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	<title>Arquivos Pacheco - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Pacheco - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Pacheco pede inclusão de infraestrutura em PL de dívida dos estados</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/12/pacheco-pede-inclusao-de-infraestrutura-em-pl-de-divida-dos-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 10:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de vagas em ensino técnico, o projeto de lei de renegociação das dívidas estaduais deve incluir projetos de infraestrutura como contrapartida para a redução dos juros, disse nesta quinta-feira (11) o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ele defendeu mais flexibilidade para os estados escolherem o tipo de investimento que devem executar em troca [&#8230;]</p>
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<p>Além de vagas em ensino técnico, o projeto de lei de renegociação das dívidas estaduais deve incluir projetos de infraestrutura como contrapartida para a redução dos juros, disse nesta quinta-feira (11) o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ele defendeu mais flexibilidade para os estados escolherem o tipo de investimento que devem executar em troca da melhoria das condições de pagamento dos débitos.</p>



<p>“Sou plenamente a favor de que as contrapartidas exigidas pela União possam ser flexíveis para o proveito da sociedade que se beneficia delas. Por vezes, o estado já tem suficientemente investidos custos na educação e quer investir em infraestrutura. Outros, que têm investimentos em infraestrutura, e queiram investir em educação”, afirmou o presidente do Senado, após se reunir com representantes do governo de Minas Gerais.</p>



<p>No fim de março, o Ministério da Fazenda tinha apresentado o Programa Juntos por Educação, que propõe a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-03/governo-propoe-vagas-de-ensino-tecnico-para-reduzir-divida-de-estados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redução dos juros das dívidas dos estados&nbsp;</a>que investirem no ensino técnico. A proposta é reduzir o indexador de Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ao ano para IPCA mais 1% ao ano.</p>



<p>Segundo Pacheco, a sugestão partiu do governo mineiro, mas a proposta beneficia os estados que já investem em ensino profissionalizante. “Essa flexibilidade é algo inteligente e razoável. Não se pode exigir como contrapartida de um estado investimento sem educação, quando ele já faz um investimento em ensino profissionalizante, por exemplo”, declarou o senador.</p>



<p>Pacheco também defendeu que a entrega de ativos estaduais, como ações de estatais locais, para amortizar a dívida com a União possa ser contada em dobro para efeito do desconto. “Para cada valor de ativo entregue, fora as parcelas, que possa ter um deságio na mesma proporção. O Ministério da Fazenda precisa avaliar, mas é importante termos um ponto de partida”, acrescentou.</p>



<p>O presidente do Senado sugeriu ainda que a renegociação das dívidas dos estados ocorra nos moldes do Programa de Recuperação Fiscal (Refis), em que empresas privadas refinanciam débitos com a União em troca de descontos nas multas e nos juros que aumentam quanto menor for o prazo de pagamento.</p>



<p>“É basicamente fazer uma analogia aos programas de descontos que o governo já faz com os particulares, como o Refis. Um programa com descontos de valor final a partir da boa vontade do contribuinte de pagar no menor prazo conforme o crescimento dos pagamentos. É uma ideia. Essa lei poderia permitir uma construção que beneficie os estados e a União”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Envio do projeto</h2>



<p>Na segunda-feira (8), Pacheco e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, discutiram a pauta econômica no Congresso. O ministro informou que pretende enviar o projeto de renegociação da dívida dos estados no fim do mês, após voltar de viagem aos Estados Unidos, onde participará da reunião do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial.</p>



<p>Na ocasião, Haddad disse que está aberto a soluções para a dívida dos estados, desde que a renegociação não prejudique as contas da União. “A solução do endividamento dos estados não pode passar por um desequilíbrio das finanças da União”, declarou o ministro na segunda-feira.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/09/regulamentacao-de-redes-sociais-no-brasil-e-inevitavel-diz-pacheco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 09:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas.  “O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas. </p>



<p>“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.&nbsp;</p>



<p>Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto.&nbsp;</p>



<p>“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”.&nbsp;</p>



<p>Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo”.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o <a href="http://%20https//agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/pacheco-propoe-marco-regulatorio-para-ia-escrito-por-especialistas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso da tecnologia de inteligência artificial</a> (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Pacheco mantém desoneração para evitar &#8220;insegurança jurídica&#8221;</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/03/pacheco-mantem-desoneracao-para-evitar-inseguranca-juridica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 09:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), argumentou nesta terça-feira (2) que a decisão de invalidar o trecho da Medida Provisória (MP) 1202/2023, que derrubava a desoneração previdenciária para pequenas e médias prefeituras, teve objetivo de evitar uma &#8220;insegurança jurídica manifesta&#8221;. A MP, editada no final do ano passado pelo governo federal, restabeleceu de 8% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), argumentou nesta terça-feira (2) que a decisão de invalidar o trecho da Medida Provisória (MP) 1202/2023, que derrubava a desoneração previdenciária para pequenas e médias prefeituras, teve objetivo de evitar uma &#8220;insegurança jurídica manifesta&#8221;. A MP, editada no final do ano passado pelo governo federal, restabeleceu de 8% para 20% a alíquota das contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS) por parte dos municípios com até 156 mil habitantes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1588544&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1588544&amp;o=node"></p>



<p>Essa nova alíquota passaria a ser cobrada já essa semana, pela regra da noventena &#8211; que estabelece prazo de 90 dias para que uma lei de alteração de tributos entre em vigor. Porém, o presidente do Congresso Nacional excluiu trecho e prorrogou a validade da MP por mais 60 dias, já que o texto também trata de outros pontos, como a revogação dos benefícios fiscais do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) e a limitação no percentual para compensação tributária por decisões judiciais passadas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Imaginem vocês que, a partir do uso indevido de MP para essa finalidade [rever a desoneração aprovada pelo Congresso], nós teríamos uma realidade de três meses do ano de alíquota de 8%, sessenta dias de vigência da MP com alíquota de 20%. Ao final da vigência da MP, voltar à alíquota de 8%, para daí então se discutir um novo modelo que tenha uma alíquota intermediária, a partir de uma proposta do governo negociada com os municípios. Isso é uma insegurança jurídica descabida&#8221;, afirmou a jornalistas. A prorrogação da MP, com a exclusão da reoneração das prefeituras, foi assinada na noite de segunda-feira (1º) por Pacheco.</p>



<p>Em fevereiro, após forte reação contrária do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-02/lula-revoga-reoneracao-de-17-setores-da-economia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Congresso</a>, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia revogado da mesma MP o trecho que reonerava 17 setores da economia, mantendo, no entanto, o aumento da tributação de prefeituras e a revogação do Perse. A insatisfação do Parlamento se deu porque deputados e senadores haviam aprovado a prorrogação, até o final de 2027, da desoneração da folha para 17 setores da economia e a redução da alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha dos municípios com até 156 mil habitantes. O projeto foi integralmente vetado pelo presidente Lula, mas, em seguida, o Congresso derrubou o veto, promulgando os benefícios tributários. Mesmo assim, o governo editou a MP 1202 reonerando de forma gradual os setores econômicos e as prefeituras, abrindo uma crise política com os legisladores.</p>



<p>&#8220;Naturalmente, uma MP que busque desconstituir uma lei recentemente aprovada é manifestamente inconstitucional, foi isso que nós sustentamos desde o início&#8221;, insistiu o presidente do Senado. &#8220;O tema desoneração da folha deve ser tratado pro projeto de lei e não por Medida Provisória&#8221;, reforçou Pacheco.</p>



<p>Um pouco antes da entrevista de Pacheco, o ministro da Fazenda,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/haddad-pede-pacto-entre-poderes-apos-decisao-de-pacheco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fernando Haddad</a>, pediu um pacto entre os Poderes para encontrar opções que compensem a desoneração da folha de pagamento dos pequenos municípios, que vai gerar perda de R$ 10 bilhões em arrecadação.</p>



<p>“A arrumação das contas públicas exige um compromisso dos Três Poderes. Não vamos chegar aos nossos objetivos sem levar em consideração o descalabro que aconteceu [nas contas públicas] em 2022. Temos que respeitar o tempo do Congresso, mas temos de nos sensibilizar para o problema. O papel da Fazenda é dar um norte sobre como arrumar [as contas públicas]. Precisamos fixar uma meta e buscar”, declarou Haddad no fim desta manhã.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Para Pacheco, caso Marielle é marco no combate ao crime organizado</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/03/26/para-pacheco-caso-marielle-e-marco-no-combate-ao-crime-organizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 09:59:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira (25) que a investigação envolvendo o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes é um marco no combate ao crime organizado no país. Após cerimônia de comemoração de 200 anos do Senado, Pacheco cumprimentou os investigadores após ser perguntado sobre a operação da [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira (25) que a investigação envolvendo o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes é um marco no combate ao crime organizado no país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587409&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587409&amp;o=node"></p>



<p>Após cerimônia de comemoração de 200 anos do Senado, Pacheco cumprimentou os investigadores após ser perguntado sobre a operação da Polícia Federal que prendeu os irmãos Brazão.</p>



<p>&#8220;Desvendar esse crime e identificar mandantes é algo que a sociedade espera muito, e as instituições também esperam. Cumprimento todas as autoridades envolvidas e, talvez, seja um marco na história de repressão da criminalidade organizada no Brasil&#8221;, afirmou.</p>



<p>Pacheco também disse que espera que a verdade sobre o caso possa aparecer e que os responsáveis sejam punidos.</p>



<p>“É um sentimento real de esperança e expectativa de que a verdade real sobre esse caso possa aparecer e aqueles que sejam responsáveis diretos ou indiretos desse crime bárbaro, desse crime contra a democracia, sejam submetidos a julgamento&#8221;, completou.</p>



<p>Anteontem (24), os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/policia-federal-prende-tres-suspeitos-de-encomendar-morte-de-marielle" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foram presos por determinação</a> do ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre o caso Marielle no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles estão no presídio federal em Brasília.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Tentativa de golpe foi ação insensata de uma minoria irresponsável, diz Pacheco</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/09/tentativa-de-golpe-foi-acao-insensata-de-uma-minoria-irresponsavel-diz-pacheco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 10:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta quinta-feira (8) que a tentativa de golpe de Estado investigada pela Polícia Federal foi uma “ação insensata encabeçada por uma minoria irresponsável”. Ele defendeu o aprofundamento das investigações dos “graves fatos”. Pacheco foi uma das autoridades citadas como possíveis alvos de prisão na minuta de decreto golpista [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta quinta-feira (8) que a tentativa de golpe de Estado investigada pela Polícia Federal foi uma “ação insensata encabeçada por uma minoria irresponsável”. Ele defendeu o aprofundamento das investigações dos “graves fatos”.</p>



<p>Pacheco foi uma das autoridades citadas como possíveis alvos de prisão na minuta de decreto golpista descoberta pela PF. Segundo a investigação, o documento foi apresentado por Filipe Martins e Amauri Feres Saad ao então presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p>&#8220;Ação insensata encabeçada por uma minoria irresponsável, que previa impor um Estado de exceção e prisão de autoridades democraticamente constituídas. Agora, cabe à Justiça o aprofundamento das investigações para a completa elucidação desses graves fatos”, afirmou o presidente do Senado por meio de nota oficial.</p>



<p>Além de Pacheco, a minuta sugeria a prisão de diversas autoridades, entre as quais os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta quinta-feira, a PF deflagrou a Operação Tempus Veritatis, autorizada por Moraes, para apurar organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. O objetivo seria o de obter vantagem de natureza política com a manutenção de Bolsonaro no poder.</p>



<p>A operação incluiu 33 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares. Entre os presos preventivamente, está Filipe Martins, ex-assessor especial de Bolsonaro. O presidente nacional do PL,&nbsp;Valdemar da Costa Neto, foi preso por porte ilegal de arma.</p>



<p>As ações foram cumpridas nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e no Distrito Federal. Aliados próximos de Bolsonaro estão entre os alvos, como os militares e ex-ministros Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira. A decisão de Moraes também determinou que o ex-presidente entregue, em até 24 horas, o seu passaporte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas</strong></h3>



<p>No Plenário, senadores comentaram sobre a operação da PF. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), que foi ministro da Ciência e Tecnologia de Bolsonaro, afirmou que “falta transparência” nos processos jurídicos do país.</p>



<p>— Atualmente nós temos visto a ação da Polícia Federal focada em buscas basicamente de raiz política, focada em alvos — vamos chamar assim, como costumam ser falados — políticos, e isso soma-se a essa preocupação — disse o senador.</p>



<p>Ex-vice-presidente da República no governo de Bolsonaro, o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) declarou que o país vive “uma situação de não normalidade” e “caminha para um regime autoritário”.</p>



<p>— O que se vislumbra nessa onda de prisões e apreensões deflagrada hoje é a intenção de caracterizar as manifestações da população como fruto de uma conspiração golpista, desqualificando, portanto, toda e qualquer forma de protesto contra o estado de coisas que até 2016 tinha se instalado no Brasil sob a tutela da corrupção e hoje, lamentavelmente, sob o arbítrio da nossa Suprema Corte — afirmou Mourão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sessão plenária</strong></h3>



<p>A sessão do Plenário desta quinta-feira teve como único item de discussão a proposta de emenda à Constituição que aumenta os requisitos de tempo de serviço para que militares possam concorrer em eleições sem perda de remuneração (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/159964" rel="noreferrer noopener" target="_blank">PEC 42/2023</a>). Poucos senadores estavam presente e eram, na maior parte, da oposição, que é <a href="/noticias/materias/2024/02/07/oposicao-volta-a-criticar-pec-da-elegibilidade-de-militares" rel="noreferrer noopener" target="_blank">crítica à proposta</a>.</p>



<p>Fonte: Agência Senado. </p>
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		<title>Pacheco: IA e reforma eleitoral são prioridades do Congresso em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 10:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao discursar na abertura do ano legislativo de 2024, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elencou as pautas que serão prioridade nas duas casas legislativas neste ano, entre as quais, destacam-se a regulação do uso de inteligência artificial, a reforma das regras eleitorais e a limitação de decisões monocráticas dos ministros do [&#8230;]</p>
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<p>Ao discursar na abertura do ano legislativo de 2024, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elencou as pautas que serão prioridade nas duas casas legislativas neste ano, entre as quais, destacam-se a regulação do uso de inteligência artificial, a reforma das regras eleitorais e a limitação de decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579528&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579528&amp;o=node"></p>



<p>“Trabalharemos para aprimorar a maneira como atuam os poderes da República, inclusive Executivo e Judiciário, sempre prezando de nossa parte pelo diálogo e pelo respeito mútuo, algo essencial para garantir mais segurança jurídica e consequentemente o progresso sócio e econômico nacional”, afirmou.</p>



<p>No ano passado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou proposta de emenda à Constituição (PEC) para limitar decisões monocráticas e pedidos de vista de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As decisões monocráticas são aquelas tomadas por apenas um magistrado em caráter provisório.</p>



<p>Para Pacheco, somente a atuação equilibrada dos poderes irá garantir a execução eficaz das políticas para o desenvolvimento do país e bem-estar da população. “O Congresso é o principal bastião da democracia brasileira. É o mais democrático dos poderes, pois o controle externo exercido pela sociedade sobre o Legislativo se manifesta decisivo a cada eleição”, afirmou.</p>



<p>O senador defendeu ainda a proteção aos mandatos dos parlamentares, como forma de garantir a liberdade no país. “Proteger os mandatos parlamentares, é proteger as liberdades, liberdade de consciência, liberdade religiosa, liberdade de imprensa. Proteger a tão necessária liberdade de expressão, que não se confunde com liberdade de agressão”, disse, momento em que foi aplaudido pelos parlamentares.</p>



<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), discursou anteriormente e afirmou que a Casa não ficará inerte neste ano, quando serão realizadas eleições municipais em outubro.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>Pacheco pede lista de parlamentares monitorados pela &#8220;Abin paralela&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 10:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enviou nesta quarta-feira (31) um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes solicitando acesso à lista de parlamentares supostamente monitorados ilegalmente pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo de Jair Bolsonaro. Moraes é relator da investigação que apura a utilização da Abin para&#160;monitorar [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enviou nesta quarta-feira (31) um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes solicitando acesso à lista de parlamentares supostamente monitorados ilegalmente pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo de Jair Bolsonaro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578921&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578921&amp;o=node"></p>



<p>Moraes é relator da investigação que apura a utilização da Abin para&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-01/pf-investiga-monitoramento-indevido-de-autoridades-pela-abin" target="_blank" rel="noreferrer noopener">monitorar ilegalmente adversários políticos de Bolsonaro</a>&nbsp;e o andamento de processos que tramitam contra o ex-presidente e seus filhos.</p>



<p>No ofício, Pacheco afirma que pretende ter acesso à lista para tomar medidas legais no Congresso Nacional, que é presidido por ele.</p>



<p>“Caso comprovado o monitoramento ilegal de deputados federais e senadores da República, as ações constituem também afronta às prerrogativas parlamentares, especialmente quanto à garantia de livre exercício do mandato e do sigilo de suas fontes”, afirmou Pacheco.</p>



<p>Na segunda-feira (29), o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi alvo de buscas da Polícia Federal em mais uma fase da operação que investiga a suposta atuação da chamada &#8220;Abin paralela&#8221;. Os mandados de busca foram autorizados por Alexandre de Moraes.</p>



<p>Na quinta-feira (21), o ministro também autorizou buscas contra o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor-geral da Abin.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Pacheco rebate presidente do PL após críticas a operações da PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 10:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), reagiu nesta quinta-feira (25) a provocações da oposição para que o mandatário defenda os parlamentares diante de operações da Polícia Federal (PF) autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação do senador vem também após a PF cumprir um mandado de busca e apreensão nesta quinta no gabinete do [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), reagiu nesta quinta-feira (25) a provocações da oposição para que o mandatário defenda os parlamentares diante de operações da Polícia Federal (PF) autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A<a href="https://www.brasildefato.com.br/2021/08/25/pacheco-rejeita-impeachment-de-moraes-apresentado-por-bolsonaro" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> manifestação do senador</a> vem também após a PF cumprir um mandado de busca e apreensão nesta quinta no gabinete do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).</p>



<p>“Difícil manter algum tipo de diálogo com quem faz da política um exercício único para ampliar e obter ganhos com o fundo eleitoral e não é capaz de organizar minimamente a oposição para aprovar sequer a limitação de decisões monocráticas do STF. E ainda defende publicamente <em>impeachment</em> de ministro do Supremo para iludir seus adeptos, mas, nos bastidores, passa pano quando trata do tema”, disse Pacheco, por meio de nota.</p>



<p>A declaração do presidente do Senado é uma resposta direta ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que nesta quinta pediu “providências” para barrar ações que entrem nos gabinetes. No caso de Ramagem, a ação da PF teve relação com investigações que apuram monitoramento ilegal de autoridades e outras pessoas por parte da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da qual o parlamentar é ex-diretor. Ele comandou o órgão entre julho de 2019 e março de 2022, durante a gestão Bolsonaro.</p>



<p>Outro caso que irritou <a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/10/30/moraes-lira-pacheco-e-rosa-weber-o-que-disseram-autoridades-sobre-vitoria-de-lula" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parlamentares bolsonaristas </a>se deu na semana passada, quando a PF também esteve no gabinete do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), atual líder da oposição na Câmara, para cumprir diligências no âmbito da Operação Lesa Pátria, cujo foco é identificar os mentores dos ataques golpistas de 8 de janeiro. A ação fez um grupo de senadores de oposição pressionar diretamente o Supremo, o que resultou em uma reunião com o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, na quarta (24). Agora, com a busca no gabinete de Ramagem, o caldo do conflito engrossou.</p>



<p>“Está claro que mais essa operação da PF de hoje contra o deputado Alexandre Ramagem é uma perseguição por causa do Bolsonaro. Esse negócio de ficar entrando nos gabinetes é uma falta de autoridade do Congresso Nacional. Rodrigo Pacheco&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=W50-F-2_3ls" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deveria reagir e tomar providências</a>. Isso é pura perseguição e pode acabar elegendo o Ramagem com mais facilidade no Rio de Janeiro”, disse Valdemar em uma postagem no X, antigo Twitter.</p>



<p>As declarações desta quinta-feira representam mais um capítulo da queda de braço que coloca em lados opostos no Congresso Nacional a ala bolsonarista e outros parlamentares a respeito da atuação do Poder Judiciário. Enquanto o primeiro grupo tem atuado nos últimos tempos no sentido de tentar limitar os poderes do Supremo, o segundo vê o assunto com maior cautela.</p>



<p>Um dos objetos centrais da disputa tem sido a pauta de defesa do <em>impeachment</em> de ministros do STF que usurpem atribuições do Legislativo, mas a proposta foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em maio de 2021 por um placar de 33 votos a 32. Uma medida semelhante, mas de caráter específico por mirar diretamente o <em>impeachment</em> de Alexandre de Moraes, também já chegou ao Senado, desta vez em agosto de 2021, pelas mãos do então presidente da República Jair Bolsonaro (PL). A proposta, no entanto, foi formalmente rejeitada por Pacheco e depois arquivada.</p>



<p>Reportagem de Cristiane Sampaio, da Brasil de Fato RJ. </p>
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		<title>Pacheco promete solução negociada para MP da reoneração da folha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 10:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pacheco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), prometeu uma solução negociada para o impasse criado pela edição da&#160;medida provisória (MP)&#160;que reonera, gradualmente, a folha de pagamento de 17 setores econômicos. Já a oposição pede que Pacheco devolva a MP sem analisá-la, por entender que o Congresso já decidiu sobre o tema. Pacheco se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), prometeu uma solução negociada para o impasse criado pela edição da<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/governo-publica-mp-com-medidas-para-buscar-deficit-zero-em-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;medida provisória (MP)&nbsp;</a>que reonera, gradualmente, a folha de pagamento de 17 setores econômicos. Já a oposição pede que Pacheco devolva a MP sem analisá-la, por entender que o Congresso já decidiu sobre o tema.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1575816&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1575816&amp;o=node"></p>



<p>Pacheco se reuniu com nove líderes do Senado nesta terça-feira (9), em Brasília, e prometeu conversar também com as demais lideranças da Casa, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com os líderes da Câmara, antes de decidir se devolve ou não a MP editada no final do ano passado. Ao editar a medida, o Executivo pretendeu aumentar a arrecadação para chegar ao déficit zero em 2024.</p>



<p>O presidente do Congresso destacou que o Legislativo tem compromisso com o déficit zero e ponderou que alternativas à reoneração da folha podem ser discutidas.</p>



<p>“Nós temos que ter compromisso não é com problema. Seria muito cômodo simplesmente devolver [a MP] sem encontrar uma solução. Essa comodidade nós não queremos, queremos construir com o ministro Fernando Haddad uma solução de arrecadação que seja sustentável”, disse.</p>



<p>Pacheco acrescentou que a decisão de devolver ou não, integral ou parcialmente, a medida provisória deve ser tomada ainda durante o recesso parlamentar, em janeiro, para dar previsibilidade aos setores atingidos pela medida.</p>



<p>“Pretendemos tomar essa decisão ainda no recesso até porque é muito importante ter estabilidade jurídica. Nós temos compromisso com a estabilidade jurídica. Imaginem vocês, esses 17 setores que têm a desoneração prevista nos seus orçamentos, na sua previsibilidade de negócio”, explicou.</p>



<p>Após o Congresso Nacional derrubar, por ampla maioria, o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que prorrogou a desoneração de 17 setores da economia, o governo editou a MP que prevê uma reoneração gradual desses setores. Segundo a Fazenda, a medida visa recuperar R$ 6 bilhões em arrecadação já neste ano.</p>



<p>Para<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/haddad-anuncia-medidas-de-arrecadacao-com-reoneracao-gradual-da-folha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Haddad</a>, a desoneração representa um privilégio aos setores beneficiados, sem que o resultado de aumento de empregos tenha sido alcançado. “O emprego desses 17 setores caiu. Essa medida foi tomada em 2011 para ser temporária, e os setores, no cômputo geral, desempregaram. Aquela ideia original de que aumentaria o emprego se mostrou errada”, justificou.</p>



<p>As lideranças da oposição sugerem que o governo envie um projeto de lei com o mesmo teor da MP para que possam discutir o tema sem a urgência criada pela medida provisória. Ao contrário de uma MP, projeto de lei não tem efeito imediato.</p>



<p>O relator da desoneração no Senado, Efraim Filho (União-PB), líder do União na Casa, argumentou que a MP é uma espécie de segundo veto a uma decisão que o Congresso Nacional já tomou.</p>



<p>“É a tentativa da imposição de uma agenda com a qual o governo não teve votos para sustentar em plenário. A tramitação [da desoneração] ocorreu por dez meses e ficou muito clara a decisão do Congresso –&nbsp;que é um projeto com a cara do Congresso e de autoria do Parlamento – que, neste caso, não era arrecadar mais a grande prioridade. A grande prioridade é gerar empregos”, afirmou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras medidas</h2>



<p>A MP em discussão também prevê uma revisão no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que foi criado em 2021 para socorrer o setor com uma desoneração total de impostos em meio à paralisação provocada pela pandemia de covid-19. A medida foi inicialmente prevista para durar dois anos, mas neste ano foi prorrogada para cinco anos pelo Congresso.</p>



<p>A medida também prevê novas regras para que as empresas possam compensar, junto à Receita Federal, os créditos tributários eventualmente obtidos em causas na Justiça contra a administração pública.</p>



<p>Antes, as empresas podiam compensar 100% desses créditos de uma vez, por vezes eliminando totalmente o pagamento de impostos em determinado ano. Segundo estimativa parcial da Fazenda, somente neste ano foram R$ 65 bilhões em perda inesperada de arrecadação somente com essas compensações.</p>



<p>Agora, tais compensações ficam limitadas, e os créditos tributários somente poderão ser descontados dos impostos a pagar de forma escalonada, mês a mês. A limitação para as compensações vale para créditos acima de R$ 10 milhões, e os limites mensais ainda devem ser estabelecidos em ato do Ministério da Fazenda.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Poderes estão vigilantes contra &#8220;traidores da pátria&#8221;, diz Pacheco</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 10:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que os Três Poderes estão vigilantes para que ataques como o de 8 de janeiro de 2023 não se repitam no país.&#160;&#160; “Os poderes permanecem vigilantes contra traidores da pátria, contra essa minoria que deseja tomar o poder ao arrepio da Constituição”, [&#8230;]</p>
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<p>O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que os Três Poderes estão vigilantes para que ataques como o de 8 de janeiro de 2023 não se repitam no país.&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1575629&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1575629&amp;o=node"></p>



<p>“Os poderes permanecem vigilantes contra traidores da pátria, contra essa minoria que deseja tomar o poder ao arrepio da Constituição”, afirmou Pacheco na cerimônia Democracia Inabalada, realizada no Senado Federal, para reafirmar o Estado Democrático no país 1 ano após a invasão do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>“Estaremos sempre abertos ao debate, ao pluralismo e ao dissenso. Nunca toleraremos a violência, o golpismo, o exercício arbitrário de razões, o desrespeito à vontade do povo brasileiro”, destacou.&nbsp;</p>



<p>Pacheco chamou os golpistas de “os inimigos da democracia” e que, segundo ele, recorrem à desinformação, ao vandalismo, ao ódio para recrutar parcela da sociedade e usam falso discurso político para chegarem ao poder e se manterem de forma ilegítima.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“As instituições republicanas, por outro lado, são verdadeiramente fortes. Fortes porque respaldadas pelo mais elementar dos poderes: aquele que emana do povo. Quem tem força, não precisa demonstrá-la de maneira vã. Quem tem força não recorre à bravata. Quem tem força tem respaldo popular, tem respaldo da lei e da Constituição”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Pacheco defendeu ainda a união de todos para superar a polarização política instalada atualmente no Brasil. “Só assim vamos vencer a polarização que nos divide e nos enfraquece enquanto nação”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O presidente do Congresso anunciou a retirada das grades que circundam o prédio desde os ataques do ano passado, como forma de mostrar que o Legislativo é um poder aberto ao povo brasileiro.&nbsp;</p>



<p>No início da cerimônia, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Pacheco reinauguraram a volta de obra de Burle Marx, criada em 1973, e que foi vandalizada em 8 de janeiro. A tapeçaria foi restaurada e retornou ao patrimônio do Senado. Além dessa obra, foi apresentada a réplica da Constituição, furtada da sede do Supremo no mesmo dia. O documento foi recuperado sem qualquer dano.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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