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	<title>Arquivos Lei Paulo Gustavo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Lei Paulo Gustavo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Paraná tem R$ 203,4 milhões da Lei Paulo Gustavo para projetos culturais</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/07/parana-tem-r-2034-milhoes-da-lei-paulo-gustavo-para-projetos-culturais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 09:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos R$ 3,8 bilhões aplicados pelo Governo Federal para viabilizar manifestações artísticas e culturais em todo o país pela Lei Paulo Gustavo, R$ 203,4 milhões serão investidos no Paraná. São R$ 98,4 milhões para projetos a serem executados pelo estado e R$ 104,9 milhões voltados para 395 municípios paraenses. A intenção da Lei Paulo Gustavo [&#8230;]</p>
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<p>Dos R$ 3,8 bilhões aplicados pelo Governo Federal para viabilizar manifestações artísticas e culturais em todo o país pela Lei Paulo Gustavo, R$ 203,4 milhões serão investidos no Paraná. São R$ 98,4 milhões para projetos a serem executados pelo estado e R$ 104,9 milhões voltados para 395 municípios paraenses.</p>



<p>A intenção da Lei Paulo Gustavo é democratizar o acesso à cultura, fazendo com que chegue na ponta, em todos os cantos do país. Música, dança, pintura, escultura, cinema, fotografia, artes digitais. É amplo o espectro e pulverizada a proposta da lei, que pretende contemplar toda a diversidade de manifestações culturais e artísticas do país.</p>



<p>No conceito, a lei foi criada para garantir ações emergenciais voltadas para o setor cultural, duramente atingido pelos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19. Com a lei, estados e municípios passam a ter protagonismo na produção cultural, com financiamento do governo para diferentes manifestações, para que os recursos contemplem a diversidade cultural do país. A execução se dá a partir de editais, prêmios e chamamentos públicos já lançados por diversos estados e municípios.</p>



<p>“A cultura é um vetor econômico, e a Lei Paulo Gustavo assegurou que todos estados e 98% dos municípios brasileiros pudessem movimentar o setor. Agora, os editais começam a tomar forma e alçar todos os cantos”, afirma a ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>



<p>No Paraná, os cinco municípios com maior valor de repasse da Lei Paulo Gustavo são a capital, Curitiba, com R$ 14,7 milhões, seguida por Londrina (R$ 4,3 milhões), Maringá (R$ 3,3 milhões), Ponta Grossa (R$ 2,7 milhões) e Cascavel (R$ 2,6 milhões).</p>



<p><strong>REGIÕES —</strong>&nbsp;Na divisão regional dos repasses, o Sudeste recebeu R$ 1,45 bilhão, seguido pelo Nordeste, com R$ 1,1 bilhão. Na sequência aparece o Sul, com R$ 523 milhões destinados a projetos culturais, o Norte, com R$ 424 milhões, e o Centro-Oeste, com R$ 298 milhões.</p>



<p><strong>AÇÕES AFIRMATIVAS —</strong>&nbsp;Para promover a desejada diversidade cultural nos territórios, a Lei Paulo Gustavo garante acessibilidade e ações afirmativas nos projetos. Estados e municípios devem assegurar mecanismos de estímulo à participação e ao protagonismo de mulheres, negros, indígenas, povos tradicionais, populações LGBTQIA+ e pessoas com deficiência.</p>



<p><strong>AMPLO ESPECTRO —</strong>&nbsp;Do valor total destinado à LPG, cerca de R$ 2,7 bilhões serão aplicados no setor audiovisual, seja para produções audiovisuais, reformas, restauros, manutenção e funcionamento de salas de cinema, além de capacitação, formação e qualificação no audiovisual e apoio às micro e pequenas empresas do setor. Para as demais áreas culturais serão destinados R$ 1,06 bilhão.</p>



<p><strong>SUPORTE —</strong>&nbsp;Para facilitar a elaboração dos editais pelos estados, municípios e Distrito Federal, o Ministério da Cultura oferece modelos de documentos nas áreas de audiovisual, Cultura Viva e demais setores da cultura, já que a execução das ações para distribuição da verba é descentralizada.</p>



<p>Para simplificar a execução da Lei, o Governo Federal também proporciona ferramentas como atendimento a gestores locais para esclarecer dúvidas, prestação de contas desburocratizada e segura, além de oficinas técnicas de capacitação e mobilização.</p>



<p>ASCOM &#8211; PT na ALEP. </p>
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		<title>Lei Paulo Gustavo é para descentralizar recursos, diz ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 11:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo, assinado na última quinta-feira (11), disponibilizou R$ 3,8 bilhões para estados e municípios, que devem apresentar planos de ação destinados ao setor cultural no país. Em entrevista ao programa&#160;Brasil em Pauta, da&#160;TV Brasil, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, falou sobre a importância e a urgência da [&#8230;]</p>
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<p>O decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo, assinado na última quinta-feira (11), disponibilizou R$ 3,8 bilhões para estados e municípios, que devem apresentar planos de ação destinados ao setor cultural no país. Em entrevista ao programa&nbsp;<strong>Brasil em Pauta</strong>, da&nbsp;<strong>TV Brasil</strong>, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, falou sobre a importância e a urgência da medida.&nbsp;</p>



<p>“Durante aqueles anos de pandemia, nosso setor foi o primeiro que parou e o último que voltou. Nós estamos, justamente, executando uma lei emergencial, um direito do setor cultural, que ainda não se restabeleceu daquele processo de tantas perdas que tivemos, e o Paulo Gustavo recebeu essa homenagem, esse grande ator, essa figura incrível que perdemos”, destacou.</p>



<p>De acordo com o ministério, o investimento de R$ 3,8 bilhões é o maior já destinado à cultura e tem como objetivo chegar aos 27 estados, beneficiando 5.570 municípios. “[O decreto] atende a vários apelos do setor e faz uma coisa importante: a descentralização. Esse aporte vai chegar a todas as cidades do Brasil, todas as regiões. O ministério começa buscando efetivar essa questão do deslocamento do investimento, do fomento. Para nós, isso está sendo uma grande conquista”, explicou a ministra.</p>



<p>Do valor a ser disponibilizado, R$ 2 bilhões serão destinados aos estados e R$ 1,8 bilhão aos municípios. Para ter acesso aos recursos, os governos devem se inscrever por meio da plataforma <a href="https://portal.transferegov.sistema.gov.br/portal/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TransfereGov</a> e eles terão 60 dias para registrar os planos de ação a serem desenvolvidos com o aporte financeiro. Após a aprovação das propostas, os recursos serão liberados.  </p>



<p>“É um momento tão intenso que nós vamos ter possibilidades de fazer cumprir, alimentar, socorrer e prestigiar o setor da cultura no Brasil, os agentes culturais e a população. A prefeitura da sua cidade vai poder propor festivais, cursos, editais, inclusive projetos para criar centros culturais. A gente precisa agora aproveitar esse momento novo da cultura no Brasil”, afirmou Margareth Menezes.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lei Rouanet</h4>



<p>Ainda sobre a descentralização dos recursos, a ministra falou sobre a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet. “Nós estamos travando diálogos com as empresas para sensibilizar para este novo momento. O ministério [da Cultura] também está trazendo uma prerrogativa de poder indicar, porque antes só as empresas podiam escolher. Nós, neste momento, vamos poder orientar as empresas para que esta descentralização aconteça”, acrescentou.</p>



<p>Por meio da Lei Rouanet, empresas e pessoas físicas podem patrocinar diversas formas de expressão cultural, abatendo o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. Os projetos patrocinados devem oferecer ingressos, produtos culturais gratuitos ou a preços populares, bem como promover ações de formação e capacitação junto às comunidades, o que contribui para ampliar o acesso da população à cultura.&nbsp;</p>



<p>Margareth explicou que se trata de um investimento na cultura, pois cada empresa pode dispor de 4% do imposto e a pessoa física também pode dispor de 6%. “Esse dinheiro é um dinheiro perdido? Claro que não. Ele retorna através das ações e também da prerrogativa de que existe a contrapartida social para cada projeto. E as pessoas reclamam que tem uns projetos que têm um peso maior de patrocínio, de milhões. O ministério não faz essa escolha, ela faz a análise. O que aquele projeto contempla? Às vezes uma peça de teatro emprega 100 pessoas, um musical, às vezes, emprega 170 pessoas e tem uma devolutiva social obrigatória”, apontou.&nbsp;</p>



<p>A ministra disse ainda que está em diálogo “franco” com as empresas sobre este tema. “A gente quer que a sociedade brasileira acredite no setor cultural do Brasil, que é uma potência, e vamos acabar com essa visão de criminalização do artista, de criminalização do fazer cultura no país. É o contrário: isso é uma ferramenta de emancipação, e não de criminalização”, enfatizou.  </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Valter Campanato. </p>
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		<title>Governo Federal regulamentará Lei Paulo Gustavo amanhã (11)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 11:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal formalizará a regulamentação da chamada Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 2022) nesta quinta-feira (11). O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aproveitará sua viagem à&#160;Bahia para, junto com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, assinar o decreto que regulamenta a lei. Aprovada pelo Congresso Nacional&#160;ainda durante o [&#8230;]</p>
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<p>O governo federal formalizará a regulamentação da chamada Lei Paulo Gustavo (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp195.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Complementar nº 195, de 2022</a>) nesta quinta-feira (11). O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aproveitará sua viagem à&nbsp;Bahia para, junto com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, assinar o decreto que regulamenta a lei.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-03/senado-aprova-lei-paulo-gustavo-de-apoio-ao-setor-cultural" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aprovada pelo Congresso Nacional</a>&nbsp;ainda durante o primeiro semestre do ano passado para apoiar e socorrer os trabalhadores da cultura durante a pandemia da covid-19, a Lei Paulo Gustavo prevê, entre outros pontos, o repasse federal de R$ 3,862 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para municípios, estados e o Distrito Federal investirem na produção de eventos culturais. A lei foi batizada em homenagem ao ator Paulo Gustavo, que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-05/ator-paulo-gustavo-morre-de-covid-19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">morreu aos&nbsp;42 anos de idade</a>, em função das complicações da covid-19, em maio de 2021.</p>



<p>Durante sua gestão, em abril de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-04/presidente-veta-lei-paulo-gustavo-que-destinava-recursos-cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vetou&nbsp;a lei complementar</a>. Entre os argumentos utilizados para justificar o veto ao repasse de recursos, está o de que a medida feria a Lei de Responsabilidade Fiscal ao criar uma despesa prevista no teto de gastos, mas sem a devida compensação, na forma de redução de despesa, para garantir o cumprimento desse limite. Em julho daquele ano, o&nbsp;Congresso Nacional&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-07/congresso-derruba-veto-leis-aldir-blanc-e-paulo-gustavo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">derrubou o veto</a>&nbsp;à lei.</p>



<p>Ao assumir o comando do Poder Executivo federal, a atual equipe de governo recriou o Ministério da Cultura, que tinha sido extinto logo no início da gestão anterior. A pasta, por sua vez, elencou a regulamentação da Lei Paulo Gustavo como uma de suas prioridades. Para isso, criou, em fevereiro deste ano, um grupo de trabalho composto por representantes das secretarias e entidades vinculadas ao ministério que realizou mais de 90 reuniões para ouvir representantes da sociedade civil e secretários estaduais e municipais de Cultura.</p>



<p>Com a regulamentação da lei, todos os municípios, estados e o Distrito Federal que necessitem de aporte financeiro para a realização de projetos culturais poderão, em breve, solicitar parte dos recursos que serão distribuídos da seguinte forma: R$ 2 bilhões para estados e R$ 1,8 bilhão para os municípios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Todas as cidades terão acesso a receber este aporte [financeiro]”, afirmou a ministra Margareth Menezes ao participar, pela manhã, de audiência pública realizada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.</p>
</blockquote>



<p>Durante a audiência pública, Margareth criticou o veto à lei pela gestão passada.&nbsp;“A Lei Paulo Gustavo está sendo executada agora, porque foi travada por duas vezes de ser executada no momento da pandemia, quando mais sofremos, mais perdemos pessoas e postos de trabalho.&#8221;&nbsp;</p>



<p>A ministra também assegurou que a execução da lei possibilitará ao ministério começar a implementar o projeto de descentralização dos investimentos públicos na cultura.</p>



<p>“Estamos cumprindo com o apelo pela descentralização da [aplicação das] leis de fomento. Dando autonomia aos prefeitos e aos secretários municipais”, acrescentou a ministra, revelando que representantes da pasta já vêm discutindo o assunto com secretários estaduais de Cultura e também com representantes de empresas que patrocinam eventos e espetáculos mediante a obtenção de benefícios fiscais.</p>



<p>“Precisamos sensibilizar também as empresas que queremos trazer para esta parceria, nesta ação de fazer esta descentralização – [objeto de] uma crítica grande da sociedade em relação às leis de fomento à cultura”, comentou Margareth, defendendo a importância das políticas públicas de estímulo ao setor criativo.</p>



<p>“Estamos falando de um contingente de 7,5 milhões de trabalhadores […] de um setor que movimenta cerca de R$ 232 bilhões ao ano, o que corresponde a 3,11% do PIB [Produto Interno Bruto] nacional […] Precisamos de políticas públicas para estruturar e fazer do setor uma ferramenta de transformação econômica”, complementou Margareth, citando, para efeito comparativo que, segundo dados recentes, os setores de transporte e construção civil respondem por cerca de 3,6% do PIB.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Áreas contempladas</h4>



<p>Em nota, o Ministério da Cultura afirmou que cerca de R$ 2,7 bilhões irão para o setor audiovisual. O valor restante &#8211;&nbsp;R$ 1,065 bilhões &#8211; será&nbsp;destinado&nbsp;a outros setores e áreas culturais e artísticas, como desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária; financiamento de agentes culturais, iniciativas, cursos, produções ou manifestações culturais; desenvolvimento de espaços artísticos e culturais, de microempreendedores individuais, de microempresas e de pequenas empresas culturais, de cooperativas, de instituições e de organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social determinadas para o enfrentamento da pandemia de covid-19.</p>



<p>Em respeito a objetivos como a inclusão e democratização do acesso aos projetos custeados com recursos públicos, os projetos deverão oferecer condições de acessibilidade às pessoas com deficiência, medidas de democratização, desconcentração, descentralização e regionalização do investimento cultural, e a implementação de ações afirmativas, com mecanismos que estimulem a participação de mulheres, pessoas negras e indígenas, comunidades tradicionais, de terreiros e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros grupos minoritários.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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