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	<title>Arquivos Marielle Franco - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Marielle Franco - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Herdeiras de Marielle querem combate à violência política no Rio</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/26/herdeiras-de-marielle-querem-combate-violencia-politica-no-rio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 10:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres negras e com origem em regiões periféricas consideram que as revelações mais recentes do caso Marielle Franco mostram que a atuação política delas é um risco, pelo fato de mostrarem resistência à ligação entre crime e agentes do estado. Nomes tidos como “herdeiros” das causas abraçadas pela vereadora assassinada há seis anos esperam que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mulheres negras e com origem em regiões periféricas consideram que as revelações mais recentes do caso Marielle Franco mostram que a atuação política delas é um risco, pelo fato de mostrarem resistência à ligação entre crime e agentes do estado. Nomes tidos como “herdeiros” das causas abraçadas pela vereadora assassinada há seis anos esperam que o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/saiba-quem-sao-os-suspeitos-de-mandar-executar-marielle-franco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desfecho do caso</a>&nbsp;seja uma chance para acabar com a violência política no país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587357&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587357&amp;o=node"></p>



<p>Na manhã de domingo (24), a Operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos no Rio de Janeiro, relacionados à morte da vereadora e do motorista dela, Anderson Gomes.</p>



<p>Foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro, o deputado federal Chiquinho Brazão,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-03/uniao-brasil-expulsa-deputado-brazao-apos-prisao-em-caso-marielle#:~:text=A%20Executiva%20Nacional%20do%20Uni%C3%A3o,matar%20a%20vereadora%20Marielle%20Franco." target="_blank" rel="noreferrer noopener">expulso nesta segunda-feira</a>&nbsp;(25) do partido União Brasil/RJ, e o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ. Os irmãos Brazão seriam os mandantes do crime, e o delegado Rivaldo é acusado de ajudar no planejamento e dificultar a investigação.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/hyXM7cHeCPrEYhkuEejYD1i650o=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/25/trio1.jpg?itok=-7pMwCBq" alt="Caso Marielle Franco - Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. Os três foram presos por forte envolvimento com o assassinato de Marielle Franco 
Foto: Alerj, ABr" title="Alerj"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. Os três foram presos por forte envolvimento com o assassinato de Marielle Franco Foto &#8211;&nbsp;<strong>Alerj</strong></h6>



<p>A ação foi deflagrada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Federal (PF).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contrariar interesses</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/-pSOZVbXA0_3Vsqok0y0jum78HM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/ffraz_abr_1010186211.jpg?itok=X1lOelKk" alt="Dani Monteiro é uma das deputadas estaduais negras eleitas pelo PSOL, para mandatos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), após o assassinato da vereadora do partido Marielle Franco, em março de 2018." title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Deputada Dani Monteiro&nbsp;<strong>Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Nascida no morro do São Carlo, a menos de um quilômetro de onde o carro de Marielle foi atingido por 13 tiros em uma noite de março, a deputada estadual Dani Monteiro (Psol) se tornou, aos 27 anos, a mulher mais jovem a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).</p>



<p>Segundo Dani Monteiro, &#8220;trabalhar por direitos humanos passa sempre por um embate contra interesses escusos de operadores do aparato estatal&#8221;. Ela diz acreditar que o Rio de Janeiro, desde a fundação, &#8220;é estruturado por grupos políticos que têm projeto de poder próprio e que se articulam de modo a manter as instituições sob seus domínios.</p>



<p>A deputada, que foi assessora parlamentar de Marielle, diz ver na investigação da PF que o Estado é o próprio gerador de insegurança, &#8220;pois promove violência em diversas modalidades, funcionando como parte de projetos de poder dessas pessoas que estão, há anos, operando politicamente e institucionalmente&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;É claro que perceber tudo isso deve nos deixar alerta. Nosso trabalho gera exposição, gera riscos, mas precisa ser feito. Expor, debater e propor caminhos é o que deve resultar de tudo isso. É o que nós vamos seguir fazendo, disse à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Surpresa e risco</h2>



<p>A militante pelos direitos humanos e ex-deputada estadual (2018-2022) Mônica Francisco, que era assessora de Marielle na Câmara de Vereadores à época do crime, disse à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;que recebeu com muita surpresa a notícia do&nbsp;envolvimento do delegado Rivaldo Barbosa no crime. &#8220;Era uma pessoa próxima a Marielle, de nós, ativistas de direitos humanos. A gente tinha o Rivaldo Barbosa como uma figura aliada, de muita cumplicidade e parceria&#8221;.</p>



<p>Rivaldo Barbosa foi a primeira autoridade a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/envolvimento-de-delegado-surpreende-familias-de-marielle-e-anderson" target="_blank" rel="noreferrer noopener">receber as famílias</a>&nbsp;do motorista Anderson Gomes e Marielle após o assassinato.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/RmPF_SUGhXhxZ-dmcCjUnmoDAGk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/25/1116656-tnrgo_abr_1604181386_1.jpg?itok=EyGZ-YdH" alt="Rio de Janeiro (RJ) 25/03/2024 - ATENÇÃO - Foto de arquivo feita em 16/04/2018 - Na foto é visto o ex chefe de Polícia Civil, Rivaldo Barbosa (e) ao lado dos pais da vereadora  assassinada Marielle Franco.
Legenda Original - A família da vereadora Marielle Franco, assassinada no dia 14 de março, se reuni com o chefe de Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa, sobre o andamento das investigações da morte da parlamentar e do motorista Anderson Gomes
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Foto de arquivo feita em 16/04/2018&nbsp;&#8211; Na foto é visto o ex-chefe de Polícia Civil, Rivaldo Barbosa (e) ao lado dos pais da vereadora assassinada Marielle Franco&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Mônica lembra que ela e toda a equipe da vereadora foram diversas vezes à delegacia de homicídios serem interrogadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Completamente descobertos, à mercê. A segurança que a gente tinha é de que havia, principalmente por parte do Rivaldo, uma possibilidade de um pouco mais de confiança nesse processo&#8221;, conta.</p>
</blockquote>



<p>Ela classifica as prisões como uma constatação de que a morte de Marielle foi um crime político, perpetrado por setores da política completamente alinhados com setores da polícia. &#8220;Organizados em uma ação desse tamanho e tendo uma atividade pregressa no submundo do crime, tendo o escritório do crime no lugar de trabalho do chefe da Polícia Civil à época e umbilicalmente ligados&#8221;, aponta.</p>



<p>Essa ligação entre criminosos e autoridades faz com que Mônica veja a atuação dela e de ativistas como uma &#8220;atuação política de risco&#8221;.</p>



<p>&#8220;A gente está completamente descoberto. Acho que é uma necessidade muito grande de se rever a segurança pública no estado do Rio de Janeiro. Quem deveria proteger, combater e ser um aliado na luta contra a violência política é o próprio agente desse risco, é o próprio agente da violência perpetrada contra nós, principalmente sendo mulheres negras periféricas. A gente precisa de uma segurança pública que seja cidadã, que seja saneada&#8221;, avalia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PEC contra milícias</h2>



<p>Para a deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ), que era amiga e companheira de militância de Marielle, muitos estados do país, especialmente o Rio de Janeiro, se organizam de forma que &#8220;crime e política são indissociáveis&#8221;.</p>



<p>&#8220;Isso é uma grande ameaça à democracia, a quem luta contra o domínio armado dos territórios, contra violência estatal, e a representantes políticos que expressam esse enfrentamento de forma mais contundente&#8221;, diz à <strong>Agência Brasil</strong> Talíria, que revela ter que andar com escolta e carro blindado por conta de ameaças de grupos de ódio e de milícias do Rio de Janeiro.</p>



<p>A deputada considera que o caso Marielle evidencia a urgência de enfrentar de forma contundente o poder das milícias. &#8220;Não dá para o crime governar em nenhum lugar&#8221;.Talíria informou que, ao lado de outros parlamentares, protocolou na Câmara dos Deputados uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) contra as milícias. Pelo texto, crimes cometidos por grupos paramilitares com participação de agentes do Estado possam ter a investigação transferidas para a esfera federal.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A PEC contra as milícias possibilita que a gente tire das mãos dos algozes a investigação de crimes cometidos por agentes do Estado. Milícia é o estado, mistura poderes político, econômico e armado. Os crimes cometidos por esses agentes não podem ser investigados por aqueles que estão envolvidos nesses esquemas. Por isso, a possibilidade de federalização, de deslocamento para Justiça Federal, é um avanço enorme para nossa democracia&#8221;, explica.</p>
</blockquote>



<p>A PEC precisa de ao menos 171 parlamentares para ser discutida na Casa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Engrenagem cruel</h2>



<p>A deputada estadual Renata Souza (Psol-RJ), que foi chefe do gabinete de Marielle na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, afirmou, em entrevista à&nbsp;<strong>TV Brasil</strong>, que recebeu as notícias com uma mistura de sentimentos. &#8220;Os sentimentos estão misturados, indignação, mas também alívio e esperança. É evidente que o feminicídio político da Marielle tem uma engrenagem muito aterrorizante da violência política no Rio de Janeiro, que é crime, polícia e política&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/c1F3Yq5uUUirW7Jpd-kOAzc9l_k=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_dsc9107.jpg?itok=JvL_WKYg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/08/2023 – A deputada estadual do Rio de Janeiro, Renata Souza (PSOL) durante o evento 48 Anos de Ousadia Feminista, ecos do seminário da ONU-ABI 1975,na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro da" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Deputada estadual do Rio de Janeiro, Renata Souza (PSOL)&nbsp;<strong>Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Assim como Marielle, Renata foi criada no conjunto de favelas da Maré, no Rio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;É fundamental que sigamos [pedindo] justiça para Marielle e para tantas outras mulheres negras, de favela, de periferia que tombam todos os dias diante de uma estrutura política que tem homens brancos criminosos, policiais, por trás dessa engrenagem tão cruel&#8221;.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Instituto Marielle</h2>



<p>A diretora executiva do Instituto Marielle Franco, Lígia Batista, classifica o dia das prisões dos irmãos Brazão e do delegado Rivaldo Barbosa como histórico. &#8220;Um dia que vai ficar marcado para sempre nessa caminhada e luta por justiça, não só para as famílias de Marielle e Anderson, mas para todas nós, pessoas que nos entendamos como sementes dessa luta&#8221;, disse em entrevista à&nbsp;<strong>Rádio Nacional</strong>, emissora da&nbsp;<strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong>&nbsp;(<strong>EBC</strong>).</p>



<p>O Instituto Marielle Franco foi criado após o assassinato, como forma de buscar justiça e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-03/seis-anos-apos-assassinato-instituto-mantem-legado-de-marielle-vivo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manter vivo o legado de Marielle</a>.</p>



<p>Lígia ressalta que&nbsp;a notícia de envolvimento de agentes públicos foi recebida com &#8220;indignação&#8221;.</p>



<p>&#8220;Essa fratura exposta que se tornaram esses assassinatos faz com que a gente precise, cada vez mais, questionar essa relação espúria entre polícia e política”. Apesar de reconhecer a importância das prisões, Lígia lembra que passados 6 anos, nenhum executor ou mentor do crime foi condenado pela Justiça. Ela pede que a condenação dos envolvidos seja um sinal de basta.</p>



<p>&#8220;É inaceitável que a lógica da nossa cultura política seja a do extermínio, seja a lógica que rechaça o embate de ideia e que admite, isso há bastante tempo no nosso país, a cultura da violência como a expressão máxima da nossa forma de construir reflexão política no país&#8221;, afirmou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Investigação</h2>



<p>De acordo com as investigações da Polícia Federal (PF), o assassinato de Marielle Franco foi motivado por&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/motivacao-da-morte-de-marielle-envolve-questao-fundiaria-e-milicia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">questões fundiárias</a>&nbsp;envolvendo as milícias do Rio de Janeiro. O relatório da PF cita uma divergência entre Marielle Franco e o grupo político do então vereador Chiquinho Brazão em torno do Projeto de Lei (PL) 174/2016, que buscava formalizar um condomínio na zona oeste da capital fluminense.</p>



<p>Marielle e Anderson Gomes foram assassinados a tiros enquanto se deslocavam de carro após uma agenda de trabalho, em 14 de março de 2018, na região central do Rio de Janeiro.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Caso Marielle: Prisão de mandantes elucida modus operandi das milícias do RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 10:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Esse momento é extremamente significativo, é uma vitória do Estado brasileiro”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ricardo Lewandowski, em entrevista coletiva neste domingo (24/03). A afirmação é referente à prisão preventiva de três suspeitos dos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, [&#8230;]</p>
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<p>“Esse momento é extremamente significativo, é uma vitória do Estado brasileiro”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ricardo Lewandowski, em entrevista coletiva neste domingo (24/03). A afirmação é referente à prisão preventiva de três suspeitos dos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro (RJ). O pronunciamento aconteceu no Palácio da Justiça, em Brasília (DF).</p>



<p><em>“Neste momento nós temos, bem claro, os executores deste crime, podemos dizer odioso, hediondo, por ser um crime de natureza política. A Polícia Federal, em suas investigações identificou os mandantes e os demais envolvidos”, observou o ministro, que não descartou o envolvimento de outros participantes no crime.</em></p>



<p>Iniciada na manhã deste domingo, a Operação Murder Inc prendeu Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.&nbsp;As prisões ocorrem após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, que está preso desde 2019 sob acusação de ser um dos executores do crime. Lessa indicou quem eram os mandantes e também a motivação do crime.</p>



<p>“Nesse momento a Polícia Federal encerra essa fase da investigação, apontando não só os mandantes, mas também apontando aqueles executores e aqueles intermediários e que de alguma maneira tem alguma relação com crime. Isso não anula, invalida que outras operações possam ser adotadas a partir desta etapa das apreensões, da análise de material que será feita e encaminhada ao Poder Judiciário”, afirmou o Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.</p>



<p>Sobre o inquérito, o diretor da PF afirmou, ainda, que durante os primeiros cinco anos houve a tentativa de desviar o foco da investigação dos verdadeiros mandantes. Um dos suspeitos presos nesta manhã, o delegado Rivaldo Barbosa, foi nomeado chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro no dia 8 de março de 2018. &#8220;Pode ser dito que, já antes do crime, havia uma relação indevida desse, que era então chefe da Delegacia de Homicídios, e depois chefe de polícia para desviar o foco da investigação daqueles que são os verdadeiros mandantes do crime&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Motivação</strong></h4>



<p>Ainda de acordo com Andrei Rodrigues, o relatório policial do caso aponta que a motivação do crime faz parte de um contexto que envolve o crime organizado, as milícias no Rio de Janeiro, regularização fundiária e a defesa do direito à moradia.</p>



<p>“A motivação básica do assassinato da vereadora Marielle Franco, que se opunha justamente ao grupo que, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, queria regularizar terras para usá-las com fins comerciais, enquanto que o grupo da vereadora Marielle queria utilizar essas terras para fins sociais, para fins de moradia popular”, esclareceu o ministro Lewandowski.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“O que este relatório policial e as longas investigações revelam é o&nbsp;<em>modus operandi</em>&nbsp;das milícias no Rio de Janeiro, que é bastante sofisticado, complexo, que se espalha infelizmente por todo o estado e por várias atividades. Tenho a impressão que, a partir deste caso, nós podemos, talvez, desvendar outros casos ou pelo menos seguir o fio de um novelo, cuja dimensão ainda não temos clara. Essa investigação é uma espécie de radiografia de como operam as milícias e o crime organizado no Rio de Janeiro”, concluiu o ministro.</strong></h4>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Eles foram baleados após participarem de um evento público na capital do estado. O carro foi atingido por 13 tiros. Além de ativista dos direitos humanos, da igualdade e do respeito à identidade de gênero, Marielle era uma obstinada estudiosa do sistema de Justiça e de seguranças pública.</p>



<p>Agência GOV.</p>
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		<title>Motivação da morte de Marielle envolve questão fundiária e milícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 10:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A principal motivação do assassinato da vereadora Marielle Franco, revelada neste domingo (24), envolve a disputa em torno da regularização de territórios no Rio de Janeiro. Em coletiva de imprensa para apresentar os&#160;resultados da investigação, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, leu trechos do relatório da Polícia Federal (PF), de mais de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/25/motivacao-da-morte-de-marielle-envolve-questao-fundiaria-e-milicia/">Motivação da morte de Marielle envolve questão fundiária e milícia</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A principal motivação do assassinato da vereadora Marielle Franco, revelada neste domingo (24), envolve a disputa em torno da regularização de territórios no Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587243&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587243&amp;o=node"></p>



<p>Em coletiva de imprensa para apresentar os&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/lewandowski-crime-foi-esclarecido-mas-novos-elementos-podem-surgir" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resultados da investigação</a>, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, leu trechos do relatório da Polícia Federal (PF), de mais de 470 páginas, citando a divergência entre Marielle Franco e o grupo político do então vereador Chiquinho Brazão em torno do Projeto de Lei (PL) 174/2016, que buscava formalizar um condomínio na Zona Oeste da capital fluminense.</p>



<p>Citando uma &#8220;reação descontrolada&#8221; de Chiquinho Brazão pelo resultado apertado da votação do PL no plenário da Câmara Municipal, segundo relatório da PF, o ministro afirmou que o crime começou a ser preparado ainda no segundo semestre de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Me parece que todo esse volumoso conjunto de documentos que recebemos, esse é um trecho extremamente significativo, que mostra, pelo menos, a motivação básica do assassinato da vereadora Marielle Franco, que se opunha, justamente, a esse grupo, que, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, queria regularizar terras, para usá-las com fins comerciais, enquanto o grupo da vereadora queria usar essas terras para fins sociais, de moradia popular&#8221;, afirmou Lewandowski.</p>
</blockquote>



<p>Segundo ele, a PF apontou que Domingos Brazão, um dos envolvidos, tem longa relação com grilagem de terras e ação de milícias. &nbsp;</p>



<p>Na mesma linha, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mencionou os elementos apurados na investigação. &#8220;Motivação tem que ser analisada no contexto. O que há são várias situações que envolvem a vereadora Marielle Franco, que levaram a esse grupo de oposição, que envolve também a questão ligada a milícias, disputa de territórios, regularização de empreendimentos. Há seis anos, havia um cenário e culminou nessa disputa&#8221;, afirmou o delegado.</p>



<p>A investigação da Polícia Federal concluiu que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão contrataram o ex-policial militar Ronnie Lessa para executar a vereadora Marielle Franco, em 2018. Na ocasião, o motorista dela, Anderson Gomes, também foi morto. Fernanda Chaves, assessora da vereadora, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-descortinou-rio-carcomido-pelo-crime-diz-sobrevivente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sobreviveu ao atentado</a>.</p>



<p>A conclusão está no&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/pf-aponta-irmaos-brazao-como-mandantes-da-morte-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório final da investigação</a>, divulgado após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar o sigilo do inquérito.</p>



<p>Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal, foram presos na manhã de hoje por determinação de Moraes. &nbsp;</p>



<p>Segundo o ministro da Justiça, o crime é relevador do &#8220;modus operandi&#8221; da milícia e do crime organizado no Rio de Janeiro.</p>



<p>&#8220;A partir desse caso, nós podemos talvez desvendar outros casos, ou seguir o fio da meada cuja dimensão não temos clara. Essa investigação é uma espécie de radiografia de como opera a milícia e o crime organizado no Rio de Janeiro&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Delegado envolvido</h2>



<p>No documento da PF, os investigadores mostram que o plano para executar Marielle&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/delegado-preso-assumiu-chefia-da-policia-civil-na-vespera-do-crime" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contou com a participação de Rivaldo Barbosa</a>, ex-chefe da Policia Civil do Rio. Segundo a PF, Rivaldo “planejou meticulosamente” o crime. Barbosa também foi preso na operação desta manhã.</p>



<p>&#8220;O que pode ser dito é que, antes do crime, havia uma relação indevida desse [Rivaldo], que era então chefe da Delegacia de Homicídios, depois, chefe de Polícia, para desviar o foco da investigação daqueles que são os verdadeiros mandantes do crime&#8221;, observou o diretor-geral da PF.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: José Cruz. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/25/motivacao-da-morte-de-marielle-envolve-questao-fundiaria-e-milicia/">Motivação da morte de Marielle envolve questão fundiária e milícia</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>Irmãos Brazão e delegado Rivaldo seguem para presídio federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 09:55:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os três presos neste domingo (24), suspeitos de serem os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, já estão em Brasília e serão encaminhados para o presídio federal, que fica no complexo penitenciário da Papuda, região sudeste do Distrito Federal. Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, e o delegado da Polícia Civil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os três presos neste domingo (24), suspeitos de serem os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, já estão em Brasília e serão encaminhados para o presídio federal, que fica no complexo penitenciário da Papuda, região sudeste do Distrito Federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587247&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587247&amp;o=node"></p>



<p>Os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, e o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barboda, detidos ainda pela manhã, durante a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/policia-federal-prende-tres-suspeitos-de-encomendar-morte-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Murder&nbsp;Inc</a>, chegaram à capital federal por volta das 16h, em aeronave da PF.</p>



<p>Após desembarcarem, eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), para exames de corpo de delito, uma praxe. Eles também passaram por audiência de custódia, presidida pelo juiz auxiliar do STF, Airton Vieira, que manteve as prisões.&nbsp;Ainda não foi informado oficialmente se os três permanecerão na Penitenciária Federal de Brasília ou se serão transferidos para outras unidades prisionais do país.</p>



<p>A prisão dos três, decretada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é preventiva, sem prazo determinado. A medida ainda passará por&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/prisao-de-suspeitos-no-caso-marielle-passara-por-referendo-no-supremo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">referendo em sessão virtual</a>&nbsp;da Primeira Turma do STF nesta segunda-feira (25).</p>



<p>No caso de Chiquinho Brazão, que é deputado federal, a Constituição Federal prevê que sua&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-03/prisao-de-chiquinho-brazao-precisa-ser-aprovada-pela-camara" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prisão deve ser apreciada pelo plenário da Câmara dos Deputados</a>, que poderá mantê-lo preso ou soltá-lo. A data da sessão ainda não foi anunciada, mas deverá ocorrer nos próximos dias.</p>



<p>A principal motivação do assassinato de Marielle e Anderson, revelada no relatório de investigação da PF, envolve a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/motivacao-da-morte-de-marielle-envolve-questao-fundiaria-e-milicia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disputa em torno da regularização de territórios no Rio de Janeiro</a>. Em coletiva de imprensa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que as investigações policiais levaram ao esclarecimento completo sobre quem são os&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/pf-aponta-irmaos-brazao-como-mandantes-da-morte-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mandantes dos crimes</a>, além dos os executores e os intermediários.</p>



<p>Marielle e Anderson foram assassinados a tiros, em um cruzamento na região central do Rio de Janeiro, em março de 2018, enquanto se deslocavam de carro após uma agenda de trabalho.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: José Cruz. </p>
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		<title>PF aponta irmãos Brazão como mandantes da morte de Marielle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 09:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) concluiu que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão contrataram o ex-policial militar Ronnie Lessa para executar a vereadora Marielle Franco, em 2018. Na ocasião, o motorista dela, Anderson Gomes, também foi morto.&#160; A conclusão está no relatório final da investigação, divulgado após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>A Polícia Federal (PF) concluiu que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão contrataram o ex-policial militar Ronnie Lessa para executar a vereadora Marielle Franco, em 2018. Na ocasião, o motorista dela, Anderson Gomes, também foi morto.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587238&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587238&amp;o=node"></p>



<p>A conclusão está no relatório final da investigação, divulgado após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar o sigilo do inquérito.&nbsp;</p>



<p>Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/policia-federal-prende-tres-suspeitos-de-encomendar-morte-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foram presos na manhã de hoje por determinação de Moraes</a>.&nbsp;</p>



<p>Para a PF, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que tem ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio,&nbsp;</p>



<p>“Os indícios de autoria mediata que recaem sobre os irmãos&nbsp;Domingos Inácio Brazão&nbsp;e&nbsp;José Francisco Brazão são eloquentes. Com base na dinâmica narrada pelo executor&nbsp;Ronnie Lessa e pelos elementos de convicção angariados durante a fase de corroboração de suas declarações, extrai-se que os irmãos contrataram dois serviços para a consecução do homicídio da então vereadora Marielle Franco”, disse a PF no relatório.&nbsp;</p>



<p>No documento, os investigadores mostram que o plano para executar Marielle contou com a participação de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-03/delegado-preso-assumiu-chefia-da-policia-civil-na-vespera-do-crime" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Policia Civil do Rio</a>. Segundo a PF, Rivaldo “planejou meticulosamente” o crime. Barbosa também foi preso na operação desta manhã.&nbsp;</p>



<p>“Se mostra indubitável a conclusão de que Rivaldo Barbosa instalou na diretoria de divisão de homicídios um verdadeiro balcão de negócios destinado a negociatas que envolviam a omissão deliberada ou o direcionamento de investigações para pessoas que se sabiam inocentes. Para tanto, Rivaldo fez negócio com contraventores, milicianos e, como se vê no caso em tela, políticos, no afã de se locupletar financeira e politicamente”, afirmam os investigadores.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento</h2>



<p>Durante as investigações, a PF avaliou provas e os depoimentos de delação dos ex-policiais Ronnie Lessa e Elcio Queiroz para finalizar o detalhamento dos primeiros passos do planejamento do assassinato.&nbsp;</p>



<p>Conforme o relatório, as tratativas ocorreram de forma clandestina e em breves encontros em locais desertos.&nbsp;</p>



<p>A primeira reunião ocorreu em 2017, quando, segundo a PF, os irmãos Brazão contrataram Edmilson Macalé, pessoa identificada como miliciano que atua na Zona Oeste do Rio e próximo aos mandantes.</p>



<p>Em seguida, Macalé convidou Ronnie Lessa para participar da empreitada criminosa, e as armas e os veículos usados no crime foram providenciados.&nbsp;</p>



<p>“Diante do teor da proposta, Macalé convidou Ronnie Lessa, notório sicário carioca, para a empreitada criminosa que, seduzido pela possibilidade de se tornar um miliciano detentor de uma extensa margem territorial, aceitou o convite e ambos foram à primeira reunião com os irmãos”, detalhou a investigação. </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Tomaz Silva. </p>
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		<title>PF faz operação e prende suspeitos dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/24/pf-faz-operacao-e-prende-suspeitos-dos-assassinatos-marielle-anderson/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 10:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal está realizando uma operação nesta domingo (24) no âmbito das invetsigações que apuram o assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. Foram presos o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil &#8211; RJ), Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Polícia Federal está realizando uma operação nesta domingo (24) no âmbito das invetsigações que apuram o assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. </p>



<p>Foram presos o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil &#8211; RJ), Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ. </p>



<p>Segundo a GloboNews, os agentes estão cumprindo 3 mandados de prisão preventiva e 12 busca e apreensão. os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>Brasil247 e Pedro Lima. </p>
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		<title>Ato por Marielle vira marcha pelas vítimas da violência do Estado</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/15/ato-por-marielle-vira-marcha-pelas-vitimas-da-violencia-do-estado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 10:55:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma expressão que ganhou vida em protestos e manifestações nos últimos seis anos voltou a ressoar nesta quinta-feira (14) na região da Avenida Rio Branco, umas das principais vias do Centro do Rio de Janeiro. “Marielle, presente!” foi entoada por cerca de duzentas pessoas que participaram de um ato para lembrar a morte da vereadora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma expressão que ganhou vida em protestos e manifestações nos últimos seis anos voltou a ressoar nesta quinta-feira (14) na região da Avenida Rio Branco, umas das principais vias do Centro do Rio de Janeiro. “Marielle, presente!” foi entoada por cerca de duzentas pessoas que participaram de um ato para lembrar a morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes e demonstrar solidariedade a vítimas da violência do Estado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1585711&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1585711&amp;o=node"></p>



<p>Parentes e companheiros de luta política se reuniram ao redor da estátua de Marielle Franco, erguida no Buraco do Luma, uma praça pública em que a vereadora negra, bissexual e criada na favela da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, sempre fazia discursos abertos à população.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/Y0qn2eLmPRLA_vBa7GTc1w_clIs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/14/_dsc5482.jpg?itok=9WxnDEEI" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/03/2024 – A mãe de Marielle Franco, Marinete Silva durante Ato por Justiça, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Pais de Marielle, durante ato na Avenida Rio Branco-&nbsp;<strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></h6>



<p>“Um dia de luta, de dor, mas também de resistência para continuar com essa luta, com nosso objetivo que é justiça por Marielle e Anderson o quanto antes. Ter o nome dos mandantes é fundamental”, declarou Marinete da Silva, mãe de Marielle, que pediu também que os crimes sejam julgados por júri popular – quando sentenças são decididas por representantes da sociedade.</p>



<p>“Continuamos fazendo a mesma pergunta que fizemos há seis anos, quem mandou matar e por quê?”, acrescentou Antonio Francisco da Silva Neto, pai da vereadora.</p>



<p>Filha de Marielle, Luyara Santos frisou que a família vai seguir lutando por justiça e “ser a continuação do sonho dela, ser resistência por ela”.</p>



<p>“Seis anos é tempo demais para dor, para saudade e para a justiça”, lamenta.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/SnmdFo5K45d45qVUddZDbwLegTE=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/14/_dsc5599.jpg?itok=zmjTd0UR" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/03/2024 – A filha de Marielle Franco, Luyara Santos durante Ato por Justiça, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Filha de Marielle Franco, Luyara Santos, diz que família continuará o trabalho da mãe&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></h6>



<h2 class="wp-block-heading">Vítimas da violência</h2>



<p>A manifestação que clamava justiça pelos assassinados da noite de 14 de março de 2018 se transformou em uma marcha de apoio a parentes de vítimas da violência do Estado, a maioria preta e de regiões periféricas.</p>



<p>“São seis anos de muita dor. Se leva seis anos ou mais e era Marielle dentro do carro, imagina para todos os outros casos que não estavam com Marielle”, indagou Agatha Arnaus, viúva de Anderson Gomes.</p>



<p>“Pergunto-me se todos esses casos vão ter resposta. Quantos vão ficar invisíveis”, disse, se referindo aos casos de familiares de vítimas da violência que acompanhavam o ato.</p>



<p>“A gente tem que se indignar muito mais do que só no dia 14 de março. A gente tem que se indignar muito mais e todos os dias”, enfatizou.</p>



<p>Irmã de Marielle, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, cobrou o fim da violência contra populações periféricas e minorias.</p>



<p>“A gente não pode naturalizar nesse país, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, as fotos que estão aqui, nenhum crime, não apenas o da minha irmã”. Ela se referia a cartazes levados por familiares de vítimas da violência.</p>



<p>“Não é normal a gente ter um jovem negro sendo assassinado a cada 23 minutos nesse país, não é normal uma mulher negra ser violentada a cada 6 horas nesse país”, enfatizou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Violência política</h2>



<p>Anielle Franco fez um apelo por união contra a violência política no país. “Isso precisa acabar. Não interessa qual o seu posicionamento político, não interessa em quem você votou, o que a gente não pode permitir mais, em hipótese nenhuma, é que a gente não dialogue a favor da democracia e de uma população que siga viva”.</p>



<p>Lígia Batista, diretora executiva do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-03/seis-anos-apos-assassinato-instituto-mantem-legado-de-marielle-vivo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Marielle Franco</a>, criado para manter o legado da vereadora,&nbsp;aponta que a demora na resolução do caso já é, por si só, uma injustiça. “Justiça atrasada é justiça negada”.</p>



<p>Ela ressaltou&nbsp;que a luta pelo caso de Marielle representa também luta por “todos os familiares, mães de vítimas de violência desse Estado” e fez críticas à violência política de gênero e raça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É lamentável que a gente conviva com a violência política de gênero e raça, que coloca em risco a vida de pessoas como Marielle, ao ocuparem a política institucional. É fundamental que nessa data a gente marque que é inaceitável que a violência política de gênero e raça continue sendo uma realidade no nosso país. Com violência política de gênero e raça não existe qualquer sombra de democracia em um país como esse”.</p>
</blockquote>



<p>A diretora do Instituto Marielle promete&nbsp;seguir um caminho combativo por um país sem violência política.</p>



<p>“Se essa luta incomoda, a gente vai continuar caminhando, porque o incômodo significa que a gente está promovendo transformações de verdade para esse país. A gente quer ver um país diferente, em que a política não é um espaço violento para ninguém e que a gente possa lutar para mudar as estruturas do poder e fazer com que essa realidade seja outra”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia de homenagens</h2>



<p>A marcha seguiu pela Avenida Rio Branco e terminou na Praça da Cinelândia, na escadaria do Palácio Pedro Ernesto, onde funciona a Câmara Municipal, local de trabalho de Marielle Franco. Pela manhã, a vereadora Monica Benicio, viúva de Marielle, fez um ato no local em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/ato-na-cinelandia-lembra-seis-anos-da-morte-de-marielle-franco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">homenagem à vereadora</a>&nbsp;assassina e um pedido por justiça.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/Bxw-sUvVWvObnJWQYlSFnDA3OYo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/14/_dsc5396-2.jpg?itok=krfR3xyL" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/03/2024 – Ato simbólico marca os seis anos do assassinato de Marielle Franco, nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Ato simbólico marca os seis anos do assassinato de Marielle Franco, nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.<strong>&nbsp;Foto</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></h6>



<p>No fim da tarde, o Festival Justiça Por Marielle &amp; Anderson, na Praça Mauá, também no centro do Rio, também homenageia a vereadora e o motorista assassinados. A atração gratuita conta com apresentações de diversos artistas, como as cantoras Urias e Ebony, e exposições com obras em homenagem a&nbsp;Marielle.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O crime</h2>



<p>Marielle Franco e Anderson Gomes foram mortos em uma noite de terça-feira. Ela tinha saído de um encontro no Instituto Casa das Pretas, no centro do Rio. O carro dela foi perseguido pelos criminosos até o bairro do Estácio, que faz ligação com a zona norte carioca. Investigações e uma delação premiada apontam o ex-policial militar (PM) Ronnie Lessa como autor dos disparos. Treze tiros atingiram o veículo.</p>



<p>Lessa está preso, inclusive tendo já sido condenado por contrabando de peças e acessórios de armas de fogo. O autor da delação premiada é o também<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-07/ex-pm-confirma-participacao-de-mais-pessoas-no-assassinato-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;ex-PM Élcio Queiroz</a>, que dirigia o Cobalt usado no crime.</p>



<p>Outro suspeito de envolvimento preso é o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/operacao-que-apura-morte-de-marielle-prende-no-rio-ex-bombeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ex-bombeiro Maxwell Simões Correia</a>, conhecido como Suel. Seria dele a responsabilidade de entregar o Cobalt usado por Lessa para desmanche. Segundo investigações, todos têm envolvimento com milícias.</p>



<p>No fim de fevereiro, a polícia prendeu Edilson Barbosa dos Santos, conhecido como Orelha. Ele é o dono do ferro-velho acusado de fazer o desmanche e o descarte do veículo usado no assassinato. O homem já havia sido denunciado pelo Ministério Público em agosto de 2023. Ele é acusado de impedir e atrapalhar investigações.</p>



<p>Apesar das prisões, seis anos após o crime ninguém foi condenado. Outros suspeitos foram mortos.</p>



<p>Desde 2023, a investigação iniciada pela polícia do Rio de Janeiro está sendo conduzida pela Polícia Federal (PF). A PF informou que não comenta ou divulga informações sobre investigações em andamento.</p>



<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que criou uma força-tarefa para acompanhar as investigações em 2021, afirmou à <strong>Agência Brasil</strong> que tem o compromisso na elucidação dos assassinatos e que “avanços foram obtidos no último ano nas investigações”.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Tomaz Silva. </p>
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		<title>Investigação sobre morte de Marielle Franco é enviada ao Supremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 10:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo que apura os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação procura saber quem atuou como mandante das mortes. Há seis anos, em 14 de março de 2018, a vereadora e seu motorista foram baleados dentro do carro em que transitavam [&#8230;]</p>
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<p>O processo que apura os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação procura saber quem atuou como mandante das mortes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1585762&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1585762&amp;o=node"></p>



<p>Há seis anos, em 14 de março de 2018, a vereadora e seu motorista foram baleados dentro do carro em que transitavam na região central do Rio de Janeiro.</p>



<p>O inquérito está em segredo de Justiça e ainda não é possível obter detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal (PF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o processo tramitava, a enviar o caso ao Supremo.</p>



<p>Nas questões criminais, cabe ao STF o julgamento de autoridades com foro privilegiado na Corte, como deputados federais e senadores. Dessa forma, uma das justificativas para a remessa da investigação pode ser a citação do nome de alguma autoridade com foro na Corte. Contudo, o motivo da movimentação da investigação não foi confirmado pela Polícia Federal.</p>



<p>Em outro processo sobre a investigação, o policial militar reformado Ronnie Lessa deve ser levado a júri popular. Ele é acusado de ser um dos executores dos assassinatos.</p>



<p>Ontem (14), mais cedo, no centro do Rio, familiares, amigos e outras vítimas de violência protestaram contra o crime, que segue até hoje sem o esclarecimento sobre os mandantes. </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>MPRJ quer júri popular para acusado pela morte de Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 09:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal movida contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, e pede que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, [&#8230;]</p>
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<p>A Força-tarefa Marielle Franco e Anderson Gomes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou as alegações finais na ação penal movida contra o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, e pede que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1585397&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1585397&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com o MPRJ, nas conclusões do parecer, além do julgamento, os promotores Eduardo Morais Martins e Mario Jessen Lavareda pedem que o réu seja pronunciado por homicídio duplamente qualificado contra Marielle e Anderson, além de uma tentativa de homicídio duplamente qualificado contra Fernanda Chaves, assessora da vereadora, que estava no mesmo carro no dia do crime.</p>



<p>Os promotores pedem ainda que Suel seja julgado por receptação referente ao veículo Cobalt, usado no crime, e a manutenção da prisão preventiva do réu em presídio federal de segurança máxima.</p>



<p>No dia 24 de julho do ano passado, Suel foi preso na Operação Élpis, deflagrada pela Polícia Federal e o MPRJ, na primeira operação realizada desde que a PF assumiu as investigações no início de 2023.</p>



<p>Por atrapalhar as investigações, Suel foi condenado em 2021 a 4 anos de prisão e cumpre pena em regime aberto. Em 2020, ele inha sido preso na Operação Submersos II.</p>



<p>De acordo com o MPRJ, Suel e o ex-policial militar Ronnie Lessa, denunciados na primeira fase da operação, lideravam o esquema criminoso. Os dois já estão presos, porque são apontados de participação nas mortes da vereadora e do motorista. </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PF nega acordo para nova delação no caso Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 09:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) informou, em nota divulgada na noite desta terça-feira (23), que, até o momento, ocorreu apenas uma delação premiada nas investigações do caso envolvendo o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. “A Polícia Federal informa que está conduzindo há cerca de onze meses as investigações referentes aos homicídios [&#8230;]</p>
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<p>A Polícia Federal (PF) informou, em nota divulgada na noite desta terça-feira (23), que, até o momento, ocorreu apenas uma delação premiada nas investigações do caso envolvendo o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577487&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577487&amp;o=node"></p>



<p>“A Polícia Federal informa que está conduzindo há cerca de onze meses as investigações referentes aos homicídios da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes. Ao longo desse período, a Polícia Federal trabalhou em parceria com outros órgãos, notadamente o Ministério Público, com critérios técnicos e o necessário sigilo das diligências realizadas. Até o momento, ocorreu uma única delação na apuração do caso, devidamente homologada pelo Poder Judiciário”</p>



<p>A delação citada na nota é a do ex-policial militar Élcio de Queiroz, que dirigia o carro usado no crime. Os&nbsp;<a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/executores-monitoravam-marielle-franco-antes-do-crime" target="_blank" rel="noreferrer noopener">detalhes dessa delação</a>&nbsp;foram a público em julho do ano passado e é a única confirmada pela PF até o momento.</p>



<p>A manifestação da PF ocorre após publicações, por veículos da imprensa, que afirmam que o ex-policial militar Ronnie Lessa teria aceito acordo de delação premiada com a Polícia Federal e fornecido informações que apontam o mandante do crime.</p>



<p>A suposta novidade no caso provocou&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-01/caso-marielle-familia-aguarda-informacoes-oficiais-diz-anielle">manifestações da irmã de Marielle</a>, a ministra da Igualdade Racial Anielle Franco. “Recebi as últimas notícias relacionadas ao caso Marielle e Anderson e reafirmo o que dizemos desde que a tiraram de nós: não descansaremos enquanto não houver justiça”.</p>



<p>A PF, no entanto, não confirma as informações envolvendo Lessa e acrescentou que elas podem comprometer as investigações.</p>



<p>“As investigações seguem em sigilo, sem data prevista para seu encerramento. A divulgação e repercussão de informações que não condizem com a realidade comprometem o trabalho investigativo e expõem cidadãos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Papel da imprensa</h2>



<p>A viúva de Marielle, a vereadora Mônica Benício, também se manifestou sobre os recentes capítulos envolvendo o crime. Ela criticou a atuação de alguns veículos de imprensa e jornalistas, que disse estarem mais preocupados com&nbsp;<em>likes</em>&nbsp;[curtidas]. “Matérias&nbsp;<em>clickbait</em>&nbsp;[caça-cliques] começam a surgir de forma irresponsável, com os familiares, com as investigações e a elucidação do caso e com o papel democrático que a imprensa deve ter”.</p>



<p>Mesmo assim, ela exalta que a “imprensa teve e terá um papel de suma importância no andamento das investigações, na elucidação e na penalização dos envolvidos, executores e mandantes.”</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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