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	<title>Arquivos Maceió - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Maceió - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Operação apura crimes na exploração de sal-gema em Maceió</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Lágrimas de Sal, para investigar possíveis crimes cometidos durante os anos de exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió.&#160; A exploração de sal-gema na capital alagoana ocorreu&#160;de 1976 a 2019, resultando em grave instabilidade no solo de bairros como Pinheiro, Mutange, Bebedouro e [&#8230;]</p>
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<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Lágrimas de Sal, para investigar possíveis crimes cometidos durante os anos de exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573782&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573782&amp;o=node"></p>



<p>A exploração de sal-gema na capital alagoana ocorreu&nbsp;de 1976 a 2019, resultando em grave instabilidade no solo de bairros como Pinheiro, Mutange, Bebedouro e adjacências. A área se tornou&nbsp;inabitável, tendo em vista os riscos de desmoronamento de casas, ruas e fechamento do comércio, levando mais de 60 mil pessoas a terem que deixar os bairros.&nbsp;</p>



<p>As investigações da PF apuraram indícios de que as atividades de mineração desenvolvidas no local não “seguiram os parâmetros de segurança previstos na literatura científica e nos respectivos planos de lavra, que visavam a garantir a estabilidade das minas e a segurança da população que residia na superfície”.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/qxDuKUn64TN2FGbVciXTzMctH7E=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/empregos-na-exploracao-mineral-sal-gema.jpeg?itok=crupTIpT" alt="empregos serão gerados na exploração de sal-gema no ES. Foto: Tawatchai/Freepik" title="Tawatchai/Freepik"/></figure>



<p>Exploração de sal-gema &#8211;&nbsp;Foto&nbsp;<strong>Tawatchai/Freepik</strong></p>



<p>De acordo com as apurações&nbsp;feitas&nbsp;até agora, foram identificados indícios de apresentação de “dados falsos e omissão de informações relevantes aos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização da atividade, permitindo assim a continuidade dos trabalhos, mesmo quando já presentes problemas de estabilidade das cavidades de sal e sinais de subsidência do solo acima das minas”.&nbsp;</p>



<p>A PF diz que os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de poluição qualificada, usurpação de recursos da União, apresentação de estudos ambientais falsos ou enganosos, inclusive por omissão, entre outros delitos.&nbsp;</p>



<p>Aproximadamente 60 policiais federais cumprem 14 mandados judiciais de busca e apreensão, em endereços ligados aos investigados nas cidades de Maceió, no Rio de Janeiro e em Aracaju, capital de Sergipe. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal no estado de Alagoas.&nbsp;</p>



<p>O nome da Operação Lágrimas de Sal é referência ao sofrimento causado à população pela atividade de exploração de sal-gema.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Políticos aceitam deixar rivalidade e buscar soluções para Maceió</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/13/politicos-aceitam-deixar-rivalidade-e-buscar-solucoes-para-maceio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 10:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas das principais lideranças políticas de Alagoas concordaram em deixar de lado eventuais divergências e somar esforços em busca de soluções para os problemas que milhares de moradores da região metropolitana de Maceió (AL) enfrentam em consequência do afundamento do solo causado por décadas de&#160;extração de sal-gema&#160;por empresas privadas. Segundo o ministro da Casa Civil, [&#8230;]</p>
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<p>Algumas das principais lideranças políticas de Alagoas concordaram em deixar de lado eventuais divergências e somar esforços em busca de soluções para os problemas que milhares de moradores da região metropolitana de Maceió (AL) enfrentam em consequência do afundamento do solo causado por décadas de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/o-que-e-o-sal-gema-e-por-que-sua-extracao-gerou-problemas-em-maceio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">extração de sal-gema</a>&nbsp;por empresas privadas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571851&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571851&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), e o prefeito da capital alagoana, João Henrique Caldas (PL), aceitaram a proposta de trégua do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante um encontro que aconteceu nesta terça-feira (12), no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>



<p>“O presidente chamou uma reunião com o prefeito de Maceió e com o governador de Alagoas para que a gente possa estabelecer uma governança daquela situação e para que possamos, em um curto período de tempo, encontrar soluções e medidas que atendam à população”, disse Costa a jornalistas após o término do encontro. A reunião&nbsp;contou com a participação do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), do senador Renan Calheiros, do ministro dos Transportes, Renan Filho, e de parlamentares alagoanos. Assim como Dantas e Caldas, Lira e Calheiros são adversários políticos declarados.</p>



<p>“Saímos da reunião com um pacto: todos se comprometeram a deixar eventuais disputas políticas – que lá [no estado] é muito suave, muito tênue &#8211; e colocar o interesse da população em primeiro lugar”, acrescentou Costa, ao afirmar que, com a decisão conjunta, os diversos entes públicos poderão “incrementar um conjunto de reuniões, buscando solucionar a situação”, cobrando da empresa atualmente responsável pela área, a petroquímica Braskem, “uma solução técnica imediata”.</p>



<p>“Isso não significa que ninguém [governo estadual ou municipal] abrirá mão das iniciativas jurídicas ou das medidas legais que cada um achou pertinente [em determinado momento]”, frisou o ministro.</p>



<p>Questionado sobre a eventual corresponsabilidade da estatal petrolífera Petrobras, segunda maior acionista da Braskem, atrás apenas do conglomerado Novonor (antiga Odebrecht), Costa respondeu que, embora os primeiros indícios tenham surgido em 2018 &#8211; ano em que moradores de ao menos quatro bairros de Maceió (Pinheiro, Bebedouro, Mutange e Bom Parto) sentiram o solo tremer e começaram a identificar rachaduras em suas residências e comércios -, o problema começou em 1976, quando a extinta Salgema começou a extrair sal-gema no Pontal da Barra, em Maceió.</p>



<p>Em 1996, com a mudança do grupo econômico controlador, a Salgema passou a se chamar Trikem, nome com que operou até 2002, quando se fundiu a outras empresas, dando origem a Braskem, que continuou extraindo sal-gema para ser usado na produção de clorossoda e dicloretano. Em maio de 2019, diante das evidências de que o solo estava afundando em parte da região, a Braskem deixou de extrair o sal-gema e passou a importar sal marinho para usar como matéria-prima.</p>



<p>“A Petrobras não é gestora da empresa [Braskem]. Ela tem ações da empresa. A responsabilidade [pelo afundamento do solo] é da empresa [Braskem], que arcará com suas responsabilidades. Não tenho a menor dúvida disso”, pontuou Costa, acrescentando que, rigorosamente, a questão não seria “necessariamente um problema federal”.</p>



<p>“Da mesma forma como não é um problema dos atores políticos ou dos gestores públicos do presente. É um problema que tem [47] anos […] E, neste tempo, os técnicos, os gestores todos não enxergaram um risco iminente”, ponderou Costa, frisando que o episódio deve servir de exemplo. “A estrutura de uma mina de sal é muito frágil. Tem que haver todo um conjunto de ações técnicas para evitar o desabamento […] Que isso sirva de lição para que, futuramente, outras licenças [de funcionamento] não sejam concedidas [sem os devidos cuidados]. Hoje, alguém pode se perguntar se foi tecnicamente correto permitir a exploração de uma mina de sal embaixo de uma cidade – e eu mesmo me faço esta pergunta.”</p>



<p>Nas redes sociais, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, o JHC, escreveu que iria a Brasília a fim de “cobrar os investimentos prometidos para Maceió”. “Temos pressa em resolver essa situação. É hora de unir esforços, arregaçar as mangas e cobrar que os culpados por esse crime sejam punidos”.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Maceió: região da mina 18 afunda 6 centímetros em 24 horas</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/08/maceio-regiao-da-mina-18-afunda-6-centimetros-em-24-horas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 09:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Defesa Civil de Maceió (AL) informou, nesta quinta-feira (7) que o afundamento acumulado do solo do bairro do Mutange, onde a Braskem extraía sal-gema,&#160;atingiu 1,99 metro&#160;e a velocidade do afundamento é de 0,25 centímetro (cm) por hora. O deslocamento vertical&#160;apresentando&#160;nas 24 horas anteriores ao relatório foi de 6 cm. &#160; Diante da situação, o [&#8230;]</p>
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<p>A Defesa Civil de Maceió (AL) informou, nesta quinta-feira (7) que o afundamento acumulado do solo do bairro do Mutange, onde a Braskem extraía sal-gema,&nbsp;atingiu 1,99 metro&nbsp;e a velocidade do afundamento é de 0,25 centímetro (cm) por hora. O deslocamento vertical&nbsp;apresentando&nbsp;nas 24 horas anteriores ao relatório foi de 6 cm. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571183&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571183&amp;o=node"></p>



<p>Diante da situação, o órgão da prefeitura municipal alerta que permanece o risco de colapso (desabamento) do terreno acima da mina 18 da Braskem.&nbsp;</p>



<p>Técnicos do Ministério de Minas e Energia (MME), do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e da Agência Nacional de Mineração (ANM), que compõem a sala de situação do governo federal, também estão na capital alagoana para análises diárias&nbsp;a partir dos dados sísmicos da área afetada obtidos pelas Defesas Civis estadual e municipal e pela petroquímica Braskem, que acompanham o local em tempo integral.&nbsp;</p>



<p>No&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/6.12.2023_RelatoCC81rio20Sala20de20SituacCCA7aCC83o.pdf.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório mais recente</a>, os especialistas da sala de situação avaliam&nbsp;que o “quadro de instabilidade geológica em Maceió (AL) está em acomodação” e que está melhorando diariamente. No entanto, a Sala de Situação recomenda cautela máxima na região e monitoramento integral.&nbsp;</p>



<p>Por precaução, a recomendação da Defesa Civil de Maceió é para que a população não transite na área desocupada até uma nova orientação do órgão, que deve vir&nbsp;após a adoção de medidas de controle e monitoramento para reduzir o perigo da região.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Governo federal&nbsp;</h2>



<p>Em Brasília, nesta quinta-feira,&nbsp;o ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, afirmou que a preservação da vida é a grande preocupação do governo federal&nbsp;neste primeiro momento. A declaração foi dada após a desocupação das últimas 40 residências de famílias que ainda moravam na área afetada, dentro bairro do Mutange.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/OfrGNeLRV5Fqx9c7gGSBwuOvV9c=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/07122023-img_1658.jpg?itok=c0fZu8_z" alt="Brasília, DF 06/12/2023 O ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, falam com a imprensa após se reunirem com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na residência oficial do Senado.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressalta que preservação da vida é a grande preocupação do governo&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong></h6>



<p>O ministro disse ainda que, a partir do agravamento da crise geológica, o governo federal tem discutido ações para minimizar os impactos à população moradora do local e comerciantes. &nbsp;</p>



<p>“Agora, naturalmente, nós vamos discutir, do ponto de vista de governo, como se darão os desdobramentos desse problema, que é um problema social, é um problema político e é um problema também técnico.”&nbsp;</p>



<p>Por meio dos monitoramentos feitos pela&nbsp;Sala de Situação, Alexandre Silveira disse que o Ministério de Minas e Energia tem informado a&nbsp;Casa Civil da Presidência da República, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e&nbsp;demais órgãos relacionados ao tema sobre cada movimentação do solo em Maceió. “Estou presidindo a sala de situação e, se necessário, estarei em Maceió para poder avaliar com cuidado os possíveis danos que&nbsp;a exploração do sal-gema causou naquela região,” diz o ministro.</p>



<p>O ministro adiantou que assim que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegar a Brasília, após participar da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/crescente-preocupacao-diz-lula-sobre-crise-entre-venezuela-e-guiana" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cúpula de Chefes de Governo do Mercosul</a>, receberá informações adicionais sobre a real situação em Maceió; “Para que possa avaliar a necessidade e a continuidade de medidas que já tomou, mesmo viajando, a fim de minimizar os impactos desse drama que vive a população de Maceió.”, disse Silveira. </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Prefeito de Maceió apresenta levantamento de danos ao governo federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 09:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), esteve nesta segunda-feira (4) em Brasília para apresentar um levantamento da situação da capital alagoana por causa do iminente colapso da mina nº 18 da Braskem, no bairro do Mutange. Segundo o prefeito, os danos causados pela mineração estão pressionando a cidade por serviços de logística, educação, [&#8230;]</p>
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<p>O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), esteve nesta segunda-feira (4) em Brasília para apresentar um levantamento da situação da capital alagoana por causa do iminente colapso da mina nº 18 da Braskem, no bairro do Mutange. Segundo o prefeito, os danos causados pela mineração estão pressionando a cidade por serviços de logística, educação, saúde e mobilidade urbana.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570474&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570474&amp;o=node"></p>



<p>“Estamos trazendo o levantamento de todas as áreas afetadas para que o governo federal possa conhecer um pouco mais desses projetos que Maceió tem realizado para que, conjuntamente, possamos pensar em soluções. Claro que uma das principais necessidades sempre é a fonte de financiamento e, por mais que a prefeitura busque a reparação desses danos, ela jamais será suficiente, tamanha a demanda que teremos daqui por diante”, disse JHC.</p>



<p>O prefeito esteve em reunião com os ministérios do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome, no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, do Turismo e da Aquicultura e Pesca, além da Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>



<p>Após a reunião com o JHC, o ministro Wellington Dias informou que, diante da amplitude da emergência, o MDS vai priorizar o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, integrando as ações de acolhimento, abrigo e alimentação, além de atenção para as questões que envolvam a saúde física e mental das pessoas que precisaram deixar seus lares.</p>



<p>O prefeito também esteve com o presidente da Caixa, Carlos Vieira, para debater o financiamento de ações para reduzir o déficit habitacional da cidade. “A ideia é que se crie um grupo de trabalho para acompanhar as demandas e desenvolver as melhores estratégias para ajudar Maceió nessa reconstrução”, explicou o prefeito.</p>



<p>Na semana passada, o governo federal autorizou o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/governo-reconhece-situacao-de-emergencia-em-maceio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reconhecimento do estado de situação de emergência</a>&nbsp;em Maceió pelos danos causados em razão do afundamento do solo na cidade. Com o reconhecimento federal, a prefeitura está apta a solicitar recursos para ações de assistência humanitária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CPI</h2>



<p>O prefeito de Maceió também esteve com o presidente em exercício do Senado, Rodrigo Cunha (Podemos-AL). Em entrevista após o encontro, o senador disse ser favorável a tirar do papel a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) voltada a investigar a responsabilidade da empresa petroquímica Braskem sobre os danos da extração de sal-gema do subsolo de Maceió.</p>



<p>No entanto, Cunha disse que a proposta da CPI nasceu de forma viciada, citando ligações do senador Renan Calheiros (MDB-AL), autor do requerimento de criação da comissão, com a Braskem. “A CPI pode e deve ir para a frente, mas sem a figura que vicia e contamina todo o processo investigatório”, ponderou o presidente em exercício.</p>



<p>Procurado pela&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, por meio de sua assessoria de imprensa, Calheiros não quis comentar as declarações de Cunha. Nas redes sociais, o senador pede uma CPI “técnica e objetiva, para averiguar com base nos documentos a responsabilidade jurídica nas reparações”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alerta máximo</h2>



<p>Nesta sexta-feira, a Defesa Civil de Maceió informou que o deslocamento vertical acumulado da mina da Braskem é de 1,80 metro e a velocidade vertical é de 0,26 centímetros por hora, apresentando um movimento de 6,3 centímetros nas últimas 24 horas. O órgão permanece em alerta máximo devido ao risco iminente de colapso da mina 18, que está na região do antigo campo do CSA, no Mutange.</p>



<p>“Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, diz a nota do órgão.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Observatório do CNJ vai acompanhar situação de emergência em Maceió</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 09:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem. De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570049&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570049&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais questões com grande repercussão.</p>



<p>A questão do afundamento provocado pela mina é acompanhada pelo observatório desde 2019. Estão em tramitação na Justiça pelo menos três ações civis públicas que tratam dos danos ambientais provocados pela empresa e para anular o acordo feito pela prefeitura de Maceió para indenização pelos prejuízos causados com o&nbsp;afundamento.</p>



<p>Mais cedo, o governo federal autorizou o reconhecimento do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/governo-reconhece-situacao-de-emergencia-em-maceio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estado de situação de emergência</a>&nbsp;na capital alagoana.</p>



<p>A situação é mais grave nos bairros de Mutange, Pinheiro e Bebedouro, que sofreram nos últimos dias abalos sísmicos devido à movimentação da cavidade de uma das minas da Braskem.</p>



<p>Ontem (30), a prefeitura de Maceió decretou situação de emergência por 180 dias por&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/maceio-esta-em-alerta-maximo-devido-ao-risco-de-afundamento-de-solo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">causa do iminente colapso da mina 18</a>, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população está restrita na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.</p>



<p>A Defesa Civil de Maceió informou que a última medição apontou que a movimentação vertical acumulada na área é de 1,42 metro e a velocidade vertical é de 2,6 centímetros por hora.</p>



<p>Em nota, a Braskem disse que continua mobilizada e monitorando a situação da mina 18, tomando as medidas cabíveis para minimização do impacto de possíveis ocorrências e que a área está isolada desde terça-feira (28). A empresa ressalta que a região está desabitada desde 2020.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: UFAL. </p>
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		<title>O que é o sal-gema e por que sua extração gerou problemas em Maceió?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 09:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[sal-gema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte dos moradores de Maceió vivem dias de tensão. Na última quarta-feira (29), a prefeitura da capital alagoana&#160;decretou&#160;situação de emergência&#160;diante do iminente colapso em uma das minas de sal-gema exploradas pela petroquímica Braskem no bairro do Mustange. É mais um capítulo de uma história que se arrasta desde 2018, quando foram registrados afundamentos em cinco [&#8230;]</p>
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<p>Parte dos moradores de Maceió vivem dias de tensão. Na última quarta-feira (29), a prefeitura da capital alagoana&nbsp;decretou&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/maceio-decreta-estado-de-emergencia-por-risco-de-colapso-em-mina" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situação de emergência</a>&nbsp;diante do iminente colapso em uma das minas de sal-gema exploradas pela petroquímica Braskem no bairro do Mustange. É mais um capítulo de uma história que se arrasta desde 2018, quando foram registrados afundamentos em cinco bairros. Estima-se que cerca de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/dramas-humanos-se-acumulam-em-tragedia-da-braskem-em-maceio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">60 mil residentes tiveram que se mudar</a>&nbsp;do local&nbsp;e deixar para trás os seus imóveis.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570187&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570187&amp;o=node"></p>



<p>O risco de colapso em uma das 35 minas de responsabilidade da Braskem vem sendo monitorado pela Defesa Civil de Maceió e foi detectado devido ao&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/defesa-civil-indica-avanco-na-movimentacao-do-solo-em-maceio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">avanço no afundamento</a>. A petroquímica confirma que pode ocorrer um grande desabamento da área, mas afirma que existe também a possibilidade de que o solo se acomode. Um eventual colapso geraria um tremor de terra e tem potencial para abrir uma cratera maior que o estádio do Maracanã. As consequências, no entanto, ainda são incertas. O governo federal também acompanha a situação.</p>



<p>Mas o que é o sal-gema? Diferente do sal que geralmente usamos na cozinha, que é obtido do mar, o sal-gema é encontrado em jazidas subterrâneas formadas há milhares de anos a partir da evaporação de porções do oceano. Por esta razão, o cloreto de sódio é acompanhado de uma variedade de minerais.</p>



<p>Designado também por halita, o sal-gema&nbsp;é comercializado para uso na cozinha. Muito comum nos supermercados, o sal extraído no Himalaia, que&nbsp;possui uma tonalidade rosa&nbsp;devido às características locais, é um sal-gema.</p>



<p>No entanto, o sal-gema é também uma matéria-prima versátil para a indústria química. É empregado, por exemplo, na produção de soda cáustica, ácido clorídrico, bicarbonato de sódio, sabão, detergente e pasta de dente, enfim, na fabricação de produtos de limpeza e de higiene e em produtos farmacêuticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indústria</h2>



<p>Inicialmente, a exploração em Maceió se voltou para a produção de dicloroetano, substância empregada na fabricação de PVC. Não por acaso, desde que inaugurou em 2012 uma unidade industrial na cidade de Marechal Deodoro, vizinha a Maceió, a Braskem se tornou a maior produtora de PVC do continente americano. Outras indústrias, como a de celulose e de vidro, também empregam o sal-gema em seus processos.</p>



<p>A exploração de sal-gema, como outros minerais, depende de licenciamento ambiental. A exploração é fiscalizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM). No mercado internacional, o Brasil é um ator relevante. Segundo dados da ANM, foram 7 milhões de toneladas em 2002. O ranking do ano passado, no entanto, mostra que os três líderes mundiais têm&nbsp;produção muito mais robusta que todos os demais: China (64 milhões de toneladas), Índia (45 milhões) e Estados Unidos (42 milhões).</p>



<p>Em Maceió, a exploração das minas teve início em 1976 pela empresa Salgema Indústrias Químicas, que logo foi estatizada e mais tarde novamente privatizada. Em 1996, mudou de nome para Trikem e, em 2002, funde-se com outras empresas menores tornando-se finalmente Braskem, com controle majoritário do Grupo Novonor, antigo Grupo Odebrecht. A Petrobras também possui participação acionária na empresa, com 47% das ações, dividindo o controle acionário com a Novonor. Atualmente, a Braskem desenvolve atividades não apenas no Brasil, como também em outros países como Estados Unidos, México e Alemanha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escavação</h2>



<p>A exploração em Maceió envolvia a escavação de poços até a camada de sal, que pode estar há mais de mil metros de profundidade. Então, injetava-se água para dissolver o sal-gema e formar uma salmoura. Em seguida, usando um sistema de pressão, a solução era trazida até a superfície. Ao fim da extração, esses poços precisam ser preenchidos com uma solução líquida para manter a estabilidade do solo.</p>



<p>O problema em Maceió ocorreu por vazamento dessa solução líquida, deixando buracos na camada de sal. Uma hipótese já levantada por pesquisadores é de que a ocorrência tenha relação com falhas geológicas na região. Consequentemente, a instabilidade no solo levou a um tremor de terra sentido em março de 2018. O evento causou os afundamentos nos cinco bairros: Pinheiro, Mustange, Bebedouro, Bom Parto e Farol.</p>



<p>Com novos tremores e o surgimento de rachaduras em casas e ruas, a Braskem anunciou o fim da exploração das minas em maio de 2019. A petroquímica diz que já foi pago R$ 3,7 bilhões em indenizações e auxílios financeiros para moradores e comerciantes desses bairros. Uma parcela dos atingidos busca reparação através de processos judiciais. O caso também é discutido em ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Maceió decreta estado de emergência por risco de colapso em mina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 09:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prefeitura de Maceió (AL) decretou situação de emergência por 180 dias por causa do iminente colapso de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população&#160;está restrita na região da Lagoa Mundaú, no [&#8230;]</p>
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<p>A prefeitura de Maceió (AL) decretou situação de emergência por 180 dias por causa do iminente colapso de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população&nbsp;está restrita na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange, na capital.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569798&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569798&amp;o=node"></p>



<p>O Gabinete de Crise criado emergencialmente pela prefeitura comunicou oficialmente os órgãos de controle e de segurança sobre o perigo do desastre, entre eles os comandos da Marinha e do Exército.&nbsp;</p>



<p>Nove escolas estão estruturadas com carros-pipa, colchões, alimentação, equipes de saúde, equipes da Guarda Municipal e de assistência social para receber até 5 mil pessoas vindas das regiões afetadas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/kpIDL7ZcA8fMKzHLl_SpJ77hsX8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/pei_fon-_secom_maceio2.jpg?itok=bER2CFO8" alt="Rachaduras, Maceió" title="Pei Fon/Secom Maceió/Direitos Reservados"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Rachaduras em&nbsp;Maceió &#8211;&nbsp;<strong>Pei Fon/Secom Maceió/Direitos Reservados</strong></h6>



<p>Além disso, 85 pacientes do Hospital Sanatório, que fica localizado&nbsp;em área de risco, foram encaminhados para outras unidades de saúde,&nbsp;entre elas o Hospital Universitário, que também recebeu equipamentos para a hemodiálise de 352 pessoas.</p>



<p>Nesta quarta-feira (29), a Defesa Civil da cidade informou que os últimos tremores&nbsp;se intensificaram e houve um agravamento do quadro na região já desocupada. “Estudos mostram que há risco iminente de colapso em uma das minas monitoradas. Por precaução e cuidado com as pessoas, reforçamos, mais uma vez, a recomendação de que embarcações e a população evitem transitar na região até nova atualização do órgão”, informa a prefeitura.</p>



<p>Por causa da exploração mineral subterrânea realizada no local, diversos bairros tiveram que ser evacuados emergencialmente em 2018. Rachaduras surgiram nos imóveis da região, seguido de um tremor de terra, criando alto risco de afundamento. Mais de 55 mil pessoas tiveram que deixar a região, que hoje está totalmente desocupada.</p>



<p>Recentemente, a Braskem foi condenada pela Justiça a indenizar o estado de Alagoas por danos causados pela exploração de sal-gema, que resultou na retirada da população de cinco bairros de Maceió.&nbsp;O sal-gema é uma matéria-prima usada na indústria para obtenção de produtos como cloro, ácido clorídrico, soda cáustica e bicarbonato de sódio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Braskem</h2>



<p>Em nota, a Braskem diz que monitora a situação da mina e desde a última terça-feira (28) isolou a área de serviço da empresa, onde são executados os trabalhos de preenchimento dos poços. “Os dados atuais de monitoramento demonstram que o movimento do solo permanece concentrado na área dessa mina”, informou.&nbsp;</p>



<p>A empresa diz que também está apoiando a realocação emergencial dos moradores que ainda resistem em permanecer na área de desocupação e segue colaborando com as autoridades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Apreensão</h2>



<p>A professora Lorena Martins, de 38 anos, viveu esse drama e agora acompanha a apreensão de amigos que moram nas áreas ameaçadas. Ela e a família saíram do bairro de Pinheiros em 2017, mas só este ano receberam uma indenização, um valor muito abaixo do que consideram justo.</p>



<p>Logo após a desocupação, ela conta, os moradores tiveram que ir para locais muito distantes do centro, viver em um padrão abaixo do que tinham antes da desocupação. Segundo ela, o valor do aluguel que foi destinado levou em consideração apenas o imóvel, mas não a qualidade de vida que as pessoas tinham, especialmente pela localização da moradia&nbsp;</p>



<p>“Eu era muito bem servida de serviço público, comércio, tinha tudo perto. E era no coração da cidade. O valor do aluguel que nos destinaram não dava para alugar imóvel em bairros perto de onde morávamos ou em locais parecidos. Então, tivemos que ir para os extremos da cidade, em bairros muito distantes”, explicou. “O custo de vida para morar em um bairro com a mesma estrutura triplicou de valor”.</p>



<p>Mesmo morando fora da área de risco, Lorena diz que sentiu seu prédio balançar na última segunda-feira (27). Ela conta que agora alguns bairros que não estavam classificados como área de risco também estão começando a ser desocupados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Uma dessas minas de exploração está prestes a colapsar, e a possibilidade de, com o colapso dela, tenha um efeito dominó e ela vá atingindo as outras minas, está deixando a população muito preocupada. Pode ser uma tragédia sem tamanho. Não  dá para calcular”, lamenta.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/01/maceio-decreta-estado-de-emergencia-por-risco-de-colapso-em-mina/">Maceió decreta estado de emergência por risco de colapso em mina</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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