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	<title>Arquivos Marco Temporal - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Marco Temporal - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Partidos vão ao STF para garantir derrubada de veto ao marco temporal</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/29/partidos-vao-ao-stf-para-garantir-derrubada-de-veto-ao-marco-temporal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 09:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PL, o PP e o Republicanos entraram nesta quinta-feira (28) no Supremo Tribunal Federal (STF) com ação para garantir a eficácia do projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. Pela tese, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 [&#8230;]</p>
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<p>O PL, o PP e o Republicanos entraram nesta quinta-feira (28) no Supremo Tribunal Federal (STF) com ação para garantir a eficácia do projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1574619&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1574619&amp;o=node"></p>



<p>Pela tese, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.</p>



<p>No dia 14 deste mês, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco.&nbsp;Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.</p>



<p>Na ação encaminhada ao Supremo, os partidos alegam que o Congresso exerceu sua competência legislativa ao validar o marco temporal.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Em cenário de discordância republicana entre poderes acerca de determinado conteúdo normativo, a última palavra em um regime democrático, sempre deve ser do Poder Legislativo, verdadeira casa da democracia&#8221;, argumentaram os partidos.</p>



<p>Por meio de sorteio eletrônico, o ministro Gilmar Mendes foi escolhido para relatar a ação. Não há prazo para decisão.&nbsp;</p>



<p>Após a sessão do Congresso que derrubou o veto ao marco temporal, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) informou que irá protocolar no STF uma ação para garantir a prevalência do veto presidencial. </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Disputa sobre Marco Temporal colocou Congresso e STF em lados opostos</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/27/disputa-sobre-marco-temporal-colocou-congresso-e-stf-em-lados-opostos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2023 09:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um&#160;ano de seca&#160;na Amazônia,&#160;temperaturas extremas, fome e&#160;desnutrição de populações indígenas, o Brasil discute a redução das demarcações das terras indígenas. A tese do marco temporal foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ainda assim, deputados e senadores a aprovaram no Congresso Nacional.&#160;&#160; “Todo dia é dia de luta, é todo dia, não tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/seca-no-amazonas-cria-dificuldades-para-deslocamento-de-ribeirinhos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ano de seca</a>&nbsp;na Amazônia,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/sete-em-cada10-brasileiros-sofreram-com-eventos-clim%C3%A1ticos-extremos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">temperaturas extremas</a>, fome e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2023-02/yanomami-crise-humanitaria-no-coracao-da-amazonia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desnutrição de populações indígenas</a>, o Brasil discute a redução das demarcações das terras indígenas. A tese do marco temporal foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ainda assim, deputados e senadores a aprovaram no Congresso Nacional.&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1574417&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1574417&amp;o=node"></p>



<p>“Todo dia é dia de luta, é todo dia, não tem um dia que a gente está tranquilo, que a gente está bem. Todo dia a gente tem violações de direitos. É trabalhoso sim, é cansativo, sim, mas a gente continua na resistência. Nós já fomos resistentes por mais de 500 anos, vamos continuar na resistência”, diz a advogada indígena e assessora jurídica da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) Cristiane Baré. Ela foi uma das juristas a fazer a sustentação oral contra o marco temporal no Supremo Tribunal Federal, em 2021.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Pela&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/agencia-brasil-explica-entenda-o-que-e-o-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tese do Marco Temporal</a>, os indígenas só terão direito ao território em que estavam na promulgação da Constituição, em outubro de 1988. “Não faz sentido, porque nós somos os habitantes desse país, somos os primeiros habitantes originários dessa terra. Quando houve a invasão do Brasil, nós estávamos aqui. Trazer um marco é querer se desfazer de tudo que aconteceu, com violações de direitos que ocorreram desde a invasão, as retiradas forçadas dos povos indígenas, o processo de violências que foram sofridas”, afirma a advogada.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em 21 de setembro deste ano, o Supremo Tribunal Federal invalidou a tese, que entendeu ir&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-09/por-9-votos-2-supremo-invalida-tese-do-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contra o que prevê a Constituição brasileira</a>. Mas a Câmara e o Senado aprovaram um projeto de lei 8 dias após para incluir a tese do marco temporal em lei federal. Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente o projeto aprovado no Legislativo, argumentando que a tese já havia sido&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-10/lula-veta-tese-do-marco-temporal-em-lei-aprovada-pelo-congresso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">considerada inconstitucional</a>. O Congresso, no entanto,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/congresso-derruba-veto-de-lula-e-mantem-marco-temporal-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener">derrubou os vetos do presidente</a>.&nbsp;</p>



<p>Após a derrubada de vetos, tanto organizações indígenas, como a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-12/indigenas-recorrem-ao-stf-apos-derrubada-de-vetos-sobre-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)</a>&nbsp;quanto o próprio governo, começaram a elaborar&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-12/governo-prepara-recurso-ao-stf-contra-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recursos para serem analisados pelo STF</a>.&nbsp;</p>



<p>Para grupos favoráveis ao marco temporal, como a&nbsp;<a href="https://cnabrasil.org.br/noticias/nota-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)</a>, sem o marco temporal cria-se uma insegurança jurídica com a possibilidade de “expropriar milhares de famílias no campo, que há séculos ocupam suas terras, passando por várias gerações, que estão na rotina diária para garantir o alimento que chega à mesa da população brasileira e mundial”, argumenta a entidade em nota após a decisão do STF.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos&nbsp;&nbsp;</h2>



<p>Segundo o professor adjunto de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Wallace Corbo, agora o Brasil tem uma lei que contraria o que diz a Constituição, e que tenta atingir fatos que são anteriores à lei, ou seja, hoje os povos indígenas têm direito às suas terras independentemente do momento em que ocuparam.&nbsp;</p>



<p>“A gente tem, ao mesmo tempo, uma lei que diz o contrário do que diz a Constituição em matéria de terras indígenas e a gente tem uma lei que tenta retroagir para tentar atingir atos jurídicos que já são perfeitos. Quais são esses atos? O direito adquirido dos povos indígenas às suas terras”, explica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Diante dessa situação, de acordo com Corbo, haverá a necessidade de que, mais uma vez, haja uma declaração de inconstitucionalidade dessa lei que pode vir do STF ou pode vir de qualquer juiz que venha a averiguar um processo demarcatório.&nbsp;</p>



<p>“Tanto nos processos demarcatórios que tenham sido judicializados, nas ações que já estão em curso, qualquer juiz e qualquer tribunal pode declarar que essa lei é inconstitucional para defender os direitos dos povos indígenas naqueles processos”, avalia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O professor diz que a lei já nasce inconstitucional, no entanto, legalmente, o STF pode chegar a uma posição diferente. “Sempre pode haver agentes políticos, econômicos, sociais, que podem buscar pressionar o tribunal a chegar a uma conclusão contrária. Agora, não é esperado que o STF chegue a uma posição diferente da que ele chegou há poucos meses. Então, é esperado que não haja percalços, que haja uma reafirmação do STF do que ele já decidiu recentemente”.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indenização&nbsp;&nbsp;</h2>



<p>O STF definiu também a indenização para proprietários que receberam dos governos federal e estadual títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas. O tribunal autorizou a indenização prévia paga em dinheiro ou em títulos de dívida agrária. No entanto, o processo deverá ocorrer em processo separado, não condicionando a saída dos posseiros de terras indígenas ao pagamento da indenização.&nbsp;</p>



<p>A indenização é também preocupação das organizações indígenas, segundo a advogada Cristiane Baré. “Nossa preocupação é quem invade território indígena de boa-fé? Até onde vai essa boa-fé? Como se comprova essa boa-fé? E essa questão paralisa o processo demarcatório. Mas até então, a princípio, serão processos separados, mas isso ainda é preocupante porque os direitos originários não têm preço, ninguém pode vender esse direito. Essa é uma preocupação muito grande do movimento. E a gente sabe, na prática, como isso vai ocorrer”, explica a advogada.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Já o professor Wallace Corbo ressalta que a Constituição diz que não caberia indenização, mas o STF entendeu que cabe, e a decisão deve ser cumprida. “Presumindo que existam ocupantes de boa fé, o que o STF disse é que essa indenização não é uma indenização que condiciona a demarcação, ou seja, o ocupante de boa fé vai ter que buscar, ele mesmo, em um processo administrativo ou processo judicial o reconhecimento da sua ocupação de boa fé e o pagamento da sua indenização”, explica.&nbsp;</p>



<p>“É uma indenização que não trava o processo demarcatório, e cada uma dessas pessoas que alegue que estaria de boa fé vai ter que buscar no seu próprio processo”, diz.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o professor, o Poder Executivo pode editar uma portaria ou um decreto que crie parâmetros sobre essa boa fé, mas esse é um conceito que presume que uma pessoa não pode ter conhecimento de que está ocupando a terra de terceiros.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/demarcacao-de-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Nacional do Povos Indígenas (Funai)</a>, as 736 terras indígenas registradas representam 13% do território brasileiro, o que totaliza aproximadamente 117 milhões de hectares. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem quase 900 mil indígenas, distribuídos em 305 etnias.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Lula veta tese do marco temporal em lei aprovada pelo Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 11:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vetar parcialmente o projeto de lei (PL) que estabelece que os povos indígenas só têm direito às terras que ocupavam ou reivindicavam até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da atual Constituição Federal. Essa tese é conhecida como marco temporal. O anúncio foi feito em coletiva à imprensa pelos ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Jorge Messias (Advocacia Geral da União), no fim da tarde desta sexta-feira (20), no Palácio da Alvorada, residência oficial.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1562055&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1562055&amp;o=node"></p>



<p>A sanção com vetos será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) porque esta sexta-feira é o último dia do prazo que o presidente da República tinha para se manifestar.</p>



<p>O Projeto de Lei (PL) 2.903/2023 foi&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-09/senado-aprova-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovado pelo Congresso Nacional</a>&nbsp;no dia 27 de setembro. Uma semana antes da aprovação no Legislativo, o Supremo Tribunal Federal (STF) tinha invalidado a tese do marco temporal. Os ministros da Corte, entretanto,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-09/fim-do-marco-temporal-stf-define-indenizacao-para-ocupantes-de-boa-fe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">definiram indenização para ocupantes de boa-fé</a>. Na ocasião, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), negou que a aprovação do projeto foi para afrontar o STF.</p>



<p>“O presidente Lula, hoje [20], data de sanção do PL que trata do marco temporal, decidiu por vetar o marco temporal, respeitando integralmente a Constituição brasileira, inclusive as decisões recentes do STF sobre constitucionalidade sobre esse tema”, afirmou Padilha.</p>



<p>Questionada sobre a expectativa do movimento indígena, que cobrava um veto total ao PL, a ministra Sônia Guajajara disse que os pontos não vetados não prejudicam a política indigenista. &#8220;O que ficou ali é o que está em algum dispositivo legal, que não vai alterar em nada ao que já temos garantido na Constituição Federal, e agora na última decisão do STF. Estamos totalmente abertos ao diálogo com o movimento indígena, para esclarecer e construir, como também com o próprio Congresso Nacional&#8221;.</p>



<p>Entre os artigos mantidos no texto, estão os que, segundo Alexandre Padilha, “reforçam a transparência de todo o processo de estudo, de declaração, de demarcação, que reforçam a participação efetiva de estados e municípios ao longo de todo o processo, que regulamentam o acesso à área indígena, de servidores que estão prestando serviços importantes para essa população. E o início do artigo que valida a importância de atividades econômicas e produtivas nessa Terra Indígena, desenvolvidas pela comunidade indígena”, afirmou.</p>



<p>As razões e justificativas dos vetos serão informadas no texto a ser publicado no DOU, o que deve ocorrer ainda nesta sexta.</p>



<p>Além do marco temporal, já considerado inconstitucional pelo STF, a possibilidade do pagamento de indenização prévia às demarcações&nbsp;foi vetada, segundo explicou o advogado-geral da União, Jorge Messias. A possibilidade de revisão de demarcações já realizadas, cultivo de transgênicos, garimpo e&nbsp;construção de rodovias em terras indígenas&nbsp;sem autorização das comunidades indígenas foram outros pontos vetados, segundo informaram os ministros. Messias disse que a sanção parcial respeitou a separação dos Três Poderes e defendeu a decisão tomada.</p>



<p>“O presidente Lula muito claramente atendeu aquilo que foi decidido pelo STF e vetou outros dois blocos de artigo que contrariavam a política indigenista, e um outro bloco que gerava insegurança jurídica para a aplicação do processo demarcatório”, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Análise de vetos</h4>



<p>Com a sanção parcial do projeto pelo presidente Lula, os vetos voltam para ser analisados pelos parlamentares em sessão do Congresso Nacional, que ocorre com a participação de deputados e senadores.</p>



<p>O veto é a discordância do Presidente da República com determinado projeto de lei aprovado pelas Casas Legislativas do Congresso Nacional. A Constituição determina que ele seja apreciado pelos parlamentares em sessão conjunta, sendo necessária a maioria absoluta dos votos de deputados federais (pelo menos 257) e de senadores (pelo menos 41) para a sua rejeição.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Ricardo Stukert. </p>
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		<title>MPF defende veto ao projeto que validou marco temporal</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/20/mpf-defende-veto-ao-projeto-que-validou-marco-temporal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 11:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) defendeu nesta quinta-feira (19) que o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, vete&#160;o projeto de lei que estabelece&#160;o marco temporal para a demarcação de terras indígenas. A matéria foi aprovada pelo Senado no mês passado, e o prazo para o presidente&#160;decidir se vetará o projeto termina amanhã (20). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério Público Federal (MPF) defendeu nesta quinta-feira (19) que o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, vete&nbsp;o projeto de lei que estabelece&nbsp;o marco temporal para a demarcação de terras indígenas. A matéria foi aprovada pelo Senado no mês passado, e o prazo para o presidente&nbsp;decidir se vetará o projeto termina amanhã (20).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1561848&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1561848&amp;o=node"></p>



<p>Em nota pública, a Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF afirma que o projeto é inconstitucional e&nbsp;argumenta que o regime jurídico de demarcações não pode ser alterado por meio de lei ordinária.</p>



<p>&#8220;A proposta provoca restrições ao exercício dos direitos garantidos aos índios pela Constituição, que não são possíveis por meio de lei. Mais ainda, por se tratar de direitos fundamentais, configuram-se cláusulas pétreas cuja alteração, portanto, não seria possível nem mesmo por meio de proposta de emenda à Constituição&#8221;, afirma o MPF.</p>



<p>O documento também ressalta que a tese do marco temporal foi&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-09/por-9-votos-2-supremo-invalida-tese-do-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">considerada inconstitucional</a>&nbsp;pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>&#8220;A tese do chamado marco temporal, introduzida pelo projeto de lei para impedir o reconhecimento da ocupação tradicional das terras indígenas que não estivessem em posse da comunidade indígena em 5 de outubro de 1988, restou afastada pelo Supremo&#8221;, completou o órgão.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-09/senado-aprova-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras-indigenas#:~:text=O%20Senado%20aprovou%2C%20nesta%20quarta,agora%20para%20a%20san%C3%A7%C3%A3o%20presidencial." target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeto de lei</a>&nbsp;foi aprovado após o STF considerar o marco temporal inconstitucional. Antes do julgamento, as decisões da Justiça poderiam fixar que os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/20/mpf-defende-veto-ao-projeto-que-validou-marco-temporal/">MPF defende veto ao projeto que validou marco temporal</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>Senado aprova marco temporal para demarcação de terras indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 10:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta quarta-feira (27), o projeto de lei que estabelece que os povos indígenas só têm direito às terras que ocupavam ou reivindicavam até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da atual Constituição Federal, tese conhecida como marco temporal. O projeto segue agora para a sanção presidencial. A matéria já tinha&#160;sido [&#8230;]</p>
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<p>O Senado aprovou, nesta quarta-feira (27), o projeto de lei que estabelece que os povos indígenas só têm direito às terras que ocupavam ou reivindicavam até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da atual Constituição Federal, tese conhecida como marco temporal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1558057&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1558057&amp;o=node"></p>



<p>O projeto segue agora para a sanção presidencial. A matéria já tinha<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-09/ccj-do-senado-aprova-marco-temporal-para-demarcar-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;sido aprovada</a>&nbsp;na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>



<p>A proposta autoriza a exploração econômica das terras indígenas, inclusive com a contratação de não indígenas, desde que aprovada pela comunidade e com a garantia de promover benefícios à população local.</p>



<p>Para o relator, senador Marcos Rogério (PL-RO), o projeto traz segurança jurídica ao campo. Segundo ele, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de invalidar a tese do marco temporal não impede&nbsp;a&nbsp;decisão do Legislativo. “Esta é uma decisão política. Hoje, estamos reafirmando o papel desta Casa. Com esse projeto, o Parlamento tem a oportunidade de dar uma resposta para esses milhões de brasileiros que estão no campo trabalhando e produzindo”, disse.</p>



<p>Na última quinta-feira (21), a Suprema Corte&nbsp;decidiu, por 9 votos a 2, que é inconstitucional limitar o direito de comunidades indígenas ao usufruto exclusivo das terras ocupadas por seus povos em função da data em que a Constituição Federal passou a vigorar.</p>



<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), negou que a aprovação do projeto seja para afrontar o STF.</p>



<p>“Não há sentimento revanchista com a Suprema Corte. Sempre defendi a autonomia do Judiciário e o valor do STF. Mas não podemos nos omitir do nosso dever: legislar”, disse. &nbsp;</p>



<p>Os senadores contrários à tese do marco temporal criticaram a legalidade da proposta aprovada. “Ele fere frontalmente os povos indígenas do Brasil, sobretudo aqueles que estão em situação de isolamento, ao permitir o acesso [a comunidades indígenas isoladas] sem critério de saúde pública, sem respeitar aquilo que está estabelecido hoje. Este projeto também premia a ocupação irregular [dos territórios tradicionais reivindicados por povos indígenas], estabelecendo uma garantia de permanência para quem está em situação irregular”, afirmou a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), durante a votação na CCJ. </p>



<p>Agência Senado. </p>
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		<title>STF definirá tese final do julgamento sobre marco temporal</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/25/stf-definira-tese-final-do-julgamento-sobre-marco-temporal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 10:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) pode definir na quarta-feira (27) a tese final do julgamento que derrubou o marco temporal para demarcação de terras indígenas. Entre os pontos que serão discutidos está a possibilidade de indenização a particulares que adquiriram terras de boa-fé e se o pagamento seria condicionado à saída dos agricultores das áreas [&#8230;]</p>
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) pode definir na quarta-feira (27) a tese final do julgamento que derrubou o marco temporal para demarcação de terras indígenas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1557233&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1557233&amp;o=node"></p>



<p>Entre os pontos que serão discutidos está a possibilidade de indenização a particulares que adquiriram terras de boa-fé e se o pagamento seria condicionado à saída dos agricultores das áreas indígenas.</p>



<p>Nesse caso, a indenização por benfeitorias e pela terra nua valeria para proprietários que receberam dos governos federal e estadual títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas.</p>



<p>Também pode ser debatida a sugestão do ministro da Corte Dias Toffoli para autorizar a exploração econômica das terras pelos indígenas. Pela proposta, mediante aprovação do Congresso e dos indígenas, a produção da lavoura e de recursos minerais, como o potássio, poderiam ser comercializados pelas comunidades.</p>



<p>A possibilidade de exploração econômica dos territórios é criticada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Para a entidade, a medida ameaça a sobrevivência dos povos.</p>



<p>&#8220;A história recente nos mostra que a existência de empreendimentos para extração de recursos hídricos, orgânicos e minerais, na prática, gera a destruição de territórios indígenas, a contaminação das populações por agentes biológicos e químicos, como o mercúrio, e o esgarçamento do tecido social destas comunidades, além de enfraquecer ou inviabilizar sua soberania alimentar e submeter mulheres e crianças à violência física e sexual&#8221;, disse a entidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rosa Weber</h4>



<p>A sessão de quarta-feira (27) será a última da presidente da Corte, Rosa Weber, no Supremo. A ministra deixará o tribunal no dia seguinte ao completar 75 anos de idade e se aposentar compulsoriamente. A posse de Luís Roberto Barroso no comando da Corte será na quinta-feira (28).</p>



<p>Foto: Antônio Cruz. </p>
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		<title>Por 9 votos a 2, Supremo invalida tese do marco temporal</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/22/por-9-votos-2-supremo-invalida-tese-do-marco-temporal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 10:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por votos 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A decisão foi obtida nesta quinta-feira (21), após a 11ª sessão para julgar o caso. Pela decisão, fica invalidada a tese, que é defendida por proprietários de terras. Antes do resultado conhecido [&#8230;]</p>
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<p>Por votos 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A decisão foi obtida nesta quinta-feira (21), após a 11ª sessão para julgar o caso.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1556932&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1556932&amp;o=node"></p>



<p>Pela decisão, fica invalidada a tese, que é defendida por proprietários de terras. Antes do resultado conhecido hoje, as decisões da Justiça poderiam fixar que os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.</p>



<p>O último voto da sessão foi proferido pela presidente da Corte, ministra Rosa Weber.</p>



<p>Segundo a ministra, a Constituição garante que as terras tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas são habitadas em caráter permanente e fazem parte de seu patrimônio cultural, não cabendo a limitação de um marco temporal.</p>



<p>“Eu afasto a tese do marco temporal, acompanhando na íntegra do voto do ministro Fachin [relator], reafirmando que a jurisprudência da Corte Interamericana dos Direitos Humanos aponta para posse tradicional como fator para reconhecer aos indígenas o direito as suas terras”, declarou a ministra.</p>



<p>O resultado do julgamento foi obtido com os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Luiz Fux e Gilmar Mendes. Nunes Marques e André Mendonça se manifestaram a favor do marco temporal.</p>



<p>Na quarta-feira (27), próxima sessão de julgamento, os ministros vão definir outras questões acerca desse tema.</p>



<p>Entre os pontos que serão debatidos está a possibilidade de indenização a particulares que adquiriram terras de “boa-fé”. Pelo entendimento, a indenização por benfeitorias e pela terra nua valeria para proprietários que receberam do governo títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas.</p>



<p>O processo que motivou a discussão trata da disputa pela posse da Terra Indígena (TI) Ibirama, em Santa Catarina. A área é habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani, e a posse de parte da terra é questionada pela procuradoria do estado.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Antônio Cruz. </p>
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		<title>Pedido de vista adia votação do Marco Temporal na CCJ para dia 27</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/21/pedido-de-vista-adia-votacao-do-marco-temporal-na-ccj-para-dia-27/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 09:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pedido coletivo de vista adiou para a próxima quarta-feira (27) a votação do Projeto de Lei (PL) que cria o Marco Temporal indígena no Brasil. O tema está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O relatório do senador Marcos Rogério (PL- RO) defendendo o Marco Temporal foi lido no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um pedido coletivo de vista adiou para a próxima quarta-feira (27) a votação do Projeto de Lei (PL) que cria o Marco Temporal indígena no Brasil. O tema está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O relatório do senador Marcos Rogério (PL- RO) defendendo o Marco Temporal foi lido no plenário da CCJ nesta quarta-feira (20). Em seguida, foi dada vista coletiva para que os parlamentares analisem o tema. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1556521&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1556521&amp;o=node"></p>



<p>O projeto de lei e o parecer do senador Rogério se baseiam no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), finalizado em 2009, que tratou da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, Naquela ocasião, o então ministro relator do caso Ayres Brito criou a tese do Marco Temporal indígena. &nbsp;</p>



<p>Tal tese estabelece que apenas as terras ocupadas pelos povos indígenas na data de promulgação da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/agencia-brasil-explica-entenda-o-que-e-o-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição, em 5 de outubro de 1988</a>, é que podem ser demarcadas.</p>



<p>“Finalmente o Congresso Nacional trará segurança e paz às populações indígenas e não indígenas, especialmente do campo. Não se pode aceitar que, 35 anos após a entrada em vigor da Constituição, ainda haja celeuma sobre a qualificação de determinada terra como indígena, gerando riscos à subsistência e à incolumidade física de famílias inteiras”, afirmou o relator.</p>



<p>Após o relator apresentar o voto, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) fez dura crítica ao projeto que considerou “claramente prejudicial aos povos indígenas” e criticou o fato de o projeto não ter tramitado na Comissão de Direitos Humanos.</p>



<p>“O tema é atinente aos povos indígenas e a comissão desta área específica se quer foi aberta para fazer uma avaliação dessa proposta”, criticou.&nbsp;</p>



<p>Além disso, Eliziane lembrou que o STF está reavaliando o tema e que deve derrubar a tese do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-09/stf-retoma-julgamento-sobre-marco-temporal-de-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marco Temporal</a>. “Essa lei não vai vigorar porque cairá no Supremo Tribunal Federal, mas é um gesto muito ruim do Congresso Nacional”, destacou.</p>



<p>O movimento indígena tem se&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-08/indigenas-se-mobilizam-para-acompanhar-julgamento-do-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mobilizado contra o projeto&nbsp;</a>por considerar que ele ignora o fato de que muitos povos indígenas foram expulsos de suas terras antes de 1988.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Audiência Pública negada&nbsp;</h4>



<p>Um pedido de audiência pública para discutir o projeto na CJJ antes da votação marcada foi negado pelo plenário da CCJ por 15 votos contra oito. O senador Mecias de Jesus (Republicanos/RR) defendeu que a audiência seria desnecessária.&nbsp;</p>



<p>“Não podemos transformar a Comissão de Constituição e Justiça em um debate desnecessário quando o debate já foi feito na Comissão de Agricultura (CRA)”, sustentou.</p>



<p>Para o senador Omar Aziz (PSD-MA), a audiência pública enriquece o debate sobre o tema. “Quando o senhor diz que já teve audiência pública na CRA é uma coisa, aqui temos que trazer juristas para discutir a constitucionalidade do projeto”, concluiu.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo promete reagir &nbsp;</h4>



<p>O líder do governo no Congresso Nacional senador Randofe Rodrigues (Sem Partido-AP) afirmou que a leitura do parecer do projeto do Marco Temporal, nesta quarta-feira, violou acordo firmado entre as lideranças partidárias e os povos indígenas.&nbsp;</p>



<p>“Houve um atropelo de acordos, de procedimentos e do próprio Supremo Tribunal Federal, que está julgando o tema. Boa parte dos parlamentares da base do governo estão viajando, não estão aqui”, protestou.&nbsp;</p>



<p>Randolfe prometeu reorganizar as forças governistas para votação do tema na próxima semana. “Vamos fazer rearranjos com os blocos partidários e reorganizar a nossa base para estar presente”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>STF retoma julgamento sobre marco temporal de terras indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 10:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (20) o julgamento sobre a constitucionalidade do&#160;marco temporal para demarcação de terras indígenas. O julgamento foi suspenso no dia 31 de agosto, quando o ministro Luís Roberto Barroso, último a votar sobre a questão, proferiu o quarto voto contra o marco. O placar do julgamento está 4 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/09/20/stf-retoma-julgamento-sobre-marco-temporal-de-terras-indigenas/">STF retoma julgamento sobre marco temporal de terras indígenas</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (20) o julgamento sobre a constitucionalidade do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/agencia-brasil-explica-entenda-o-que-e-o-marco-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">marco temporal para demarcação de terras indígenas</a>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1556440&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1556440&amp;o=node"></p>



<p>O julgamento foi suspenso no dia 31 de agosto, quando o ministro Luís Roberto Barroso, último a votar sobre a questão, proferiu o quarto voto contra o marco. O placar do julgamento está 4 votos a 2 contra a tese.</p>



<p>Até o momento, além de Barroso, os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin se manifestaram contra o marco temporal. Nunes Marques e André Mendonça se manifestaram a favor.</p>



<p>Moraes votou contra o limite temporal, mas estabeleceu a possibilidade de indenização a particulares que adquiriram terras de “boa-fé”. Pelo entendimento, a indenização por benfeitorias e pela terra nua valeria para proprietários que receberam do governo títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas.</p>



<p>A possibilidade de indenização aos proprietários por parte do governo é criticada pelo movimento indigenista. Para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a possibilidade é &#8220;desastrosa&#8221; e pode inviabilizar as demarcações.</p>



<p>O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) afirma que a possibilidade de indenização ou compensação de território vai aumentar os conflitos no campo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p>No julgamento, os ministros discutem o chamado marco temporal. Pela tese, defendida por proprietários de terras, os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época. Os indígenas são contra o entendimento.</p>



<p>O processo que motivou a discussão trata da disputa pela posse da Terra Indígena (TI) Ibirama, em Santa Catarina. A área é habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani, e a posse de parte da terra é questionada pela procuradoria do estado.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Antônio Cruz. </p>
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		<title>STF julga marco temporal para territórios de fundo e fecho de pasto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 11:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta quarta-feira&#160;(6) a validade do marco temporal para regularização de territórios de comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto da Bahia. Os territórios têm&#160;cerca de 200 anos de história. A regularização de quilombos também será discutida pela Corte.&#160; As comunidades de fundo e fecho de pasto [&#8230;]</p>
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta quarta-feira&nbsp;(6) a validade do marco temporal para regularização de territórios de comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto da Bahia. Os territórios têm&nbsp;cerca de 200 anos de história. A regularização de quilombos também será discutida pela Corte.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1553481&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1553481&amp;o=node"></p>



<p>As comunidades de fundo e fecho de pasto são tradicionais do sertão do estado. Elas são caracterizadas pela moradia de pequenos camponeses que praticam a agricultura familiar de subsistência no&nbsp;semiárido baiano.</p>



<p>Nas terras, não há um único dono,&nbsp;e a criação coletiva de animais é feita nas chamadas áreas de fundo de pasto, nas quais os animais são mantidos em áreas fixas, dentro da comunidade.&nbsp;</p>



<p>Nas terras de fecho de pasto, os animais são criados em rebanhos que ficam distantes do território, por falta de espaço nas comunidades. Nesses locais, o rebanho é levado por vaqueiros, que chegam a percorrer um dia de viagem para chegar ao pasto.&nbsp;</p>



<p>O Supremo julga a constitucionalidade do trecho da Lei 12.910/2013, da Bahia, que estabeleceu o prazo de 31 de dezembro de 2018 para apresentação de requerimento para reconhecimento de posse pelas comunidades. A norma teve o objetivo de regularizar terras públicas estaduais ocupadas por comunidades remanescentes de quilombos e de fundo e fecho de pasto.</p>



<p>A ação contra a lei foi protocolada em 2017 pelo então procurador -geral da República Rodrigo Janot. Para a PGR, a Constituição garante o direito das comunidades de fundo de preservar sua identidade.</p>



<p>Segundo a procuradoria, a Constituição não criou limite temporal para reconhecimento dessas&nbsp;comunidades.</p>



<p>&#8220;De forma incompatível com a Constituição, o que o artigo 3° da Lei 12.910, do estado da Bahia, faz é precisamente limitar o direito à existência das comunidades de fundo e fecho de pasto, ao definir um termo final para o processo de sua regularização fundiária. Aquelas comunidades que, cinco anos após a edição da lei, não protocolarem&nbsp;pedido de certificação do autorreconhecimento e de regularização fundiária não mais terão direito à posse de seus territórios tradicionais, de acordo com a norma atacada&#8221;, afirma a PGR.</p>



<p>A relatora do caso é a presidente do STF, Rosa Weber. No final deste mês, a ministra vai se aposentar e deixará a relatoria da ação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p>Os territórios das comunidades de fundo e fecho de pasto começaram a surgir a partir do declínio das sesmarias, pedaços de terras distribuídas pela Coroa Portuguesa a latifundiários durante o período colonial.&nbsp;</p>



<p>Após o declínio do ciclo do açúcar na Bahia, no século 18, as terras começaram a ser abandonadas, e trabalhadores dos latifúndios&nbsp;passaram a viver na terra. Os territórios se consolidaram&nbsp;a partir do desinteresse econômico pelo sertão baiano nos séculos 19 e 20.</p>



<p>Ao longo dos anos, a atividade rural passou por gerações de camponeses. A&nbsp;partir de 1970, com a expansão do agronegócio no&nbsp;interior da Bahia, começaram&nbsp;os avanços ilegais de terra em direção aos territórios de quilombolas e de fundo e fecho de pasto.&nbsp;</p>



<p>Os conflitos envolvem grilagem das terras comunais, adulteração de documentos de posse e&nbsp;uso de violência para intimidar as pessoas oriundas das comunidades.</p>



<p>De acordo com organizações que atuam em defesa dos agricultores, existem cerca de 1,5 mil comunidades de fundos e fechos de pasto na Bahia.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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