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	<title>Arquivos Telegram - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Telegram - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Telegram indica ao STF novo representante legal no Brasil</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/29/telegram-indica-stf-novo-representante-legal-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 09:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A plataforma de troca de mensagens Telegram indicou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), novo representante legal no Brasil. A informação foi protocolada na Corte após o ministro&#160;dar prazo de 24 horas&#160;para a empresa apresentar a informação. Caso o prazo não fosse cumprido, o aplicativo deveria ser retirado do ar. Conforme [&#8230;]</p>
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<p>A plataforma de troca de mensagens Telegram indicou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), novo representante legal no Brasil. A informação foi protocolada na Corte após o ministro&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/moraes-manda-telegram-indicar-representante-legal-para-nao-sair-do-ar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dar prazo de 24 horas</a>&nbsp;para a empresa apresentar a informação. Caso o prazo não fosse cumprido, o aplicativo deveria ser retirado do ar.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1535666&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1535666&amp;o=node"></p>



<p>Conforme os dados enviados a Moraes, o novo responsável legal pela plataforma é o escritório Leonardi Advogados.</p>



<p>Na semana passada, o advogado Alan Campos Elias Thomaz, que atuava como representante do Telegram no Brasil, deixou de prestar serviços à plataforma após o STF passar a investigar a empresa por postagens próprias contra o Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020). A apuração foi aberta em 12 de maio.</p>



<p>Na decisão desta sexta-feira (26), Moraes destacou não ser a primeira vez que o Supremo tem dificuldades para notificar o Telegram de decisões judiciais, para que sejam cumpridas. Em março de 2022, o ministro já havia determinado a indicação de representação no Brasil, sob pena da empresa não poder operar no país.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>MJ pede explicações ao Telegram sobre mensagem contra PL das Fake News</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 10:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), notificou o Telegram, pedindo explicações a respeito do disparo de uma mensagem crítica ao Projeto de Lei (PL 2630/2020), o PL das Fake News. A mensagem foi enviada a todos os usuários da plataforma. “A Senacon está notificando a plataforma, [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), notificou o Telegram, pedindo explicações a respeito do disparo de uma mensagem crítica ao Projeto de Lei (PL 2630/2020), o PL das Fake News. A mensagem foi enviada a todos os usuários da plataforma.</p>



<p>“A Senacon está notificando a plataforma, porque entendemos que o debate deve ser equilibrado. Todas as vozes, a favor ou contra, devem ser ouvidas em igualdade de condições”, afirmou o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous.</p>



<p>A secretaria abriu, nesta quarta-feira (10), um procedimento de averiguação preliminar contra o Telegram. A empresa terá dois dias, contados a partir do recebimento da notificação, para responder aos questionamentos. Em caso de descumprimento, a plataforma poderá ser multada diariamente ou ter suspensa suas atividades.</p>



<p>Após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o que ocorreu também na quarta-feira,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/telegram-apaga-mensagem-contra-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a mensagem foi apagada pela plataforma</a>. Em seu lugar, foi enviado um comunicado de que o texto anterior continha ilicitudes que atentavam contra os poderes da República e a democracia e, ainda, instigava os seus usuários a coagir parlamentares.</p>



<p>Nessa terça-feira (9),&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/idec-pede-multa-ao-telegram-por-mensagem-contra-pl-das-fake-news">o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) havia pedido providências à Senacon</a>&nbsp;a respeito do caso. A plataforma de mensagens instantâneas também&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/mpf-cobra-telegram-sobre-disparo-de-mensagem-contra-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi provocada pelo Ministério Público Federal</a>&nbsp;para dar explicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ataques ao projeto</h2>



<p>Na mensagem disparada na terça-feira, o Telegram Brasil alegou que o projeto de lei representa &#8220;um ataque à democracia&#8221;. Segundo a plataforma, o PL “concede poderes de censura” ao governo federal e cria um sistema de vigilância permanente que “matará a Internet moderna”, se o PL for aprovado pelo Congresso Nacional. O Telegram ainda ameaça que se o PL passar com a redação atual, no Congresso Nacional, “empresas como o Telegram podem ter que deixar de prestar serviços no Brasil”.</p>



<p>O projeto, que passa por ajustes para ser votado na Câmara dos Deputados, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Ela traz normas e mecanismos de transparência para provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de mensagens instantâneas, bem como as diretrizes para seu uso.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Valter Campanato. </p>
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		<title>Relator do PL das Fake News pede ação judicial contra o Telegram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 10:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relator do projeto que pretende coibir a disseminação de discursos de ódio e notícias falsas na internet (PL 2630/20), deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), defendeu, nesta terça-feira (9), ação judicial contra o Telegram, que enviou mensagens aos seus usuários contra a aprovação da proposta em tramitação na Câmara &#8211; o que levou o ministro do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O relator do projeto que pretende coibir a disseminação de discursos de ódio e notícias falsas na internet (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/673694-projeto-do-senado-de-combate-a-noticias-falsas-chega-a-camara">PL 2630/20</a>), deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), defendeu, nesta terça-feira (9), ação judicial contra o Telegram, que enviou mensagens aos seus usuários contra a aprovação da proposta em tramitação na Câmara &#8211; o que levou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a determinar a exclusão da mensagem, sob pena de suspensão do aplicativo em caso de descumprimento.</p>



<p>A plataforma divulgou texto em que afirma que a democracia está sob ataque no Brasil e que a aprovação do projeto, conhecido como PL das Fake News, pode fazer com que o Telegram e outras empresas do setor sejam obrigadas a deixar de prestar serviços no País.</p>



<p>Orlando Silva disse que o Telegram usa prática abusiva e criminosa ao divulgar notícia falsa, depois de se recusar a debater o texto na Câmara.&nbsp;Segundo ele, a multinacional &#8220;abusa de sua estrutura de serviço de mensagem e difunde mentiras acerca do Parlamento brasileiro&#8221;, afirmando que os congressistas querem aprovar a censura e acabar com a democracia.</p>



<p>&#8220;É um escândalo que uma multinacional tente colocar o Congresso Nacional brasileiro de joelhos. O Telegram nunca participou de nenhum debate nesta Casa porque não se interessou em contribuir com as discussões legítimas que o Parlamento fez”, criticou o relator. Para ele, há que se averiguar se a plataforma não cometeu crime pelo disparo massivo.</p>



<p>O deputado Jilmar Tatto (PT-SP) também defendeu uma ação judicial contra o Telegram. Segundo ele, as outras plataformas estão com medo porque o PL das Fake News &#8220;vai acabar com essa história de ficar divulgando pornografia infantil e não ser punido. Vai acabar com essa história de ficar divulgando o ódio neste País e eles recebendo bilhões de reais em função disso”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oposição</strong></h4>



<p><br>Deputados da oposição criticaram a decisão do Supremo. &#8220;Um ministro do STF determinou a suspensão de uma plataforma, do Telegram, unicamente porque quis opinar sobre um projeto que vai prejudicar a plataforma e seus usuários. Será que não percebemos que estamos caminhando para uma ditadura do Judiciário?&#8221;, questionou o deputado Carlos Jordy.</p>



<p>Sem mencionar a campanha do Telegram, o deputado Maurício Marcon (Pode-RS) também criticou o texto.</p>



<p>“Dias atrás foi tentado colocar nesta Casa o projeto que calaria o povo brasileiro através das redes sociais. E não me venham com chorumelas. Era isso que seria feito! O povo reagiu e os deputados decidiram, aliás, o relator, o deputado Orlando Silva que aqui estava há pouco, decidiu retirar o projeto”, disse Marcon.</p>



<p>O deputado Delegado Marcelo Freitas também questionou a decisão de Moraes. &#8220;A decisão do ministro Alexandre de Moraes de tentar suspender por mais 72 horas o Telegram é um absurdo&#8221;, disse. Para ele, a empresa de tecnologia &#8220;não coagiu e nem induziu os usuários a erro&#8221;.</p>



<p><strong>A proposta</strong><br>A proposta cria a chamada Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet e estabelece obrigações a serem seguidas por redes sociais, aplicativos de mensagens e ferramentas de busca quanto à sinalização e retirada de contas e conteúdos considerados criminosos.&nbsp;O projeto pretende coibir a propagação de notícias falsas na internet por meio da fiscalização e previsão de sanções às plataformas.</p>



<p>A Câmara já aprovou regime de urgência para o projeto, o que permite que ele seja votado diretamente em Plenário, sem passar pelas comissões; porém, o texto não obteve consenso e a votação acabou adiada.</p>



<p>Ainda não há data para votar o texto no Plenário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ação no Supremo</strong></h4>



<p>Na tarde desta quarta-feira (10), o PCdoB protocolou no Supremo Tribunal Federal uma petição pedindo direito de resposta para a Câmara dos Deputados no aplicativo Telegram.</p>



<p>O partido pede ao STF, no âmbito do inquérito das fake news, que determine ao Telegram o envio de “disparo em massa aos seus usuários, com igual alcance, com mensagem a ser elaborada pela Câmara dos Deputados, a título de reequilíbrio da paridade de armas no debate público nacional”.</p>



<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<title>Idec pede multa ao Telegram por mensagem contra PL das Fake News</title>
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		<pubDate>Thu, 11 May 2023 10:02:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) encaminhou um pedido à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) para que o aplicativo de mensagens Telegram seja punido por ter propagado mensagens contra o&#160;Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020), que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Para o Idec, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) encaminhou um pedido à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) para que o aplicativo de mensagens Telegram seja punido por ter propagado mensagens contra o&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1909983" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020)</a>, que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Para o Idec, a Senacon precisa aplicar ao Telegram as mesmas medidas cautelares que foram impostas ao Google e que determinam a retirada dessas mensagens.</p>



<p>Na semana passada, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/governo-exige-que-google-tambem-divulgue-argumentos-favor-do-pl-2630" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senacon impôs uma série de medidas ao Google</a>, tais como sinalizar ao usuário como publicidade esse e outros conteúdos contrários à aprovação do PL 2630 e começar a veicular as posições favoráveis ao projeto de lei. Se descumprir as determinações da Senacon, a empresa será multada em R$ 1 milhão por hora.</p>



<p>De acordo com o Idec, o ofício foi enviado na terça-feira (9) e solicita que o Telegram deixe de utilizar a plataforma para defender seus próprios interesses econômicos e políticos sem sinalizar para o usuário suas intenções.</p>



<p>Nesta quarta-feira (10),&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/mj-pede-explicacoes-ao-telegram-sobre-mensagem-contra-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a Senacon&nbsp;notificou o Telegram</a>, pedindo explicações a respeito do disparo da mensagem, e abriu&nbsp;procedimento de averiguação preliminar contra a plataforma.</p>



<p>Nesta terça-feira, o Telegram enviou mensagem aos seus usuários alegando que a “democracia está sob ataque no Brasil” e acusando o projeto de lei de dar “poderes de censura sem supervisão judicial prévia”. Para o disparo dessas mensagens, o Telegram utilizou o mesmo usuário que utiliza para enviar informações relativas à segurança da conta de usuários e informações de interesse público, como o combate a notícias falsas no contexto eleitoral.</p>



<p>De acordo com a especialista do Programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec Camila Leite Contri, a ação do Telegram é uma afronta aos direitos das pessoas consumidoras. “É uma atitude abusiva que explora a vulnerabilidade do consumidor. A empresa abusa do seu poder, já que aumenta o desequilíbrio de informação junto aos usuários do aplicativo. Com o objetivo de privilegiar os próprios interesses econômicos, o Telegram utiliza de um canal feito exclusivamente para dar recados de segurança ou de interesse público aos usuários para fazer esse tipo de propaganda enganosa”, disse.</p>



<p>Nesta quarta-feira, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-05/moraes-manda-telegram-apagar-mensagem-contra-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal(STF), mandou</a>&nbsp;o Telegram apagar a mensagem que foi enviada terça-feira e determinou que a plataforma deverá enviar nova mensagem aos usuários afirmando que a publicação configura &#8220;flagrante e ilícita desinformação&#8221; por ter afirmado que a eventual aprovação do projeto de lei pode ser entendida como censura.</p>



<p>Logo após determinação do ministro, o Telegram retirou a mensagem do ar e enviou uma nova aos seus usuários, informando que estava cumprindo uma determinação judicial. “Recebemos uma ordem do Supremo Tribunal Federal do Brasil que obriga o Telegram a remover nossa mensagem anterior sobre o PL 2630/2020”.</p>



<p>“Por determinação do Supremo Tribunal Federal, a empresa Telegram comunica que a mensagem anterior do Telegram caracterizou flagrante e ilícita desinformação atentatória ao Congresso Nacional, ao Poder Judiciário, ao Estado de Direito e à Democracia Brasileira pois, fraudulentamente, distorceu a discussão e os debates sobre a regulação dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada na tentativa de induzir e instigar os usuários a coagir os parlamentares”, escreveu o Telegram.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2023/05/11/idec-pede-multa-telegram-por-mensagem-pl-fake-news/">Idec pede multa ao Telegram por mensagem contra PL das Fake News</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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		<title>Dino promete tomar providências legais contra Telegram</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2023 11:20:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, publicou, na tarde desta terça-feira (9), em sua conta do Twitter, mensagem afirmando que providências legais serão tomadas em relação ao Telegram. Horas antes, a plataforma de mensagens instantâneas promoveu o envio em massa de comunicado a seus usuários contra o Projeto de Lei (PL 2630/2020), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, publicou, na tarde desta terça-feira (9), em sua conta do Twitter, mensagem afirmando que providências legais serão tomadas em relação ao Telegram. Horas antes, a plataforma de mensagens instantâneas promoveu o envio em massa de comunicado a seus usuários contra o Projeto de Lei (PL 2630/2020), o PL das Fake News.</p>



<p>No texto, o Telegram afirma aos usuários da rede que o PL “concede poderes de censura ao governo”. O Telegram diz ainda que o monitoramento das postagens pelas próprias redes sociais criaria “um sistema de vigilância permanente, semelhante ao de países com regimes antidemocráticos”.</p>



<p>Em resposta, Flávio Dino classificou o início da postagem do Telegram como “um amontoado absurdo” contra as instituições brasileiras. O ministro ainda questionou se a&nbsp;<em>big tech</em>&nbsp;pretende provocar novos ataques contra a democracia, como os que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-01/manifestantes-invadem-congresso-planalto-e-stf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ocorreram em 8 de janeiro</a>, em Brasília, na tentativa de golpe contra o Estado brasileiro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A democracia está sob ataque no Brasil. Assim começa um amontoado absurdo postado pela empresa Telegram contra as instituições brasileiras. O que pretendem? Provocar um outro 8 de janeiro? Providências legais estão sendo tomadas contra esse império de mentiras e agressões”, publicou o&nbsp;ministro da Justiça, em rede social.</p>
</blockquote>



<p>O Ministério da Justiça disse à Agência Brasil que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) irá notificar o Telegram a respeito de mensagem divulgada pela plataforma sobre o PL 2630/2020. Além disso, outras medidas poderão ser anunciadas em breve.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Google</h2>



<p>Na semana passada, a página principal do Google também exibiu, abaixo da lacuna de buscas, um link de acesso à conteúdo contrário à proposta que tramita no Congresso Nacional deste 2020. O governo federal, por meio da Senacon,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-05/notificada-google-retira-link-para-texto-contra-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">notificou o site e este conteúdo foi retirado do ar</a>.</p>



<p>Na ocasião, o órgão ainda determinou ao Google que informe os consumidores sobre eventual conflito de interesse na questão, já que uma aprovação do projeto impactaria nas operações da gigante de serviços online e software.</p>



<p>No entanto, o projeto de lei atacado pelas chamadas&nbsp;<em>big techs</em>&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-05/arthur-lira-retira-de-pauta-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noreferrer noopener">teve a votação adiada</a>&nbsp;pela Câmara dos Deputados.</p>



<p>Ainda não foi definido novo prazo para que o PL das Fake News seja votado pelos parlamentares.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>MPF cobra Telegram sobre disparo de mensagem contra PL das Fake News</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 11:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF), em São Paulo, cobrou, nesta terça-feira (9), informações ao aplicativo de mensagens Telegram Brasil sobre o disparo em massa de mensagem feito pela plataforma a seus usuários no país, na tarde de ontem. O texto divulgado é contrário à aprovação do Projeto de Lei 2630/2020, o PL das Fake News, que propõe [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério Público Federal (MPF), em São Paulo, cobrou, nesta terça-feira (9), informações ao aplicativo de mensagens Telegram Brasil sobre o disparo em massa de mensagem feito pela plataforma a seus usuários no país, na tarde de ontem. O texto divulgado é contrário à aprovação do Projeto de Lei 2630/2020, o PL das Fake News, que propõe medidas de enfrentamento à divulgação de conteúdos falsos e à violência digital. </p>



<p>Na mensagem disparada, o Telegram Brasil alega que o projeto de lei representa &#8220;um ataque à democracia&#8221;. Segundo a plataforma, o PL “concede poderes de censura” ao governo federal e cria um sistema de vigilância permanente que “matará a Internet moderna”, se o PL for aprovado pelo Congresso Nacional. O Telegram ainda ameaça que se o PL passar com a redação atual, no Congresso Nacional, “empresas como o Telegram podem ter que deixar de prestar serviços no Brasil”.&nbsp;</p>



<p>No ofício encaminhado à plataforma digital,&nbsp;o MPF questionou se a&nbsp;big tech&nbsp;dispõe de canal para contestação por parte daqueles usuários que discordam do posicionamento da rede.</p>



<p>O MPF-SP ainda perguntou&nbsp;se a empresa descreve aos consumidores, nos termos de uso do aplicativo, uma autorização de impulsionamento de mensagens não relacionadas a atualizações técnicas ou comunicações sobre recursos da aplicação. &nbsp;O órgão indaga o motivo pelo qual o disparo foi efetuado a todos os usuários da plataforma, e não apenas àqueles inscritos no canal&nbsp;Telegram Notifications.&nbsp;</p>



<p>O ofício foi assinado pelo procurador da República, Yuri Corrêa Luz, da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, do MPF. &nbsp;</p>



<p>O Telegram Brasil terá o prazo de 10 dias para responder aos questionamentos do MPF-SP. </p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Justiça determina suspensão do Telegram no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 10:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal do Espírito Santo determinou, na noite dessa terça-feira (25), a suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil. A decisão, do juiz Wellington Lopes da Silva, da 1ª Vara Federal de Linhares, foi proferida após o aplicativo não fornecer informações solicitadas a respeito de grupos neonazistas atuantes no Telegram. Além disso, a Justiça [&#8230;]</p>
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<p>A Justiça Federal do Espírito Santo determinou, na noite dessa terça-feira (25), a suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil. A decisão, do juiz Wellington Lopes da Silva, da 1ª Vara Federal de Linhares, foi proferida após o aplicativo não fornecer informações solicitadas a respeito de grupos neonazistas atuantes no Telegram.</p>



<p>Além disso, a Justiça fixou uma multa diária de R$ 1 milhão por não envio dos dados pedidos ou 5% do faturamento da empresa no Brasil em 2022, o que for menor. Para o magistrado, “os fatos demonstrados pela autoridade policial revelam evidente propósito do&nbsp;Telegram de não cooperar com a investigação em curso”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Investigação</strong></h4>



<p>Wellington Lopes da Silva havia pedido informações sobre os usuários de um canal antissemita e um chat com o mesmo teor, que propagavam conceitos e símbolos neonazistas. </p>



<p>Os dados solicitados compreendiam os nomes dos usuários dos grupos, CPF, foto do perfil, e-mail, endereço, dados bancários cadastrados, entre outros. As informações repassadas à Justiça, no entanto, foram consideradas insuficientes.</p>



<p>“A despeito da resposta dentro do prazo, as informações fornecidas não atendem à ordem judicial. Salienta-se que a determinação era para que o Telegram encaminhasse os dados cadastrais de TODOS os integrantes do canal e do grupo de chat”, informou o magistrado. O aplicativo havia informado apenas alguns dados e referentes somente ao administrador de um dos grupos.</p>



<p>Até o fim da tarde desta quarta-feira (26), no entanto, o aplicativo de mensagens instantâneas funcionava normalmente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Flávio Dino</h4>



<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, comentou o assunto. Para ele, a atuação de grupos antissemitas é parte da estrutura de violência contra crianças e adolescentes no Brasil.</p>



<p>“A Polícia Federal pediu e o Poder Judiciário deferiu que uma rede social que não está cumprindo as decisões, no caso o Telegram, tenha uma multa de R$ 1 milhão por dia e suspensão temporária das atividades, exatamente porque há agrupamentos denominados Frentes Antissemitas ou Movimentos Antissemitas atuando nessas redes e nós sabemos que isso está na base da violência contra nossas crianças e nossos adolescentes”.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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