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	<title>Arquivos Milei - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Milei - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Entenda as possíveis consequências do pacote econômico de Milei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pacote econômico anunciado pelo governo do presidente Javier Milei, na Argentina, deve causar impactos expressivos e imediatos na maioria da população do país. Para entender as possíveis consequências dessas medidas, a&#160;Agência Brasil&#160;entrevistou dois professores de economia de diferentes correntes de pensamento. Para o economista André Roncaglia, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), [&#8230;]</p>
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<p>O pacote econômico anunciado pelo governo do presidente Javier Milei, na Argentina, deve causar impactos expressivos e imediatos na maioria da população do país. Para entender as possíveis consequências dessas medidas, a&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;entrevistou dois professores de economia de diferentes correntes de pensamento.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572930&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572930&amp;o=node"></p>



<p>Para o economista André Roncaglia, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as medidas anunciadas devem cobrar um alto custo da maioria da população do país em uma verdadeira “terapia de choque”, que abre a possibilidade de convulsões sociais.</p>



<p>“Vão tentar fazer uma terapia de choque na sociedade argentina, baseados num diagnóstico equivocado do ponto de vista teórico, porque está tomando o efeito como causa. O déficit fiscal é mais efeito do processo inflacionário do que causa e a terapia que eles estão propondo tem o risco de causar uma severa recessão na economia”, alerta.</p>



<p>Analise diferente faz o professor de economia da Universidade Federal de Minas Gerais Mauro Sayar, para quem o déficit público deve ser combatido com medidas duras. Ele pondera que os efeitos negativos devem ser amenizados pelo aumento dos benefícios sociais anunciados pelo governo.</p>



<p>“Medidas que aparentemente são boas, que a gente fala que são populistas e que vêm sendo implementados na Argentina por vários governos, durante vários anos, mostraram-se equivocadas. Querer que coisas similares sejam colocadas em prática é desejar que a Argentina continue ruim. Infelizmente, tem horas que medidas mais duras devem ser tomadas”, avalia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/metdcXq7GwfevvDXlJ4nqbr6HQg=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/professor.jpg?itok=twND6oXb" alt="15/12/2023, O professor do departamento de Ciências Econômicas - UFMG, Mauro Sayar, comenta os impactos do coronavírus na economia mundial. Foto: Frame/TV UFMG" title="Frame/TV UFMG"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Economista Mauro Sayar &#8211; Foto: Frame/TV UFMG</h6>



<p>As análises divergentes podem ser explicadas porque, enquanto o professor Roncaglia é identificado com o campo heterodoxo e desenvolvimentista da economia, o Sayar é identificado com um campo liberal. São correntes de pensamento que, na maioria das vezes, divergem quanto as causas e as consequências dos eventos econômicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas</h2>



<p>O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, defende que a origem de todos os problemas econômicos do país é o déficit fiscal do Estado, que gasta mais do que consegue arrecadar. “Essa é a razão dos nossos problemas. Por isso, agora, o que vamos fazer é o oposto o que sempre foi feito, solucionar esse problema pela raiz”, disse Caputo, que foi secretário de Finanças durante o governo de Maurício Macri (2015-2019).</p>



<p>Para reduzir o déficit fiscal primário, previsto para ser de menos de 3% do PIB (soma de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2024, o governo anunciou a redução dos subsídios ao transporte e à energia; a desvalorização da moeda em 50% (de 400 pesos para 800 pesos o valor do dólar oficial); a redução de 18 para nove ministérios e de 106 para 54 secretarias; o cancelamento das obras públicas já licitadas e não iniciadas, além de prometer não iniciar novas obras públicas; a taxação da importação e exportação, acabando com as licenças para importar; além de não renovar os contratos dos trabalhadores com menos de 1 ano de serviço no Estado.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" alt="15/12/2023 - O ministro da Economia Argentina, Luis Caputo, durante anúncio. Foto: Frame/Ministério de Economia/AR" title="Frame/Ministério de Economia/AR"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, durante anúncio de medidas econômicas do novo governo &#8211; Foto: Frame/Ministério de Economia/AR</h6>



<p>A promessa é que essas medidas possam combater a inflação na Argentina, que fechou novembro em 160%, considerando o acumulado dos últimos 12 meses.</p>



<p>O ministro da Economia reconhece que as medidas vão piorar a situação, no início, mas prometeu que, após o choque inicial, a economia deve melhorar. “Vamos estar durante uns meses pior que antes, particularmente em termos de inflação”, admitiu. Para amenizar os efeitos negativos da medida, o governo duplicou o valor do benefício assistencial e aumentou o cartão alimentação em 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prejudica a maioria</h2>



<p>O professor Roncaglia explica que as medidas devem aumentar a inflação, prejudicando a maioria da população.</p>



<p>“As medidas geram uma pressão inflacionária hoje, o que deprime os salários de maneira muito profunda, gera dificuldade para os exportadores, porque está tributando exportações e tributando importações e não gera incentivo ao investimento. Então, a combinação desses elementos sobrecarrega as massas populares no que diz respeito a suportar o custo da estabilização, ou seja, os trabalhadores, pensionistas e funcionários públicos”, afirmou.</p>



<p>Por outro lado, acredita que a população mais rica não deve sentir o mesmo efeito. “A camada mais rica da população que tem dólar expatriado, que está fora do país, não vai sofrer nada”, completou.</p>



<p>O economista disse ainda que não há certeza de que a retomada econômica ocorra após a terapia de choque. “É algo que não tem absolutamente nenhuma certeza, nenhuma segurança, porque eles não estão atacando a causa do problema e a causa do problema inflacionário é a falta de dólares”, ponderou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/QTUwUf9wS54pKzrt2l4g5O5itR4=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja_6804.jpg?itok=M94QeWZU" alt="Brasília (DF) 22/11/2023 – O  economista André Roncáglia é o convidado do programa na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) - `DR com Demori.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Economista André Roncáglia &#8211; Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</h6>



<p>Para Roncaglia, as medidas anunciadas terão dificuldades em atrair dólares, o que pode vir a ocorrer por meio de novos empréstimos ao Fundo Monetário Internacional (FMI). “A questão que fica é, o que o FMI está disposto a emprestar para a Argentina? É suficiente para estabilizar a economia?”, questiona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Déficit alimenta a inflação</h2>



<p>O economista Mauro Sayar, em contraponto, acha que a população mais pobre já está sofrendo com a inflação, e acredita que a forma de combatê-la é equilibrando as contas públicas.</p>



<p>“[Com o ajuste fiscal] o governo passa a ter mais crédito, coisa que o governo argentino não tem. Ninguém está disposto a financiar um governo em que você compra um título do governo que esse título não vai valer nada porque vai ser corroído pela inflação”, destacou.</p>



<p>Sayar também defende o corte nos subsídios que, na sua visão, beneficia parcela mais rica da população, como no caso dos subsídios aos combustíveis. “Não se deve ficar dando subsídios para tornar os preços de produtos artificialmente mais baratos. Vamos ver quais são os verdadeiros preços. Os preços devem refletir os custos das mercadorias”, explica.</p>



<p>As medidas do Milei também foram elogiadas pelo FMI. As medidas podem ajudar a “estabilizar a economia e estabelecer as bases para um crescimento mais sustentável e liderado pelo setor privado”, segundo Julie Kozarck, diretor de Comunicações do FMI.</p>



<p>Por outro lado, movimentos sociais e sindicais argentinos prometem protestos contra o pacote de austeridade fiscal. Contra os protestos, o governo prometeu usar as Forças Armadas caso as manifestações prejudiquem a circulação de pessoas e mercadorias.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Entenda como Milei pode interferir nas relações Brasil-Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 09:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vitória do candidato ultradireitista Javier Milei para presidência da Argentina, no domingo (19), levantou dúvidas em relação ao futuro das relações diplomáticas e econômicas entre&#160;Brasil e Argentina devido a posturas do candidato ao longo da campanha. Milei defendeu a saída da Argentina do Mercosul, mas depois recuou e passou a defender apenas mudanças no [&#8230;]</p>
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<p>A vitória do candidato ultradireitista Javier Milei para presidência da Argentina, no domingo (19), levantou dúvidas em relação ao futuro das relações diplomáticas e econômicas entre&nbsp;Brasil e Argentina devido a posturas do candidato ao longo da campanha. Milei defendeu a saída da Argentina do Mercosul, mas depois recuou e passou a defender apenas mudanças no bloco econômico, que reúne também Uruguai, Brasil e Paraguai.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1567606&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1567606&amp;o=node"></p>



<p>Milei disse também que não faria negócios com o Brasil, nem com a China, os dois principais parceiros comerciais da Argentina, e ainda fez duras críticas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lançando dúvidas sobre as relações entre os dois países. A Argentina, afinal, é o terceiro principal destino das exportações brasileiras, perdendo apenas para China e Estados Unidos. &nbsp;</p>



<p>Para entender como a vitória do político ultraliberal pode afetar as relações com o Brasil, a&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;ouviu especialistas que estudam a América Latina. &nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/E3-G5LX5zJ5DqHxjYmxXfrloQWY=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/whatsapp_image_2023-11-20_at_14.00.26.jpeg?itok=geyscfQi" alt="Nildo Ouriques  - Impactos da vitória de Milei nas eleições argentinas. - Foto: Arquivo Pessoal" title="Arquivo pessoal"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Professor Nildo Ouriques acredita que a relação entre Brasil e Argentina não será alterada &#8211;&nbsp;<strong>Arquivo pessoal</strong></h6>



<p>Para o professor Nildo Ouriques, a relação entre Brasil e Argentina, dada a dependência entre os dois países, não deve ser alterada. O presidente do Instituto de Estudos Latino-americanos da Universidade Federal de Santa Catarina (Iela-UFSC) defendeu que a política é feita de atos, não de declarações. &nbsp;</p>



<p>“Uma campanha eleitoral na América Latina não tem a menor importância prática se você não vincular as declarações com os atos. Vamos ver o que o Milei vai fazer, mas será muito pouco. O Mercosul é o paraíso das multinacionais. Por isso mesmo, o bloco não corre nenhum risco. Acha que Lula ou Milei vão se enfrentar com as multinacionais? De jeito nenhum. Das 15 maiores empresas do comércio entre Brasil e Argentina, 13 são multinacionais”, explicou. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ouriques acrescentou que as relações comerciais vão depender das condições econômicas dos dois países. “Pode aumentar o comércio do Brasil com a Argentina de Milei se for de interesses das multinacionais e dos comerciantes argentinos. O resto é discurso, é a arte de iludir necessária para processos eleitorais”, destacou. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação Institucional&nbsp;</h2>



<p>O cientista político argentino Leandro Gabiati destacou que aliados e assessores do futuro presidente da Argentina, apesar de afirmarem que ele não terá relação pessoal com o presidente Lula, afirmam que haverá contatos institucionais via Itamaraty ou ministérios. &nbsp;</p>



<p>“Ainda que os dois presidentes não conversem diretamente, há interesses em comum que farão com que as relações entre os dois países continuem relativamente normais. Enxergo como algo parecido com o que aconteceu entre o ex-presidente Bolsonaro e o presidente argentino Alberto Fernández. Os dois não dialogaram durante suas gestões, mas muita coisa continuou avançando”, ponderou. &nbsp;</p>



<p>Gabiati acredita, porém, que medidas de teor liberal, ainda que não tire a Argentina do Mercosul, pode enfraquecer o bloco. “Não será uma relação fácil entre Argentina e Brasil, mas não se chegará ao radicalismo de tirar a Argentina do Mercosul porque isso traria sérios impactos para economia e indústria argentina”, afirmou. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração Latino-americana</h2>



<p>O professor de Relações Internacionais e Economia da Universidade Federal do ABC (UFABC)&nbsp;Giorgio Romano Schutte&nbsp;ressaltou que ainda é cedo para avaliar como ficarão as relações entre os dois países, mas acredita que o comércio não deve ser alterado.&nbsp;</p>



<p>“As relações comerciais são feitas por atores econômicos. Isso não deve sofrer tanto. O comércio vinha sofrendo por causa da situação econômica na Argentina. Agora, há um fato de incerteza, que é de como os investidores vão avaliar a eleição. Mas a tendência é que as relações comerciais existentes não devem sofrer tanto assim”, ponderou.&nbsp;</p>



<p>Sobre o Mercosul, Schutte avaliou que Milei pode tentar mudar as regras, mas que caberá ao Brasil resistir. Além disso, destacou que as propostas do atual governo do Brasil de revitalizar a integração latino-americana devem ser prejudicadas, devido a postura do futuro presidente argentino. “Essa ideia de fortalecer a inserção brasileira no mundo por meio de uma integração latino-americana vai ficar muito difícil”, acrescentou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Brics&nbsp;&nbsp;</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/7peckBoryCMnj8F4cGIkAyXxQlY=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/whatsapp_image_2023-11-20_at_12.44.14.jpeg?itok=NTE4VFQr" alt="Audrey Andrade Gomes  - Impactos da vitória de Milei nas eleições argentinas. - Foto: Arquivo Pessoal" title="Arquivo pessoal"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Pesquisadora Audrey Andrade Gomes avalia que vitória de Milei deve deve reduzir coesão do Mercosul &#8211;&nbsp;<strong>Arquivo pessoal</strong></h6>



<p>A pesquisadora do Observatório de Política Externa e da Isenção Internacional do Brasil (Opeb)&nbsp;Audrey Andrade Gomes&nbsp;destacou que a vitória de Milei deve reduzir a coesão do Mercosul e interferir no&nbsp;Brics, bloco econômico que o Brasil participa e reúne potências emergentes, como China, Rússia, África do Sul e Índia e que, recentemente,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-08/seis-novos-paises-integrarao-o-brics-partir-de-janeiro-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">incluiu a Argentina no bloco</a>.</p>



<p>“Talvez ele não consiga cumprir suas promessas de campanha, como a distância que ele quer manter com a China e o Brasil. Ele não tem como se desvencilhar dos principais parceiros da Argentina. Mas, ainda assim, ele pode criar problemas de integração que dificultem a coesão e solidez do Mercosul. Mas o problema maior é o&nbsp;Brics,&nbsp;porque esse bloco tem proposta de usar outra moeda para transações comerciais que fujam ao dólar e essa não é a proposta do Milei”, afirmou. Milei defende que a Argentina adote o dólar estadunidense como moeda nacional do país. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Javier Milei&nbsp; &nbsp;</h2>



<p>Alçado à fama como comentarista econômico em programas de televisão, Javier Milei ganhou apoio de políticos da direita tradicional no segundo turno, como o ex-presidente Mauricio Macri e a candidata derrotada Patricia Bullrich. &nbsp;</p>



<p>O futuro presidente argentino define-se como libertário e anarcocapitalista e declarou-se defensor de ideias como a comercialização de órgãos e a livre venda de armas. Ele promete dolarizar a economia e extinguir o Banco Central argentino para acabar com a inflação. Porém, no segundo turno, ele amenizou promessas anteriores, prometendo não mais privatizar a saúde e as escolas públicas.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/11/21/entenda-como-milei-pode-interferir-nas-relacoes-brasil-argentina/">Entenda como Milei pode interferir nas relações Brasil-Argentina</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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