<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Juros - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
	<atom:link href="https://verdadeeexpressao.com.br/tag/juros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://verdadeeexpressao.com.br/tag/juros/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Mar 2024 13:27:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://verdadeeexpressao.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-2-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Juros - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
	<link>https://verdadeeexpressao.com.br/tag/juros/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">230023299</site>	<item>
		<title>Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/06/mercado-reduz-para-376-previsao-de-inflacao-em-2024/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/06/mercado-reduz-para-376-previsao-de-inflacao-em-2024/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 13:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=54988</guid>

					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/06/mercado-reduz-para-376-previsao-de-inflacao-em-2024/">Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584151&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584151&amp;o=node"></p>



<p>Para 2025, a projeção da inflação permaneceu em 3,51%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância.</p>



<p>Em janeiro,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-02/inflacao-de-janeiro-fica-em-042-pressionada-pela-alta-dos-alimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pressionada pela alta dos alimentos</a>, a inflação do país foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Juros básicos</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 11,25% ao ano pelo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Política Monetária&nbsp;</a>(Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. A segunda reunião do ano do Copom está marcada para 19 e 20 de março.</p>



<p>Em comunicado, o Copom indicou que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista “necessária para o processo desinflacionário”. O órgão informou que a interrupção dos cortes dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.</p>



<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.</p>



<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Já a projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,75% para 1,77%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.</p>



<p>No ano passado, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/economia-brasileira-cresce-29-em-2023" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia brasileira</a>&nbsp;cresceu 2,9%, de acordo com o IBGE. Em 2022, o PIB havia sido 3%. A alta em 2023 foi puxada pelo crescimento recorde de 15,1% do setor agropecuário, o maior avanço desde o início da série histórica da pesquisa, em 1995. Também apresentaram aumentos os setores da indústria (1,6%) e de serviços (2,4%).</p>



<p>No caso do dólar, a previsão de cotação está em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/06/mercado-reduz-para-376-previsao-de-inflacao-em-2024/">Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/06/mercado-reduz-para-376-previsao-de-inflacao-em-2024/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54988</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Juros finais caem e spread bancário aumenta, diz BC</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/07/juros-finais-caem-e-spread-bancario-aumenta-diz-bc/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/07/juros-finais-caem-e-spread-bancario-aumenta-diz-bc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 12:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=54351</guid>

					<description><![CDATA[<p>A taxa média de juros cobrados para novas contratações fechou 2023 em 28,4% ao ano. O resultado de dezembro representa queda de 1,7 ponto percentual (p.p.) no ano, após a alta de 5,6 p.p. registrada em 2022. A queda na taxa, no entanto, veio acompanhada de uma elevação de 0,4 p.p. do spread geral (diferença [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/07/juros-finais-caem-e-spread-bancario-aumenta-diz-bc/">Juros finais caem e spread bancário aumenta, diz BC</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A taxa média de juros cobrados para novas contratações fechou 2023 em 28,4% ao ano. O resultado de dezembro representa queda de 1,7 ponto percentual (p.p.) no ano, após a alta de 5,6 p.p. registrada em 2022.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579575&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579575&amp;o=node"></p>



<p>A queda na taxa, no entanto, veio acompanhada de uma elevação de 0,4 p.p. do spread geral (diferença entre taxa de captação de dinheiro, pelo banco, e a cobrada dos clientes), que ficou em 19,7 p.p.</p>



<p>Entre os elementos que compõem a taxa de captação&nbsp;pelo banco&nbsp;está a Selic,&nbsp;taxa básica de juros, que recuou, no ano,&nbsp;de 13,75% para 11,75%. Atualmente, a Selic&nbsp;está em 11,25% ao ano.</p>



<p>Os resultados constam das estatísticas monetárias e de crédito de dezembro de 2023, divulgadas nesta&nbsp;terça-feira (6) pelo Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pessoas físicas e jurídicas</h2>



<p>No crédito livre – quando os bancos têm autonomia para emprestar dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobrados dos clientes –, as taxas de juros cobradas de pessoas físicas ficaram em 54,2% ao ano, resultado que representa uma redução de 1,5 p.p. no ano.</p>



<p>De acordo com a autoridade monetária, o resultado foi obtido em contexto de aumentos no crédito pessoal não consignado (12,1 p.p.) e no cartão rotativo (28,9 p.p.), que é quando o consumidor não faz o pagamento total da fatura; e com recuos no crédito consignado total (2,1 p.p.), e nos financiamentos para aquisição de veículos (3,2 p.p.).</p>



<p>No crédito livre às empresas, a taxa de juros alcançou 21,1% a.a. – resultado que representa queda de 1,9 p.p. no ano. A taxa média de juros situou-se em 40,8% a.a. em dezembro de 2023 (redução de 1,0 p.p. no ano).</p>



<p>Segundo o BC, o crédito livre às famílias atingiu R$1,9 trilhão, “refletindo crescimento de 7,9% no ano, após variação de 17,5% em 2022”. O crédito não rotativo aumentou 8,7% e o crédito rotativo cresceu 5,6% no período.</p>



<p>“Destaca-se a expansão das modalidades crédito pessoal não consignado, crédito consignado de servidores públicos e de beneficiários do INSS, aquisição de veículos, cartão parcelado e cartão à vista, bem como a redução no cartão rotativo”, explicou o BC ao destacar que, em dezembro, os resultados apresentaram expansão de 0,3%, “com destaque para consignado dos servidores públicos, aquisição de veículos e compras à vista no cartão de crédito”.</p>



<p>O BC acrescenta que, no mês de&nbsp;dezembro, há um efeito sazonal de redução em modalidades como cheque especial e cartão rotativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito direcionado</h2>



<p>Tendo como recorte o crédito direcionado &#8211; quando as regras são definidas pelo governo, com taxas de juros mais estáveis, e direcionado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito -,&nbsp;o crédito voltado a pessoas jurídicas (R$809,5 bilhões) representa elevação de 9,6% no ano, o que, segundo o BC, representa aceleração diante da variação de 6,9% obtida em 2022.</p>



<p>Com relação ao crédito direcionado&nbsp;às famílias, o volume atingido (R$1,6 trilhão) representa expansão de 13,0%, “desacelerando após crescimento de 18,0% no ano anterior”.</p>



<p>No mês, o crédito direcionado a empresas variou 0,5% e para famílias 1,1%, detalha o BC.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Setor não financeiro e sistema financeiro</h2>



<p>Para o setor não financeiro, o saldo do crédito ampliado de 2023 ficou situado em R$15,6 trilhões – expansão de 4,3% em relação a 2022.</p>



<p>No caso das empresas, o crédito ampliado ficou em R$5,6 trilhões (expansão de 5,7% no ano). Já o crédito ampliado voltado às famílias ficou em R$3,8 trilhões em 2023 (expansão de 10,3%).</p>



<p>Com relação às operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN), o volume alcançado em 2023 chegou a R$5,8 trilhões: um aumento de 7,9% no ano, o que representa desaceleração diante da variação de 14,5% obtida em 2022.</p>



<p>Em 2023, o crédito livre alcançou R$ 3,4 trilhões – expansão de 5,2% no ano e desaceleração em relação a 2022 ,quando variou 14,9%. “O crédito direcionado atingiu R$2,4 trilhões ao final de 2023, com incremento de 11,8% no ano, também apresentando desaceleração em relação aos 14,0% observados no ano anterior.”</p>



<p>O estoque do crédito livre para pessoas jurídicas somou R$1,5 trilhão em 2023, expansão de 1,9% no ano, desacelerando ante a variação de 11,9% em 2022.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/07/juros-finais-caem-e-spread-bancario-aumenta-diz-bc/">Juros finais caem e spread bancário aumenta, diz BC</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/07/juros-finais-caem-e-spread-bancario-aumenta-diz-bc/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54351</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 10:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=54228</guid>

					<description><![CDATA[<p>O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por&#160;unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era&#160;esperada pelos analistas financeiros&#160;. Em nota, o Copom informou que pretende continuar a reduzir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por&nbsp;<strong>unanimidade</strong>, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esperada pelos analistas financeiros&nbsp;</a>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578875&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578875&amp;o=node"></p>



<p>Em nota, o Copom informou que pretende continuar a reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Na entrevista coletiva do Relatório de Inflação de dezembro, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que o Copom sempre se refere aos próximos dois encontros ao mencionar a expressão “próximas reuniões”, o que indica que os cortes continuarão até maio pelo menos.</p>



<p>“Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, destacou o comunicado. Em relação à quando os cortes serão interrompidos, o órgão informou que isso dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.</p>



<p>A taxa está no menor nível desde março de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2023, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/ipca-encerra-2023-com-alta-de-462-abaixo-do-teto-da-meta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">indicador ficou em 4,62%</a>. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.</p>



<p>O índice fechou o ano passado abaixo o teto da meta de inflação, que era 4,75%. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>



<p>No&nbsp;<em>Relatório de Inflação</em>&nbsp;divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2024&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/banco-central-estima-que-inflacao-feche-o-ano-em-46" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em 3,5% no cenário base</a>. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de março.</p>



<p>As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim&nbsp;<em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ano em 3,81%</a>, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,9%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito mais barato</h2>



<p>A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último&nbsp;<em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/banco-central-estima-que-inflacao-feche-o-ano-em-46" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduziu para 1,7% a projeção de crescimento</a>&nbsp;para a economia em 2023.</p>



<p>O mercado projeta crescimento semelhante. Segundo a última edição do boletim&nbsp;<em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">expansão de 1,6%</a>&nbsp;do PIB em 2023.</p>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/01/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54228</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Senacon pede que empresas de pagamento expliquem cobrança de juros</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/16/senacon-pede-que-empresas-de-pagamento-expliquem-cobranca-de-juros/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/16/senacon-pede-que-empresas-de-pagamento-expliquem-cobranca-de-juros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 10:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=53878</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quatro empresas de pagamento – PagSeguro, Mercado Pago, Stone e PicPay – terão de explicar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, supostas cobranças disfarçadas de juros nas compras pagas na modalidade parcelado sem juros. A secretaria investiga denúncia da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que acusa as empresas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/16/senacon-pede-que-empresas-de-pagamento-expliquem-cobranca-de-juros/">Senacon pede que empresas de pagamento expliquem cobrança de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quatro empresas de pagamento – PagSeguro, Mercado Pago, Stone e PicPay – terão de explicar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, supostas cobranças disfarçadas de juros nas compras pagas na modalidade parcelado sem juros. A secretaria investiga denúncia da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), que acusa as empresas de práticas abusivas aos consumidores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576492&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576492&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a denúncia, os estabelecimentos estão repassando aos consumidores custos adicionais das maquininhas independentes de cartões do PagSeguro, Mercado Pago e Stone, cobrando juros remuneratórios sem a transparência necessária.</p>



<p>Sobre as carteiras digitais da PicPay e do Mercado Pago, a Febraban informou que as empresas embutiriam juros remunerados em transações parceladas. Essa prática contraria as normas de carteiras digitais.</p>



<p>De acordo com a denúncia, as empresas desenvolveram um produto denominado &#8220;Parcelado Sem Juros Pirata&#8221;, em que cobram juros dos consumidores, mas registram na fatura do cartão de crédito como se fosse uma modalidade de parcelamento sem juros.</p>



<p>Em até dez dias, as empresas deverão apresentar um relatório com detalhes sobre as medidas adotadas para aumentar a transparência. Caso elas descumpram o prazo, deverão pagar multa diária de R$ 5 mil e suspender a cobrança de juros na modalidade “parcelado sem juros”.</p>



<p>A Senacon também fará consultas ao Banco Central, ao Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária (Conar), ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de outras instituições que possam contribuir sobre o tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Respostas</h2>



<p>O PagBank, do PagSeguro, informou, em nota, que a denúncia se trata de uma campanha da Febraban para extinguir as compras parceladas sem juros. Segundo a empresa, o consumidor pode consultar facilmente o valor total da transação na maquininha de cartão e nos canais de atendimento.</p>



<p>&nbsp;“Quando o estabelecimento comercial utiliza essa solução e o consumidor opta pelo &#8216;Parcelado Comprador&#8217;, o valor final total do produto e/ou serviço fica claramente visível ao portador na maquininha de cartão e/ou na jornada de pagamento&nbsp;<em>online</em>, da mesma forma como ocorre em qualquer outra transação”, afirmou a empresa.</p>



<p>O Mercado Pago também informou que cumpre as regras de transparência e que está disposto a colaborar com as investigações. “O Mercado Pago está analisando o pedido de esclarecimento da Senacon e seguirá colaborando com a autoridade, que suspendeu os efeitos da ordem cautelar até que mais informações sejam oferecidas”, respondeu a companhia.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Marcello Casal Jr. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/16/senacon-pede-que-empresas-de-pagamento-expliquem-cobranca-de-juros/">Senacon pede que empresas de pagamento expliquem cobrança de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/16/senacon-pede-que-empresas-de-pagamento-expliquem-cobranca-de-juros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">53878</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Teto de juros do consignado do INSS cairá para 1,76% ao mês</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/12/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-176-ao-mes/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/12/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-176-ao-mes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 10:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=53795</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta quinta-feira (11) o novo limite de juros de 1,76% ao mês para essas operações. O novo teto é 0,04 ponto percentual menor [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/12/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-176-ao-mes/">Teto de juros do consignado do INSS cairá para 1,76% ao mês</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta quinta-feira (11) o novo limite de juros de 1,76% ao mês para essas operações.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576173&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576173&amp;o=node"></p>



<p>O novo teto é 0,04 ponto percentual menor que o antigo limite, de 1,80% ao mês, nível que vigorava desde dezembro. O teto dos juros para o cartão de crédito consignado caiu de 2,67% para 2,61% ao mês.</p>



<p>Propostas pelo próprio governo, as medidas entram em vigor oito dias após a instrução normativa ser publicada no&nbsp;<em>Diário Oficial da União</em>, o que ocorrerá nos próximos dias. Normalmente, o prazo seria cinco dias, mas foi estendido a pedido dos bancos.</p>



<p>A justificativa para a redução foi o corte de 0,5 ponto percentual na Taxa Selic (juros básicos da economia). No fim de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1175-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduziu&nbsp;</a>os juros básicos de 12,25% para 11,75% ao ano. Desde agosto, quando começaram os cortes na Selic, o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, disse que a pasta vai acompanhar o movimento e propor reduções no teto do consignado à medida que os juros baixarem. As mudanças têm de ser aprovadas pelo CNPS.</p>



<p>Com o novo teto, alguns bancos oficiais terão de reduzir as taxas para o consignado do INSS para continuarem a emprestar pela modalidade. Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), o Banco do Nordeste e o Banco do Brasil cobram 1,79% ao mês.</p>



<p>O Banco da Amazônia cobra 1,81% ao mês. Como está acima do teto atual, a taxa, na prática, significa que a instituição suspendeu a oferta desse tipo de crédito. Entre os bancos federais, apenas a Caixa cobra menos, com taxa de 1,73% ao mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impasse</h2>



<p>O limite dos juros do crédito consignado do INSS foi objeto de embates no ano passado. Em março de 2022, o CNPS&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/juro-do-consignado-aposentados-e-reduzido-para-17-ao-mes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduziu o teto para 1,7% ao ano</a>. A decisão opôs os ministérios da Previdência Social e da Fazenda.</p>



<p>Os bancos suspenderam a oferta, alegando que a medida provocava desequilíbrios nas instituições financeiras. Sob protesto das centrais sindicais, o Banco do Brasil e a Caixa também deixaram de conceder os empréstimos porque o teto de 1,7% ao mês era inferior ao cobrado pelas instituições.</p>



<p>A decisão coube ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que arbitrou o impasse e, no fim de março, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/teto-do-credito-consignado-do-inss-sobe-para-197-ao-mes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decidiu pelo teto de 1,97% ao mês</a>. O Ministério da Previdência defendia teto de 1,87% ao mês, equivalente ao cobrado pela Caixa Econômica Federal antes da suspensão do crédito consignado para os aposentados e pensionistas. A Fazenda defendia um limite de 1,99% ao mês, que permitia ao Banco do Brasil, que cobrava taxa de 1,95% ao mês, retomar a concessão de empréstimos.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/12/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-176-ao-mes/">Teto de juros do consignado do INSS cairá para 1,76% ao mês</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/12/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-176-ao-mes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">53795</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Teto do rotativo reduz endividamento, mas juros continuam altos</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/04/teto-do-rotativo-reduz-endividamento-mas-juros-continuam-altos/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/04/teto-do-rotativo-reduz-endividamento-mas-juros-continuam-altos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 10:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=53601</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em vigor desde esta quarta-feira (3), o novo limite dos juros do rotativo do cartão de crédito é um importante passo para reduzir o endividamento no país, dizem especialistas. Eles alertam, no entanto, que a medida vale apenas para novos financiamentos e, mesmo com a redução, os juros continuam altos, e os consumidores devem tomar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/04/teto-do-rotativo-reduz-endividamento-mas-juros-continuam-altos/">Teto do rotativo reduz endividamento, mas juros continuam altos</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em vigor desde esta quarta-feira (3), o novo limite dos juros do rotativo do cartão de crédito é um importante passo para reduzir o endividamento no país, dizem especialistas. Eles alertam, no entanto, que a medida vale apenas para novos financiamentos e, mesmo com a redução, os juros continuam altos, e os consumidores devem tomar cuidado para não se endividarem ainda mais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1575122&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1575122&amp;o=node"></p>



<p>Quando o consumidor não paga o valor total da fatura do cartão de crédito até o vencimento, automaticamente entra no crédito rotativo. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar. O problema é que a taxa do rotativo está entre as mais altas do mercado.</p>



<p>Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), em outubro juros do rotativo do cartão de crédito estavam, em média, em 431,6% ao ano. Isso significa que<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/bc-diz-que-teto-para-o-rotativo-so-vale-partir-desta-quarta-feira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;uma pessoa que entre no rotativo&nbsp;</a>em R$ 100 e não quita o débito, deve o equivalente a R$ 531,60 após 12 meses.</p>



<p>Após 30 dias no crédito rotativo, os consumidores devem quitar a dívida ou&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/banco-central-estuda-o-fim-do-credito-rotativo-do-cartao-de-credito" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entrar no crédito parcelado e negociá-la&nbsp;</a>com as instituições financeiras.</p>



<p>Agora, essa taxa de juros no rotativo terá um teto de 100%. Quem deixa de pagar uma fatura de R$ 100, por exemplo, pode ter que pagar, no máximo, o equivalente a R$ 200 após 12 meses.</p>



<p>Segundo o diretor Executivo do Procon-SP, Luiz Orsatti Filho, a medida é um passo importante. No entanto, acredita que a taxa idealmente deveria ser ainda menor. “[A medida] vai beneficiar o público em geral e não apenas o superendividado, que tem essa dívida com o cartão de crédito, mas o público em geral que, às vezes, precisa fazer algum tipo de financiamento”, diz. “Para um país como o Brasil, esse índice infelizmente ainda é muito alto. É um passo importante, mas ainda temos muito a caminhar, mas não deixa de ser um passo importante”, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estatísticas</h2>



<p>No Brasil, três a cada quatro famílias estão endividadas. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC),<a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/endividamento-atinge-766-das-familias-brasileiras-mostra-cnc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;76,6% das famílias brasileiras têm dívidas</a>&nbsp;a vencer em cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e da casa. O maior percentual de dívidas em atraso (36,6%) é dos consumidores de baixa renda, de até três salários mínimos.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa mostra também que o cartão de crédito ainda é o mais usado pelos endividados, atingindo 87,7% do total de devedores. “Qualquer crédito deve ser a última opção de qualquer situação. Pode ser uma emergência, pode ser o acaso, mas deve ser a última opção, e claro, procurar instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central, não qualquer tipo de agente não oficial. E, claro, buscar o crédito mais barato, seja ele consignado, pessoal e, por último o rotativo”, diz Orsatti Filho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crescimento econômico</h2>



<p>Segundo o presidente do Instituto Locomotiva e fundador do Data Favela, Renato Meirelles, a medida é acertada, uma vez que o rotativo é uma das maiores causas do endividamento. “Os juros do rotativo eram maiores do que os que qualquer consumidor de baixa renda pagaria a um agiota do bairro onde mora, por exemplo. Sei que a frase é forte, mas é uma verdade absoluta. Não tinha nenhum modelo de empréstimo que cobrava mais juros do consumidor e acredito que o crédito rotativo é o verdadeiro responsável pela inadimplência”, ressalta.</p>



<p>À medida que a inadimplência cair, diz Meirelles, surgirão novas necessidades dos consumidores. Além disso, novas condições econômicas provocadas pela redução dos juros deverão influenciar a decisão das autoridades e dos bancos. “Se isso vai levar a uma queda ainda maior dos juros, isso o tempo vai dizer. Mas o que a gente vê é um incentivo, um caminho da economia nacional de redução da taxa de juros, o que tem impacto grande na redução da inadimplência, de um lado, e no aumento do crédito à população de menor renda, por outro, o que incentiva o crescimento de toda a economia”, diz.</p>



<p>Pesquisas realizadas pelo Instituto Locomotiva em setembro de 2023 mostram a importância do crédito para os brasileiros, que acabam usando a modalidade para comprar bens de necessidade e também para realizar sonhos. Meirelles destaca também a importância da modalidade de parcelamento sem juros,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/banco-central-estuda-o-fim-do-credito-rotativo-do-cartao-de-credito" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuja mudança ou extinção</a>&nbsp;chegou a ser cogitada em 2023.</p>



<p>De acordo com o Instituto Locomotiva, a inadimplência chega a 50% entre aqueles que parcelaram com juros, caindo para 33% entre os que parcelaram a compra sem juros. Por isso, para Meirelles, a redução do juro do rotativo foi acertada e terá impactos positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Adequação dos limites</h2>



<p>Para a professora de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) Myrian Lund, a redução da taxa de juros deverá fazer com que os bancos e as instituições financeiras reduzam também os limites dos cartões de crédito “Cada banco te dá um limite astronômico e isso acaba levando as pessoas a consumir mais que a capacidade de pagamento”, diz.</p>



<p>Com a queda dos juros, as instituições deixarão de ganhar com as taxas dos endividados e isso poderá fazer com que revejam os limites, adequando-os à capacidade de pagamento de cada consumidor. “O limite do cartão acaba virando complemento da renda. Na verdade, o que precisa é um processo de educação financeira, onde tem que se adequar ao que ganha”.</p>



<p>A taxa de 100% da dívida total, diz Lund, continua alta. Por isso, a professora da FGV dá algumas dicas aos consumidores para evitar o endividamento. Primeiro, ter apenas um cartão de crédito ativo. “A nossa mente não soma os vários cartões que tem, sempre acha que gastou pouco”, justifica.</p>



<p>A segunda dica é reduzir o limite do cartão, para evitar gastar além do que se pode pagar. E, por fim, evitar o parcelamento sem juros, a não ser para bens de maior valor como um <em>notebook</em> ou uma geladeira, evitando usar essa modalidade em compras diárias, como roupas, farmácia ou mercado. “Teria que guardar dinheiro para pagar no mês seguinte e são raríssimas as pessoas que fazem isso”, diz a professora.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/04/teto-do-rotativo-reduz-endividamento-mas-juros-continuam-altos/">Teto do rotativo reduz endividamento, mas juros continuam altos</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/01/04/teto-do-rotativo-reduz-endividamento-mas-juros-continuam-altos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">53601</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Indústria e sindicatos divergem sobre grau de redução dos juros</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/industria-e-sindicatos-divergem-sobre-grau-de-reducao-dos-juros/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/industria-e-sindicatos-divergem-sobre-grau-de-reducao-dos-juros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 09:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=51363</guid>

					<description><![CDATA[<p>O corte de 0,5 ponto percentual nos juros básicos foi recebido de maneira distinta pelas entidades do setor produtivo. A indústria considera adequado o ritmo de redução, mas as centrais sindicais cobram cortes maiores e consideram que a política monetária ainda está restritiva. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a decisão do Comitê de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/industria-e-sindicatos-divergem-sobre-grau-de-reducao-dos-juros/">Indústria e sindicatos divergem sobre grau de redução dos juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O corte de 0,5 ponto percentual nos juros básicos foi recebido de maneira distinta pelas entidades do setor produtivo. A indústria considera adequado o ritmo de redução, mas as centrais sindicais cobram cortes maiores e consideram que a política monetária ainda está restritiva.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1556695&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1556695&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) foi adequada. A entidade ressalta que a expectativa de cortes nas próximas reuniões ajudará a reduzir pressões negativas sobre a economia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A redução da Selic é necessária, não compromete o processo de combate à inflação e evita mais restrições à atividade industrial”, afirmou em nota o presidente da CNI, Robson Andrade.</p>
</blockquote>



<p>Ele afirmou ser necessário reverter o quadro negativo de concessão de crédito às empresas, que caiu 5% nos sete primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>



<p>Em nota divulgada à imprensa, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan)&nbsp;avalia que “a contínua redução nos preços correntes tem contribuído para a diminuição das expectativas inflacionárias. Em especial, a dinâmica mais benigna da inflação de serviços tem desempenhado um papel importante nesse processo. Além disso, a desaceleração do mercado de trabalho é um elemento que torna mais evidente o ritmo mais lento da economia, já projetado para este segundo semestre”. A entidade defende ainda a aprovação das reformas tributária e administrativa para melhorar o ambiente de negócios e estimular o crescimento econômico.&nbsp;</p>



<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também considerou positiva a redução da Selic, mas pede cortes maiores. Para a entidade, os juros básicos em 12,75% ao ano travam a economia. A central destacou que os movimentos sociais continuam com a campanha #JurosBaixosJá para que os juros alcancem um nível que gere emprego e renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Essa mudança de rumo [do Banco Central] é positiva, mas, como sociedade civil organizada, como trabalhadores e trabalhadoras, precisamos manter a pressão. Se puxarmos o histórico, veremos que as decisões do Copom são sempre baseadas no mercado e não nos interesses da população e do desenvolvimento do país. Essa inflexão, portanto, é fruto dessa clareza que a população vem ganhando sobre a obrigação dessa entidade nos rumos da economia do país”, avaliou a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT Nacional, Juvandia Moreira.</p>
</blockquote>



<p>A Força Sindical lamentou a decisão do BC, considerando extremamente tímida a queda de apenas 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros. “Entendemos que com esta queda conta-gotas, o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade de fazer uma drástica redução na taxa de básica de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de empregos e para o aumento da produção no país. Infelizmente, a taxa, que agora é de 12,75% ainda inibe o consumo e trava o crédito”, ressaltou a entidade.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/industria-e-sindicatos-divergem-sobre-grau-de-reducao-dos-juros/">Indústria e sindicatos divergem sobre grau de redução dos juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/industria-e-sindicatos-divergem-sobre-grau-de-reducao-dos-juros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">51363</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Copom mantém novamente juros básicos da economia em 13,75% ao ano</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/04/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-13-75-ao-ano/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/04/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-13-75-ao-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 10:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=48580</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão divulgada após reunião nesta quarta-feira (3) foi unânime. &#8220;O ambiente externo se mantém adverso. Os episódios envolvendo bancos no exterior têm elevado a incerteza, mas com contágio limitado sobre as condições financeiras até o momento, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/04/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-13-75-ao-ano/">Copom mantém novamente juros básicos da economia em 13,75% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão divulgada após reunião nesta quarta-feira (3) foi unânime.</p>



<p>&#8220;O ambiente externo se mantém adverso. Os episódios envolvendo bancos no exterior têm elevado a incerteza, mas com contágio limitado sobre as condições financeiras até o momento, requerendo contínuo monitoramento. Em paralelo, os bancos centrais das principais economias seguem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas, em um ambiente em que a inflação se mostra resiliente&#8221;, destaca o comunicado divulgado pelo Banco Central (BC).</p>



<p>O documento também afirma que, em relação ao cenário doméstico, &#8220;o conjunto dos indicadores mais recentes de atividade econômica segue corroborando o cenário de desaceleração esperado pelo Copom, ainda que exibindo maior resiliência no mercado de trabalho&#8221;.</p>



<p>&#8220;A inflação ao consumidor, assim como suas diversas medidas de inflação subjacente, segue acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2023 e 2024 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se marginalmente e encontram-se em torno de 6,1% e 4,2%, respectivamente&#8221;, acrescenta o comunicado.</p>



<p>A taxa continua no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Essa foi a sexta vez seguida em que o BC não mexeu na taxa, que permanece nesse nível desde agosto do ano passado. Anteriormente, o Copom tinha elevado a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.</p>



<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica, iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o comunicado, a manutenção da taxa considerou entre outros fatores, a persistência das pressões inflacionárias globais, incerteza sobre o desenho final do arcabouço fiscal a ser analisado pelo Congresso Nacional e uma desaceleração da atividade econômica global mais acentuada do que a projetada.</p>



<p>&#8220;Por um lado, a reoneração dos combustíveis e, principalmente, a apresentação de uma proposta de arcabouço fiscal reduziram parte da incerteza advinda da política fiscal. Por outro lado, a conjuntura, caracterizada por um estágio em que o processo desinflacionário tende a ser mais lento em ambiente de expectativas de inflação desancoradas, demanda maior atenção na condução da política monetária&#8221;, diz o comunicado.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/ZQ0bxYTZPpeZFXLc88ba8qZoJqA=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/infografia_selic.png?itok=1WyCT-R3" alt="infografia_selic" title="ArteDJOR"/></figure>



<p>infografia_selic &#8211; <strong>ArteDJOR</strong></p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/04/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-13-75-ao-ano/">Copom mantém novamente juros básicos da economia em 13,75% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/04/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-13-75-ao-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48580</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Haddad avalia medidas para coibir abusos em juros sobre capital</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/25/haddad-avalia-medidas-para-coibir-juros-sobre-capital/</link>
					<comments>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/25/haddad-avalia-medidas-para-coibir-juros-sobre-capital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 11:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://verdadeeexpressao.com.br/?p=48439</guid>

					<description><![CDATA[<p>O governo&#160;avalia&#160;medidas para coibir abusos na regra de distribuição de juros sobre capital próprio, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a equipe econômica avalia o encerramento do mecanismo. De acordo com Haddad, grandes empresas têm usado o regime para diminuírem artificialmente o lucro e pagarem menos Imposto de Renda. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/25/haddad-avalia-medidas-para-coibir-juros-sobre-capital/">Haddad avalia medidas para coibir abusos em juros sobre capital</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo&nbsp;avalia&nbsp;medidas para coibir abusos na regra de distribuição de juros sobre capital próprio, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a equipe econômica avalia o encerramento do mecanismo.</p>



<p>De acordo com Haddad, grandes empresas têm usado o regime para diminuírem artificialmente o lucro e pagarem menos Imposto de Renda. </p>



<p>“Pega esse escândalo do juro sobre capital próprio, por exemplo. Bilhões são drenados dos cofres públicos para beneficiar meia dúzia de empresas que fazem engenharia tributária em cima de um dispositivo legal que hoje está sendo abusado. E assim vai. A caixa-preta que existe no Brasil é essa, é a maior caixa-preta do Brasil”, declarou o ministro ao voltar de reunião no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>



<p>Atualmente, existem duas maneiras de as empresas distribuírem parte do lucro para os acionistas. A primeira ocorre por meio dos dividendos, obrigatórios pela Lei das Sociedades Anônimas, em que a empresa paga Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre os lucros, mas o investidor não paga nada. A reforma do Imposto de Renda, a ser discutida no segundo semestre, pretende tributar os dividendos para pessoas físicas e diminuir a tributação sobre as empresas.</p>



<p>A segunda ocorre por meio dos juros sobre capital próprio, de caráter facultativo, em que a empresa não paga IRPJ e CSLL, mas o investidor paga 15% de Imposto de Renda retido na fonte. Os repasses de juros aos investidores são considerados como despesas e descontados do lucro.</p>



<p>O mecanismo foi criado para atrair investidores no mercado de ações e facilitar autofinanciamento com recursos dos sócios, ao estimular a distribuição de lucros pelas empesas. Segundo Haddad, no entanto, diversas empresas estão zerando os lucros artificialmente para transformá-los em juros sobre capital próprio.</p>



<p>“Têm empresas, para você ter uma ideia, que não estão tendo mais lucro. Têm empresas muito rentáveis que não declaram lucro e, portanto, não pagam Imposto de Renda Pessoa Jurídica. O que elas fizeram? Transformaram lucro artificialmente em juros sobre capital próprio. Não pagam nem como pessoa jurídica&nbsp;nem como pessoa física”, explicou Haddad.</p>



<p>No fim de março, ao anunciar o novo arcabouço fiscal, o ministro da Fazenda declarou que o governo pretende rever incentivos fiscais para reforçar o caixa entre R$ 110 bilhões e R$ 150 bilhões por ano a partir de 2024. Segundo ele, o governo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/haddad-nega-criacao-de-impostos-para-cumprir-novas-regras-fiscais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não pretende</a> criar impostos ou aumentar alíquotas, mas combater brechas tributárias e reverter desonerações.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/25/haddad-avalia-medidas-para-coibir-juros-sobre-capital/">Haddad avalia medidas para coibir abusos em juros sobre capital</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/04/25/haddad-avalia-medidas-para-coibir-juros-sobre-capital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48439</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
