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	<title>Arquivos X - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos X - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Diretor jurídico que representava X no Brasil renuncia ao cargo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 11:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O advogado Diego de Lima Gualda, diretor Jurídico do X (antigo Twitter), renunciou ao cargo nesta semana, segundo carta enviada à Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), na última segunda-feira (8). Na Junta Comercial, seu cargo constava como administrador e representante da plataforma. Em seu perfil em outra plataforma digital, o LinkedIn, Gualda informa que [&#8230;]</p>
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<p>O advogado Diego de Lima Gualda, diretor Jurídico do X (antigo Twitter), renunciou ao cargo nesta semana, segundo carta enviada à Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), na última segunda-feira (8). Na Junta Comercial, seu cargo constava como administrador e representante da plataforma.</p>



<p>Em seu perfil em outra plataforma digital, o LinkedIn, Gualda informa que foi diretor jurídico da empresa responsável pela rede social X no país de junho de 2021 a abril deste ano, mês em que declara ter encerrado seu vínculo com a função.</p>



<p>A carta de renúncia de Gualda foi enviada à Junta Comercial no dia seguinte à decisão, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, de incluir o empresário Elon Musk, dono da X, entre os investigados do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/moraes-quer-inclusao-de-elon-musk-em-inquerito-das-milicias-digitais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inquérito das Milícias Digitais</a>&nbsp;(Inq. 4874).</p>



<p>Musk foi incluído no inquérito para que seja investigada a conduta de “dolosa [intencional] instrumentalização criminosa da rede social X”.</p>



<p>O ministro também determinou a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk, já que o empresário afirmou recentemente que liberaria contas de usuários da X suspensas por decisões judiciais brasileiras – conduta que, em sua decisão, Moraes tipifica como possíveis casos de obstrução da Justiça e incitação ao crime.</p>



<p>Outra decisão do ministro do STF negou pedido da rede social de isentar sua representação brasileira de ser afetada por decisões judiciais tomadas no Brasil. A empresa queria que somente a sede internacional respondesse em possíveis processos.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Moraes nega pedido para isentar X no Brasil de ordens judiciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 10:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (9) pedido da rede social X, antigo Twitter, de isentar sua representação brasileira de ser afetada por decisões judiciais tomadas no Brasil. A empresa queria que somente a sede internacional respondesse em possíveis processos.  Moraes rejeitou o pedido após a filial brasileira do X [&#8230;]</p>
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<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (9) pedido da rede social X, antigo Twitter, de isentar sua representação brasileira de ser afetada por decisões judiciais tomadas no Brasil. A empresa queria que somente a sede internacional respondesse em possíveis processos. </p>



<p>Moraes rejeitou o pedido após a filial brasileira do X alegar que não tem comando sobre as operações da rede social. Segundo o escritório de advocacia que representa a rede&nbsp;no Brasil, a parte brasileira da empresa opera somente com a comercialização de publicidade e monetização de usuários.</p>



<p>Na decisão, o ministro afirmou que a empresa busca &#8220;imunidade jurisdicional&#8221; para não ser atingida por decisões da Justiça brasileira.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A empresa requerente busca uma verdadeira cláusula de imunidade jurisdicional, para a qual não há qualquer previsão na ordem jurídica nacional. Pelo contrário: o fato de que uma das chamadas operadoras internacionais compõe o seu quadro social sugere um abuso da personalidade jurídica, pois poderia optar por não atender às determinações da Justiça brasileira sem sofrer qualquer consequência, encoberta por sua representante no Brasil&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>No último final de semana, Moraes abriu um inquérito para investigar o empresário Elon Musk, dono da rede social. Em postagens publicadas na plataforma, Musk criticou o ministro Alexandre de Moraes e a Corte, além de&nbsp;sugerir que iria&nbsp;desobedecer ordens&nbsp;judiciais&nbsp;contra a plataforma.</p>



<p>O ministro também complementou que os administradores da filial brasileira podem ser responsabilizados por eventuais condutas de obstrução de Justiça e desobediência de ordens judiciais.&nbsp;</p>



<p>Moraes considerou ainda que o pedido para restringir eventuais punições &#8220;beira a litigância de má-fé&#8221;.</p>



<p>&#8220;Diante do exposto, não havendo dúvidas da plena e integral responsabilidade jurídica civil e administrativa da X Brasil Internet, bem como de seus representantes legais, inclusive no tocante a eventual responsabilidade penal, perante a Justiça brasileira, indefiro o pedido&#8221;, completou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o caso</h2>



<p>No último sábado (6), o bilionário Elon Musk, dono da rede social X e da fabricante de veículos elétricos Tesla, iniciou uma série de postagens&nbsp;criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF.&nbsp;</p>



<p>Ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio Moraes&nbsp;no X para atacá-lo. Em&nbsp;uma mensagem&nbsp;de 11 de janeiro, postada por Moraes para parabenizar&nbsp;o ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski por assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública,&nbsp;Musk questionou: “Por que você exige tanta censura no Brasil?”.</p>



<p>Em outra postagem, ainda no sábado, Musk prometeu “levantar” [desobedecer] todas as restrições judiciais, alegando que Moraes ameaçou prender funcionários do X no Brasil. No domingo, dia&nbsp;7, Musk acusou Moraes de trair “descarada e repetidamente a Constituição e o povo brasileiro”. Sustentando que as exigências de Moraes violam a própria legislação brasileira, Musk defendeu que o ministro renuncie ou seja destituído do cargo. Pouco depois, ele recomendou aos internautas brasileiros utilizarem uma rede privada virtual (VPN, do inglês Virtual Private Network) para acessar todos os recursos da plataforma bloqueados no Brasil.</p>



<p>No próprio domingo, o&nbsp;ministro Alexandre de Moraes&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/moraes-quer-inclusao-de-elon-musk-em-inquerito-das-milicias-digitais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">determinou a inclusão do multibilionário entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais&nbsp;</a>(Inq. 4.874), que apura a&nbsp;atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos.</p>



<p>Na mesma decisão, Moraes ordenou&nbsp;a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.</p>



<p>Após os ataques de Musk, lideranças governistas do Congresso Nacional voltaram a defender a necessidade de se aprovar a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/apos-musk-atacar-moraes-liderancas-pedem-regulacao-das-plataformas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">regulação das plataformas digitais no Brasil</a>. Por outro lado, líderes da oposição saíram em defesa do dono da plataforma X,&nbsp;reforçando tese de censura&nbsp;e de violação da liberdade de expressão.</p>



<p>Para juristas ouvidas pela <strong>Agência Brasil</strong>, a decisão de Moraes está fundamentada em um contexto de<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-04/entenda-decisao-de-moraes-que-incluiu-musk-em-investigacao-no-stf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> ameaças às instituiçõe</a>s.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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