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	<title>Arquivos Congresso - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Congresso - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Sessão do Congresso Nacional sobre vetos presidenciais é adiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 15:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sessão do Congresso Nacional que analisaria vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a propostas aprovadas pelo Legislativo foi cancelada por falta de acordo entre os líderes partidários. A reunião conjunta entre deputados federais e senadores, que estava marcada para a noite desta quarta-feira (24), foi remarcada para ocorrer entre os dias 7 [&#8230;]</p>
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<p>A sessão do Congresso Nacional que analisaria vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a propostas aprovadas pelo Legislativo foi cancelada por falta de acordo entre os líderes partidários. A reunião conjunta entre deputados federais e senadores, que estava marcada para a noite desta quarta-feira (24), foi remarcada para ocorrer entre os dias 7 e 9 de maio. Na semana que vem, o feriado do dia 1º de maio deve esvaziar o Parlamento.</p>



<p>&#8220;De fato, não havia um mínimo consenso em relação a tudo quanto havia de projetos e de vetos, melhor dizendo, nessa sessão do Congresso. Então, damos mais esse prazo, para que possam, os líderes, entabularem o máximo possível dos acordos, sobretudo os vetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual&#8221;, explicou o presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em declaração à imprensa.</p>



<p>Entre os itens na pauta estavam os vetos em relação ao projeto que restringe as&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/cnbb-pede-parlamentares-que-mantenham-veto-lei-da-saidinha">saídas temporárias de presos</a>&nbsp;e o que impediu R$ 5,6 bilhões em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/lula-sanciona-orcamento-e-veta-r-56-bilhoes-em-emendas-parlamentares">emendas parlamentares</a>. A expectativa era que se os itens fossem à votação, o governo sofreria um derrota e os vetos presidenciais seriam derrubados.</p>



<p>Após informar sobre o adiamento da sessão, Pacheco observou que as datas dos dias 7 e 9 de maio serão definitivas, sem possibilidade de prorrogação. Ao todo, na pauta desta sessão, constavam 32 vetos. O veto ocorre quando presidente da República recusa, total ou parcialmente, um projeto aprovado pelo Congresso Nacional. Para derrubar um veto, são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Governo quer contribuição previdenciária menor para municípios pobres</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/29/governo-quer-contribuicao-previdenciaria-menor-para-municipios-pobres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 11:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (28) que o tema da reoneração da contribuição previdenciária dos municípios, previsto na MP 1202/2023, está em processo de negociação entre a sua pasta, o Ministério da Fazenda e as três associações que representam as prefeituras no país, para que se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (28) que o tema da reoneração da contribuição previdenciária dos municípios, previsto na MP 1202/2023, está em processo de negociação entre a sua pasta, o Ministério da Fazenda e as três associações que representam as prefeituras no país, para que se chegue a uma proposta que garanta incentivos tributários aos municípios mais pobres.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583445&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583445&amp;o=node"></p>



<p>&#8220;O governo vai apresentar ao Congresso Nacional uma proposta que reduza a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos [de salários] para aqueles municípios mais pobres, que têm receita corrente líquida per capita mais baixa, [uma medida] que seja mais justa. Você não usa a mesma régua para município rico, que tem alta receita, e para município pobre, que tem maior dificuldade&#8221;, afirmou Padilha a jornalistas em Brasília, após se reunir com líderes do governo no Congresso.</p>



<p>&#8220;Vamos fechar essa proposta, no âmbito do Conselho da Federação, sob coordenação do Ministério da Fazenda e vamos tratar com o Congresso. Esse debate está na medida provisória. Então, durante a tramitação da medida provisória e do PL [projeto de lei] no Congresso você pode construir uma solução&#8221;, observou o ministro.</p>



<p>Atualmente, os municípios pagam alíquota de 20% de contribuição. No ano passado, o Congresso Nacional aprovou a redução da alíquota para 8% em cidades com até 142 mil habitantes. A redução acabou sendo revertida quando o governo editou a MP 1202, que também retomou a reoneração previdenciária de 17 setores econômicos, de forma gradual até 2027. Porém, e reoneração dos setores econômicos&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-02/lula-revoga-reoneracao-de-17-setores-da-economia">acabou sendo revogada</a>&nbsp;ontem (27), pelo próprio governo, em ato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após acordo com líderes do Congresso Nacional.&nbsp;</p>



<p>O tema da reoneração das empresas foi apresentado de novo, dessa vez sob a forma de projeto de lei com urgência constitucional, que não tem validade imediata como na MP, e precisará ser aprovado antes para entrar em vigor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Assinaturas para impeachment</h2>



<p>Padilha, que é o ministro responsável pela articulação política do governo no Legislativo, comentou sobre possíveis medidas a serem adotadas contra parlamentares que estão em partidos da base aliada e que assinaram&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-02/oposicao-protocola-pedido-de-impeachment-de-lula-na-camara">um pedido de impeachment do presidente</a>&nbsp;Luiz Inácio Lula da Silva, protocolado na semana passada. O pedido foi apresentado após&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-02/veja-repercussao-da-fala-de-lula-sobre-guerra-em-gaza-e-holocausto">declaração em&nbsp;que Lula comparou</a>&nbsp;as ações militares de Israel na Faixa de Gaza às ações de Adolf Hitler contra judeus judeus na 2ª Guerra Mundial.&nbsp;</p>



<p>O pedido para a adoção de providências foi feito na terça-feira (27) pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, deputado federal José Guimarães (PT-CE). Segundo ele,&nbsp;<a href="https://twitter.com/guimaraes13PT/status/1762501898978914452">em postagem na plataforma X</a>&nbsp;(o antigo Twitter), &#8220;formou-se um consenso de que é incompatível o parlamentar ser da base do governo, ter relação com o governo e assinar pedido de impeachment&#8221;. Sendo assim, ele encaminharia uma lista desses parlamentares para que Alexandre Padilha reavaliasse eventuais indicações deles em cargos do governo e outras prerrogativas.&nbsp;</p>



<p>“Ele [Guimarães] não encaminhou nenhuma lista, não tratamos deste tema ainda. Quando encaminhar a gente vai discutir quais providências, com toda tranquilidade, com respeito, com o diálogo, o papel que é do governo respeitando o Congresso Nacional&#8221;, disse. Padilha ainda disse achar improvável que quem tenha assinado o pedido de impeachment tenha indicado aliados para algum cargo no governo federal.</p>



<p>&#8220;Não deve existir parlamentar que assinou aquele pedido de impeachment que tenha indicado o cargo, não deve querer participar desse governo&#8221;.</p>



<p>Já sobre pagamento de emendas parlamentares, Padilha foi enfático ao dizer que não haverá qualquer tipo de retaliação a nenhum parlamentar. &#8220;Em relação às emendas, nunca existiu, nunca existirá, por parte do governo, qualquer postura discriminatória sobre qualquer votação. Inclusive, as emendas são impositivas, o governo tem a obrigação de fazê-las. Nós empenhamos, pagamos, aquilo que está previsto na Constituição, na lei&#8221;, afirmou.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Supremo muda regra de distribuição de cadeiras na Câmara, mas mantém deputados eleitos em 2022</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/29/stf-muda-regra-de-distribuicao-de-cadeiras-na-camara-mantem-deputados-eleitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 11:23:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal derrubou nesta quarta-feira, (28), uma regra aprovada pelo Congresso em 2021 que mudava os critérios de distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados nas eleições. A Corte decidiu, no entanto, que a nova forma de divisão das chamadas &#8220;sobras eleitorais&#8221; só passe a valer na disputa de 2024. As sobras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal derrubou nesta quarta-feira, (28), uma regra aprovada pelo Congresso em 2021 que mudava os critérios de distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados nas eleições. A Corte decidiu, no entanto, que a nova forma de divisão das chamadas &#8220;sobras eleitorais&#8221; só <a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/02/28/tse-aprova-regras-para-eleicoes-de-2024-que-incluem-normas-contra-fake-news-e-uso-ilicito-de-ia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passe a valer na disputa de 2024.</a></p>



<p>As sobras são as vagas que não são preenchidas de acordo com o coeficiente eleitoral, que é obtido&nbsp;com a divisão dos votos válidos no candidato pelo número de cadeiras em disputa no parlamento. Como esse número, via de regra, não é redondo, algumas cadeiras não são preenchidas desta forma.</p>



<p>Na prática, o resultado do julgamento acabou&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/18/aprovada-na-camara-minirreforma-eleitoral-flexibiliza-regras-e-veta-candidaturas-coletivas-entenda-mudancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sendo favorável para a oposição e para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL),</a>&nbsp;já que, se fosse aplicada para os deputados eleitos em 2022 a decisão da corte poderia levar à perda de mandato de sete parlamentares. Uma projeção dos partidos entregue ao STF aponta que as substituições tirariam duas vagas do PL e uma de União Brasil, MDB e PDT. O PP e o Republicanos perderiam um nome, mas ganhariam outro. &nbsp;</p>



<p>Na sessão desta quarta-feira, os ministros concluíram o julgamento conjunto de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) movidas por diferentes partidos políticos (Rede Sustentabilidade, PSB, Podermos e PP) que havia começado no ano passado, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro André Mendonça. Após a devolução do processo, o STF retomou o julgamento do caso no começo do mês.&nbsp;</p>



<p>Regra havia sido aprovada em 2021&nbsp;</p>



<p>A regra que era questionada nas três ações foi aprovada&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/05/especialista-em-direito-eleitoral-ve-muitos-mais-pontos-positivos-do-que-negativos-na-minirreforma-politica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na chamada minirreforma eleitoral de 2021 e que adotou um critério para distribuir as sobras eleitorais diferente do que era aplicado até então</a>.&nbsp;</p>



<p>Pela regra aprovada em 2021 e que estava em vigor até hoje, só poderiam ocupar as vagas das sobras eleitorais os partidos que tenham conseguido pelo menos 80% do quociente eleitoral (número obtido a partir da divisão dos votos validos pela quantidade de cadeiras a serem preenchidas); e os candidatos que tenham obtido votos em número igual ou superior a 20% desse quociente.&nbsp;</p>



<p>Por maioria, os ministros do tribunal entenderam que esse critério seria inconstitucional e poderia restringir ainda mais a participação de partidos políticos menores. O julgamento marcou a estreida de Flávio Dino no plenário da corte. Na sessão ele votou para derrubar a regra, seguindo um entendimento que havia sido aberto pelos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Não há muita dúvida que essa dosimetria feita na esfera infraconstitucional e infralegal ultrapassou a essência do sistema proporcional e sacrificou de modo inaceitável o direito de representação das minorias&#8221;, afirmou o ministro. O placar foi de sete votos a quatro pela inconstitucionalidade da regra.&nbsp;</p>



<p>Efeitos a partir de 2024</p>



<p>Os ministros, então, discutiram se os efeitos do julgamento deveriam valer para as cadeiras que haviam sido distribuídas em 2022, mas, por 6 votos a 5 venceu o entendimento de que a decisão só pode se aplicar a partir da eleição deste ano, segundo informou o presidente do STF, ministro Luis Roberto Barroso após o julgamento.&nbsp;</p>



<p>Com a decisão, passa a valer de novo o critério que era adotado antes da minirreforma de 2021. Segundo esse critério, todos os partidos e candidatos têm direito a participar das sobras eleitorais, incluindo aqueles candidatos que tiveram menos votos que o quociente eleitoral.&nbsp;</p>



<p>Segundo a Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), se prevalecesse a aplicação em 2022 do entendimento proposto por Lewandowski, os seguintes deputados perderiam os mandatos:&nbsp;</p>



<p>Silvia Waiãpi (PL-AP)&nbsp;</p>



<p>Sonize Barbosa (PL-AP)&nbsp;</p>



<p>Goreth (PDT-AP)&nbsp;</p>



<p>Augusto Pupiu (MDB &#8211; AP)&nbsp;</p>



<p>Lázaro Botelho (PP- TO)&nbsp;</p>



<p>Gilvan Máximo (Republicanos-DF)&nbsp;</p>



<p>Lebrão (União Brasil-RO)&nbsp;</p>



<p>Eles seriam substituídos, respectivamente, por:&nbsp;</p>



<p>Aline Gurgel (Republicanos-AP)&nbsp;</p>



<p>Paulo Lemos (PSOL-AP)&nbsp;</p>



<p>André Abdon (PP-AP)&nbsp;</p>



<p>Professora Marcivania (PCdoB-AP)&nbsp;</p>



<p>Tiago Dimas (Podemos-TO)&nbsp;</p>



<p>Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)&nbsp;</p>



<p>Rafael Fera (Podemos-RO) </p>



<p>Reportagem de Mateus Coutinho, da Brasil de Fato. </p>
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		<title>Congresso derruba veto de Lula e mantém marco temporal indígena</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/15/congresso-derruba-veto-de-lula-e-mantem-marco-temporal-indigena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 09:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (14), os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal das terras&#160;indígenas. A tese diz que os indígenas só terão direito ao território em que estavam na promulgação da Constituição, em outubro de 1988. Em sessão conjunta, 53 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (14), os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal das terras&nbsp;indígenas. A tese diz que os indígenas só terão direito ao território em que estavam na promulgação da Constituição, em outubro de 1988. Em sessão conjunta, 53 senadores e 321 deputados apoiaram a derrubada dos vetos, enquanto 19 senadores e 137 deputados votaram para manter a decisão presidencial. Houve ainda uma abstenção entre os deputados,&nbsp;nenhuma entre senadores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572474&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572474&amp;o=node"></p>



<p>Em 21 de setembro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a tese era inconstitucional. Oito dias depois, a Câmara e o Senado aprovaram um projeto de lei para incluir a tese do marco temporal em lei federal. Em outubro, o presidente&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-10/lula-veta-tese-do-marco-temporal-em-lei-aprovada-pelo-congresso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lula vetou parcialmente</a>&nbsp;o projeto aprovado no Poder Legislativo, argumentando que a tese já havia sido considerada inconstitucional.</p>



<p>Para o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), o veto prejudica a exploração econômica dos territórios do Brasil. “Nenhum país do mundo tem a extensão territorial destinada aos indígenas como nós temos no Brasil. De 114 milhões de hectares de terra para reservas indígenas é muito alto, e querem chegar a 120 e 130 milhões de hectares. O Brasil já está engessado com reservas indígenas, parques nacionais e áreas de preservação.”</p>



<p>Segundo a Fundação Nacional do Povos Indígenas (Funais),<a href="https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/demarcacao-de-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;as 736 terras indígenas registradas</a>&nbsp;representam 13% do território brasileiro, o que totaliza aproximadamente 117 milhões de hectares. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem quase 900 mil indígenas, distribuídos em 305 etnias.</p>



<p>Favorável à manutenção do veto, o deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ) argumentou que a Constituição não estabeleceu esta lógica de um marco a partir do qual as ocupações das terras indígenas seriam legítimas.</p>



<p>“Essa é uma batalha de setores do agronegócio interessados em seguir avançando sobre as terras indígenas, e povos e populações indígenas, movimentos sociais, que lutam pela sua sobrevivência, pelo direito de existir”, afirmou.</p>



<p>&#8220;A opinião dada pelo governo e a decisão do presidente Lula foi seguindo não só a conversa com a sociedade, mas seguindo o respeito aos povos originários. Essa matéria agride direitos, bota em risco a vida, a educação e o direito ao território. Esses povos estavam aqui muito antes de todos os colonizadores chegarem, e nós não podemos decidir um marco temporal a partir de uma data estabelecida de promulgação da Constituição, que vamos retirar povos que, naquele momento, estava em litígio e tinham direito à terra&#8221;, afirmou a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ).</p>



<p>A retomada do marco temporal na legislação deve acionar novamente a manifestação do STF, que considerou a tese inconstitucional.</p>



<p>A derrubada do veto ao marco temporal foi a segunda derrota importante do governo nesta quinta. Mais cedo, senadores e deputados derrubaram outro veto presidencial, desta vez ao <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/congresso-derruba-veto-desoneracao-da-folha-de-17-setores-economicos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento</a> de 17 setores econômicos e de pequenos municípios até 2027. A medida era considerada essencial pela equipe econômica para manter o equilíbrio fiscal da União.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>Congresso tem 17 MPs em análise e 3 perdem validade em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 12:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de agosto, o Congresso precisará discutir e votar 14 medidas provisórias, todas elas ainda pendentes de deliberação pelas comissões mistas. Entre as MPs que precisam ser votadas estão as que tratam do reajuste do valor do salário mínimo e da alteração da tabela do Imposto de Renda. No total, 17 medidas aguardam deliberação, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de agosto, o Congresso precisará discutir e votar 14 medidas provisórias, todas elas ainda pendentes de deliberação pelas comissões mistas. Entre as MPs que precisam ser votadas estão as que tratam do reajuste do valor do salário mínimo e da alteração da tabela do Imposto de Renda. No total, 17 medidas aguardam deliberação, mas três delas devem perder a validade ainda em julho, antes da retomada das votações, que só deve ocorrer em agosto.</p>



<p>Uma das medidas com prazo apertado para votação é a <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157178" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.171/2023</a>, que altera a tabela do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF), sem correção desde 2015. A medida, cujo prazo se encerra em 27 de agosto, depende da votação na comissão mista, que ainda não foi instalada, para que seja votada primeiro pela Câmara e depois pelo Senado.</p>



<p>O texto isenta do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) quem recebe até R$ 2.112 por mês. Para compensar a perda de arrecadação com o aumento da isenção, que antes era para a faixa até R$ 1.903,98, o governo também determinou, a incidência do Imposto de Renda de Renda das&nbsp;Pessoas Físicas sobre aplicações financeiras feitas no exterior por cidadãos que sejam residentes no Brasil.</p>



<p>As MPs têm força de lei e produzem efeitos imediatos após a apresentação pelo presidente da República. Caso não sejam votadas no prazo máximo de 120 dias (60 dias, com prorrogação de mais 60) ou caso sejam rejeitadas, as medidas perdem a validade e os parlamentares têm que editar um decreto legislativo para disciplinar os efeitos jurídicos gerados durante o tempo que estiveram em vigor.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reajustes</strong></h4>



<p>Publicada no Dia do Trabalhador, 1° de maio, a Medida Provisória (MP)<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157179" rel="noreferrer noopener" target="_blank"> 1.172/2023</a>&nbsp; elevou o valor do salário mínimo para R$ 1.320. A mudança representa um aumento de 2,8% com relação ao valor de R$ 1302 do início do ano. A medida sobrestou (suspendeu a tramitação) da &nbsp;<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155384" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.143/2022</a>, editada em dezembro de 2022, ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que fixa o valor do salário mínimo em R$ 1.302. O texto precisa ser votado até 28 de agosto para não perder a validade.</p>



<p>Com prazo para votação até 25 de agosto, a &nbsp;<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157175" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.170/2023</a>, que concede reajuste a servidores públicos, também está pendente de votação pela comissão mista, pela Câmara e pelo Senado. A medida estabeleceu reajuste linear de 9% para servidores federais civis, incluindo aposentados e pensionistas, a partir de 1º de maio de 2023. O pagamento com o reajuste já está sendo feito desde junho. O auxílio-alimentação também aumentou (43%), passando de R$ 458 para R$ 658 mensais.&nbsp;</p>



<p>Também aguarda votação na comissão mista a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157180" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.173/2023</a>, que prorrogou para até maio de 2024 o prazo para regulamentação, pelo Executivo, dos programas de alimentação do trabalhador. O prazo para votação pelo Congresso termina em 28 de agosto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veículos</strong></h4>



<p>Outras duas medidas, também na fase das comissões mistas, tratam de um mecanismo de desconto nos preços para facilitar a compra de veículos mais sustentáveis por pessoas físicas e jurídicas. A primeira foi a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157954" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.175/2023</a>, que criou o desconto, editada em junho. No fim do mesmo mês, o governo editou a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/158532" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.178/2023</a>, que ampliou os recursos disponíveis para o desconto patrocinado na aquisição de automóvel ou veículo comercial leve.</p>



<p>A alteração se deu em razão da alta procura por veículos novos, o que fez com que as montadoras pedissem mais subsídios ao governo. A iniciativa consistiu na concessão de créditos tributários para que as empresas oferecessem descontos patrocinados nos carros, abatidos diretamente do valor final, entre R$ 2 mil e R$ 8 mil.&nbsp;A MP 1.178 alterou os valores patrocinados de R$ 500 milhões para R$ 800 milhões.</p>



<p>Os valores disponíveis se esgotaram após um mês do anúncio do programa e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), estimou que os descontos tenham contemplado pelo menos 150 mil unidades. As duas medidas têm prazo para votação até outubro e as comissões mistas ainda não foram instaladas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Outros temas</strong></h4>



<p>Também estão na fase de análise pelas comissões MPs com prazos um pouco mais longos. Uma delas, com vencimento em outubro, é a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157955" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1176/2023</a>&nbsp;que instituiu o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, batizado pelo Poder Executivo como “Desenrola Brasil”. A intenção é incentivar a renegociação de dívidas de pessoas físicas inscritas em cadastros de inadimplentes, a fim de reduzir o endividamento e facilitar a retomada do acesso ao mercado de crédito. A estimativa é beneficiar até 70 milhões de pessoas.</p>



<p>Com vencimento em setembro, a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157391" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.174/2023</a>&nbsp;cria o Pacto Nacional pela Retomada de Obras e de Serviços de Engenharia Destinados à Educação Básica. A medida provisória prevê a liberação de quase R$ 4 bilhões até 2026 para a conclusão de mais de 3,5 mil obras escolares inacabadas que receberam recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).</p>



<p>Já a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/158690" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1179/2023</a>, com prazo final até outubro, amplia o prazo para que cidades estruturem os &nbsp;planos de mobilidade urbana (PMUs), que ganharam mais tempo para fazer o planejamento. O prazo passa a ser até abril de 2024 para cidades com mais de 250 mil habitantes, e abril de 2025 para cidades com até 250 mil habitantes.</p>



<p>A MP mais recente, editada pelo governo em 18 de julho, cria um programa para reduzir as filas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com o pagamento de bônus para os servidores que se empenharem nessa atividade. O texto (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/158813">MP 1181/2023</a>) também&nbsp;reorganiza cargos de órgãos federais e concede reajuste a policiais e bombeiros do Distrito Federal e dos ex-territórios (Amapá, Rondônia e Roraima).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Validade</strong></h4>



<p>Algumas das medidas em tramitação não chegarão a ser votadas e perderão a validade. A contagem do prazo de vigência das medidas é suspensa durante o recesso legislativo, que vai de 18 a 31 de julho. Mas como em 2023 os parlamentares ainda não aprovaram o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2024 (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/156890" rel="noreferrer noopener" target="_blank">PLN 4/2023</a>), não houve recesso parlamentar. Não há previsão de sessões deliberativas antes de agosto, por isso medidas cujo prazo termina em julho não devem ser votadas.</p>



<p>Uma das medidas cujo prazo se encerra em julho é a MP &nbsp;<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156662" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.167/2023</a>, que prorrogou até o final de 2023 o prazo de adaptação da administração pública à Nova Lei de Licitações. A medida não chegou a ser votada na comissão mista e, para ser aprovada, ainda precisaria passar pela Câmara e pelo Senado. O prazo termina no dia 28 de julho.</p>



<p>Também não deve ser votada a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156433" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Medida Provisória 1.166/2023</a>, de retomada do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que perde a vigência no começo de agosto. Como seria difícil aprovar a medida em razão do prazo apertado, os parlamentares <a href="/noticias/materias/2023/07/12/retomada-do-programa-de-aquisicao-de-alimentos-vai-a-sancao" rel="noreferrer noopener" target="_blank">acabaram aprovando um projeto de lei</a> com conteúdo semelhante (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/158733" rel="noreferrer noopener" target="_blank">PL 2.920/2023</a>). O prazo da MP termina nesta quinta-feira (20).</p>



<p>A <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156682" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.168/2023</a>, cujo prazo se encerra no dia 31 de julho, também não deve ser votada. No caso dessa medida, não haverá consequências na prática, porque o texto trata da liberação de crédito extraordinário. Como os efeitos são imediatos após a publicação, o crédito já foi liberado, não havendo necessidade de votação para que a situação seja mantida. O crédito de R$ 640 milhões para cinco ministérios será usado, entre outras finalidades, para medidas emergenciais necessárias à proteção da vida, da saúde e da segurança das comunidades indígenas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Outros créditos</strong></h4>



<p>Na mesma situação, sem votação, estão outras medidas que tratam de créditos, cujas comissões não chegaram a ser instaladas. Uma delas é a&nbsp;<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156740" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.169/2023</a>, que abriu crédito extraordinário de R$ 24 milhões para elevar os recursos do programa Inclusão Produtiva Rural. O prazo para votação vai até 3 de agosto. Já a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157956" rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.177/2023</a>, com prazo até outubro, abriu&nbsp;crédito para combater a gripe aviária. A <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/158805#:~:text=Medida%20Provis%C3%B3ria%20n%C2%B0%201180%2C%20de%202023&amp;text=Abre%20cr%C3%A9dito%20extraordin%C3%A1rio%2C%20em%20favor,para%20o%20fim%20que%20especifica.&amp;text=Dados%20do%20e%2Dcidadania%20indispon%C3%ADveis." rel="noreferrer noopener" target="_blank">MP 1.180/2023</a>, por sua vez, liberou recursos para socorrer municípios que sofreram danos pelas chuvas recentes. Editada em 14 de julho, a medida só perderá a validade em novembro.</p>



<p>Agência Senado. </p>
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		<title>Congresso concentra atividades da semana em comissões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 10:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após aprovar a reforma tributária, nesta semana, a Câmara de Deputados se concentrará nas atividades dos colegiados do Congresso Nacional, com destaque para a Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas de 8 de Janeiro. Na manhã de terça-feira (11), a CPMI ouvirá o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid. Preso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após aprovar a reforma tributária, nesta semana, a Câmara de Deputados se concentrará nas atividades dos colegiados do Congresso Nacional, com destaque para a Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas de 8 de Janeiro. Na manhã de terça-feira (11), a CPMI ouvirá o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid. Preso desde o dia 3 de maio, Cid será questionado sobre mensagens e documentos com teor considerado golpista encontrados em seu celular.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1542858&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1542858&amp;o=node"></p>



<p>As mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Mauro Cid foram tornadas públicas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As mensagens apontam para a elaboração de um plano de golpe com decretação de estado de sítio, suspensão da atual ordem constitucional, possível afastamento de ministros do TSE e a convocação de novas eleições.</p>



<p>Havia também diálogos de Cid com outros militares da ativa, nos quais eram apresentadas supostas justificativas para um possível golpe.</p>



<p>Além da CPMI, os deputados e senadores foram convocados para uma sessão do Congresso Nacional, que vai analisar diversos vetos presidenciais, também na terça-feira (12).</p>



<p>Como, até o momento, não há previsão de sessão deliberativa do plenário da Câmara, os deputados devem participar apenas das reuniões das comissões parlamentares.</p>



<p>Ainda na terça-feira, os trabalhos se concentrarão nas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que debaterá a Política Nacional de enfrentamento aos crimes transfronteiriços; do Esporte, que vai abordar a readequação de velocidades para a segurança de pedestres e ciclistas; de Saúde, que avaliará o tratamento para&nbsp;Distonia&nbsp;no Sistema Único de Saúde (SUS); de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Indústria, Comércio e Serviços, com debate sobre os impactos do regulamento da União Europeia contra o desmatamento.</p>



<p>Já as comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Indústria, Comércio e Serviços; de Administração e Serviço Público se reunirão para discutir e votar propostas legislativas.</p>



<p>Na quarta-feira (12), a comissão de Viação e Transportes vai tratar da atuação do Exército como executor de obras de infraestrutura; a Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação, dos impactos e perspectivas de revisão do novo Marco Legal da Inovação; a de Desenvolvimento Econômico, sobre sanções administrativas previstas para casos de vazamento de dados pessoais e a de Defesa do Consumidor, da manipulação de informações das Big Techs contra o Projeto de Lei das Fake News (PL 2.630/20).</p>



<p>As comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Defesa do Consumidor; de Viação e Transportes; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; do Esporte de Fiscalização Financeira e Controle; de Ciência, Tecnologia e Inovação; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família e de Cultura terão discussão e votação de propostas legislativas.<br><br>Na quinta-feira (13), não haverá atividade dos colegiados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Senado</h4>



<p>Já no Senado, a semana começa com sessão deliberativa do plenário, que será realizada de forma semipresencial na terça-feira. Na pauta, projetos que tratam da instituição do Programa Escola em Tempo Integral; de Conselhos Escolares e de Fóruns dos Conselhos Escolares; da implantação do serviço de monitoramento de ocorrências de violência escolar; da formação técnica profissional e tecnológica e de articular a formação profissional técnica de nível médio com a aprendizagem profissional; e do acesso a bolsas de pesquisa, desenvolvimento, inovação e intercâmbio para alunos, docentes, ocupantes de cargo público efetivo, detentores de função ou emprego público.</p>



<p>Na quarta-feira, também haverá sessão deliberativa do plenário semipresencial para tratar da autorização da ozonioterapia no território nacional; para estabelecer a inexistência de vínculo empregatício entre confissão religiosa, incluídos igreja, instituição, ordem ou congregação, e seus ministros, pastores, presbíteros, bispos, freiras, padres, evangelistas, diáconos, anciãos ou sacerdotes.<br><br>Os senadores também se revezarão nos trabalhos das diversas comissões que terão atividades até quinta-feira.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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