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	<title>Arquivos Fake News - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Fake News - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Quase 90% dos brasileiros admitem ter acreditado em fake news</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 09:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase 90% da população brasileira admite&#160;ter acreditado em conteúdos falsos. É o que revela uma pesquisa do Instituto Locomotiva e obtida com exclusividade pela&#160;Agência Brasil. Segundo o levantamento, oito em cada dez brasileiros já deu credibilidade a&#160;fake news. Mesmo assim, 62% confiam na própria capacidade de diferenciar informações falsas e verdadeiras em um conteúdo. Sobre [&#8230;]</p>
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<p>Quase 90% da população brasileira admite&nbsp;ter acreditado em conteúdos falsos. É o que revela uma pesquisa do Instituto Locomotiva e obtida com exclusividade pela&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>. Segundo o levantamento, oito em cada dez brasileiros já deu credibilidade a&nbsp;<em>fake news</em>. Mesmo assim, 62% confiam na própria capacidade de diferenciar informações falsas e verdadeiras em um conteúdo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1588179&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1588179&amp;o=node"></p>



<p>Sobre o conteúdo das notícias falsas que acreditaram, 64% era sobre venda de produtos, 63% diziam respeito a propostas em campanhas eleitorais, 62% tratavam, de políticas públicas, como vacinação, e 62% falavam de escândalos envolvendo políticos. Há ainda 57% que afirmaram que acreditaram em conteúdos mentirosos sobre economia e 51% em notícias falsas envolvendo segurança pública e sistema penitenciário.</p>



<p>O instituto ouviu 1.032 pessoas com 18 anos de idade ou mais entre os dias 15 e 20 de fevereiro. Na opinião de 65% dos entrevistados, as notícias falsas são distribuídas com a ajuda de robôs e inteligência artificial. A cada dez pessoas, oito reconhecem que há grupos e pessoas pagas para produção e disseminação de notícias falsas.</p>



<p>O maior risco da desinformação para 26% da população é a eleição de maus políticos, enquanto 22% acreditam que o perigo maior e atingir a reputação de alguém e 16% avaliam como maior problema a possibilidade de causar medo na população em relação a própria segurança. Há ainda 12% que veem como maior risco prejudicar os cuidados com a saúde.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ingenuidade e vergonha</h2>



<p>Ser enganado por uma notícia falsa gera um sentimento de ingenuidade para 35% das pessoas, 31% ficam com raiva e 22% sentem vergonha.</p>



<p>Um quarto da população (24%) afirma já ter sido acusado de espalhar informações falsas por pessoas que têm uma visão de mundo diferente.</p>



<p>O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, defende medidas educativas como forma de combater a disseminação de conteúdos mentirosos. “Para enfrentar essa questão, há um desafio para as instituições públicas de formular estratégias que incluam a promoção da educação midiática e a verificação rigorosa das fontes de informação, para fortalecer a comunicação do país e garantir que a população receba informações precisas e confiáveis”, afirma.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PL das Fake News deve ganhar força em 2024 com eleições municipais</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/06/pl-das-fake-news-deve-ganhar-forca-com-eleicoes-apontam-especialistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 12:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate em torno de melhorias e da aprovação do Projeto de Lei 2.630, conhecido como PL das&#160;Fake News, foi o principal tema na manhã desta terça-feira (5) no Seminário Informação, Big Techs e Democracia na América Latina, que ocorre na capital paulista. Segundo&#160;Paulo Rená, ativista da Coalizão de Direitos na Rede, a discussão está [&#8230;]</p>
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<p>O debate em torno de melhorias e da aprovação do Projeto de Lei 2.630, conhecido como PL das&nbsp;<em>Fake News</em>, foi o principal tema na manhã desta terça-feira (5) no Seminário Informação, Big Techs e Democracia na América Latina, que ocorre na capital paulista.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570596&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570596&amp;o=node"></p>



<p>Segundo&nbsp;Paulo Rená, ativista da Coalizão de Direitos na Rede, a discussão está adormecida no Congresso Nacional no momento, mas deve voltar ano que vem, com a proximidade das eleições municipais. No entanto, Rená diz que as propostas que forem apresentadas podem ser pouco efetivas.</p>



<p>“O PL vai voltar ano que vem, porque, de novo, é ano eleitoral, e já existe uma onda de pressão, que é a emergência, a urgência de tentar resolver para evitar as<em>&nbsp;fake news</em>&nbsp;[notícias falsas]. E tem também a ideia fantasiosa de que seria possível impedir a desinformação. O que se pode conseguir é lidar com a desinformação de um jeito responsável, de um jeito célere, de um jeito seguro”, afirma Rená.</p>



<p>Para o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a eventual aprovação do PL 2.630 não vai encerrar a luta por melhorias no combate à desinformação e ao monopólio das&nbsp;<em>big techs</em>, que são grandes empresas da área de tecnologia. Silva lembra que é fundamental incluir nessa questão a luta pelo financiamento do jornalismo público e plural.</p>



<p>“A Fenaj [Federação Nacional dos Jornalistas] defende a tributação das&nbsp;<em>big techs</em>, há quem defenda fundos públicos, há quem defenda acordo de cooperação entre&nbsp;<em>big techs&nbsp;</em>e empresas [jornalísticas]. Há uma homilia de possibilidades, mas eu considero central para a garantia do acesso à informação que na nossa agenda coloquemos na mesa alternativas para financiar produção e difusão da informação&#8221;, acrescenta o deputado.</p>



<p>O secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, João Brant, informou que uma proposta de financiamento será apresentada pelo governo nas próximas semanas a entidades como a Fenaj e a Associação de Jornalismo Digital (Ajor).</p>



<p>Brant destacou ainda medidas para o combate à desinformação, como a educação midiática. “Tivemos a primeira semana de educação midiática com 403 atividades em 24 dos 27 estados, que se deu por meio de parceria com quem já constrói isso no dia a dia e pela parceria com secretarias estaduais e municipais de Educação.&#8221; Para ele, isso indica que&nbsp; o governo federal está usando o poder de chamamento que tem e que precisa ser bem utilizado. &#8220;Estamos fechando que, na proposta de educação em tempo integral, entrará a educação midiática. Temos a meta de formar 300 mil professores em educação midiática no PPA [Plano Plurianual].”</p>



<p>Na esfera internacional, o secretário destacou ainda a recente declaração conjunta com a Alemanha com foco no combate à desinformação e ao extremismo e reforçou o fato de o Brasil ter trazido recentemente para o G20 o debate sobre a integridade da informação.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Wilson Dias.</p>
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		<title>Para Lira, ação das big techs barrou votação do PL das Fake News</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/06/27/para-lira-acao-das-big-techs-barrou-votacao-pl-fake-news/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 10:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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<p>A mobilização das gigantes da tecnologia foi um dos fatores que impediu a votação do&nbsp;<a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=8110634&amp;ts=1686945191854&amp;disposition=inline&amp;_gl=1*1bwrge5*_ga*MTgyNjc0NjMzOS4xNjgwNzA2MjEy*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4Nzc5MTM4Ni40LjAuMTY4Nzc5MTM4Ni4wLjAuMA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei das Fake News</a>. A avaliação é do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1540338&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1540338&amp;o=node"></p>



<p>“Uma mobilização das chamadas&nbsp;<em>big techs</em>, que ultrapassou os limites do contraditório democrático, ao lado da interpretação de alguns quanto a possíveis restrições à liberdade de expressão, não nos facultou reunir as condições políticas necessárias para levar este projeto à votação”, justificou o presidente da Câmara, nesta segunda-feira (26), durante evento em Lisboa, Portugal.</p>



<p>A urgência do projeto de lei que regulamenta as plataformas digitais foi&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-04/camara-aprova-regime-de-urgencia-para-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada pelo plenário da Casa no final de abril</a>. A aprovação da urgência permite votar o texto em qualquer momento, sem necessidade de tramitar pelas comissões temáticas da Câmara. Porém, o projeto acabou sendo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/arthur-lira-retira-de-pauta-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retirado de pauta no início de maio</a>.</p>



<p>Lira disse que espera “no futuro não muito distante” colocar o tema em votação novamente. Para o presidente da Câmara, “sem a devida regulação legislativa do novo ambiente informacional no Brasil, a arena política se assemelhará mais e mais a um estado de natureza hobbesiano. Uma guerra de todos contra todos baseada na apreensão arbitrária ou sectária da realidade. Uma polarização que não permitirá a necessária construção de consensos e soluções democráticas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Big techs</h4>



<p>Durante as discussões do relatório que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, o PL das Fake News, o Google divulgou na página principal de busca da sua plataforma um texto crítico ao projeto relatado pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP).</p>



<p>E no estudo&nbsp;<em>A guerra das plataformas contra o PL 2630</em>, pesquisadores apontaram indícios de que o Google e a Meta (dona do Facebook) estariam apresentando resultados de busca enviesados com objetivo de favorecer os&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/big-techs-agem-para-impedir-aprovacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conteúdos críticos ao projeto de lei</a>.</p>



<p>As plataformas negaram interferência nos resultados de busca. Diante das acusações, um inquérito foi aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/moraes-abre-inquerito-contra-dirigentes-do-google-e-do-telegram" target="_blank" rel="noreferrer noopener">investigar a atuação dos dirigentes do Google e do Telegram na tramitação do projeto na Câmara</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desinformação</h4>



<p>A integrante do Direito à Comunicação e Democracia (DiraCom) e da Coalizão Direitos na Rede, Bia Barbosa, que atuou na Câmara a favor do PL das Fake News, avalia que as empresas promoveram desinformação em relação ao projeto.</p>



<p>Ela disse que houve uma presença ostensiva das plataformas no Parlamento para evitar a sua aprovação. “Isso é natural do ponto de vista do jogo democrático”, disse. Porém, a especialista alega que as empresas “distorceram os impactos do projeto para os parlamentares a ponto de convencer uma parcela a não votar no texto. Isso foi feito tanto nessa interlocução com os parlamentares, mas também na atuação pública das plataformas”.</p>



<p>Bia Barbosa lembra que as empresas divulgaram que o PL iria “piorar a internet”. “Foi uma argumentação extremamente genérica que elas usaram e que não se sustentava em nenhum aspecto dos pontos que estavam colocados no texto”. &nbsp;</p>



<p>Em outra ação, as plataformas alegaram que o projeto de lei acabaria com os pequenos negócios na internet. “Não houve nenhum impedimento para que pequenos negócios continuassem anunciando nas redes. O que havia no projeto de lei era uma previsão de que as plataformas tivessem transparência nos dados que elas utilizavam para direcionar esse conteúdo. O problema é que com a obrigação de transparência ficaria muito claro que elas estariam violando a lei geral de proteção de dados pessoais”, explicou Bia Barbosa.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Câmara aprova regime de urgência para votação do PL das fake news</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/26/camara-aprova-regime-urgencia-para-votacao-fake-new/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 11:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25), por 238 votos a 192, o pedido de urgência para análise do PL das fake news. A proposta cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Após acordo anunciado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), os líderes decidiram votar urgência na [&#8230;]</p>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25), por 238 votos a 192, o pedido de urgência para análise do PL das fake news. A proposta cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.</p>



<p>Após acordo anunciado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), os líderes decidiram votar urgência na noite de hoje e a análise do mérito na próxima semana. </p>



<p>A medida foi articulada para que o relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), possa negociar as mudanças propostas pelos partidos.</p>



<p>Durante a sessão desta noite, deputados contrários à proposta&nbsp;negaram o acordo. Novo, PL e Frente Parlamentar Evangélica se posicionaram contra a votação da urgência. Arthur Lira, no entanto, manteve a votação sob o argumento de que a inclusão do texto na pauta era sua &#8220;prerrogativa regimental&#8221;. &nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Responsabilização</h4>



<p>Em meio a muita polêmica, o PL das fake news aguarda a votação dos deputados desde junho de 2020, quando foi aprovado pelo Senado. </p>



<p>Na ocasião, o texto seguiu para Câmara, onde mudou quase completamente. No ano passado, parlamentares rejeitaram a votação em regime de urgência por apenas oito votos e voltou ao estágio em que precisa transitar por comissões ou grupo de trabalho específico.. </p>



<p>O projeto de lei prevê a transparência de redes sociais e de serviços de mensagens privadas, sobretudo quanto à responsabilidade dos provedores no combate à desinformação. A proposta também determina o aumento da transparência em relação a conteúdos patrocinados e à atuação do poder público.&nbsp;</p>



<p>O texto estabelece prisão de um a três anos e multa para quem promover ou financiar a disseminação em massa de mensagens que contenham “fato que se sabe inverídico” e que possa comprometer a “higidez” do processo eleitoral ou causar dano à integridade física. Além disso, as plataformas terão de publicar regularmente relatórios semestrais de transparência com informações sobre a moderação de conteúdo falso.</p>



<p>Agência Brasil.  </p>
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