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	<title>Arquivos Desoneração - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Desoneração - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Desoneração traz risco de nova reforma da Previdência, diz Haddad</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/30/desoneracao-traz-risco-de-nova-reforma-da-previdencia-diz-haddad/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 10:51:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e da desoneração para pequenos municípios traz o risco de uma nova reforma da Previdência em três anos, disse nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele disse que o placar de 5 a 0 no Supremo Tribunal Federal (STF)&#160;no julgamento [&#8230;]</p>
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<p>A manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e da desoneração para pequenos municípios traz o risco de uma nova reforma da Previdência em três anos, disse nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele disse que o placar de 5 a 0 no Supremo Tribunal Federal (STF)&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/fux-pede-vista-e-interrompe-julgamento-da-desonera%C3%A7%C3%A3o-da-folha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no julgamento da liminar que suspendeu a desoneração</a>&nbsp;mostra a necessidade de acordos para evitar mais prejuízos à Previdência Social.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1592835&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1592835&amp;o=node"></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos desde outubro tentando conversar com os [17] setores e os municípios. O placar do Supremo deixa claro que temos de encontrar um caminho para não prejudicar a Previdência. Ou daqui a três anos vai ter de fazer outra reforma da Previdência, se não tiver receita. A receita da Previdência é sagrada, para pagar os aposentados. Não dá para brincar com essa coisa”, disse o ministro ao retornar de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
</blockquote>



<p>Apesar da advertência, o ministro se disse confiante em um acordo para resolver o impasse entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Apesar das&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/senado-recorre-ao-stf-para-manter-desoneracao-da-folha-de-pagamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recentes críticas do presidente do Senado</a>, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ao governo por ter recorrido ao Supremo, Haddad afirmou que o diálogo trará resultados. “Tem dado muito resultado o nosso diálogo com o Congresso e com o Judiciário. O Pacheco segue sendo um aliado”, destacou o ministro.</p>



<p>O ministro esclareceu entrevista publicada neste fim de semana pelo jornal&nbsp;<em>Folha de S.Paulo</em>, em que cobrou o Congresso pela busca do equilíbrio nas contas públicas. Na entrevista, Haddad disse que o Congresso quer governar numa espécie de parlamentarismo, sem assumir as responsabilidades pelo aumento de gastos provocados pelas pautas-bomba.</p>



<p>“O que eu estava dizendo na entrevista é que, como o Congresso ganhou prerrogativas, era importante que as mesmas práticas de respeito à lei fiscal deveriam ser de todos: Executivo, Legislativo e Judiciário, que é o pacto que eu venho falando desde o começo do ano. Vamos fazer um pacto para a gente acertar as contas e continuar evoluindo”, concluiu Haddad.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto</h2>



<p>No fim do ano passado, o Congresso aprovou o projeto de lei da desoneração que prorrogava, até 2027, a troca da contribuição previdenciária – correspondente a 20% da folha de pagamento – por uma alíquota entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta de empresas de 17 setores da economia. O projeto também cortou de 20% para 8% a alíquota das contribuições ao INSS por parte dos municípios com até 156 mil habitantes.</p>



<p>A desoneração da folha de pagamento tem impacto de cerca de R$ 9 bilhões por ano à Previdência Social. A ajuda aos pequenos municípios fará o governo deixar de arrecadar R$ 10 bilhões por ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto, mas o Congresso derrubou o veto ainda em dezembro do ano passado.</p>



<p>Na semana passada, com base em uma ação da Advocacia-Geral da União), o ministro do STF Cristiano Zanin&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/zanin-acata-pedido-do-governo-e-suspende-desoneracao-da-folha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">concedeu liminar suspendendo a desoneração da folha</a>&nbsp;e submeteu sua decisão ao plenário. Cinco dos 11 ministros votaram por confirmar a suspensão, mas&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/fux-pede-vista-e-interrompe-julgamento-da-desonera%C3%A7%C3%A3o-da-folha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Fux pediu vista e interrompeu a análise</a>. Ele tem até 90 dias para liberar o processo.</p>



<p>Mais cedo, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, reuniu-se com Haddad no Ministério da Fazenda. Ao sair do encontro, Padilha disse a decisão do STF cria um ambiente mais propício para um novo meio-termo entre o governo, o Congresso e os representantes dos 17 setores e das prefeituras.</p>



<p>“Combinamos com Haddad para darmos continuidade na mesa de negociação dos municípios sobre a questão da dívida previdenciária. Já iniciamos diálogo com as três entidades e vamos manter essa mesa de negociação”, destacou Padilha.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Marcelo Camargo. </p>
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		<title>Receita refaz estimativa de perdas com desoneração da folha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 10:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de cálculos conflitantes apresentados pela própria equipe econômica, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu que a Receita Federal refizesse as estimativas de perda com a prorrogação da desoneração da folha de pagamento. Ele levará o novo número ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com quem se reúne na noite desta segunda-feira (15). [&#8230;]</p>
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<p>Diante de cálculos conflitantes apresentados pela própria equipe econômica, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu que a Receita Federal refizesse as estimativas de perda com a prorrogação da desoneração da folha de pagamento. Ele levará o novo número ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com quem se reúne na noite desta segunda-feira (15).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576500&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576500&amp;o=node"></p>



<p>Até agora, o Ministério da Fazenda informou três impactos diferentes com a derrubada do veto. Inicialmente, a pasta tinha informado R$ 25 bilhões para o Orçamento de 2024. Posteriormente, informou R$ 20 bilhões e, por fim, R$ 16 bilhões.</p>



<p>“Eu pedi para a Receita reestimar [a perda de arrecadação]. A primeira providência que vou fazer é levar ao conhecimento do presidente Rodrigo Pacheco o que que não está previsto no Orçamento que foi aprovado. Porque, como não foi feito o cálculo pela Fazenda, o projeto foi aprovado sem que houvesse participação do Executivo. Então, nós usamos esse tempo para fazer uma estimativa de renúncia não prevista no Orçamento que compromete os objetivos pretendidos”, disse Haddad ao retornar de reunião com o presidente do Paraguai no Itamaraty.</p>



<p>Segundo Haddad, o novo cálculo considerará tanto a perda com a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores como com a redução da alíquota da Previdência Social para os municípios de pequeno porte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Remessa Conforme</h2>



<p>O ministro evitou informar de onde virão os recursos para compensar a perda de receitas, caso a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/governo-publica-mp-com-medidas-para-buscar-deficit-zero-em-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medida provisória editada no fim do ano passado seja devolvida ou rejeitada pelo Congresso</a>. Ele não confirmou se a taxação de compras&nbsp;<em>online</em>,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/decisao-sobre-taxacao-de-compras-online-nao-sai-mais-este-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuja decisão ficou para este ano</a>, compensará o impacto fiscal.</p>



<p>“O orçamento é público: quando você faz uma renúncia fiscal você tem que compensar. É natural que haja<em>&nbsp;lobbies</em>, que haja grupos de interesses defendendo as suas propostas. Mas o papel do Ministério da Fazenda é buscar harmonizar o orçamento com aquilo que foi aprovado”, declarou. Segundo o ministro, a reunião desta segunda com Pacheco marcará o início de uma “discussão de alto nível” sobre o tema.</p>



<p>Antes do encontro com Pacheco, Haddad reuniu-se com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e com o líder do Governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA). Ao deixar o ministério, Wagner repetiu que não acredita que o Congresso devolverá a medida provisória, mas não entrou em detalhes sobre a possibilidade de o Legislativo converter a proposta em projeto de lei.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Alternativa à desoneração da folha será apresentada na próxima semana</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/15/alternativa-desoneracao-da-folha-sera-apresentada-na-proxima-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 09:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta alternativa do governo à desoneração da folha de pagamento teve a apresentação adiada para a próxima semana, disse nesta quinta-feira (14), em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Acrescentou que a proposta &#8211; que pode sair via medida provisória ou projeto de lei &#8211; depende de cálculos que estão sendo concluídos pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>A proposta alternativa do governo à desoneração da folha de pagamento teve a apresentação adiada para a próxima semana, disse nesta quinta-feira (14), em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Acrescentou que a proposta &#8211; que pode sair via medida provisória ou projeto de lei &#8211; depende de cálculos que estão sendo concluídos pela equipe econômica.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572495&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572495&amp;o=node"></p>



<p>“Nós íamos apresentar [a proposta do governo] antes da apreciação do veto, mas não houve vontade do Congresso, desejo de esperar. A solução para colocar no Orçamento vamos apresentar semana que vem. Queremos apresentar o quanto antes, as equipes estão trabalhando nos cálculos há algum tempo, desde que o presidente [Lula] validou em Dubai. Nossa ideia é que, na semana que vem, a gente encaminhe para o Congresso uma solução”, declarou o ministro ao retornar de reunião no Palácio do Planalto.</p>



<p>Diferentemente da lei que teve o veto derrubado pelo Congresso nesta tarde, a proposta do governo, informou Haddad, não terá impacto no Orçamento de 2024. Isso porque eventuais desonerações que reduzam a arrecadação da Previdência Social serão compensadas com medidas para elevar as receitas do governo.</p>



<p>“Não haverá impacto porque a solução será encaminhada junto com medida compensatória. A ideia é não mexer no Orçamento. Justamente para garantir o equilíbrio e os programas sociais. Não posso antecipar porque estamos fazendo os cálculos”, explicou o ministro.</p>



<p>Haddad informou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, está a par da proposta alternativa e empenhado em garantir a aprovação. “Ele [Pacheco] está familiarizado com a solução que vamos apresentar. Achou simpática a solução. Penso que vamos conseguir construir uma alternativa ao que foi aprovado”, comentou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reunião</h2>



<p>Haddad teve uma reunião fora da agenda no Palácio do Planalto logo após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamentos até 2027 e institui uma alíquota menor para a Previdência Social a prefeituras de municípios de pequeno porte. Segundo o ministro, o impacto das duas medidas está estimado em R$ 25 bilhões no Orçamento do próximo ano.</p>



<p>“A questão da desoneração [na versão atual] tem dois problemas. Um está no Orçamento. Ali é uma renúncia de mais de R$ 25 bilhões. Vai ser um problema fechar o Orçamento com essa medida”, declarou o ministro. O segundo problema, ressaltou Haddad, é a inconstitucionalidade da lei que teve o veto derrubado, atestada por parecer da Advocacia-Geral da União (AGU).</p>



<p>“Ela viola um dispositivo da Reforma da Previdência, que é um dispositivo constitucional que impede que sejam dados benefícios que corroam a base de arrecadação da Previdência Social. É essa arrecadação que garante salário mínimo, BPC [Benefício de Prestação Continuada] e assim por diante”, justificou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Constitucionalidade</h2>



<p>O ministro confirmou que o governo pretende, se necessário, questionar no Supremo Tribunal Federal a constitucionalidade da desoneração da folha. No entanto, disse que o governo não quer confronto com o Congresso e, por isso, busca construir uma solução alternativa.</p>



<p>“Obviamente, o parecer da AGU é incontornável. Se [a lei] for declarada inconstitucional, não existe nenhum problema. Se for declarada inconstitucional, ainda assim não queremos prejudicar ninguém. Só queremos cumprir a Constituição, o Orçamento”, finalizou o ministro da Fazenda.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Lula: não pode haver desoneração sem contrapartida a trabalhadores</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/11/30/lula-nao-pode-haver-desoneracao-sem-contrapartida-trabalhadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 10:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (29), que não pode haver desoneração da folha de pagamento de empresas sem contrapartida aos trabalhadores. Lula está em&#160;viagem ao Oriente Médio&#160;e falou com jornalistas antes de deixar Riade, capital da Arábia Saudita, a caminho de Doha, no Catar.&#160; “Não podemos fazer apenas desoneração sem [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (29), que não pode haver desoneração da folha de pagamento de empresas sem contrapartida aos trabalhadores. Lula está em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-11/lula-destaca-investimentos-brasileiros-em-energia-verde" target="_blank" rel="noreferrer noopener">viagem ao Oriente Médio</a>&nbsp;e falou com jornalistas antes de deixar Riade, capital da Arábia Saudita, a caminho de Doha, no Catar.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569579&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569579&amp;o=node"></p>



<p>“Não podemos fazer apenas desoneração sem dar contrapartida aos trabalhadores, eles precisam ganhar alguma coisa. A empresa deixa de contribuir sobre a folha e o trabalhador ganha o quê? Não tem nada escrito [na lei] que ele vai ganhar R$ 1 a mais no seu salário”, disse Lula.</p>



<p>Na semana passada, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/lula-veta-prorrogacao-desoneracao-da-folha-de-pagamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">presidente vetou integralmente</a>&nbsp;o projeto de lei que pretendia estender até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e reduzir a contribuição para a Previdência Social paga por pequenos municípios. O texto previa manter a contribuição para a Previdência de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. A política beneficia principalmente o setor de serviços. Até 2011, a contribuição correspondia a 20% da folha de pagamento. Esse cálculo voltará a ser aplicado em janeiro.&nbsp;</p>



<p>Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-11/pacheco-defende-desoneracao-e-promete-pautar-veto-ainda-neste-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veto deve ser analisado</a>&nbsp;pelo Congresso Nacional ainda este ano, e os parlamentares poderão mantê-lo ou derrubá-lo. O senador defendeu que o projeto aprovado é positivo para os empregos e que a desoneração é bem vista no Congresso Nacional.</p>



<p>Os 17 setores beneficiados são&nbsp;confecção e vestuário,&nbsp;calçados,&nbsp;construção civil,&nbsp;call center,&nbsp;comunicação,&nbsp;empresas de construção e obras de infraestrutura,&nbsp;couro,&nbsp;fabricação de veículos e carroçerias,&nbsp;máquinas e equipamentos,&nbsp;proteína animal, têxtil,&nbsp;tecnologia da informação (TI),&nbsp;tecnologia de comunicação (TIC),&nbsp;projeto de circuitos integrados,&nbsp;transporte metroferroviário de passageiros,&nbsp;transporte rodoviário coletivo&nbsp;e transporte rodoviário de cargas.&nbsp;</p>



<p>Alguns setores produtivos manifestaram&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/saiba-como-empresarios-e-trabalhadores-avaliam-o-veto-desoneracao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preocupação com o veto</a>&nbsp;e o consequente fim da desoneração. Mas, para o presidente Lula, a medida não garante a geração de empregos.&nbsp;</p>



<p>“Eu não sei se eles estão preocupados, não sei qual a razão, pelo fato de gerar mais emprego não foi porque não tem nada na lei que diz que vai gerar mais emprego se tiver desoneração”, disse Lula.&nbsp;</p>



<p>O ministro da Fazenda,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/haddad-diz-que-desoneracao-da-folha-e-inconstitucional" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fernando Haddad</a>, também defendeu o veto e disse que vai apresentar, ainda este ano, medidas para substituir a desoneração da folha. Para ele, a medida é inconstitucional e provoca distorções no sistema tributário, sem trazer ganhos efetivos à economia, como a geração de empregos.</p>



<p>Nesta quarta-feira, o presidente Lula também afirmou que trabalha em nova&nbsp;legislação sindical para o país.&nbsp;</p>



<p>“Estou, com dirigentes sindicais, com dirigentes dos empresários e governo, desde o começo do ano, negociando uma nova relação entre capital e trabalho no Brasil, uma nova legislação sindical; porque é ignorância daqueles que acham que um sindicato tem que ser enfraquecido para melhorar a vida do trabalhador. Quanto mais forte é um sindicato, mais forte será a democracia e mais forte será a empresa”, disse. </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Ricardo Stukert.</p>
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