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	<title>Arquivos PGR - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos PGR - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>PGR denúncia nove envolvidos em bloqueios de rodovias após eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 09:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou nesta segunda-feira (20) nove pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo envolvimento nos bloqueios de rodovias do país após o anúncio da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. No documento, Gonet pede ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que os [&#8230;]</p>
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<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou nesta segunda-feira (20) nove pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo envolvimento nos bloqueios de rodovias do país após o anúncio da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.</p>



<p>No documento, Gonet pede ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que os acusados se tornem réus pelos crimes de associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.&nbsp;</p>



<p>Conforme a denúncia, os acusados promoveram pontos de bloqueios entre 30 de outubro e 7 de novembro de 2022 em rodovias de Santa Catarina para praticar atos contra a legitimidade das eleições.</p>



<p>Além disso, segundo o procurador, eles participaram de um &#8220;movimento ideologicamente&#8221; unidos a outras paralisações de rodovias no país para pedir o fechamento do STF e uma intervenção militar por não se conformarem com o resultado das eleições presidenciais.</p>



<p>&#8220;O bloqueio em si já constituiu ato de violência, e durante a sua realização também se produziram atos de violência pessoal. A conduta se relaciona com o conjunto de práticas bárbaras e truculentas com que se buscou, sobretudo após o resultado final da eleição presidencial de 2022, desestimar a vontade popular expressa nas urnas democráticas e teve em mira a orquestração de sublevação contra o governo eleito, por meio de ações de violência&#8221;, concluiu o PGR.</p>



<p>No dia 31 de outubro de 2022, um dia após a divulgação do resultado das eleições, o ministro Alexandre de Moraes determinou o<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2022-10/ministro-do-stf-determina-o-desbloqueio-de-rodovias-federais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;total desbloqueio das rodovias federais</a>&nbsp;que registraram paralisações de caminhoneiros. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as polícias militares estaduais foram responsáveis pela liberação das estradas.</p>



<p>A data do julgamento da denúncia ainda não foi definida.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PGR pede arquivamento de inquérito contra Google e Telegram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 11:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do inquérito contra dirigentes das empresas Google e Telegram no Brasil, que fora aberto a pedido do próprio órgão, no ano passado.&#160; “A análise do que se colheu durante a investigação criminal denota a ausência de justa causa para a propositura da [&#8230;]</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do inquérito contra dirigentes das empresas Google e Telegram no Brasil, que fora aberto a pedido do próprio órgão, no ano passado.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1586048&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1586048&amp;o=node"></p>



<p>“A análise do que se colheu durante a investigação criminal denota a ausência de justa causa para a propositura da ação penal”, argumenta o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, em parecer enviado ao Supremo.&nbsp;</p>



<p>Em maio de 2023, a PGR havia pedido a abertura do inquérito após ter sido provocada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que acusou as empresas de conduzir campanhas “abusivas” contra o chamado PL das Fake News, projeto de lei para regulamentar o uso de redes sociais e outras ferramentas online.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/moraes-abre-inquerito-contra-dirigentes-do-google-e-do-telegram" target="_blank" rel="noreferrer noopener">abertura do inquérito foi autorizada pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes</a>. A Polícia Federal (PF) conduziu uma investigação para apurar a possível prática de abolição do Estado Democrático de Direito, propaganda enganosa e publicidade abusiva qualificada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Votação</h2>



<p>A polêmica envolve mensagens e posicionamentos públicos das empresas, divulgados dias antes ou na véspera da data marcada para a votação do projeto, que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/para-lira-acao-das-big-techs-barrou-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acabou não sendo apreciado pelo Congresso até então</a>.</p>



<p>Em mensagem em massa encaminhada a todos os usuários do aplicativo de mensagens no Brasil, por exemplo, o Telegrama alardeou que o PL das Fake News seria “um ataque à democracia”, que “concederia poderes de censura ao governo” e criaria um sistema de vigilância permanente que “matará a internet moderna”.&nbsp;</p>



<p>O Google, por sua vez, divulgou na página principal de busca da sua plataforma, que detém virtual monopólio no Brasil sobre o mercado de buscas na internet, um texto crítico ao projeto relatado pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP).</p>



<p>Os dirigentes do Google se defenderam afirmando que os textos publicados não seriam de sua inteira responsabilidade, mas um posicionamento institucional e legítimo da empresa. O Telegram, por sua vez, disse que não tem dirigentes no país, sendo que o texto disparado é de responsabilidade do proprietário da empresa, o russo Pavel Durov.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Falta de evidências</h2>



<p>Ao final das investigações, o relatório da PF concluiu que “a atuação das empresas Google Brasil e Telegram Brasil não apenas questiona éticas comerciais, mas demonstra abuso de poder econômico, manipulação de informações e possíveis violações contra a ordem consumerista”.&nbsp;</p>



<p>A PGR, contudo, pontuou que a PF não individualizou quais as condutas de quais dirigentes empresariais poderiam ser enquadradas nos crimes supostamente praticados. Em seu parecer, Chateaubriand escreveu que “a propagação de posicionamento contrário à proposta legislativa, ainda que marcada por intenção de privilégio de interesse próprio, não demonstra o intuito de abolir o regime democrático ou tolher o exercício regular dos poderes constitucionais”.&nbsp;</p>



<p>O vice-PGR também descartou a possibilidade de crimes de natureza consumerista, pois para caracterizar tais crimes é preciso “o abuso e a enganosidade necessariamente relacionados a bens, produtos e serviços comercializados pelo anunciante”, o que não teria ocorrido no caso.&nbsp;</p>



<p>“A análise do que se colheu durante a investigação criminal denota a ausência de justa causa para a propositura da ação penal. O arquivamento do inquérito, portanto, é medida razoável ante a ausência de elementos informativos capazes de justificar o oferecimento de denúncia contra os investigados”, diz a manifestação da PGR.&nbsp;</p>



<p>Caberá agora ao ministro Alexandre de Moraes decidir ou não pelo arquivamento do caso. Em geral, como somente o Ministério Público tem competência para apresentar denúncia criminal, não haveria alternativa se não seguir o parecer da PGR, mas é possível que o magistrado responsável solicite reanálise ou novas diligências por parte do órgão.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PGR pede reconsideração da suspensão de acordo de leniência da J&#038;F</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 10:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou recurso contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que&#160;suspendeu&#160;os efeitos do acordo de leniência que a empresa J&#38;F Investimentos assinou com o Ministério Público Federal (MPF) em 2017. O ministro suspendeu a validade do acordo em meados de dezembro de 2023. De modo [&#8230;]</p>
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<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou recurso contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-12/toffoli-suspende-multa-de-r-10-bi-prevista-em-acordo-com-jf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;suspendeu</a>&nbsp;os efeitos do acordo de leniência que a empresa J&amp;F Investimentos assinou com o Ministério Público Federal (MPF) em 2017.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579882&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579882&amp;o=node"></p>



<p>O ministro suspendeu a validade do acordo em meados de dezembro de 2023. De modo monocrático, ou seja, sozinho, Toffoli atendeu a um pedido da companhia dos empresários Joesley e Wesley Batista, controladores do frigorífico JBS, entre outras empresas, que alegam que procuradores da República que participavam da força-tarefa da Operação Lava Jato coagiram os representantes da J&amp;F, desvirtuando mecanismos legais de combate à corrupção.</p>



<p>Além de suspender temporariamente os efeitos do acordo, incluindo o pagamento, pela empresa, de multas que, juntas, superam R$ 10,3 bilhões, Toffoli, concedeu à J&amp;F acesso a todo o material probatório reunido no âmbito da Operação Spoofing, deflagrada em 2019 para investigar a troca de mensagens que, supostamente, indicam que o então juiz federal Sergio Moro e integrantes do MPF combinavam procedimentos investigatórios no âmbito da Lava Jato.</p>



<p>Os pedidos da J&amp;F tiveram por base decisão anterior do próprio ministro Dias Toffoli, que, em setembro de 2023,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-09/toffoli-invalida-provas-obtidas-no-acordo-de-leniencia-da-odebrecht" target="_blank" rel="noreferrer noopener">invalidou</a>&nbsp;todas as provas obtidas por meio dos acordos de leniência que a Novonor (antigo Grupo Odebrecht) assinou com o MPF, comprometendo-se a colaborar com as investigações decorrentes de fatos apurados no âmbito da Lava Jato. Assinado em 2016, o acordo de leniência da antiga Odebrecht foi homologado em 2017, pelo juiz Sergio Moro.</p>



<p>No recurso que apresentou nesta segunda-feira (5), Gonet pede que Toffoli reconsidere sua decisão ou submeta a apelação da PGR ao plenário do STF, para que seja julgada pelos 11 ministros que compõem a Corte. Segundo o procurador-geral, ao manifestar interessae na “revisão, repactuação ou revalidação” dos termos do acordo de leniência que assinou, a J&amp;F pretende “se livrar do pagamento dos valores acordados” com o MPF em 2017.</p>



<p>“Não é dado à empresa invocar o contexto das ilegalidades verificadas pelo STF na Operação Lava Jato para se isentar das suas obrigações financeiras decorrentes de acordo de leniência celebrado em juízo diverso, no âmbito da Operação Greenfield, que não tem relação com a Operação Spoofing nem com a Operação Lava Jato”, afirma Paulo Gonet, após destacar que, da multa de R$ 10,3 bi acordada, R$ 8 bilhões destinam-se às entidades lesadas por operações ilegais da J&amp;F, como a Caixa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) e a Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros).</p>



<p>“Há um elemento de fato crucial que merece ser enfatizado. O acordo de leniência celebrado pela&nbsp;<em>holding</em>&nbsp;J&amp;F Investimentos S.A. não foi pactuado com agentes públicos responsáveis pela condução da Operação Lava Jato e seus desdobramentos [mas sim] com o 12º Ofício Criminal (Combate à Corrupção) da Procuradoria da República no Distrito Federal (PR-DF), no contexto da força-tarefa das operações Greenfield, Sépsis e Cui Bono Operação Carne Fraca, que não se confundem com a força-tarefa da Operação Lava Jato e não são decorrentes dela”, questiona Gonet, referindo-se à não participação de Moro na assinatura do acordo. “Esse cenário contrasta com o que envolveu o acordo de leniência da Odebrecht […] celebrado com a Procuradoria da República do Paraná e homologado pelo Juízo da 13ª Vara Federal Criminal.”</p>



<p>“Há, pois, diferença essencial entre a reclamação endereçada ao STF para acesso a provas relacionadas com situação processual envolvendo a Odebrecht e autoridades federais do Paraná (em um do casos da chamada Lava Jato) e o caso, que lhe é alheio, em que a J&amp;F busca esse benefício incomum: a suspensão de todas as obrigações pecuniárias e reparatórias que ela própria pactuou, livremente, em 2017, no Distrito Federal, em acordo firmado com autoridades estranhas à Operação Lava Jato”, acrescenta o procurador, ao sustentar que o recente pedido da empresa não deveria ter sido automaticamente entregue à análise de Toffoli, mas sim redistribuído, por sorteio.</p>



<p>“Por outro lado, em referência às alegações da requerente J&amp;F Investimentos S.A de ter sofrido coação para celebrar o acordo de leniência, não há como, de pronto, deduzir que o acordo entabulado esteja intrinsecamente viciado a partir de ilações e conjecturas abstratas sobre coação e vício da autonomia da vontade negocial, argumentos que estão desprovidos de comprovação e se referem a fatos que não se deram no contexto da Operação Lava Jato. O tema haverá acaso de ser tratado no juízo de primeiro grau, competente para deslinde da controvérsia&#8221;, acrescentou.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PGR recupera vídeo publicado por Bolsonaro após atos de 8 de janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 11:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recuperou o vídeo postado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro após os atos golpistas de 8 de janeiro. A gravação foi apagada por Bolsonaro duas horas após a postagem. A gravação foi enviada nesta sexta-feira (15) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e será anexada à investigação que [&#8230;]</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recuperou o vídeo postado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro após os atos golpistas de 8 de janeiro. A gravação foi apagada por Bolsonaro duas horas após a postagem.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572794&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572794&amp;o=node"></p>



<p>A gravação foi enviada nesta sexta-feira (15) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e será anexada à investigação que apura se Bolsonaro teria feito incitação pública às invasões ao compartilhar o vídeo nas redes sociais, no dia 10 de janeiro, que tinha como tema o questionamento da regularidade das eleições de 2022. Na gravação, um procurador do estado de Mato Grosso questiona o resultado das eleições durante uma entrevista à Rádio Hora 92,3.</p>



<p>O procedimento de recuperação do vídeo foi feito pela Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise, órgão da PGR responsável pelos dados de investigações criminais.</p>



<p>No dia 13 de janeiro deste ano, Moraes incluiu o ex-presidente no inquérito que apura a autoria intelectual dos atos e determinou a preservação do vídeo.</p>



<p>Na semana passada, Alexandre de Moraes deu prazo de 48 horas para o Facebook enviar o vídeo à Corte, no entanto, a plataforma informou que a publicação foi apagada por Bolsonaro e &#8220;não está disponível nos servidores da empresa&#8221;.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PGR insiste para que Meta entregue vídeo postado por Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 10:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) renovou nesta segunda-feira (4) um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a empresa Meta seja obrigada a entregar um vídeo publicado e depois apagado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O órgão acusador pediu que o Supremo dê 48 horas para o cumprimento da ordem, sob pena de multa de [&#8230;]</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) renovou nesta segunda-feira (4) um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a empresa Meta seja obrigada a entregar um vídeo publicado e depois apagado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570349&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570349&amp;o=node"></p>



<p>O órgão acusador pediu que o Supremo dê 48 horas para o cumprimento da ordem, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento. A preservação e o envio do material ao Supremo já foram determinados pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, mas até agora a ordem não foi cumprida, segundo a PGR.</p>



<p>O caso diz respeito a um vídeo publicado por Bolsonaro em sua conta na rede social Facebook, em 10 de janeiro, 2 dias depois dos&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/atos-golpistas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atos golpistas de 8 de janeiro</a>, quando apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. No vídeo, havia a acusação de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o próprio Supremo teriam fraudado as eleições.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-01/moraes-inclui-bolsonaro-em-inquerito-sobre-ataques-antidemocraticos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio fez com que Moraes aceitasse o pedido da PGR</a>&nbsp;e&nbsp;incluísse&nbsp;Bolsonaro entre os investigados pelos atos antidemocráticos. A defesa do ex-presidente apresentou laudo médico e alegou que ele estava sob efeito de morfina quando teria feito a postagem por engano.</p>



<p>Além de preservar a publicação, uma primeira ordem de Moraes, assinada em 13 de janeiro, determinava o fornecimento de dados sobre alcance da postagem, autoria da publicação, número de compartilhamentos e de comentários.</p>



<p>Contudo, não há sinais de que qualquer dessas medidas tenham sido cumpridas, frisou a PGR. “Não obstante as determinações judiciais, o MPF não foi intimado acerca do cumprimento das ordens judiciais, ou seja, não há informações da preservação e entrega do vídeo pela empresa Meta INC”, escreveu o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, responsável pelas apurações do 8 de janeiro, na petição desta segunda-feira.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/05/pgr-insiste-para-que-meta-entregue-video-postado-por-bolsonaro/">PGR insiste para que Meta entregue vídeo postado por Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>PGR denuncia por corrupção e pede afastamento de governador do Acre</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/01/pgr-denuncia-por-corrupcao-e-pede-afastamento-de-governador-do-acre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 09:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou&#160;por corrupção o governador do Acre, Gladson Cameli (PP),&#160;e pediu o afastamento imediato dele do cargo. O pedido deverá ser julgado pela ministra Nancy Andrighi, relatora do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro privilegiado. &#160; Além de Cameli, 12 pessoas foram denunciadas por organização criminosa,&#160;corrupção&#160;ativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou&nbsp;por corrupção o governador do Acre, Gladson Cameli (PP),&nbsp;e pediu o afastamento imediato dele do cargo. O pedido deverá ser julgado pela ministra Nancy Andrighi, relatora do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro privilegiado. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569737&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569737&amp;o=node"></p>



<p>Além de Cameli, 12 pessoas foram denunciadas por organização criminosa,&nbsp;corrupção&nbsp;ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude a licitação.&nbsp;As penas&nbsp;podem chegar a 40 anos. &nbsp;</p>



<p>De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em 2019 teve início&nbsp;um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-03/pf-mira-governo-do-acre-em-caso-sobre-desvio-de-r-120-milhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esquema criminoso</a>&nbsp;responsável pelo desvio de ao menos R$ 11,7 milhões dos cofres estaduais. A denúncia é decorrente da Operação Ptolomeu, conduzida pela Polícia Federal (PF).&nbsp;</p>



<p>Segundo a denúncia, apresentada na última terça-feira (28), Cameli teria participação no desvio de verbas públicas de um contrato do governo no valor de R$ 18 milhões para realização obras viárias e de edificação com a empresa Murano Construções Ltda, cuja sede fica em Brasília. &nbsp;</p>



<p>Além do governador, também foram denunciados a mulher de Cameli, dois irmãos do&nbsp;chefe do Poder Executivo, servidores públicos, empresários e pessoas que teriam atuado como&nbsp;“laranjas” no esquema.&nbsp;</p>



<p>Ainda segundo a denúncia, Cameli teria recebido R$ 6,1 milhões em propina, por meio do pagamento de parcelas de um apartamento em área nobre de São Paulo e de um carro de luxo. &nbsp;</p>



<p>Apesar da denúncia ser relacionada&nbsp;a este contrato específico, a PGR informou que foram identificados oito contratos com ilegalidades, com prejuízos estimados totais aos cofres públicos de quase R$ 150 milhões. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa</h2>



<p>Para o advogado Pedro Ivo Velloso, que representa Cameli, o pedido de afastamento feito pela PGR &#8220;é arbitrário e absurdo&#8221;. O defensor acrescentou que &#8220;não há nenhum fato novo que justifique esse pedido de afastamento. Ele decorre de um outro pedido que já tinha sido indeferido pelo Superior Tribunal de Justiça. E, além de tudo, ele foi feito na vacância do cargo de procurador-geral da República&#8221;.</p>



<p>Em nota, a defesa acrescentou a &#8220;investigação é toda ilegal. Ela decorre de uma devassa realizada pela Polícia Federal de Cruzeiro do Sul, sem que tivesse competência para investigar o governador Gladson Cameli. Para se ter uma ideia, quebraram o sigilo de uma criança de apenas sete anos de idade, o filho do governador&#8221;.</p>



<p>O advogado acrescentou ainda que &#8220;não há nenhuma ilegalidade atribuível ao governador Gladson Cameli. As obras foram todas executadas e entregues ao povo do Acre, que reelegeu Gladson Cameli no primeiro turno. Esse pedido de afastamento é uma afronta ao mandato conferido pelo povo do Acre&#8221;.</p>



<p>O governador &#8220;confia no Poder Judiciário, no Superior Tribunal de Justiça, e fará sua defesa e tem a convicção que esse pedido ao final será indeferido&#8221;, finaliza o texto.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobrepreço&nbsp;</h2>



<p>Na denúncia, de 200 páginas,&nbsp;a PGR diz que o esquema teria começado quando a Secretaria de&nbsp;Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Estado do Acre aderiu a uma ata de preços da Murano, o que permitiu a dispensa de licitação para que a empresa executasse uma série de serviços no estado, incluindo reforma de rodovias e a pintura do estádio Arena Acre. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Tais obras, contudo, eram executadas por meio de companhias subcontratadas, uma delas a Rio Negro Construções, que tem como sócio Gledson Cameli, irmão do governador. &nbsp;</p>



<p>Entre outras irregularidades, a denúncia reproduz análises técnicas, segundo as quais teria havido&nbsp;sobrepreço de&nbsp;R$ 8,8 milhões, além de superfaturamento de R$ 2,9 milhões nos serviços contratados pelo Acre junta à empresa. &nbsp;</p>



<p>“Os integrantes do grupo, além de se locupletarem, trouxeram sensível prejuízo à população acreana, que deixou de ter os serviços públicos regularmente custeados pelas verbas desviadas”, escreveu o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, que assina a acusação. </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Jefferson Rudy. </p>
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		<title>Em nota, associação de procuradores deseja sucesso a indicado à PGR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 10:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) emitiu nota em que deseja sucesso a Paulo Gonet, que é subprocurador-geral da República, indicado para o cargo de Procurador-Geral da República (PGR). Gonet&#160;foi indicado nesta segunda-feira&#160;(27) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O subprocurador-geral&#160;passará por sabatina&#160;e precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça [&#8230;]</p>
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<p>A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) emitiu nota em que deseja sucesso a Paulo Gonet, que é subprocurador-geral da República, indicado para o cargo de Procurador-Geral da República (PGR).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569134&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569134&amp;o=node"></p>



<p>Gonet&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-11/lula-indica-flavio-dino-para-vaga-no-stf-e-paulo-gonet-para-pgr" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi indicado nesta segunda-feira</a>&nbsp;(27) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O subprocurador-geral&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-11/pacheco-dino-e-gonet-devem-ser-sabatinados-na-semana-do-dia-12" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passará por sabatina</a>&nbsp;e precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e pelo plenário da Casa para poder assumir o cargo. &nbsp;</p>



<p>“A trajetória intelectual e profissional de Paulo Gonet certamente o qualifica para o exercício da função, com a independência que o cargo exige e com o olhar na defesa dos valores essenciais da nossa Constituição, no que contará com nosso apoio”, diz a nota da associação. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lista tríplice</h2>



<p>Apesar da nota de apoio, a associação reforçou que “continuará sua luta pela institucionalização da lista tríplice, com a consagração, na Constituição Federal, de um modelo de indicação ao cargo de Procurador-Geral da República já adotado para os demais ramos do Ministério Público brasileiro”. &nbsp;</p>



<p>Pela primeira vez, o presidente Lula não indicou um dos apontados na lista,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-06/associacao-define-lista-triplice-para-procuradoria-geral-da-republica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">enviada pela associação em junho</a>&nbsp;deste ano. &nbsp;</p>



<p>Ao comentar a escolha do novo procurador-geral da República, Lula havia afirmado que o faria “com mais critério”. O presidente disse que sempre teve “o mais profundo respeito pelo Ministério Público”, mas que a atuação do órgão na Operação Lava Jato o fez perder a confiança.</p>



<p>No âmbito da operação, Lula foi investigado, condenado e preso em abril de 2018. Em março do ano passado, o Supremo Tribunal Federal anulou as condenações ao entender que a 13ª Vara Federal em Curitiba, sob comando do então juiz Sergio Moro, não tinha competência legal para julgar as acusações.</p>



<p>De acordo com a Constituição, o presidente da República não é obrigado a seguir a lista da associação e pode escolher qualquer um dos subprocuradores em atividade para o comando do órgão. &nbsp;</p>



<p>Gonet ocupará a vaga aberta com a saída de Augusto Aras, que encerrou o mandato no fim de setembro. A vice-procuradora Elizeta Ramos assumiu o comando do órgão interinamente</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é Paulo Gonet</h2>



<p>Católico praticante, Paulo Gustavo Gonet Branco tem 57 anos e é subprocurador-geral da República, sendo também o atual vice-procurador-geral Eleitoral. Tem 37 anos de carreira no Ministério Público.</p>



<p>Junto com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é co-fundador do Instituto Brasiliense de Direito Público e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União.&nbsp; &nbsp;</p>



<p>O nome de Gonet sofre resistência de entidades jurídicas e movimentos sociais que, na semana passada, enviaram carta a Lula listando o que seriam posicionamentos do subprocurador contrários, por exemplo, à política de cotas em universidades públicas.</p>



<p>Outro ponto questionado foi sua atuação na Comissão de Mortos e Desaparecidos, na década de 1990, quando Gonet votou contra a responsabilidade do Estado em casos rumorosos, como o da estilista Zuzu Angel.  </p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: José Cruz. </p>
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		<title>PGR denuncia deputado por racismo contra Almeida e injúria contra Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 09:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (20) o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por racismo contra o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. A denúncia foi baseada nas declarações do deputado durante uma entrevista concedida a um programa de&#160;podcast&#160;na [&#8230;]</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (20) o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por racismo contra o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1567630&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1567630&amp;o=node"></p>



<p>A denúncia foi baseada nas declarações do deputado durante uma entrevista concedida a um programa de&nbsp;<em>podcast&nbsp;</em>na internet, em junho deste ano.</p>



<p>Na ocasião, Gayer associou&nbsp;africanos a pessoas com quociente de inteligência (QI) baixo. Durante a conversa com o apresentador Rodrigo Barbosa Arantes, o deputado disse que a população daquele continente não tem capacidade para viver em um regime democrático. Na entrevista, o deputado ainda chamou o presidente Lula de &#8220;bandido&#8221;.</p>



<p>Após as declarações terem sido levadas à PGR pela Advocacia-Geral da União (AGU) e parlamentares da base governista, o deputado publicou nas redes sociais uma mensagem contra Silvio Almeida. &#8220;Mais um para provar que QI baixo é fundamental para apoiar ditaduras. Infelizmente temos um ministro analfabeto funcional ou completamente desonesto&#8221;, escreveu.</p>



<p>De acordo com a vice-procuradora em exercício, Ana Borges Santos, as declarações de Gayer não estão cobertas pela imunidade parlamentar.</p>



<p>&#8220;As palavras empregadas não estão alcançadas pela imunidade, porque o discurso foi dolosamente ofensivo, injurioso, depreciativo, aviltante&#8221;, escreveu a procuradora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa</h2>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;entrou em contato com o gabinete de Gustavo Gayer e aguarda retorno.</p>



<p>Em vídeo publicado nas redes sociais na época dos fatos, Gayer disse que sua entrevista foi tirada de contexto e publicada na internet. O parlamentar afirmou que fez comentários sobre a qualidade da educação e subnutrição no continente, fatores que, segundo ele, têm impacto no QI da população.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>PGR recebe relatório final da CPMI do 8 de janeiro</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/25/pgr-recebe-relatorio-final-da-cpmi-do-8-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 11:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu nesta terça-feira (24) o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 janeiro. O documento foi entregue à procuradora-geral da República interina, Elizeta Ramos, pela senadora Eliziane Gama e outros integrantes da CPMI. Na semana passada, o relatório marcou fim dos trabalhos da comissão e indiciou [&#8230;]</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu nesta terça-feira (24) o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1562587&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1562587&amp;o=node"></p>



<p>O documento foi entregue à procuradora-geral da República interina, Elizeta Ramos, pela senadora Eliziane Gama e outros integrantes da CPMI. Na semana passada, o relatório marcou fim dos trabalhos da comissão e indiciou 61 pessoas, entre elas, o ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p>O subprocurador Carlos Frederico Santos foi designado para analisar o relatório e propor eventuais investigações contra os citados do documento final. Santos atua na investigação dos atos e foi responsável por denunciar cerca de 1,4 mil acusados.</p>



<p>O material contém 1,3 mil páginas e 7<em>&nbsp;terabytes</em>&nbsp;de arquivos digitais, incluindo imagens, vídeos e diversos documentos que embasaram os indiciamentos.</p>



<p>Mais cedo, Eliziane Gama e os deputados federais Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Rogério Correia (PT-MG), além do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também entregaram o relatório da CPMI ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator dos processos que tratam do 8 de janeiro.</p>



<p>Os parlamentares também vão entregar cópias do relatório à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Polícia Federal.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<item>
		<title>Anistia a partidos que descumpriram cotas é inconstitucional, diz PGR</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/10/09/anistia-partidos-que-descumpriram-cotas-e-inconstitucional-diz-pgr/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 11:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A procuradora-geral da República, Elizeta Ramos, emitiu um parecer contrário à anistia concedida pela&#160;Emenda Constitucional 117/2022&#160;aos partidos políticos que não destinaram recursos mínimos a mulheres, negros e programas de fomento à participação feminina nas últimas eleições. As regras previstas em dois artigos da emenda são alvo de ação direta de inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo partido [&#8230;]</p>
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<p>A procuradora-geral da República, Elizeta Ramos, emitiu um parecer contrário à anistia concedida pela&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc117.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Emenda Constitucional 117/2022</a>&nbsp;aos partidos políticos que não destinaram recursos mínimos a mulheres, negros e programas de fomento à participação feminina nas últimas eleições. As regras previstas em dois artigos da emenda são alvo de ação direta de inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo partido Rede Sustentabilidade e pela Federação Nacional das Associações Quilombolas (Fenaq) no Supremo Tribunal Federal (STF)<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1559669&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1559669&amp;o=node"></p>



<p>“Os arranjos legislativos que, por qualquer modo, impliquem sub-representação de mulheres e de negros na política para aquém dos patamares já alcançados, além de violarem os limites materiais ao poder de emenda à Constituição Federal, significam inadmissível retrocesso em políticas afirmativas voltadas a assegurar isonomia política de gênero e racial”, argumenta a procuradora.</p>



<p>Segundo a PGR, os dispositivos da emenda impedem a aplicação de qualquer tipo de sanção, como devolução de dinheiro, multa ou suspensão do Fundo Partidário, aos partidos que não cumpriram a cota mínima de financiamento em razão de gênero e raça até 2022.</p>



<p>Desde as eleições de 2018, os partidos são obrigados a destinar pelo menos 30% dos recursos públicos de campanha às mulheres. A partir de 2020, também se tornou obrigatória a repartição de recursos na exata proporção entre candidatos negros e brancos.</p>



<p>Ao se manifestar pela procedência da ADI, a procuradora-geral da República destaca o princípio da vedação do retrocesso. A PGR também contesta o argumento de que a norma questionada busca resguardar a segurança jurídica.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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