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	<title>Arquivos Reforma Tributária - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Reforma Tributária - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Regulamentação da reforma tributária prevê alíquota média de 26,5%</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/04/25/regulamentacao-da-reforma-tributaria-preve-aliquota-media-de-265/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 10:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro meses após a promulgação da reforma tributária, o governo enviou o primeiro projeto de lei complementar com a regulamentação dos tributos sobre o consumo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregou a proposta ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no início da noite desta quarta-feira (24). A proposta prevê alíquota média [&#8230;]</p>
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<p>Quatro meses após a promulgação da reforma tributária, o governo enviou o primeiro projeto de lei complementar com a regulamentação dos tributos sobre o consumo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregou a proposta ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no início da noite desta quarta-feira (24).</p>



<p>A proposta prevê alíquota média do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) de 26,5%, podendo variar entre 25,7% e 27,3%, informou o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy. Atualmente, os bens e os serviços brasileiros pagam, em média, 34% de tributos federais, estaduais e municipais.</p>



<p>Com 306 páginas e cerca de 500 artigos, o projeto de lei complementar precisa de maioria absoluta, 257 votos, para ser aprovado. Em pronunciamento no Salão Verde da Câmara dos Deputados, Haddad disse ter recebido o compromisso de Lira de votar a proposta no plenário da Casa até o recesso legislativo do meio do ano, previsto para a metade de julho.</p>



<p>“As pessoas podem se assustar um pouco. São cerca de 300 páginas e 500 artigos, mas isso substitui uma infinidade de leis que estão sendo revogadas e substituídas por um dos sistemas tributários que será um dos mais modernos do mundo”, declarou o ministro.</p>



<p>Segundo Haddad, a alíquota média pode ficar menor que os 26,5% estimados porque o sistema tributário brasileiro será completamente digitalizado, o que coíbe fraudes e aumenta a base de arrecadação.</p>



<p>“Haverá a combinação virtuosa entre dois elementos dessa reforma. O primeiro é a adoção de um imposto de valor agregado, que substitui vários impostos. O segundo elemento é que teremos um sistema tributário totalmente digital. Com a ampliação da base de contribuintes, poderemos ter uma alíquota mais razoável”, comentou o ministro.</p>



<p>Outros benefícios apontados por Haddad são o fim da cumulatividade (cobrança em cascata) dos tributos e a não exportação de impostos.</p>



<p>“Mesmo com as exceções que a emenda constitucional trouxe, a alíquota pode ser reduzida [em relação a hoje]. Os investimentos no Brasil serão desonerados, as exportações serão desoneradas, os produtos mais populares, sejam alimentos, sejam produtos industrializados consumidos pelos mais pobres, terão um preço melhor”, completou Haddad.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Senado</h2>



<p>Após a entrega do projeto na Câmara, Haddad foi entregar um exemplar impresso na residência oficial do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).&nbsp;Nesta quinta-feira (25), às 10h,&nbsp;o secretário Appy&nbsp;e técnicos da pasta darão entrevista coletiva para explicar os detalhes da regulamentação da reforma tributária.</p>



<p>O projeto entregue nesta quarta-feira inclui a regulamentação do IBS; da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal sobre o consumo; o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos com risco à saúde e ao meio ambiente; e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incidirá sobre mercadorias concorrentes das produzidas na Zona Franca de Manaus.</p>



<p>Os temas mais polêmicos são a desoneração da cesta básica e a lista de produtos que terão a cobrança do Imposto Seletivo, cujos detalhes serão revelados nesta quinta. A reforma aprovada no ano passado deixou para o projeto de lei complementar decidir se, por exemplo, alimentos processados e ricos em açúcar sofrerão a cobrança do imposto.</p>



<p>Ao sair da reunião, Haddad se disse confiante na aprovação do projeto ainda este ano, apesar de reconhecer que o Senado terá dificuldade de votar a proposta por causa das eleições municipais de outubro. “Como aconteceu no ano passado, ninguém dizia que uma emenda esperada há 40 anos pudesse ser promulgada. E o presidente Pacheco presidiu a solenidade de promulgação para a felicidade do país, que esperava muitas décadas por isso”, afirmou.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Lula Marques.</p>
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		<title>Entenda a reforma tributária promulgada nesta quarta</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/21/entenda-reforma-tributaria-promulgada-nesta-quarta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 12:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de 30 anos de discussão, o Congresso Nacional deu um passo histórico e&#160;promulgou, nesta quarta-feira&#160;(20), a reforma tributária sobre o consumo. No próximo ano, os parlamentares se debruçarão sobre os projetos de lei complementar que regulamentarão vários pontos da emenda constitucional e iniciarão a segunda etapa da reforma, que mudará a cobrança e o [&#8230;]</p>
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<p>Depois de 30 anos de discussão, o Congresso Nacional deu um passo histórico e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/congresso-promulga-emenda-constitucional-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promulgou, nesta quarta-feira</a>&nbsp;(20), a reforma tributária sobre o consumo. No próximo ano, os parlamentares se debruçarão sobre os projetos de lei complementar que regulamentarão vários pontos da emenda constitucional e iniciarão a segunda etapa da reforma, que mudará a cobrança e o pagamento do Imposto de Renda.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573619&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573619&amp;o=node"></p>



<p>A emenda constitucional simplificará e unificará os tributos sobre o consumo, mas as mudanças ocorrerão aos poucos. A nova tributação das mercadorias e dos serviços começará a entrar em vigor em 2026 e só terminará em 2033. A transição para a cobrança do imposto no destino (local de consumo) se iniciará em 2029, levará 50 anos e só será concluída em 2078.</p>



<p>A principal mudança será a extinção de quatro tributos, que serão fundidos no Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Esse tributo seguirá o modelo dual, em que parte da administração ficará com a União e outra parte com os estados e municípios.</p>



<p>Os tributos federais a serem extintos são&nbsp;o Programa de Integração Social (PIS) e a&nbsp;Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Eles serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a ser arrecadada pela União. Inicialmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) seria incorporado à CBS, mas foi mantido e incidirá apenas sobre mercadorias concorrentes às produzidas na Zona Franca de Manaus.</p>



<p>Outros dois impostos a serem extintos são locais: o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Eles serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>



<p>Em troca de mudanças que trarão o fim da guerra fiscal entre os estados, o governo criará um Fundo de Desenvolvimento Regional para financiar projetos de desenvolvimento em estados mais pobres. Inicialmente orçado em R$ 60 bilhões por ano a partir de 2043, o fundo foi um dos principais pontos de embates durante as discussões.</p>



<p>Diversos governadores pediram a ampliação do valor para R$ 75 bilhões anuais, mas a Câmara inicialmente fixou o montante em R$ 40 bilhões. Posteriormente, o Senado elevou o valor para R$ 60 bilhões por ano. Haverá ainda um novo fundo, também abastecido com recursos da União, para a Zona Franca de Manaus.</p>



<p>A proposta prevê alíquotas reduzidas para alguns setores da economia e abre margem para a criação de um sistema de cashback (devolução de parte do tributo pago), que será regulamentada por lei complementar. O texto também prevê mudanças na tributação sobre patrimônio, com cobrança de imposto sobre meios de transporte de luxo e heranças.</p>



<p>Entenda as mudanças da reforma tributária:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Extinção e criação de tributos</h2>



<p><strong>Criação do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual, composto por dois tributos:</strong></p>



<p>• &nbsp; Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): unificará o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);</p>



<p>• &nbsp; Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): unificará o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS);</p>



<p>•&nbsp; &nbsp;Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) inicialmente seria extinto, mas continuará a existir, incidindo sobre produtos concorrentes dos&nbsp;produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p>• &nbsp; No modelo dual, a União define a alíquota da CBS; e os estados e municípios, do IBS. Em relação aos tributos locais, a diferença será que os governos estaduais e as prefeituras terão de concordar com uma alíquota única, em vez de cada ente público reduzir tributos para estimular a guerra fiscal;</p>



<p>• &nbsp; Não cumulatividade plena: a CBS e o IBS não incidirão em cascata em nenhuma fase da cadeia produtiva. Hoje, o modelo brasileiro é de cumulatividade parcial. Alguns setores da economia continuam pagando em cascata. Outros pagam por valor adicionado em cada etapa da cadeia (pagam sobre o valor acrescentado sobre o preço anterior), mas contam com isenções ao longo das etapas que resultam em maior tributação ao fim da cadeia;</p>



<p>• &nbsp; Cobrança no destino: mercadoria e serviço serão tributados no local do consumo, em vez da origem, como ocorre atualmente. Mudança acaba com guerra fiscal;</p>



<p>• &nbsp; Desoneração de exportações e investimentos.</p>



<p><strong>Imposto Seletivo</strong></p>



<p>• &nbsp; Cobrança sobre produtos que gerem danos à saúde ou ao meio ambiente;</p>



<p>• &nbsp; Alíquotas definidas por lei;</p>



<p>• &nbsp; 60% da receita vai para estados e municípios;</p>



<p>• &nbsp; Princípio da anualidade: cobrança só poderá começar no ano seguinte à sanção da lei;</p>



<p>• &nbsp; Imposto regulatório: não tem objetivo de arrecadar, mas regular mercado e punir condutas prejudiciais;</p>



<p>• &nbsp; Produtos:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; bebidas alcoólicas e cigarros;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; possibilidade de cobrança sobre combustíveis, agrotóxicos, defensivos agrícolas e alimentos processados e ricos em açúcar;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; alíquota de 1% sobre extração de recursos naturais não renováveis, como minério e petróleo;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Exclusão da incidência sobre:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; telecomunicações;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; energia;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; produtos concorrentes com os produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; armas e munições;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; insumos agrícolas que se beneficiem de alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão, exceto no caso de agrotóxicos e defensivos.</p>



<p><strong>Transição</strong></p>



<p>• &nbsp; 2026: início da cobrança da CBS e do IBS em 2026, com alíquota de teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS;</p>



<p>• &nbsp; 2027: extinção do PIS/Cofins e elevação da CBS para alíquota de referência (a ser definida posteriormente pelo Ministério da Fazenda);</p>



<p>• &nbsp; 2027: redução a zero da alíquota de IPI, exceto para itens produzidos na Zona Franca de Manaus;</p>



<p>• &nbsp; 2029 a 2032: extinção gradual do ICMS e do ISS na seguinte proporção;</p>



<p>– 90% das alíquotas atuais em 2029;</p>



<p>– 80% em 2030;</p>



<p>– 70% em 2031;</p>



<p>– 60% em 2032.</p>



<p>• &nbsp; 2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos e da legislação antigos;</p>



<p>• &nbsp; 2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança na origem (local de produção) para o destino (local de consumo).</p>



<p><strong>Alíquotas</strong></p>



<p>• &nbsp; Alíquota única padrão: estimada em 27,5%, mas poderá ser menor caso governo reduza sonegação, valerá como regra geral;</p>



<p>• &nbsp; Alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão aos seguintes grupos, com cadeia produtiva curta e que seriam prejudicados pelo IVA não cumulativo:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Dispositivos médicos;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual (alíquota de IBS);</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de saúde;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de educação;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos agropecuários fora da cesta básica, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Insumos agropecuários, alimentos destinados ao consumo humano e produtos de higiene pessoal;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos e insumos da aquicultura</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produções artísticas, culturais, jornalísticas e audiovisuais nacionais</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Atividades desportivas.</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Bens e serviços relacionados à segurança e à soberania nacional, à segurança da informação e à segurança cibernética;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Comunicação institucional</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Produtos de limpeza consumidos por famílias de baixa renda</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Setor de eventos</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Nutrição enteral ou parenteral (que previnem ou tratam complicações da desnutrição)</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Profissionais liberais com atividades regulamentadas pagarão 70% da alíquota-padrão do IVA</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Na prática, medida beneficia apenas empresas, escritórios e clínicas que faturem mais de R$ 4,8 milhões por ano. Isso porque a maior parte dos profissionais autônomos, que ganham abaixo desse valor, está incluída no Simples Nacional</p>



<p>• &nbsp; Alíquota zero</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Cesta básica nacional com possibilidade de regionalização, a ser definida por lei complementar. Atualmente, cada estado tem sua composição.</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Medicamentos para tratamento de doenças graves;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Serviços de educação de ensino superior: Prouni;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;No caso de produtor rural pessoa física, isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões. O produtor que recebe menos que esse valor por ano poderá repassar crédito presumido (tipo de compensação tributária) aos compradores de seus produtos.</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Compra de medicamentos e dispositivos médicos pela Administração Pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; Reabilitação urbana de zonas históricas e de áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Compras governamentais: isenção, caso seja admitida a manutenção de créditos tributários de operações anteriores; repasse integral da arrecadação do IBS e da CBS recolhida</p>



<p>• &nbsp; Ampliação da imunidade tributária para igrejas: de “templos de qualquer culto”, a medida agora abrangerá “entidades religiosas, templos de qualquer culto, incluindo suas organizações assistenciais e beneficentes”;</p>



<p>• &nbsp; Se modificações na tributação do consumo aumentarem arrecadação geral, dispositivo no texto prevê a redução das alíquotas do IBS e da CBS ao ente público contratante (União, Estado ou município).</p>



<p><strong>Livros</strong></p>



<p>• &nbsp; Livros continuarão com imunidade tributária.</p>



<p><strong>Regimes tributários favorecidos</strong></p>



<p>• &nbsp; Zona Franca de Manaus</p>



<p>• &nbsp; Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.</p>



<p><strong>Regimes tributários específicos</strong></p>



<p>• &nbsp; Combustíveis e lubrificantes: cobrança monofásica (em uma única etapa da cadeia), alíquotas uniformes e possibilidade de concessão de crédito para contribuinte;</p>



<p>• &nbsp; Serviços financeiros, seguros, operações com bens imóveis, cooperativas, planos de assistência à saúde e apostas: alíquotas específicas, tratamento diferenciado nas regras de creditamento (aproveitamento de créditos tributários) e na base de cálculo; e tributação com base na receita ou no faturamento (em vez do valor adicionado na cadeia);</p>



<p>• &nbsp; Serviços de hotelaria, parques de diversão e parques temáticos, restaurantes, agências de viagem, missões diplomáticas</p>



<p>• &nbsp; Serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário, ferroviário e hidroviário, de caráter urbano, semiurbano, metropolitano, intermunicipal e interestadual;</p>



<p>• &nbsp; Sociedades Anônimas de Futebol, que terão recolhimento unificado.</p>



<p>• &nbsp; Na segunda votação, Câmara retirou os seguintes setores dos regimes específicos: saneamento básico, concessão rodoviária, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações, bens e serviços “que promovam a economia circular”</p>



<p><strong>Montadoras de veículos</strong></p>



<p>• &nbsp; prorrogação até 2032 de benefícios para fabricação de baterias e de veículos por montadoras instaladas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste;</p>



<p>• &nbsp; estados do Sul e do Sudeste discordavam da prorrogação, mas a Câmara manteve incentivos reincluído pelo Senado na reforma tributária</p>



<p><strong>Revisão periódica</strong></p>



<p>• &nbsp; &nbsp;A cada cinco anos, exceções serão revisadas, com custo-benefício avaliado</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp;setores beneficiados deverão seguir metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; dependendo da revisão, lei determinará regime de transição para a alíquota padrão.</p>



<p><strong>Trava para carga tributária</strong></p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Teto para manter constante a carga tributária sobre o consumo;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Atualmente, esse teto corresponderia a 12,5% do PIB;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;A cada 5 anos, seria aplicada uma fórmula que considera a média da receita dos tributos sobre consumo e serviços entre 2012 e 2021;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Fórmula será calculada com base na relação entre a receita média e o Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país);</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Caso o limite seja superado, a alíquota de referência terá de cair;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Redução seria calculada pelo Tribunal de Contas da União, baseado em dados dos entes federativos e do futuro Comitê Gestor do IBS.</p>



<p><strong>Cashback</strong></p>



<p>• &nbsp; Ideia inicial era incluir na PEC mecanismo de devolução a famílias de baixa renda, semelhante ao existente em alguns estados, mas sistema será definido em lei complementar.</p>



<p>• &nbsp; Retirada de dispositivo que diz cashback buscaria redução da desigualdade de raça e gênero. Foi mantido apenas objetivo de reduzir de desigualdades de renda.</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Devolução obrigatória de parte dos tributos da conta de luz e do botijão de gás para famílias de baixa renda;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Detalhes a serem regulamentados por lei complementar.</p>



<p><strong>Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FDR)</strong></p>



<p>• &nbsp; Criado para reduzir desigualdades regionais e sociais;</p>



<p>• &nbsp; Aportes feitos pela União;</p>



<p>• &nbsp; Aplicação dos recursos: estudos, projetos e obras de infraestrutura; fomento a atividades com elevado potencial de geração de emprego e renda, com possibilidade de concessão de subvenções; ações para o desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Fundo começaria com aportes de R$ 8 bilhões em 2029 até chegar a R$ 40 bilhões no início de 2034;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Em 2034, aportes subiriam R$ 2 bilhões por ano até atingir R$ 60 bilhões em 2043.</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Divisão dos recursos:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; 70% pelos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE);</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; 30% para estados mais populosos.</p>



<p>Fundo de Desenvolvimento Sustentável dos Estados da Amazônia Ocidental</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Destinado a estados do Norte com áreas de livre-comércio;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Inicialmente restrito ao Amazonas, para beneficiar Zona Franca de Manaus, foi ampliado para Acre, Rondônia, Roraima e Amapá durante votação no Senado.</p>



<p><strong>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</strong></p>



<p>• &nbsp; Fundo com recursos da União garantirá benefícios fiscais já concedidos pelos estados até 2032;</p>



<p>• &nbsp; Em 2028, fundo chegaria ao ponto máximo, com R$ 32 bilhões. Posteriormente, recursos caem.</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Seguro-receita para compensação da perda de arrecadação dos entes federativos com o fim de incentivos fiscais corresponderá a 5% do IBS;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Critérios de repartição:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; estados e municípios com maior perda relativa (em termos percentuais) de arrecadação;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; receita per capita (por habitante) do fundo não pode exceder três vezes a média nacional, no caso dos estados, e três vezes a média dos municípios de todo o país, no caso das prefeituras.</p>



<p><strong>Desoneração da folha</strong></p>



<p>• &nbsp; Caso uma eventual criação de mais empregos, com a desoneração da folha a alguns setores da economia, resulte em maior arrecadação, esse aumento deve ser usado para reduzir a tributação do consumo de bens e serviços.</p>



<p>• &nbsp; Nessa hipótese, demais setores não incluídos na desoneração poderão também ser beneficiados.</p>



<p><strong>Bancos</strong></p>



<p>• &nbsp; Manutenção da carga tributária das operações financeiras em geral;</p>



<p>• &nbsp; Manutenção da carga tributária específica das operações do FGTS e dos demais fundos garantidores, como Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHab), vinculados ao Minha Casa, Minha Vida, e Fundo de Desenvolvimento Social (FDS)</p>



<p><strong>Auditores fiscais</strong></p>



<p>• &nbsp; estados e municípios poderão aprovar leis para igualar a remuneração dos auditores fiscais locais aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 41 mil;</p>



<p>• &nbsp; relator na Câmara tinha retirado dispositivo a pedido de governadores, mas Plenário da Casa reinstituiu a autorização.</p>



<p><strong>Desvinculação de receitas</strong></p>



<p>• &nbsp; Prorrogação de 31 de dezembro de 2023 para 31 de dezembro de 2032, da desvinculação de 30% de receitas dos impostos, taxas e multas já instituídos por estados e municípios ou que vierem a ser criados até essa data, e de outras receitas correntes.</p>



<p>• &nbsp; Mudança permite que até 30% da receita do IBS não sejam vinculados por lei, com exceção de algumas finalidades, como gastos mínimos em saúde e educação ou Fundeb.</p>



<p><strong>Fundos estaduais para infraestrutura</strong></p>



<p>• &nbsp; Fundos estaduais formados por contribuições locais sobre produtos primários e semielaborados poderão continuar a existir até 2032, desde que estejam&nbsp;em vigor em 30 de abril de 2023;</p>



<p>• &nbsp; Permissão vale apenas para estados com fundos em funcionamento em 30 de abril de 2023;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; Com a regra, apenas Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará poderão manter contribuição;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; — &nbsp; &nbsp; Contribuição só poderá ser cobrada até 2032, para evitar nova guerra fiscal.</p>



<p>• &nbsp; Dinheiro deverá ser usado para obras de infraestrutura e habitação;</p>



<p>• &nbsp; Medida incluída a pedido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e de outros governadores com fundos semelhantes, vinculados à concessão de benefícios fiscais do ICMS.</p>



<p><strong>Transferências constitucionais</strong></p>



<p>• &nbsp; Critérios de repartição do IBS serão definidos por lei complementar. Câmara retirou média da arrecadação do ICMS entre 2024 e 2028;</p>



<p>• &nbsp; Transferências constitucionais dos tributos extintos futuramente pela reforma (IPI e ICMS) continuam com os mesmos índices;</p>



<p>• &nbsp; Da arrecadação do IBS que caberá aos estados, 25% continuam a ser repartidos entre os municípios de seu território, mas com percentuais diferentes:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;85% do montante, no mínimo, proporcionalmente à população;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;10% desse montante com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e aumento da equidade segundo lei estadual;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;5% em montantes iguais para todos os municípios do estado.</p>



<p>• &nbsp; Índices de 85%, 10% e 5% também valerão para arrecadação do Imposto Seletivo em função da exportação de produtos industrializados, que contam com isenção;</p>



<p>• &nbsp; Reserva de 18% da arrecadação da CBS para seguro-desemprego e abono salarial.</p>



<p><strong>Comitê Gestor</strong></p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Encarregado de gerir a cobrança e a arrecadação do IBS, Conselho Federativo foi rebatizado de Comitê Gestor;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Órgão passará a ter caráter exclusivamente técnico, assegurando divisão correta dos recursos, sem capacidade de propor regulações ao Legislativo;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Congresso poderá convocar o presidente do Comitê Gestor e pedir informações, como ocorre com os ministros;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Representação do órgão será feita por integrantes das carreiras da Administração Tributária e das Procuradorias dos estados, do Distrito Federal e municípios;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Emenda sobre representantes do órgão acatada a pedido dos Fiscos para impedir criação de carreiras e cargos dentro do Comitê Gestor;</p>



<p>• &nbsp; &nbsp;Senado havia incluído sabatina para presidente do Comitê Gestor, mas Câmara retirou exigência.</p>



<p><strong>IPVA</strong></p>



<p>• &nbsp; Inclusão de cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e&nbsp;<em>jet skis</em>;</p>



<p>• &nbsp; Possibilidade de o imposto ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Quem polui mais, paga&nbsp;mais;</p>



<p>• &nbsp; Possibilidade de que carros elétricos paguem alíquotas menores;</p>



<p>• &nbsp; Lista de exceções para IPVA, incluída durante negociações:</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Aeronaves agrícolas e de operador certificado para prestar serviços aéreos a terceiros;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma);</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; – &nbsp; &nbsp;Tratores e máquinas agrícolas.</p>



<p><strong>Herança e doação</strong></p>



<p>• &nbsp; Progressividade do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD);</p>



<p>• &nbsp; Alíquota subirá conforme o valor da transmissão; transferência a competência do imposto sobre bens móveis, títulos e créditos ao Estado onde tiver domicílio;</p>



<p>• &nbsp; Cobrança sobre heranças no exterior</p>



<p>• &nbsp; Isenção de ITCMD sobre transmissões para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos</p>



<p><strong>IPTU</strong></p>



<p>• &nbsp; Possibilidade de prefeituras atualizarem base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por decreto;</p>



<p>• &nbsp; Decreto obedecerá a critérios gerais previstos em lei municipal;</p>



<p>• &nbsp; Medida atende a pedido das prefeituras.</p>



<p><strong>Iluminação pública</strong></p>



<p>• &nbsp; Contribuição para custear iluminação pública, de competência municipal, poderá ser usada para expansão e melhoria do serviço, finalidades não previstas hoje pela Constituição.</p>



<p><strong>Segunda etapa da reforma</strong></p>



<p>•   Prazo de até 180 dias após promulgação da reforma sobre o consumo para o envio da segunda etapa da reforma tributária, que trata da reforma dos tributos sobre a renda. Tema pode ser reformulado por projeto de lei.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/21/entenda-reforma-tributaria-promulgada-nesta-quarta/">Entenda a reforma tributária promulgada nesta quarta</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>Lula destaca “fotografia histórica” da reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 10:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o papel do Congresso Nacional na aprovação da reforma tributária. A emenda constitucional 132/2023, que institui uma simplificação no sistema de impostos,&#160;foi promulgada&#160;em sessão do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira (20). “Guardem essa foto e se lembrem que, contra ou a favor, vocês contribuíram para que [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o papel do Congresso Nacional na aprovação da reforma tributária. A emenda constitucional 132/2023, que institui uma simplificação no sistema de impostos,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/congresso-promulga-emenda-constitucional-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi promulgada</a>&nbsp;em sessão do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira (20).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573709&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573709&amp;o=node"></p>



<p>“Guardem essa foto e se lembrem que, contra ou a favor, vocês contribuíram para que esse país, na primeira vez no regime democrático, aprovasse uma reforma tributária a contento da nação brasileira. Ela certamente não vai resolver todos os problemas, mas foi a demonstração de que esse Congresso Nacional, toda vez que teve que mostrar compromisso com o povo brasileiro, ele mostrou. Quando foi desafiado, ele mostrou”, disse o presidente, lembrando também ter sido um parlamentar. Lula foi deputado federal entre 1987 e 1991.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/xXce9mcZuX5prvwoC5BvNsz3X7s=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/4315bc63-c64d-443a-9c9f-c743a09daa0a.jpeg?itok=IKEgfkyH" alt="Brasília (DF), 20.12.2023 - Presidente Lula participa da sessão solene de promulgação da Reforma Tributária. Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Presidente Lula destacou o empenho do Congresso Nacional na aprovação da Reforma Tributária, que vinha sendo discutida há mais de 30 anos sem um desfecho até então. Foto &#8211;&nbsp;<strong>Ricardo Stuckert/PR</strong></h6>



<p>“E é esse Congresso, com direita ou esquerda, com centro ou qualquer outra coisa, mulheres e homens, negros e brancos. Esse Congresso, quer goste ou não o presidente, é a cara da sociedade brasileira que votou nas eleições de 2022”, acrescentou.</p>



<p>A votação do texto havia sido concluída pela Câmara dos Deputados no último dia 15. Lula compareceu à cerimônia, realizada no Plenário da Câmara, que também contou com as presenças do presidente do Senado e Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, além dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento), e centenas de deputados e senadores.</p>



<p>No início de seu pronunciamento, Lula elogiou o papel do ministro da Fazenda na articulação da proposta. Para o presidente, Haddad demonstrou “inteligência de fazer uma proposta quando pouca gente acreditava que fosse possível passar”. Já o ministro da Fazenda, durante seu discurso, pediu que, com a reforma aprovada em vigor, o Supremo Tribunal Federal (STF) atue para fazê-la valer na prática.</p>



<p>“A partir deste momento, essa emenda tem um guardião. O guardião é o Supremo. Contamos com o Supremo para que essa emenda seja recebida com a generosidade que ela merece, para que possamos consolidar essa reforma ao longo dos anos”, afirmou.</p>



<p>Haddad também destacou o caráter construtivo da proposta, e disse que a reforma tributária é “perfeita” porque foi realizada em um regime democrático. “Isto aqui é o vetor de muitas vontades, que aglutinou muitos anseios, que aglutinou muitas disputas, sendo muitas delas legítimas em proveito de uma solução. Ela [reforma] é perfeita porque foi feita sob uma democracia. Todo mundo foi ouvido, todo mundo participou. Ela é perfeita, porque também contém, em seu próprio texto, a cláusula da sua periódica revisão. Ela é humilde e reconhece em seu processo histórico que há de torná-la ainda melhor”, celebrou.</p>



<p>Já a ministra do Planejamento afirmou que a reforma vai dar dignidade ao povo brasileiro e atende a população mais pobre do país. “É a reforma que vai dar dignidade para o povo brasileiro, porque é a reforma dos mais pobres. Agora entendemos porque é a mãe de todas as reformas. É a reforma das mulheres brasileiras, porque lamentavelmente, a cara mais pobre do povo brasileiro é sempre de uma mulher negra, do Norte e do Nordeste”, disse Simone Tebet, ao lembrar que as mudanças aprovadas preveem que a cesta básica de alimentos passa a ser isenta de tributos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Clima</h2>



<p>Nem os afagos de Lula aos parlamentares diminuíram o clima de polarização existente no Congresso. Durante a cerimônia, em um plenário lotado, parlamentares da base do governo e da oposição se exaltaram com a presença do presidente e transformaram o local em uma espécie de arquibancada de estádio. De um lado, manifestações de apoio ao presidente. Do outro, opositores gritando palavras contra o mandatário. Quando falou, o presidente da Câmara, Arthur Lira, chegou a pedir contenção dos parlamentares, para que mantivessem o decoro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudança estrutural</h2>



<p>Após 30 anos de discussão, a reforma tributária&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/entenda-reforma-tributaria-promulgada-nesta-quarta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">simplificará a tributação sobre o consumo</a>&nbsp;e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.</p>



<p>Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em&nbsp;<em>streaming</em>, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.</p>



<p>Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo&nbsp;Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.</p>



<p>Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.</p>



<p>A nova tributação das mercadorias e dos serviços começará a entrar em vigor em 2026 e só terminará em 2033. A transição para a cobrança do imposto no destino (local de consumo) se iniciará em 2029, levará 50 anos e só será concluída em 2078.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>Reforma tributária elevará produtividade do Brasil, diz secretário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 10:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária representa uma das principais medidas para elevar a produtividade no país, disse nesta segunda-feira (18) o secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Segundo ele, existem dois desafios após a aprovação da primeira fase da reforma, que trata dos tributos sobre o consumo: a regulamentação da emenda constitucional [&#8230;]</p>
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<p>A reforma tributária representa uma das principais medidas para elevar a produtividade no país, disse nesta segunda-feira (18) o secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Segundo ele, existem dois desafios após a aprovação da primeira fase da reforma, que trata dos tributos sobre o consumo: a regulamentação da emenda constitucional por meio de leis complementares e o início da segunda fase da reforma, que tratará do Imposto de Renda.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573217&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573217&amp;o=node"></p>



<p>“Conseguimos uma construção técnica e política que permitiu a aprovação da reforma tributária no Brasil”, declarou o secretário, que classificou como decisivo o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Os efeitos das mudanças são de longo prazo, mas é importante ressaltar esses efeitos”, acrescentou. “A reforma tributária é um dos principais itens da agenda de produtividade do Brasil, embora haja muitas outras iniciativas.”</p>



<p>A promulgação da reforma tributária ocorrerá na próxima quarta-feira (20), em sessão conjunta do Congresso. “Ainda há um grande desafio com a regulamentação da emenda. Além disso, o governo e o Legislativo precisarão se debruçar sobre a reforma do Imposto de Renda”, declarou o secretário.</p>



<p>O secretário deu as declarações em entrevista coletiva para divulgar um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com perspectivas sobre a economia brasileira. Appy, que participou da elaboração de uma proposta de emenda à Constituição em 2004 e que serviu de base para a emenda aprovada pelo Congresso na sexta-feira (15), agradeceu aos parlamentares pela aprovação da reforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações</h2>



<p>No relatório, a OCDE elogiou a aprovação da reforma, mas advertiu que, assim como o novo arcabouço fiscal, ela terá de ser regulamentada e implementada sem falhas, para impedir que a dívida pública brasileira fuja do controle.</p>



<p>“Uma falha na implementação da reforma tributária implicaria um crescimento mais baixo, o que seria suficiente para questionar a sustentabilidade da dívida pública. Uma consolidação fiscal mais baixa levaria a uma trajetória de dívida claramente insustentável, com o nível da dívida atingindo 100% do PIB já em 2037 e com uma forte inclinação para cima. Um pacote mais ambicioso de reformas estruturais impulsionaria o crescimento potencial e levaria a uma queda na relação dívida-PIB”, destaca o documento.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 11:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária poderá encarecer os serviços em geral. Sem cadeia produtiva longa, o setor se beneficiará menos de créditos tributários e será tributado com uma alíquota de IVA dual, estimada em 27,5%, mais alta que os atuais 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A reforma tributária poderá encarecer os serviços em geral. Sem cadeia produtiva longa, o setor se beneficiará menos de créditos tributários e será tributado com uma alíquota de IVA dual, estimada em 27,5%, mais alta que os atuais 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) cobrado sobre empresas com lucro presumido, situação que engloba a maioria das empresas prestadoras de serviço.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573019&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573019&amp;o=node"></p>



<p>Alguns tipos de serviço, no entanto, terão alíquota diminuída em 60%. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia concedido a redução para serviços de transporte coletivo, de saúde, de educação, cibernéticos, de segurança da informação e de segurança nacional.</p>



<p>O Senado incluiu na lista os segmentos de comunicação institucional e de eventos. Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos serão isentos. Os serviços de transporte coletivo intermunicipal e interestadual migraram da alíquota reduzida para regime específico, com impostos a serem definidos apenas após a reforma tributária.</p>



<p>O Senado também incluiu agências de viagem, serviços de saneamento e de telecomunicações&nbsp;em regimes específicos, que preveem sistema de coleta e alíquotas diferenciadas. Os senadores proibiram ainda a incidência do Imposto Seletivo sobre os serviços de energia e de telecomunicações.</p>



<p>Na segunda votação na Câmara, na sexta-feira (15), os deputados retiraram os seguintes segmentos dos regimes específicos: saneamento básico, concessão de rodovias, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações e bens e serviços “que promovam a economia circular”.</p>



<p>Em audiência na Câmara dos Deputados no fim de junho, o secretário extraordinário da Reforma Tributária,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2023/junho/setor-de-servicos-sera-beneficiado-pelas-novas-regras-afirma-bernard-appy" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bernard Appy</a>, afirmou que outros elementos deverão compensar as alíquotas mais altas.&nbsp;Primeiramente, ele citou o crescimento econômico decorrente da reforma tributária como fator de geração de empregos e de negócios.</p>



<p>Além da expansão da economia, Appy afirmou que o fim da cumulatividade (tributação em cascata) trará ganhos às empresas de serviços, que poderão usar créditos tributários não aproveitados atualmente. Ele também citou a simplificação do sistema e a redução do litígio e do custo do investimento como fatores que estimularão os serviços. Na cerimônia de instalação da Comissão Temática de Assuntos Econômicos do Conselhão, no último dia 4, o secretário disse que a carga tributária para alguns tipos de serviço cairá de 7% a 13% com a reforma tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviços de internet</h2>



<p>Assim como para os serviços em geral, as empresas de&nbsp;<em>streaming</em>&nbsp;(exibição de vídeos, filmes e séries) de internet pagarão alíquota maior. O mesmo ocorre com aplicativos de transporte e de entrega de comidas. O Ministério da Fazenda assegura que a redução do preço da energia elétrica compensará esses aumentos, resultando em pouco impacto para o consumidor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Imposto Seletivo</h2>



<p>A reforma tributária institui&nbsp;a possibilidade de criação&nbsp;do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Na prática, essa tributação atingirá bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos com excesso de açúcar ou de sal.</p>



<p>Assim como o IVA dual, a alíquota do Imposto Seletivo será determinada posteriormente à reforma tributária. Para os cigarros e as bebidas alcoólicas, não deverá haver grandes alterações de preços, porque esses produtos há décadas pagam grandes alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como política de saúde pública.</p>



<p>Para os demais produtos com riscos sanitários e ambientais, o Imposto Seletivo resultará em encarecimento. A inclusão dos agrotóxicos e defensivos agrícolas, no entanto, ainda será discutida em lei complementar. Para facilitar a aprovação da reforma tributária pela bancada ruralista, o governo concordou em excluir do Imposto Seletivo os insumos agrícolas, inclusive os agrotóxicos, que se beneficiam da alíquota de IVA reduzida em 60%.</p>



<p>O Senado tinha incluído o Imposto Seletivo sobre armas e munições, exceto as compradas pela Administração Pública. No entanto, na aprovação do último destaque no segundo turno de votações nesta sexta-feira, a Câmara retirou o tributo sobre esses produtos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Heranças</h2>



<p>Atualmente, as heranças e doações no Brasil pagam Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Cada estado define a alíquota, mas o imposto médio correspondia a 3,86% em 2022, sem progressividade (alíquotas maiores para heranças maiores) na maioria das unidades da Federação.</p>



<p>A reforma tributária estabelecerá que a alíquota será progressiva, para que as famílias mais ricas paguem mais e também permitirá a cobrança sobre heranças e doações vindas de outros países. Para facilitar as negociações, no entanto, o relator Aguinaldo Ribeiro isentou a transmissão para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos. Uma lei complementar definirá as condições para essas isenções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cashback</h2>



<p>A reforma prevê a possibilidade de&nbsp;<em>cashback</em>, devolução parcial do IVA dual a mais pobres, a ser definido por meio de lei complementar. Ainda não está claro se o mecanismo abrangerá apenas as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou se abrangerá limite maior de renda, como famílias com renda de até três salários mínimos.</p>



<p>No Senado, o mecanismo foi aperfeiçoado. As famílias mais pobres também receberão&nbsp;<em>cashback</em>&nbsp;na conta de luz e no botijão de gás. Nos dois casos, o ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz ou como abatimento na compra do botijão. Os detalhes serão regulamentados pela&nbsp;lei complementar.</p>



<p>Em audiência pública na Câmara dos Deputados em março, Appy apresentou sugestões sobre como ocorreria essa devolução &lt;https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/secretario-defende-regulamentacao-de-cashback-para-pobres-por-lei&gt;. Segundo ele, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/secretario-defende-regulamentacao-de-cashback-para-pobres-por-lei" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>cashback</em></a>&nbsp;poderia ter como base o Cadastro de Pessoa Física (CPF) emitido na nota fiscal, com o valor da compra e a inscrição no Cadastro Único sendo cruzadas para autorizar a devolução.</p>



<p>O secretário citou o exemplo do Rio Grande do Sul, que implementou um sistema de devolução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2021 a famílias inscritas no Cadastro Único com renda de até três salários mínimos, por meio de um cartão de crédito.</p>



<p>Inicialmente, o governo gaúcho devolvia um valor fixo por família e agora começou a devolver por CPF, com base no cruzamento de dados entre o valor da compra e a situação cadastral da família. Em locais remotos, sem acesso à internet, Appy sugeriu um sistema de transferência direta de renda, complementar ao Bolsa Família.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Marcelo Camargo. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/12/18/servicos-poderao-ficar-mais-caros-com-reforma-tributaria/">Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>Cesta básica, combustível, serviços: o que muda com reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 11:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovada na sexta-feira (15)&#160;após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços. Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aprovada na sexta-feira (15)&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/camara-aprova-reforma-tributaria-em-segundo-turno" target="_blank" rel="noreferrer noopener">após 30 anos de discussão</a>, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572950&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572950&amp;o=node"></p>



<p>Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.</p>



<p>Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.</p>



<p>Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.</p>



<p>Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cesta básica</h2>



<p>Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar.</p>



<p>Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários.</p>



<p>O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/reforma-pode-gerar-alta-de-60-em-impostos-de-itens-da-cesta-basica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cesta básica poderia subir 59,83% em média</a>&nbsp;com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual.</p>



<p>O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-07/relator-confirma-mudancas-em-tres-pontos-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)</a>, apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%.</p>



<p>A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva.</p>



<p>No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica.</p>



<p>O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Remédios</h2>



<p>O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição.</p>



<p>Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10147.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 10.047, de 2000</a>, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Combustíveis</h2>



<p>A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992.</p>



<p>Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque.</p>



<p>Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios.</p>



<p>Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veículos</h2>



<p>A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet ski. A reforma também estabelece que o imposto passará a ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Veículos movidos a combustíveis fósseis pagam mais. Veículos movidos a etanol, biodiesel e biogás e os carros elétricos pagarão menos IPVA.</p>



<p>O Senado acatou uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e incluiu a compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo entre os itens com alíquota zero. O benefício existe atualmente e seria extinto com a reforma tributária.</p>



<p>Em julho, durante a primeira votação na Câmara, os deputados criaram uma lista de exceção para evitar a cobrança sobre veículos usados para a agricultura e para serviços. A relação abrange os seguintes tipos de veículos: aeronaves agrícolas e certificadas para prestar serviços aéreos a terceiros; embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário; embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência; plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma); e tratores e máquinas agrícolas.</p>



<p>No Senado, a prorrogação, até 2032, de um incentivo para montadoras das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste elevou as tensões. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia derrubado a prorrogação desse incentivo. Na primeira versão do relatório no Senado, o incentivo foi prorrogado apenas para a produção de carros elétricos, mas a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa estendeu o benefício a montadoras de veículos movidos a biodiesel e a veículos híbridos movidos a biodiesel e a gasolina.</p>



<p>Isso gerou mal-estar entre os governadores do Sul e do Sudeste, que alegaram desigualdade de condições com as montadoras instaladas nas duas regiões. Na sexta-feira, o relator Aguinaldo Ribeiro concordou em manter o benefício no texto-base, mas destacar esse ponto. Diferentemente da primeira votação na Câmara, onde o incentivo obteve 307 votos, um a menos que os 308 necessários, os deputados mantiveram o benefício por 341 votos a favor, 153 contra e quatro abstenções.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques.</p>
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		<title>Reforma tributária deve ser votada nesta semana, diz relator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 11:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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<p>O relator da reforma tributária na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que o presidente Arthur Lira já sinalizou para a votação da reforma tributária (PEC 45/19) na semana que vem no Plenário. Ele explicou que serão feitas sugestões de supressão de alguns dispositivos aprovados no Senado, mas que tudo será conversado com o presidente daquela Casa, senador Rodrigo Pacheco. “Tecnicamente, o que a gente vai ver é o que pode ser suprimido no texto sem que isso comprometa a reforma”, disse.</p>



<p>Alguns pontos que podem gerar debate em Plenário, segundo ele, são a prorrogação de incentivos fiscais para o setor automotivo no Nordeste, Norte e Centro-Oeste até 2032. A Câmara havia rejeitado, e o Senado aprovou. Ele também citou mudanças no comitê de estados e municípios que vai gerir o Imposto sobre Bens e Serviços. Os entes federativos ainda divergem sobre o peso de cada um na tomada de decisões dentro do grupo.</p>



<p>A reforma tributária vai eliminar três impostos federais – IPI, PIS e Cofins – e criar a Contribuição sobre Bens e Serviços e o Imposto Seletivo. Também elimina o ICMS estadual e o ISS municipal e cria o IBS. IBS e CBS terão as mesmas regras e serão cobrados apenas no destino dos produtos, eliminando a incidência de imposto sobre imposto.</p>



<p>O Senado ampliou a lista de setores que terão alíquotas diferenciadas de IBS e CBS e as isenções. Também elevou os repasses da União para o Fundo de Desenvolvimento Regional de, no máximo, R$ 40 bilhões por ano para R$ 60 bilhões. Este fundo pretende compensar o fim da guerra fiscal entre os estados para atrair investimentos a partir de incentivos tributários.</p>



<p>Agência Câmara de Notícias.</p>
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		<title>Reforma tributária pode ser promulgada ainda este ano, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 09:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do prazo curto e da necessidade de uma nova votação na Câmara dos Deputados, a reforma tributária tem chances de ser promulgada ainda este ano, disse agora à noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele comentou a&#160;aprovação da proposta em primeiro turno no Senado&#160;e se disse confiante na nova etapa da tramitação no [&#8230;]</p>
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<p>Apesar do prazo curto e da necessidade de uma nova votação na Câmara dos Deputados, a reforma tributária tem chances de ser promulgada ainda este ano, disse agora à noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele comentou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-11/senado-aprova-texto-base-da-reforma-tributaria-em-primeiro-turno" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovação da proposta em primeiro turno no Senado</a>&nbsp;e se disse confiante na nova etapa da tramitação no Congresso.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1565425&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1565425&amp;o=node"></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Agora, a discussão é muito mais fácil de ser feita. É incorporar ou não [novos pontos] e poder promulgar. Acredito que seja possível a promulgação da reforma tributária ainda este ano, apesar da volta para a Câmara”, declarou o ministro.</p>
</blockquote>



<p>Haddad agradeceu aos senadores e deu nota 7,5 para o texto. “Não é nota 10, mas vai trazer investimentos para o Brasil e aumentar nossas exportações”, disse. O ministro, no entanto, elogiou o dispositivo incluído pelo Senado que permitirá a revisão de regimes especiais a cada cinco anos. Segundo ele, a revisão periódica poderá fazer a reforma tributária chegar à nota 10.</p>



<p>Sobre o placar de 53 votos a 24 no plenário do Senado, apenas quatro votos a mais que o necessário, Haddad diz que a margem de folga poderia ser maior caso o debate não tivesse sido politizado.</p>



<p>“Houve muita atuação por parte da oposição contra reforma. Na minha opinião, isso polarizou um pouco o debate, que é uma questão de Brasil. A proposta da emenda constitucional sequer foi apresentada nesse governo. Já vem tramitando desde 2019, mas eu quero crer que se nós colocarmos o Brasil acima disso, dessas disputas, nós podemos inclusive ampliar esse placar”, acrescentou o ministro.</p>



<p>Relator da PEC, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) disse que o momento é histórico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quero agradecer a votação histórica, No regime democrático, essa é a primeira vez que o Senado aprova uma reforma tributária. Quero agradecer a confiança no trabalho que realizamos”, comentou, logo após a votação em primeiro turno.</p>
</blockquote>



<p>O secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, se disse extremamente contente com a aprovação no Senado, mesmo com o placar apertado. “Estou extremamente feliz. Preferia um placar mais folgado, mas foi”, declarou logo após a votação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segundo turno</h2>



<p>O Senado iniciou há pouco a votação da PEC em segundo turno. Durante a votação dos destaques no primeiro turno, apenas uma emenda foi aprovada, após acordo com Braga. De autoria do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), o destaque estende a vigência do Fundo de Sustentabilidade e Diversificação Econômica do Estado do Amazonas para os demais estados da Região Norte.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Senado aprova reforma tributária; texto volta à Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 08:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o texto-base da reforma tributária sobre o consumo. Tanto no primeiro quanto no segundo turno o placar foi o mesmo: 53 a 24. A votação em primeiro turno foi concluída pouco depois das 19h, já o resultado do segundo turno foi conhecido duas horas depois.&#160;A aprovação da PEC exigia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o texto-base da reforma tributária sobre o consumo. Tanto no primeiro quanto no segundo turno o placar foi o mesmo: 53 a 24. A votação em primeiro turno foi concluída pouco depois das 19h, já o resultado do segundo turno foi conhecido duas horas depois.&nbsp;A aprovação da PEC exigia o voto de pelo menos 49 dos 81 senadores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1565390&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1565390&amp;o=node"></p>



<p>Como a PEC passou por mudanças no Senado, terá de voltar à Câmara dos Deputados para uma nova votação. Os parlamentares esperam concluir a tramitação nas duas Casas até o final do ano. Por causa da complexidade da proposta, os senadores optaram por não fatiar o texto, promulgando a parte aprovada e deixando as alterações para os deputados votarem.</p>



<p>Após a aprovação em segundo turno, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que a reforma tributária “se impôs porque o Brasil não podia mais conviver com o atraso”. Segundo ele, as mudanças na tributação sobre o consumo estimularão o desenvolvimento econômico, ao substituir o “carnaval tributário” existente até agora no Brasil, citando uma expressão do tributarista Augusto Becker, e unificar tributos.</p>



<p>“Ao consolidar inúmeros tributos em apenas três, o Imposto sobre Bens e Serviços, a Contribuição sobre Bens e Serviços e o Imposto Seletivo, o texto vai reduzir a complexidade burocrática, o que possibilitará às empresas concentrar recursos e esforços em seus negócios principais, fomentando a inovação e estimulando o crescimento econômico”, ressaltou Pacheco.</p>



<p>Durante as discussões em plenário, que começaram por volta das 15h, o relator da proposta de emenda à Constituição (PEC), senador Eduardo Braga (MDB-AM), acatou seis novas emendas que ampliam as exceções à alíquota padrão do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA). Por sugestão da vice-líder do Governo no Senado, Daniella Ribeiro (PSD-PB), o setor de eventos foi incluído na alíquota reduzida em 60%.</p>



<p>O relator também acolheu emenda do senador Plínio Valério (PSDB-AM) para equiparar a remuneração dos servidores dos fiscos municipais e estaduais aos da Receita Federal. Segundo Valério, a integração do mesmo fato gerador entre a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), da União, e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), administrado pelos governos locais, fará os fiscos locais exercerem a mesma função da Receita.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governadores</h4>



<p>Na votação desta quarta, a proposta enfrentou resistência de última hora de governadores do Sul e do Sudeste. Eles protestaram contra uma emenda acatada por Braga na CCJ que acrescentou três parágrafos ao Artigo 19 da PEC que prorroga, pela quarta vez, incentivos a montadoras de veículos do Nordeste e do Centro-Oeste. Essa prorrogação havia sido derrubada na Câmara, em julho, quando os deputados rejeitaram um destaque para prorrogar os benefícios para as duas regiões.</p>



<p>No início da tarde, os governadores do Sul e do Sudeste reuniram-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e ameaçaram orientar as bancadas de seus estados a votar contra a reforma tributária caso não consigam retirar, na votação de destaques, emendas que consideram como “jabutis”, inclusões de pontos não relacionados à proposta principal. Segundo os governadores, as alterações de última hora ampliam a desigualdade de tratamento entre Norte, Nordeste e Centro-Oeste contra as outras duas regiões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Novas exceções</h4>



<p>Na votação de ontem, na CCJ, Braga tinha acatado 247 emendas de um total de 777. Entre as mudanças aceitas, está a emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), que estende ao gás de cozinha o&nbsp;<em>cashback</em>. A versão anterior do parecer tinha incluído a energia elétrica no mecanismo de ressarcimento de tributos às pessoas mais pobres.</p>



<p>Outra mudança está no tratamento diferenciado a clubes de futebol. Proposta pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), a emenda mantém o recolhimento unificado de tributos pelas sociedades anônimas do futebol. Segundo Braga, esse mecanismo jurídico tem ajudado a recuperar a saúde financeira dos clubes. O relatório já previa que as atividades esportivas pagariam alíquota reduzida em 60% da futura Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>



<p>O novo parecer incluiu benefícios para taxistas comprarem veículos. Braga acolheu emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que manterá a isenção na compra de automóveis por taxistas e por pessoas com deficiência ou consideradas dentro do espectro autista. O relatório anterior extinguiria o benefício, com a unificação de tributos.</p>



<p>Braga acatou ainda uma emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI) para restaurar a alíquota reduzida para atividades de restauração urbana de zonas históricas. O benefício estava no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mas havia sido excluído na primeira versão do parecer do relator.</p>



<p>Outros benefícios incluídos no relatório são a alíquota zero para medicamentos e dispositivos médicos comprados pelo governo e por entidades de assistência social sem fins lucrativos, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Braga também acolheu emendas dos senadores Esperidião Amin (Progressistas-SC) e Izalci Lucas (PSDB-DF) para zerar a alíquota de IBS, tributo administrado pelos estados e municípios, para serviços prestados por instituições científicas, tecnológicas e de inovação sem fins lucrativos. Na versão anterior, apenas a CBS, tributo federal, teria a alíquota zerada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Trava</h4>



<p>As principais alterações da reforma tributária em relação à versão aprovada pela Câmara constam da primeira versão do<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-10/reforma-tributaria-relatorio-traz-trava-para-aumento-de-imposto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;relatório&nbsp;</a>divulgada por Braga no fim de outubro. As&nbsp;<a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-10/confira-principais-mudancas-na-reforma-tributaria-no-senado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">principais mudanças&nbsp;</a>são a criação de um teto para a carga tributária, a revisão a cada cinco anos dos regimes especiais de tributos e a ampliação do Fundo de Desenvovimento Regional (FDR), criado para incentivar o desenvolvimento de regiões de menor renda, de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões por ano a partir de 2043.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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		<title>CCJ do Senado aprova reforma tributária</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 10:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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<p>Por 20 votos a 6, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), o texto da reforma tributária sobre o consumo. Após a votação do texto-base, os senadores passaram a apreciar os destaques, mas um acordo com o governo fez com que todos fossem rejeitados.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1565000&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1565000&amp;o=node"></p>



<p>A expectativa é que a proposta de emenda à Constituição vá a votação no plenário do Senado nesta quarta-feira (8). Horas antes da votação da CCJ, o relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM)&nbsp; acolheu novos pedidos para incluir exceções no texto. Entre as mudanças, estão benefícios a clubes de futebol, taxistas e a ampliação de uma contribuição para a região Centro-Oeste. O relator também aceitou incluir o gás de cozinha no mecanismo de&nbsp;<em>cashback</em>&nbsp;(devolução de dinheiro) para a população de baixa renda.</p>



<p>Das 777 emendas apresentadas ao relator, 247 foram acatadas. Entre as mudanças aceitas de última hora, está a emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-MA), que estende ao gás de cozinha o&nbsp;<em>cashback</em>. A versão anterior do parecer tinha incluído a energia elétrica no mecanismo de ressarcimento de tributos às pessoas mais pobres.</p>



<p>Outra mudança está no tratamento diferenciado a clubes de futebol. Proposta pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), a emenda mantém o recolhimento unificado de tributos pelas Sociedades Anônimas do Futebol. Segundo Braga, esse mecanismo jurídico tem ajudado a recuperar a saúde financeira dos clubes. O relatório já previa que as atividades esportivas pagariam alíquota reduzida em 60% da futura Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>



<p>O novo parecer incluiu benefícios para taxistas comprarem veículos. Braga acolheu emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que manterá a isenção na compra de automóveis por taxistas e por pessoas com deficiência ou consideradas dentro do espectro autista. O relatório anterior extinguiria o benefício, com a unificação de tributos.</p>



<p>Braga acatou ainda uma emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI) para restaurar a alíquota reduzida para atividades de restauração urbana de zonas históricas. O benefício estava no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mas havia sido excluído na primeira versão do parecer do relator.</p>



<p>Outros benefícios incluídos no relatório são a alíquota zero para medicamentos e dispositivos médicos comprados pelo governo e por entidades de assistência social sem fins lucrativos, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES). Braga também acolheu emendas dos senadores Espiridião Amin (Progressistas-SC) e Izalci Lucas (PSDB-DF) para zerar a alíquota de IBS, tributo administrado pelos estados e municípios, para serviços prestados por instituições científicas, tecnológicas e de inovação sem fins lucrativos. Na versão anterior, apenas a CBS, tributo federal, teria a alíquota zerada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribuição regional</h4>



<p>Em relação ao Centro-Oeste, Braga atendeu a uma demanda dos governadores da região para ampliar, até 2043, a contribuição sobre exportações de grãos, produtos primários e semielaborados, que financiará investimentos locais em infraestrutura. Na versão anterior do relatório, o benefício seria cobrado até 2032, quando o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deixasse de existir.</p>



<p>Diante de novas alterações feitas no texto do relatório da reforma tributária apresentado nesta terça-feira à Comissão de Constituição e Justiça, o relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM) informou, durante a leitura do documento, que, se aprovada pelo Senado, pedirá novo estudo do Ministério da Fazenda sobre os impactos que ela poderá ter, em especial com relação à alíquota sobre o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) – que substituirá os cinco tributos que incidem sobre o consumo.</p>



<p>Braga chegou à sessão da CCJ otimista de que o relatório seja aprovado ainda hoje pela comissão, para que seja votada já na quarta-feira pelo plenário da casa. “Esta é a primeira reforma tributária a ser executada em regime de democracia neste país”, lembrou o senador.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Trava</h4>



<p>Entre os pontos descritos no relatório, ele destacou a inclusão de uma trava para limitar a carga tributária no país e a simplificação de todo o sistema tributário. O teto para a carga tributária havia sido anunciado no fim de outubro.</p>



<p>“Com a trava que estamos oferecendo, garantimos a neutralidade tributária. Se o PIB [Produto Interno Bruto, que é a soma de todas riquezas produzidas no país] não cresce, nós não podemos aumentar a carga tributária. É na realidade uma engenharia reversa da reforma administrativa, de corte de gasto e de despesa”, explicou o relator.</p>



<p>Ele destacou também o possível aumento de 0,5 ponto percentual previsto por Haddad para o IVA. Segundo Braga, esse aumento teve por base a análise feita no relatório preliminar apresentado no dia 25 de outubro.</p>



<p>“O texto apresentado representa a imensa maioria da vontade dos senadores, tanto na CCJ quanto no plenário do Senado”, disse o senador ao comentar as alterações feitas pela relatoria. Ele acrescentou que “temas e pontos levantados foram amplamente discutidos para encontrarmos um texto que fosse a média da demanda do colegiado”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avanços</h4>



<p>Na avaliação do relator, o atual sistema tributário é um “manicômio”. Já a proposta em discussão representa grande avanço. “Se não é a ideal, é muito melhor do que o que temos hoje”, resumiu.</p>



<p>“Esperamos que a reforma tributária seja equilibrada para todos os brasileiros e, assim, todos eles estejam engajados neste esforço de restabelecer a credibilidade, a confiança e a simplificação do sistema tributário. E assim, possamos reduzir o custo Brasil do ponto de vista tributário, para que a economia volte a crescer, que a base tributária seja ampliada e, olhando para o médio prazo, haja uma queda da carga tributária”, disse Braga no Senado.</p>



<p>Sobre as exceções previstas no texto, para setores que teriam alíquotas privilegiadas, Braga disse que “para cada concessão feita no relatório do dia 25, houve uma redução de concessão. A questão do transporte, por exemplo, nós tiramos alguns modais da alíquota reduzida para o regime diferenciado, para podermos fazer o equilíbrio”.</p>



<p>“Em relação a cesta básica, reduzimos a que teria alíquota zero e criamos a cesta básica estendida com alíquota reduzida e&nbsp;<em>cashback</em>. Resolvemos a equação da conta de energia, criando&nbsp;<em>cash back</em>, sem impacto de déficit fiscal, e também a equação do saneamento, sem criar uma alíquota reduzida, resolvendo a questão dos bens de capital e a equação do equilíbrio econômico financeiro dos seus contratos. Para cada uma das questões, nós fomos milimetricamente fazendo as compensações”, acrescentou.</p>



<p>Braga se reuniu na noite desta segunda-feira (6) para discutir os detalhes finais do texto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; com o secretário de Relações Institucionais,Alexandre Padilha e com o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Lula Marques. </p>
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