta de uma coisa boa que é uma inflação mais baixa, que reduziu preço dos alimentos, reduziu o custo de vida para a população, autoriza menos recursos para o governo. Então, nós fizemos um corte dos recursos, exatamente porque a inflação foi mais baixa. O corte está em torno de R$ 5,5 bilhões. Mas o presidente Lula, a ministra Simone Tebet [Planejamento e Orçamento], toda equipe, no momento da decisão do corte, resolveu, primeiro, poupar integralmente saúde e educação de qualquer tipo de corte, poupar os investimentos do PAC, poupar os investimentos da segurança pública e da população que mais precisa&#8221;, afirmou em um vídeo publicado nas redes sociais.</p>



<p>O ministro aproveitou para destacar alguns dos principais pontos do orçamento, como o crescimento o crescimento dos investimentos em saúde em 18%, o aumento de 11% nos recursos para a educação e de 30% para ciência e tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Salário mínimo</h2>



<p>O salário mínimo previsto no Orçamento de 2024 passará dos atuais R$ 1.320 deste ano para pelo menos R$ 1.412 em 2024. O texto destina cerca de R$ 55 bilhões em 2024 para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na proposta do governo, o PAC contaria com R$ 61,3 bilhões.</p>



<p>O Orçamento prevê a destinação de quase R$ 170 bilhões para o Programa Bolsa Família em 2024.</p>



<p>Para o Ministério da Educação foram destinados cerca de R$ 180 bilhões, mesmo valor proposto pelo governo federal. O Ministério da Saúde contará com R$ 231 bilhões. Para o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima serão destinados R$ 3,72 bilhões. Para a pasta da Defesa o orçamento será de R$ 126 bilhões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fundo eleitoral</h2>



<p>A sanção de Lula manteve os R$ 4,9 bilhões definidos pelos parlamentares para o Fundo Especial de Financiamento de Campanhas Eleitorais, que serão utilizados nas eleições municipais deste ano. O valor é o mesmo utilizado em 2022 nas eleições nacionais. O valor reservado inicialmente pelo governo, na proposta orçamentária, era de R$ 939,3 milhões.</p>



<p>Agência Brasil.</p>
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		<title>Pauta econômica deve dominar 2º semestre no Congresso Nacional</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/08/01/pauta-economica-deve-dominar-2o-semestre-do-congresso-nacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 10:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta segunda-feira (31) é o último dia do recesso parlamentar. Com isso, o Congresso Nacional retoma as atividades nesta terça-feira (1). Com reforma tributária, novo arcabouço fiscal e orçamento de 2024 pendentes de aprovação, a tendência é que a pauta econômica domine o 2º semestre do ano no parlamento brasileiro. &#160; O cientista político e [&#8230;]</p>
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<p>Esta segunda-feira (31) é o último dia do recesso parlamentar. Com isso, o Congresso Nacional retoma as atividades nesta terça-feira (1). Com reforma tributária, novo arcabouço fiscal e orçamento de 2024 pendentes de aprovação, a tendência é que a pauta econômica domine o 2º semestre do ano no parlamento brasileiro. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1546282&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1546282&amp;o=node"></p>



<p>O cientista político e professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília Roberto Goulart Menezes observa que o governo tem sido habilidoso em concentrar a energia política dentro do Parlamento na dimensão econômica e fiscal do Estado. “A gente vê uma mudança de uma agenda que era uma agenda muito focada em costumes.&nbsp;A agenda do bolsonarismo está congelada”, disse.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A primeira etapa da reforma tributária, concentrada nos impostos sobre o consumo e já aprovada na Câmara dos Deputados, ainda precisa ser analisada pelo Senado. Como há previsão de que o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-07/relator-da-reforma-tributaria-no-senado-descarta-fatiamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">texto</a>&nbsp;seja alterado pelos senadores, o relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), estimou&nbsp;que o tema deve se arrastar no parlamento até o final deste ano. &nbsp;</p>



<p>Com isso, a segunda etapa da reforma tributária prevista pelo governo, que deve tratar dos impostos sobre a renda, só deve ser apresentada no final do ano, segundo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/haddad-defende-que-desoneracao-da-folha-seja-discutida-junto-com-ir" target="_blank" rel="noreferrer noopener">previsão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad</a>. &nbsp;</p>



<p>Para a cientista política Graziela Testa, professora da FGV Brasília, a reforma tributária sobre a renda é mais difícil de ser aprovada do que a sobre o consumo, já aprovada na Câmara. “É um tema que é menos consensual entre os partidos de direita e de centro-direita que são a maioria no Congresso. Então, construir esse acordo tende a ser muito mais caro e mais desafiador para o governo”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>O professor Roberto Menezes explicou&nbsp;que a reforma tributária com foco na renda é mais difícil de ser aprovada porque ela tem o potencial de reduzir a desigualdade do sistema tributário brasileiro, cobrando mais dos setores com as maiores rendas no Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Isso dificilmente vai conseguir caminhar. As reformas que o governo Lula deve propor em relação ao imposto de renda, no meu ponto de vista, dada essa dificuldade, serão meramente cosméticas”, comentou. Entre as medidas já propostas pelo governo, estão a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil, além da tributação de dividendos distribuídos pelas empresas, hoje totalmente isentos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Neste início do agosto, o projeto do novo arcabouço fiscal deve dominar o debate da Câmara dos Deputados. Os deputados federais devem analisar as mudanças impostas pelos senadores, podendo acatar, ou não, as alterações.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Outro projeto de importância econômica ainda pendente de votação é o que restabelece o voto de desempate a favor do governo nos processos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Aprovado na Câmara, o texto aguarda votação do Senado. A previsão é que o tema seja votado ainda no mês de agosto. O Carf é a última instância de julgamento de questões tributárias da administração federal. Atualmente, se o processo ficar empatado, o contribuinte que ingressou no Carf ganha a causa. O novo texto devolve a preferência do empate ao governo, que espera aumentar a arrecadação com essa mudança.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">LDO</h4>



<p>Há ainda a expectativa de se votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2024. Ambas as leis definem o orçamento do próximo ano. O tema deve exigir grandes esforços do governo uma vez que o novo arcabouço fiscal exige uma&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/tebet-medidas-para-aumentar-arrecadacao-visam-deficit-fiscal-zero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meta fiscal zero para 2024</a>, o que deve forçar o Executivo a tomar medidas de corte de despesas ou de aumento de receitas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O sucesso dessa agenda para o governo, segundo a professora da FGV Graziela Testa, vai depender da construção de uma nova governabilidade. A especialista lembra que os recursos do chamado orçamento secreto estão chegando ao fim. “Estão acabando aqueles recursos que ainda sobraram do orçamento secreto, das chamadas emendas do relator, e a construção da governabilidade vai precisar ter outra base. Por isso, vai ser importante fazer uma reforma ministerial”, destacou Graziela.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Congresso Nacional ainda deve analisar 23 vetos presidenciais pendentes de votação. Entre eles, há os vetos ao projeto de lei do Minha Casa Minha Vida, da reestruturação dos ministérios, da Lei Geral dos Esportes, entre outros.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">CPMI&nbsp;&nbsp;</h4>



<p>Além das pautas econômicas, o Congresso Nacional também deve concentrar esforços nos trabalhos das Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs), em especial, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A primeira reunião da CPMI marcada para esta terça-feira (1) vai ouvir Saulo Moura Cunha, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no dia dos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. A CPMI ainda deve analisar mais de 800 requerimentos pendentes de votação com pedidos de novas oitivas e quebras de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), acredita que a Comissão terá “dias intensos”. “No período de recesso nós recebemos um volume muito grande de documentos, inclusive sigilos, que vão respaldar tanto as oitivas, quanto a apresentação de novos requerimentos para novas quebras (de sigilos)”, comentou.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">PL das Fake News&nbsp;&nbsp;</h4>



<p>Outro tema que pode entrar na pauta do legislativo neste 2º semestre é o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/para-lira-acao-das-big-techs-barrou-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei das Fake News</a>. No 1º semestre, tentou-se votar a regulamentação das plataformas digitais na Câmara, mas a votação foi suspensa devido a pressão das Big Techs, segundo avaliação do presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL). O relator do projeto, deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), tem defendido que o tema volte ao Plenário já no mês de agosto.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Randolfe prevê Senado votar indicação de Zanin para o STF até 21 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 12:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP), disse ter a expectativa de que a indicação do nome do advogado Cristiano Zanin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) seja votada no Plenário do Senado até o dia 21 de junho. Em rápida entrevista coletiva na tarde desta [&#8230;]</p>
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<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP), disse ter a expectativa de que a indicação do nome do advogado Cristiano Zanin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) seja votada no Plenário do Senado até o dia 21 de junho.</p>



<p>Em rápida entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (6), Randolfe informou esperar um acordo para que a sabatina e a votação da indicação de Zanin na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) seja feita de maneira célere, de forma a viabilizar a votação no Plenário até o dia 21.&nbsp; De acordo com Randolfe, Zanin já tem mantido contato com os senadores para se apresentar.</p>



<p>Também informou que a reunião do presidente Lula com lideranças da Câmara dos Deputados, prevista inicialmente para segunda-feira (5), deve ocorrer na próxima semana. Randolfe negou que o governo esteja discutindo uma reforma ministerial para o momento.</p>



<p>Agência Senado. </p>
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		<title>Lira quer que a votação da reforma tributária seja histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 11:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), voltou a afirmar que pretende colocar a reforma tributária (PECs 45/19 e 110/19) em votação ainda neste semestre. Durante evento promovido pelo grupo Esfera Brasil nesta segunda-feira (5), Lira disse que a aprovação do texto precisa de um amplo diálogo entre todos os agentes políticos interessados, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), voltou a afirmar que pretende colocar a reforma tributária (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/555563-proposta-simplifica-sistema-tributario-e-unifica-tributos-sobre-consumo">PECs 45/19</a> e 110/19) em votação ainda neste semestre. Durante evento promovido pelo grupo Esfera Brasil nesta segunda-feira (5), Lira disse que a aprovação do texto precisa de um amplo diálogo entre todos os agentes políticos interessados, como governo, Congresso, entes federados e empresários.</p>



<p>Lira reafirmou que o governo precisa fazer um esforço para formar uma base sólida no Congresso Nacional e ressaltou que os deputados não faltaram a nenhuma votação importante de interesse do País, como a chamada <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/931149-PEC-DA-TRANSICAO-E-PROMULGADA-PELO-CONGRESSO">PEC da Transição</a>, o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/965404-CAMARA-APROVA-PROJETO-DO-ARCABOUCO-FISCAL">arcabouço fiscal</a> e a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/967947-CAMARA-APROVA-MP-QUE-REORGANIZA-MINISTERIOS-DO-GOVERNO-LULA">MP da reestruturação administrativa</a>.</p>



<p>“Não tenho a ousadia de dizer que garanto a reforma tributária aprovada&#8221;, afirmou Lira. &#8220;Temos a meta de fazer essa reforma, temos conversado e agora vai ser colocado o texto-base para ser criticado pelos governadores, setores produtivos, empresários.&#8221;</p>



<p>O presidente da Câmara disse que é possível fazer &#8220;uma reforma mais dura, com uma transição mais longa ou uma reforma mais branda, com uma transição mais curta&#8221;. O importante, segundo ele, é garantir &#8220;um ambiente estável para que os recursos internacionais possam vir”.</p>



<p>Lira defendeu um texto que não aumente a carga tributária, que simplifique os impostos, traga segurança jurídica e que ajude a diminuir as desigualdades sociais.<br>“Queremos deixar essa votação na história do País, e acabar com esse ceticismo de 60 anos de discussão de uma reforma tributária que todo mundo anseia e não tem coragem de tocar”, afirmou.</p>



<p><strong>Pacificação</strong><br>Lira disse ainda que a Câmara busca passar a ideia de pacificação para o País e cobrou civilidade e respeito nas discussões no Parlamento. Questionado sobre a quantidade de processos abertos no Conselho de Ética na Casa, ele ressaltou que a Câmara deve dar o exemplo e “cortar na carne” para encontrar o equilíbrio nos debates.</p>



<p>“Ninguém fica feliz, mas é necessário, temos vários parlamentares que estão representados e <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/966995-CONSELHO-DE-ETICA-INSTAURA-PROCESSOS-CONTRA-SETE-DEPUTADOS-E-SORTEIA-LISTAS-TRIPLICES-PARA-ESCOLHA-DE-RELATOR">na semana passada já houve sorteio de relatores</a>.&#8221; Segundo Lira, é importante que a Câmara dê o exemplo para garantir a civilidade nas discussões de ideias.</p>



<p>Agência Câmara de Notícias. </p>
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		<title>Reforma tributária e indicação de Zanin movimentam semana no Congresso</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/06/05/reforma-tributaria-indicacao-zanin-movimentam-semana-congresso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 10:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa semana mais curta por causa do feriado de Corpus Christi, na próxima quinta-feira (8),&#160;dois assuntos dominarão o Congresso. Na Câmara dos Deputados, o grupo de trabalho que discutiu a reforma tributária apresentará o relatório das atividades. No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) começará a discutir a indicação do advogado Cristiano Zanin [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Numa semana mais curta por causa do feriado de Corpus Christi, na próxima quinta-feira (8),&nbsp;dois assuntos dominarão o Congresso. Na Câmara dos Deputados, o grupo de trabalho que discutiu a reforma tributária apresentará o relatório das atividades. No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) começará a discutir a indicação do advogado Cristiano Zanin para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1536826&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1536826&amp;o=node"></p>



<p>Outros temas, como o projeto de lei complementar que institui o novo arcabouço fiscal, ficarão para a semana depois do feriado. Aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 24, a proposta tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, sob a relatoria do senador Omar Aziz (PSD-AM).</p>



<p>Na terça-feira (6), o relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), divulgará o relatório do grupo de trabalho que discutiu o tema. Nos últimos três meses, foram ouvidos ministros, especialistas e o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.</p>



<p>O relatório, esclareceu Ribeiro na última semana, ainda não será o substitutivo das&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-01/entenda-propostas-de-reforma-tributaria-paradas-no-congresso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">duas propostas de emenda à Constituição (PEC) sobre a reforma tributária paradas no Congresso</a>. Apenas conterá um resumo do que foi discutido no grupo de trabalho, os pontos consensuais e uma história de 40 anos de discussão de reforma tributária.</p>



<p>Segundo a assessoria do parlamentar, o substitutivo só será apresentado quando for definida uma data para a discussão no plenário da Câmara. O principal ponto de consenso consiste na criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). De acordo com Ribeiro, o IBS deverá ter duas alíquotas, uma para a União e outra para os estados e municípios.</p>



<p>Esse imposto unificará três tributos federais (Imposto sobre Produtos Industrializados, Programa de Integração Social e Contribuição Social sobre o Financiamento da Seguridade Social), além do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, e do Imposto sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. De acordo com o coordenador do grupo de trabalho, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), a ideia é votar a reforma tributária na Câmara ainda este mês.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vaga para o STF</h4>



<p>No Senado, o principal destaque será o início da tramitação da indicação do advogado Cristiano Zanin para o Supremo Tribunal Federal (STF). Indicado&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/lula-afirma-que-zanin-sera-grande-ministro-no-stf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na última quinta-feira (1º) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva</a>, Zanin ocupará a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski, caso tenha o nome aprovado.</p>



<p>Na semana passada, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco &nbsp;(PSD-MG), disse que existe a possibilidade de a CCJ sabatinar Zanin ainda esta semana. A indicação precisa ser aprovada pela comissão para ir ao plenário do Senado, mas Pacheco disse que a tramitação só deve prosseguir depois do feriado de Corpus Christi.</p>



<p>Em relação ao novo arcabouço fiscal, Pacheco informou que o início dos trabalhos na CAE deverá ficar para depois do feriado. No entanto, comprometeu-se a concluir a votação da proposta ainda este mês.</p>



<p>“É muito importante entregar [o projeto] no decorrer de junho. Semana que vem tem feriado, é difícil ter a apreciação do arcabouço. Mas já na semana do dia 12 é muito importante que se iniciem os trabalhos na CAE. Votando na CAE, a gente leva imediatamente ao plenário”, declarou Pacheco na última quinta-feira.</p>



<p>Agência Brasil.</p>
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		<title>Padilha diz que governo quer melhorar articulação com Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 10:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse hoje (2), em São Bernardo do Campo (SP), que o governo vai trabalhar para melhorar a articulação com o Congresso Nacional. “Vamos sempre trabalhar para melhorar [a articulação]. O que não muda é a disposição do diálogo”, garantiu. “Esse é um governo que não cria conflito e [&#8230;]</p>
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<p>O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse hoje (2), em São Bernardo do Campo (SP), que o governo vai trabalhar para melhorar a articulação com o Congresso Nacional.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1536756&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1536756&amp;o=node"></p>



<p>“Vamos sempre trabalhar para melhorar [a articulação]. O que não muda é a disposição do diálogo”, garantiu. “Esse é um governo que não cria conflito e que não cria guerras desnecessárias, como era feito pelo governo anterior [de Jair Bolsonaro]”, acrescentou.</p>



<p>Segundo o ministro, a meta é trabalhar para “continuar montando o governo e a base política”. Isso será feito, segundo ele, com diálogo, “inclusive com partidos que se declaram de oposição, mas que têm contribuído muito para as votações do governo”.</p>



<p>“O governo sempre ouve as críticas e as demandas que possam aparecer, sempre com muita humildade. Esse é um governo que ouve, busca trabalhar e aprimorar o que tiver que ser aprimorado”, explicou. “E é com essa postura que vamos buscar trabalhar e continuar aprovando projetos que são prioritários ao governo”, acrescentou ele.</p>



<p>Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a falta de articulação e disse que havia uma&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/lira-diz-que-ha-insatisfacao-generalizada-com-governo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“insatisfação generalizada”</a>&nbsp;dos deputados federais com o governo. “Não há achaque, não há pedidos, não há novas ações, o que há é uma insatisfação generalizada dos deputados e, talvez, dos senadores com a falta de articulação do governo, e não de um ou outro ministro”, disse Lira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Disposição para o diálogo</h4>



<p>Em resposta a essa fala de Lira, o ministro reforçou que o governo está sempre disposto a dialogar. “Sempre digo que aqui não tem marinheiro de primeira viagem. Mar tranquilo não faz bom marinheiro. Nós sempre ouvimos todos os posicionamentos dos presidentes das duas Casas [Câmara e Senado] e dos parlamentares com muita humildade, e o governo precisa sempre dialogar, ouvir os líderes da base e da oposição”, disse Padilha, ao participar de um evento no Sindicato dos Metalúrgicos.</p>



<p>Apesar das críticas que o governo vem recebendo, o ministro disse que a semana se encerrou bem. Para ele, foram positivos os resultados que o país obteve sobre <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-05/caged-brasil-abre-180-mil-vagas-com-carteira-assinada-em-abril" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emprego</a>, sobre <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/economia-brasileira-cresce-19-no-primeiro-trimestre-deste-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crescimento</a> de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano e sobre a <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/senado-aprova-mp-que-reorganiza-ministerios" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medida Provisória que reestrutura a Esplanada dos Ministérios</a>, que foi aprovada pelo <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/senado-aprova-mp-que-reorganiza-ministerios" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Congresso</a>. “Foi uma semana positiva para o Brasil”, disse Padilha.</p>



<p>Agência BRasil. </p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova MP da Reestruturação dos Ministérios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 09:55:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira&#160;(31) a Medida Provisória 1154/23, que prevê a estrutura de ministérios do governo Lula. O placar foi de 337 votos a favor e 125, contra. Em seguida, os deputados acataram destaque, apresentado pelo PL, pela recriação da Fundação Nacional da Saúde (Funasa). A medida teve apoio do [&#8230;]</p>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira&nbsp;(31) a Medida Provisória 1154/23, que prevê a estrutura de ministérios do governo Lula. O placar foi de 337 votos a favor e 125, contra.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1536434&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1536434&amp;o=node"></p>



<p>Em seguida, os deputados acataram destaque, apresentado pelo PL, pela recriação da Fundação Nacional da Saúde (Funasa). A medida teve apoio do governo, conforme anunciado pelo líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE). Os demais destaques&nbsp;foram rejeitados.&nbsp;</p>



<p>A MP segue para apreciação do Senado e precisa ser aprovada até meia-noite de quinta-feira (1º), ou perderá a validade.</p>



<p>Os deputados federais aprovaram o texto-base elaborado pelo deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), relator na comissão mista que analisou a MP. O relatório trouxe mudanças nas funções de alguns ministérios, alterando a proposta original apresentada pelo governo federal.</p>



<p>Em mais de duas horas, os parlamentares se posicionaram a favor e contra a MP. Os favoráveis argumentaram que o atual governo tem direito a organizar a estrutura pública da forma que desejar. Os contrários manifestaram que a reestruturação representa o inchaço da Esplanada dos Ministérios, por prever a criação de 37 pastas, sendo 31 ministérios e seis órgãos com status de ministério.</p>



<p>Durante todo o dia, o governo Lula mobilizou-se para a aprovação mais rápida da MP na Câmara. No início da noite, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a falta de articulação do governo com o tema e chegou a colocar em dúvida se a votação ocorreria.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como fica MP dos Ministérios</h4>



<p>O parecer do deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL) alterou diversas competências das pastas, sendo os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e dos Povos Indígenas (MPI) os mais afetados.</p>



<p>Entre as mudanças no Ministério do Meio Ambiente, foi retirada da pasta a Agência Nacional de Águas (ANA), passando a supervisão do órgão ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.</p>



<p>Já o Cadastro Ambiental Rural (CAR), um cadastro eletrônico obrigatório a todas as propriedades e posses rurais, é transferido para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>



<p>O MMA também perdeu o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh). Os três sistemas serão de responsabilidade do Ministério das Cidades.</p>



<p>O Ministério dos Povos Indígenas deixará de cuidar da homologação de terras de povos originários, devolvida à pasta da Justiça e Segurança Pública.</p>



<p>Além disso, houve a redistribuição de atribuições da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) – que passou a ser vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) – para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ao qual a companhia pertencia antes.</p>



<p>Pelo texto aprovado, o Mapa ficará responsável pela garantia de preços mínimos, à exceção dos produtos da sociobiodiversidade, e as ações sobre comercialização, abastecimento e armazenagem de produtos, bem como o tratamento das informações relativas aos sistemas agrícolas e pecuários.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques.</p>
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		<title>Instalada CPMI que vai investigar responsáveis pelos ataques aos três Poderes em 8 de janeiro</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/29/instalada-cpmi-investigar-responsaveis-ataques-8-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 09:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma primeira reunião tensa, por conta das divergências de pontos de vista, foi instalada nesta quinta-feira (25) a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, que vai apurar responsabilidades pela invasão dos prédios dos três Poderes e a depredação do patrimônio público. Foi eleito para a presidência da CPMI o deputado [&#8230;]</p>
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<p>Em uma primeira reunião tensa, por conta das divergências de pontos de vista, foi instalada nesta quinta-feira (25) a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, que vai apurar responsabilidades pela invasão dos prédios dos três Poderes e a depredação do patrimônio público.</p>



<p>Foi eleito para a presidência da CPMI o deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA). O vice-presidente é o senador Cid Gomes (PDT-CE). O cargo de segundo vice foi instituído por acordo, por não estar previsto no Regimento Comum do Congresso, e será ocupado pelo senador Magno Malta (PL-ES). O presidente indicou como relatora da comissão a senadora Eliziane Gama (PSD-MA).</p>



<p>A indicação da relatora foi questionada por conta da proximidade dela com o ministro da Justiça, Flávio Dino, um dos possíveis investigados, mas a mesa diretora foi eleita com apenas dois votos contrários.</p>



<p>Parlamentares da base governista e de oposição concordaram que é preciso identificar e punir os vândalos que destruíram parte dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal uma semana após a posse do presidente Lula.</p>



<p>Governistas como o deputado Carlos Veras (PT-PE) afirmam que a CPMI vai cumprir um papel fundamental para esclarecer o que ele chama de “tentativa de golpe”, que teria começado já no período eleitoral de 2022.</p>



<p>“A gente vai precisar investigar todo esse processo: quem idealizou, quem financiou, quem participou, quem construiu toda essa tentativa de golpe. A democracia e a sociedade brasileira e do mundo inteiro aguardam o papel desta CPMI para que todos os envolvidos nessa tentativa de golpe possam ser identificados e inclusive indiciados”, disse Veras.</p>



<p>Já os parlamentares de oposição pedem que a CPMI investigue atos de omissão e facilitação por parte de autoridades do governo federal no dia 8 de janeiro. Eles argumentam que é preciso identificar os vândalos para separá-los do grupo de manifestantes que não participou do ataque às sedes dos três Poderes e dizem que muitos inocentes foram presos.</p>



<p>O deputado Pr. Marco Feliciano (PL-SP) falou em “trazer justiça aos injustiçados”. “É dolorido ouvir todos os dias, quer seja na grande imprensa quer seja lá na Câmara dos Deputados, falar sobre golpistas e terroristas. Golpe que aconteceu sem coturno, sem arma de fogo, sem tanque de guerra, sem apoio das Forças Armadas, sem apoio de uma grande nação, uma superpotência; um golpe feito por mulheres, crianças, velhos. Essa é uma forma muito cruel de rotular as pessoas”, afirmou.</p>



<p><strong>Político x técnico</strong><br>Apesar da polarização política, a deputada Silvia Waiãpi (PL-AP) acredita que é possível, nos trabalhos da CPMI, separar o que é político do que é técnico. Ela aponta a necessidade de investigar a atuação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), principalmente depois da divulgação de imagens do ex-ministro Gonçalves Dias no dia dos ataques.</p>



<p>“O GSI é responsável por evitar danos, se antever a qualquer possibilidade de dano. Eles coletam informações, são responsáveis pela inteligência. É uma área secreta onde se obtém informações, antes sequer de as pessoas saberem se está monitorando, para a segurança não só do País, a segurança institucional, e principalmente a segurança do presidente da República. Então por que eles afirmam que foram pegos de surpresa?”, questiona a deputada.</p>



<p>Para a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a CPMI não é dividida entre governo e oposição, mas entre os que são a favor e contra a democracia. Ela aponta o dia dos atos de vandalismo nos prédios da Praça dos Três Poderes como uma tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.</p>



<p>“O que aconteceu no dia 8 de janeiro foi algo planejado, estruturado, construído para invadir os três Poderes da República. Isso não é algo pequeno, não é algo secundário, isso é algo muito grave de atentado contra a democracia brasileira”, disse.</p>



<p><strong>Fortalecer a democracia</strong><br>O presidente eleito da CPMI, deputado Arthur Oliveira Maia, classificou a primeira reunião como conciliadora já que, por meio de um acordo, colocou na direção parlamentares independentes, de governo e de oposição.</p>



<p>Ele declarou que a comissão tem a responsabilidade de buscar a verdade e fortalecer a democracia. “O meu propósito com esta presidência é contribuir para que nós saiamos desse processo identificando se, de fato, aconteceu uma tentativa de golpe de Estado, o que é muito grave – porque nós todos, brasileiros, temos obrigação de zelar pelas instituições democráticas – e caso existiu uma tentativa de golpe de Estado, que haja a punição daqueles que atentaram contra a democracia.”</p>



<p>A comissão volta a se reunir na próxima quinta-feira (1º) para examinar a proposta da relatora, senadora Eliziane Gama, para o plano de trabalho. O presidente sugeriu reuniões semanais às quintas-feiras, mas o cronograma pode ser mudado. Alguns integrantes da CPMI, que tem 32 titulares e 32 suplentes, entre deputados e senadores, acham que, pela complexidade do tema, vai ser preciso designar sub-relatorias para tratar de questões específicas.</p>



<p>Agência Câmara de Notícias. </p>
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		<title>Pacheco: Congresso deve aprovar novas regras fiscais neste semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 10:51:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (23) que&#160;o Parlamento deve aprovar as novas regras fiscais ainda neste semestre. “Há boa perspectiva para o marco fiscal na Câmara. E tão logo chegue no Senado, daremos a devida celeridade”, disse, em entrevista coletiva. “Ainda neste semestre, [iremos] entregar esse marco fiscal em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (23) que&nbsp;o Parlamento deve aprovar as novas regras fiscais ainda neste semestre.</p>



<p>“Há boa perspectiva para o marco fiscal na Câmara. E tão logo chegue no Senado, daremos a devida celeridade”, disse, em entrevista coletiva. “Ainda neste semestre, [iremos] entregar esse marco fiscal em substituição ao teto de gastos públicos&#8221;, completou.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/S8LR61qf_a0tsT1BgDmaMTKxao4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/reuniao-arcabouco-fiscal_mcamgo_abr_23052023-4.jpg?itok=eFyR3Wur" alt="Brasília (DF), 23/05/2023 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, durante entrevista após reunião na residência oficial da presidência do Senado. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Para Rodrigo Pacheco, novas regras fiscais serão aprovadas ainda neste semestre-&nbsp;<strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Pacheco se reuniu na manhã de ontem (23) com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o secretário-executivo da pasta, Gabriel Galípolo, e com os deputados Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal, e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária. Também estiveram na reunião o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e empresários do setor produtivo.</p>



<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que há consenso sobre a importância da reforma tributária e das novas regras fiscais nas duas Casas Legislativas. </p>



<p>“Não houve uma única voz dissonante a respeito dessas duas matérias, que vão impulsionar o desenvolvimento do país”, argumentou o ministro, após a reunião.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/FnhsBigT22mlOjAVQ1v0l7Wxpzw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/reuniao-arcabouco-fiscal_mcamgo_abr_23052023-13.jpg?itok=s_r7oLdF" alt="Brasília (DF), 23/05/2023 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante entrevista após reunião na residência oficial da presidência do Senado. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">&#8220;Não houve voz dissonante&#8221;, diz Haddad&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></h6>



<h4 class="wp-block-heading">“Revisitação”</h4>



<p>Apesar do tom conciliador adotado por Arthur Lira, o parlamentar aproveitou a coletiva à imprensa para afirmar que o Congresso Nacional não endossará tentativas do governo de reanalisar propostas recém-aprovadas pelo Legislativo.</p>



<p>Recentemente, parlamentares barraram mudanças no marco legal do saneamento. O governo tem sinalizado que tentará reverter a privatização da Eletrobrás, também já aprovada.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/PfQu3XU4SX5IYeqIVJf2rACBg3I=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/reuniao-arcabouco-fiscal_mcamgo_abr_23052023-11.jpg?itok=nxOEpz-o" alt="Brasília (DF), 23/05/2023 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, durante entrevista após reunião na residência oficial da presidência do Senado. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">&#8220;É importante acalmarem os ânimos&#8221;, diz&nbsp;Arthur Lira &#8211;&nbsp;<strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></h6>



<p>&#8220;A revisitação de temas que o Congresso votou há pouco tem que acontecer, quando acontecer, no âmbito do Congresso. É importante que acalmem os ânimos com relação a essas pautas que, efetivamente, não terão eco nos plenários das duas Casas, independentemente da vontade do presidente Arthur ou do presidente Pacheco&#8221;, declarou Lira.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Câmara aprova texto-base do novo marco fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 10:25:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou, por 372 votos a 108, o texto-base do projeto de lei complementar que fixa novas regras fiscais para as despesas da União, o chamado arcabouço fiscal. A medida substituirá o atual teto de gastos, criado ainda no governo de Michel Temer. Ainda faltam destaques a serem votados, o que deve ocorrer nesta quarta-feira (24). Após essa etapa, o texto seguirá para o Senado.</p>



<p>A proposta do arcabouço fiscal foi enviada em abril pelo governo federal ao Congresso Nacional. O relator do projeto, deputado Cláudio Cajado (PP-BA),&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/com-inclusao-de-gatilhos-camara-vota-arcabouco-fiscal-nesta-quarta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">incluiu gatilhos</a>&nbsp;para obrigar o corte e a contenção de gastos no caso de descumprimento da meta fiscal.</p>



<p>O novo arcabouço fiscal limitará o crescimento da despesa a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. Em momentos de maior crescimento da economia, a despesa não poderá crescer mais de 2,5% ao ano acima da inflação. Em momentos de contração econômica, o gasto não poderá aumentar mais que 0,6% ao ano acima da inflação.</p>



<p>Durante todo o dia, Cajado esteve reunido com o presidente da Câmara, Arthur Lira, costurando mudanças pontuais no relatório. Uma delas dá possibilidade do governo gastar mais do que o previsto, desde que arrecade mais que o previsto também. Os gastos serão condicionados ao cumprimento de metas de resultado.</p>



<p>O placar provocou comemoração na base do governo. Por se tratar de um Projeto de Lei Complementar, eram necessários, no mínimo, 257 votos para aprovação. A aprovação por uma margem larga, com um clima político favorável, deixa o governo mais confortável para a votação no Senado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gatilhos</h4>



<p>Chamado de Regime Fiscal Sustentável pelo relator, o projeto prevê que, no caso de descumprimento das metas, haverá contingenciamento (bloqueio) de despesas discricionárias. O projeto de Cajado estabelece a adoção, no ano seguinte ao descumprimento, de medidas automáticas de controle de despesas obrigatórias, como a não concessão de aumento real de despesas obrigatórias e a suspensão de criação de novos cargos públicos e da concessão de benefícios acima da inflação.</p>



<p>Caso o descumprimento aconteça pelo segundo ano consecutivo, novas proibições serão acrescentadas às existentes, como o aumento de salários no funcionalismo público, admissão ou contratação de pessoal e realização de concurso público (nos últimos dois pontos, a exceção é para reposição de cargos vagos).</p>



<p>Segundo Cajado, o reajuste real do salário mínimo estará fora dos gatilhos e terá aumento acima da inflação. Inicialmente, havia previsão de também retirar o Bolsa Família do limite de gastos. No entanto, o deputado manteve o benefício sujeito às normas gerais para que seja reajustado acima da inflação.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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