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	<title>Arquivos Yanomami - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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	<title>Arquivos Yanomami - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Lula institui Casa de Governo em Roraima para enfrentar crise yanomami</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2024/02/29/lula-institui-casa-de-governo-em-roraima-para-enfrentar-crise-yanomami/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 11:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que institui a Casa de Governo no Estado de Roraima, órgão federal que coordenará as ações para o enfrentamento da crise humanitária na Terra Indígena (TI) Yanomami. O decreto foi publicado nesta quarta-feira (28) no Diário Oficial da União, e a inauguração será hoje (29), em Boa Vista, capital [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que institui a Casa de Governo no Estado de Roraima, órgão federal que coordenará as ações para o enfrentamento da crise humanitária na Terra Indígena (TI) Yanomami. O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.930-de-27-de-fevereiro-de-2024-545318157" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decreto </a>foi publicado nesta quarta-feira (28) no <em>Diário Oficial da União</em>, e a inauguração será hoje (29), em Boa Vista, capital do estado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583349&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583349&amp;o=node"></p>



<p>A instalação dessa&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/governo-tera-estrutura-permanente-para-apoio-e-seguranca-aos-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrutura permanente</a>&nbsp;foi anunciada no mês passado. Na ocasião, o presidente defendeu o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/lula-defende-uso-do-poder-da-maquina-publica-contra-garimpo-ilegal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso de todo o poder da máquina pública</a>&nbsp;contra o garimpo ilegal.</p>



<p>A crise humanitária na TI Yanomami veio à tona em janeiro de 2023. Logo após tomar posse, ainda no primeiro mês de governo, Lula visitou Roraima e viu de perto a situação sanitária dos indígenas, vítimas de desnutrição e outras doenças. Essa terra indígena é a maior do país em extensão territorial e sofre com a invasão e a violência de garimpeiros e com a contaminação da terra e da água pelo mercúrio usado na atividade deles.</p>



<p>Embora entidades indígenas e órgãos como o Ministério Público Federal (MPF) já denunciassem a falta de assistência a essas comunidades há muito tempo, o governo atual passou a implementar medidas para socorrer os yanomami e retirar os infratores da região. “No entanto, os esforços empreendidos pelos órgãos federais até o momento se mostraram ineficazes”, alertou o MPF em ação na Justiça Federal de Roraima, que determinou a criação de um novo cronograma de ações contra o garimpo ilegal na TI Yanomami.</p>



<p>O orçamento para o conjunto das ações da União e continuidade do atendimento à população na região será de R$ 1,2 bilhão em 2024. Entre as ações, está prevista a construção do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2024-02/gverno-anuncia-construcao-de-primeiro-hospital-indigena-no-pais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeiro hospital indígena</a>&nbsp;em Boa Vista, para serviços de atenção especializada de média e alta complexidade, além da construção e reforma de mais 22 unidades básicas de saúde.</p>



<p>Também estão no cronograma a reforma da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai) de Boa Vista e a construção do centro de referência contra desnutrição na região de Surucucu. No início deste mês, o governador de Roraima, Antonio Denarium, também anunciou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/governador-anuncia-instalacao-de-abrigo-para-povo-yanomami-em-roraima" target="_blank" rel="noreferrer noopener">instalação de um abrigo estadual</a>&nbsp;para o acolhimento dos indígenas yanomami.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estrutura</h2>



<p>A inauguração da Casa de Governo foi marcada para esta quinta-feira, com presença de uma comitiva de ministros de Estado e autoridades. A estrutura vai gerenciar ações de órgãos como Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), além de ministérios como Educação, Saúde, Povos Indígenas e Direitos Humanos.</p>



<p>De acordo com o governo, todos atuarão de forma integrada para “assegurar a retomada do modo de vida indígena e o combate a ações ilícitas, como desmatamento e mineração ilegal”.</p>



<p>A Casa de Governo está ligada à Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República e terá a função de ser canal de diálogo com líderes indígenas na TI Yanomami.</p>



<p>Entre as competências do órgão, também está a de coordenar e monitorar a execução do Plano de Desintrusão e de Enfrentamento da Crise Humanitária na Terra Indígena Yanomami. O decreto ainda prevê que a Casa de Governo promova a interlocução entre as esferas federal, estadual e municipal na execução de políticas públicas emergenciais e permanentes, além de acompanhar a implementação e gerenciar crises relacionadas a elas.</p>



<p>O decreto assinado por Lula aprova um quadro de cargos em comissão para garantir o funcionamento da estrutura administrativa do espaço. Os cinco cargos serão remanejados do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, mas não integrarão a estrutura regimental da Casa Civil, tendo caráter temporário.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Governo federal anuncia medidas para assistência da população Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 11:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde retomou, no início de 2023, as políticas públicas de saúde indígena e o cuidado com essa população após desassistência e abandono nos últimos anos. Desde então, essa é uma questão tratada com total prioridade pelo governo federal. Nesta quinta-feira (22), a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, a secretária de Vigilância [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Saúde retomou, no início de 2023, as políticas públicas de saúde indígena e o cuidado com essa população após desassistência e abandono nos últimos anos. Desde então, essa é uma questão tratada com total prioridade pelo governo federal. Nesta quinta-feira (22), a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, e o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, conversaram com a imprensa para anunciar medidas para a Terra Indígena Yanomami.</p>



<p>Em um plano de ação para 2024, o Ministério da Saúde trabalha com o início da construção do primeiro hospital indígena em Boa Vista (RR), a construção do Centro de Referência em Surucucu permitindo o serviço e a atenção especializada no território, a construção e a reforma de 22 unidades básicas de saúde indígenas, e a reforma completa da CASAI em Boa Vista. Também está sendo feito um Inquérito de Saúde Indígena em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para identificar a subnotificação de dados no território. Segundo dados do Censo de 2023, são 27,1 mil indígenas vivendo no território Yanomami. No entanto, os sistemas oficiais do Ministério da Saúde indicam uma população de 31 mil pessoas. O objetivo do inquérito é compreender o que ocorreu com essas pessoas que não aparecem no Censo.</p>



<p>Desde janeiro de 2023, em uma ação interministerial, a pasta da Saúde aumentou o efetivo de profissionais, dobrou o investimento em ações de saúde e trabalhou para garantir a assistência e combater as principais doenças, como a malária e desnutrição no território Yanomami. Nesse sentido, ao longo do ano, o Ministério da Saúde reabriu 6 polos base, que estavam fechados por ações criminosas de garimpeiros, totalizando 68 estabelecimentos de saúde com atendimento em terra Yanomami. Nestas localidades, onde é possível prestar assistência e ajuda humanitária, mais de 400 crianças diagnosticadas com desnutrição grave ou moderada foram nutricionalmente recuperadas. O trabalho conjunto com as Forças de Segurança Pública continua para que ações de saúde possam avançar.</p>



<p>“No cenário de 2022, nós acabamos herdando um território com 7 polos-base fechados. São polos importantes, que têm um conjunto de aldeias indígenas desassistidas, sem nenhum tipo de assistência à saúde indígena. Nós passamos a atuar em um território invadido por mais de 30 mil garimpeiros e a partir daí nós tivemos uma ação de ‘desintrusão’ daquele território para garantir o retorno das condições de vida naquele território”, explicou o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba.</p>



<p>Como resultado das ações de saúde no território Yanomami, houve aumento de 53% no número de profissionais em atuação no território, passando de 690 profissionais para 1.058 entre 2022 e 2023. Entre os profissionais do Mais Médicos, o número passou de 9 para 28 em atividade. Com isso, 10 mil atendimentos foram registrados e 3,8 mil pacientes tiveram alta da Casa de Saúde Indígena (CASAI). Também foram realizadas 3.407 remoções de pacientes que precisavam de atendimento médico, por meio terrestre ou aéreo. A Operação Gota registrou 59 mil vacinas aplicadas em 2023, maior número da história.</p>



<p>Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, se não há assistência, se não há profissional, “as mortes são perdidas, não conseguimos ter no sistema a informação. Consideramos 2023 a linha de base para começar a entender as notificações. Com o aumento dos médicos, de profissionais de</p>



<p>saúde, que são agora habilitados a avaliar e notificar, nós temos informação mais qualificada. Isso acontece com todas as doenças”.</p>



<p>“Nós não saberíamos que tinham 30 mil casos de malária &#8211; e a malária mata &#8211; se não tivéssemos feito 140 mil testes. Estamos trabalhando na melhoria do sistema de informação de forma integrada com a Secretaria de Saúde Indígena. Toda vez que começamos uma estratégia nova, temos percepção de aumento, porque estamos diagnosticando mais, procurando mais. Isso acontece para todas as doenças”, complementou Ethel.</p>



<p>Para enfrentar a malária, a pasta enviou agentes de controle de endemias, com medicamentos e testes rápidos para realizarem a busca ativa de pacientes. Apenas em 2023, foram realizados mais de 140 mil exames para diagnóstico da malária no território, aumentando o número de notificações em relação ao ano anterior, onde não eram realizados exames e busca ativa em todo o território. As notificações só são possíveis após a realização de exame diagnóstico.</p>



<p>Também foi elaborado um plano de ação para controle da malária na região, identificando as áreas prioritárias, com estratégias como a busca ativa de casos, o tratamento supervisionado, identificação de criadouros do mosquito vetor e instalação de mosquiteiros com inseticida de longa duração e termonebulização.</p>



<p>Internacionalmente, o Brasil aprovou a resolução de saúde indígena na Organização Mundial da Saúde (OMS), um fato inédito que elevou o tema a prioridade mundial. A proposta foi discutida em conjunto com 13 países e a União Europeia, na 76ª Assembleia Mundial de Saúde (AMS), em Genebra, em maio de 2023. Uma ação fundamental para que as nações avancem em sistemas de saúde que promovam ações específicas para a população indígena.</p>



<p>“Diante dessas ações emergenciais necessárias que aconteceram, entendemos que um ano não foi suficiente para resolver todas as situações, com a presença do garimpo. Agora, a gente sai de ações emergenciais para ações permanentes com a instalação de casa de governo em Boa Vista”, defendeu a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.</p>



<p>O Ministério da Saúde reforça que segue comprometido e empenhando todos os esforços para reconstrução da saúde indígena, garantindo acesso à saúde e dignidade para essa população.</p>



<p>Agência GOV. </p>
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		<title>Forças Armadas levarão 15 mil cestas de alimentos aos Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 09:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Forças Armadas foram autorizadas pelo Ministério da Defesa a prestar apoio logístico na Terra Indígena Yanomami durante a entrega de 15 mil cestas de alimentos, que deverá ocorrer&#160;até 31 de março de 2024. As diretrizes para a Operação Catrimani foram publicadas nesta quinta-feira (18), no Diário Oficial da União. Para esse período, foi ativado [&#8230;]</p>
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<p>As Forças Armadas foram autorizadas pelo Ministério da Defesa a prestar apoio logístico na Terra Indígena Yanomami durante a entrega de 15 mil cestas de alimentos, que deverá ocorrer&nbsp;até 31 de março de 2024. As diretrizes para a Operação Catrimani foram publicadas nesta quinta-feira (18), no Diário Oficial da União.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576796&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576796&amp;o=node"></p>



<p>Para esse período, foi ativado um comando operacional conjunto e determinadas as atribuições de cada um dos integrantes da operação. Além da atuação da Marinha, Aeronáutica e do Exército, as diretrizes definem ações que deverão ser mantidas pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, ao secretário-geral e ao consultor jurídico do Ministério da Defesa.</p>



<p>As determinações definem desde a disponibilização de&nbsp;recursos operacionais e logísticos, passando pela comunicação dos custos das ações realizadas, até o&nbsp;acompanhamento jurídico em apoio à operação.</p>



<p>A atividade faz parte das medidas de assistência emergencial, que tiveram início em janeiro de 2023, com a crise humanitária identificada no início do atual governo. Paralelamente&nbsp;a esse trabalho, o governo federal anunciou, no último dia 9, investimento de R$1,2 bilhão em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/governo-tera-estrutura-permanente-para-apoio-e-seguranca-aos-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medidas estruturantes</a>&nbsp;no território indígena&nbsp;</p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que os esforços empregados no último ano foram insuficientes para reverter a situação de crise entre os Yanomami, e afirmou que será necessário mais empenho para enfrentar os crimes na Amazônia.</p>



<p>“Vamos ter que fazer um esforço ainda maior, utilizar todo o poder que a máquina pública pode ter. Porque não é possível que a gente possa perder uma guerra para o garimpo ilegal, para madeireiro ilegal, para pessoas que estão fazendo coisa contra o que a lei determina”</p>



<p>Na ocasião foram anunciadas medidas como a Casa de Governo, que manterá a presença permanente de autoridades para acompanhamento das políticas públicas na região, Também foi anunciada a construção de mais uma Casas de Saúde Indígena (CASAI) e a continuidade das ações de assistência, por meio de novo contrato.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Fernando Frazão. </p>
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		<title>Garimpo ilegal ainda ameaça saúde em território yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 10:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase um ano após o governo federal colocar em prática uma série de ações emergenciais para fazer frente a crise humanitária que se abateu sobre a Terra Indígena Yanomami, o Ministério da Saúde revelou, nesta quinta-feira (11), que ainda há&#160;na região&#160;locais onde o garimpo não permite aos profissionais de saúde atuar “com a segurança necessária”. [&#8230;]</p>
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<p>Quase um ano após o governo federal colocar em prática uma série de ações emergenciais para fazer frente a crise humanitária que se abateu sobre a Terra Indígena Yanomami, o Ministério da Saúde revelou, nesta quinta-feira (11), que ainda há&nbsp;na região&nbsp;locais onde o garimpo não permite aos profissionais de saúde atuar “com a segurança necessária”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576179&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576179&amp;o=node"></p>



<p>A manifestação ministerial consta em nota que a pasta divulgou em resposta a notícias publicadas ontem (10), sobre o recente socorro prestado a crianças yanomami desnutridas.</p>



<p>“Sobre as imagens divulgadas por veículos de imprensa, trata-se de um resgate de três crianças em situação de desnutrição feito por profissionais do Ministério da Saúde em uma comunidade na fronteira com a Venezuela, em uma operação de alto risco devido à presença de garimpeiros”, informou o ministério, acrescentando que, devido à falta de segurança, a ação teve que ser realizada rapidamente.</p>



<p>“Esse é um dos locais onde o garimpo não permite a segurança necessária para a entrada de profissionais de saúde”, acrescentou a pasta, destacando que, apesar disso, as ações que o governo federal implementou na região durante o ano de 2023 já permitiram que seis polos-base que estavam fechados devido a “ações criminosas” fossem reabertos, permitindo que 307 crianças diagnosticadas com desnutrição grave ou moderada fossem atendidas e se recuperassem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Emergência</h2>



<p>No próximo dia 20, fará um ano que o ministério decretou&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-01/ministerio-da-saude-declara-emergencia-em-saude-em-territorio-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional</a>&nbsp;com o objetivo de restabelecer os serviços de saúde e socorrer parte dos cerca de 30,4 mil yanomamis que vivem espalhados pela maior terra indígena do Brasil – com cerca de 9,6 milhões de hectares, a reserva abrange parte do território de Roraima e do Amazonas. Cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial.</p>



<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/dnn/anterior_a_2000/1992/Dnn780.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Homologado em 1992</a>, o território de usufruto exclusivo yanomami segue sofrendo com a ação ilegal de garimpeiros e madeireiros cujas atividades destroem o meio ambiente e favorecem a disseminação de doenças entre os indígenas. Situação que, no início do ano passado, culminou com a comoção suscitada pelas imagens de crianças e adultos yanomamis desnutridos e pela informação de que centenas de crianças indígenas morreram, no interior da reserva, por desnutrição e outras causas evitáveis.</p>



<p>Em resposta, além de decretar Emergência em Saúde Pública, o governo federal instituiu um Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento à Desassistência Sanitária e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/governo-suspende-Governo%20suspende-novas-autorizacoes-de-acesso-ao-territorio-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">determinou a suspensão&nbsp;de autorizações de ingresso</a>&nbsp;à terra indígena. A Força Aérea Brasileira (FAB)&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-01/fab-inicia-controle-do-espaco-aereo-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intensificou&nbsp;o controle aéreo na região</a>, limitando a área de voos, enquanto órgãos ambientais e as forças de segurança pública deflagraram ações conjuntas&nbsp;de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-06/operacoes-na-terra-yanomami-destruiram-323-acampamentos-de-garimpos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">combate ao garimpo e à extração de madeira</a>.</p>



<p>No balanço que divulgou hoje, o Ministério da Saúde afirma que ampliou de 690 para 960 o número de profissionais atuando no território yanomami, incluindo a contratação de 22 nutricionistas, e realizou mais de 140 mil exames para detecção de malária. A pasta também assegura que investiu mais de R$ 220 milhões para reestruturar o acesso à saúde dos indígenas da região – valor que afirma ser 122% superior ao investido em 2022 – e, com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), distribuiu cerca de 5 toneladas de fórmulas nutricionais às comunidades locais.</p>



<p>Nesta quarta-feira (10), um grupo de ministros e representantes de vários órgãos federais <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-01/ministros-voltam-terra-indigena-yanomami-apos-reuniao-com-lula" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estiveram na Terra Indígena Yanomami</a> a fim de inspecionar a situação. A visita ocorre um dia após o Palácio do Planalto anunciar que, este ano, pretende investir R$ 1,2 bilhão no território yanomami. A proposta federal é implantar, de forma permanente, uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/governo-tera-estrutura-permanente-para-apoio-e-seguranca-aos-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa de Governo</a> na região e concentrar a atuação permanente dos órgãos federais na segurança e acesso a políticas públicas pelos indígenas.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Rovena Rosa. </p>
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		<title>Governo terá estrutura permanente para apoio e segurança aos yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 09:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal terá&#160;nova estrutura permanente em Roraima para coordenar as ações e serviços públicos direcionados aos indígenas yanomami. A informação é do ministro da Casa Civil, Rui Costa, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (9), no Palácio do Planalto. Segundo Costa, a Polícia Federal (PF) e as Forças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo federal terá&nbsp;nova estrutura permanente em Roraima para coordenar as ações e serviços públicos direcionados aos indígenas yanomami. A informação é do ministro da Casa Civil, Rui Costa, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (9), no Palácio do Planalto. Segundo Costa, a Polícia Federal (PF) e as Forças Armadas também terão presença permanente na região.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1575801&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1575801&amp;o=node"></p>



<p>A estimativa é de um orçamento de R$ 1,2 bilhão em 2024 para o conjunto de ações da União e continuidade do atendimento à população.</p>



<p>Lula coordenou reunião ministerial para discutir a situação atual do povo yanomami, que ainda sofre com a ação de invasores na terra indígena, e as medidas a serem adotadas em 2024. O presidente defendeu o uso de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-01/lula-defende-uso-do-poder-da-maquina-publica-contra-garimpo-ilegal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">todo o poder da máquina pública contra o garimpo ilegal</a>.</p>



<p>De acordo com o ministro Rui Costa, em 30 dias, o Ministério da Defesa e a PF deverão apresentar a redefinição da ocupação das forças de segurança na região para “retirar definitivamente ainda eventuais invasores”. “Nós vamos migrar de um conjunto de ações emergenciais que foram feitas para uma mudança de patamar, em 2024, que é uma mudança para ações estruturantes, isso, inclusive, na área de controle do território, de segurança pública. Ao que eu me refiro, migrar de ações programadas, esporádicas, de ações e incursões policiais, para uma presença permanente das Forças Armadas e da Polícia Federal”, disse Rui.</p>



<p>“Porque você faz a incursão, você retira [os invasores], você sai da incursão e, eventualmente, o criminoso volta semanas depois ou meses depois”, argumentou o ministro, lembrando ainda da grande extensão territorial e dificuldade de acesso à TI.</p>



<p>O ministro lembrou que há um Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional, de iniciativa do governo, que trata do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-06/governo-envia-ao-congresso-projeto-que-regulamenta-cadeia-do-ouro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rastreamento do comércio do ouro</a>&nbsp;no Brasil, o que também pode inibir a ação dos criminosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Casa de Governo</h2>



<p>Para Rui Costa, o balanço das ações direcionadas à população yanomami em 2023 é positivo e “o grosso do trabalho de combate ao crime organizado foi feito de forma vitoriosa”. Ainda assim, segundo ele, é preciso uma presença e uma governança transversal permanente no estado para gerenciar presencialmente o conjunto de ações com as diversas instituições.</p>



<p>“Então, nós estamos constituindo, portanto, esse conceito da casa de governo federal para o território e para o estado”, disse. O ministro explicou que será uma coordenadoria local para que ações cotidianas não precisem ser feitas a partir de Brasília, inclusive referentes a outras questões importantes, como a imigração de venezuelanos pela fronteira com o país vizinho.</p>



<p>“Óbvio que Brasília continuará coordenando as ações a partir dos seus respectivos ministérios, mas é preciso que alguém lá, empoderado, com capacidade de dialogar com o estado e com os municípios envolvidos, possa fazer esse novo modelo, para que a gente estruture o conjunto das ações”, disse, citando, por exemplo, o diálogo sobre alternativas econômicas para a população que vive, direta ou indiretamente, do garimpo e comércio ilegal de minerais.</p>



<p>“Não se trata de uma intervenção, mas de uma casa de governo que vai cotidianamente, não esporadicamente, tratar a questão”, acrescentou.</p>



<p>Além disso, o Ministério da Saúde está em processo de licitação para a construção de uma nova Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, capital do estado. Enquanto isso, a unidade principal existente também passou por uma reforma emergencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Logística e produção</h2>



<p>A partir de março, o apoio logístico à TI Yanomami deixará de ser feito pelo Ministério da Defesa e pelas Forças Armadas e passará para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, por meio de um contrato específico para esse fim. “Será uma nova forma, como eu disse, permanente, um contrato permanente de longo prazo para apoio logístico desse conjunto de ações”, disse Rui Costa.</p>



<p>Segundo o ministro, ainda há alimentos e cestas básicas estocados e que serão distribuídos pelo Exército e pelas Forças Armadas nesses primeiros meses do ano.</p>



<p>Paralelo a isso, os ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas trabalham no que Rui Costa chamou de “retomada do modo de vida indígena”. “Ou seja, restabelecer a pesca, restabelecer cultivo, garantindo, portanto, que a segurança alimentar não dependa, num período que nós esperamos que seja o mais curto possível, da chegada da cesta básica. Até porque, é uma cesta básica que acaba tendo um custo altíssimo pela logística necessária à sua entrega”, disse.</p>



<p>O ministro explicou que equipamentos agrícolas foram comprados e uma parte já foi distribuída. Além disso, as pastas também trabalham no assessoramento técnico para a garantir “essa retomada do modo de vida do povo indígena”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crise humanitária</h2>



<p>Há um ano, vinha à tona a crise humanitária na TI Yanomami. Logo após tomar posse, ainda em janeiro de 2023,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-01/lula-determina-socorro-urgente-e-humanitario-aos-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lula visitou Roraima</a>&nbsp;e viu de perto a situação sanitária dos indígenas, vítimas de desnutrição e outras doenças. A TI é a maior do país&nbsp;em extensão territorial, e sofre com a invasão e violência de garimpeiros e com a contaminação da terra e da água pelo mercúrio utilizado no garimpo.</p>



<p>Embora entidades indígenas e órgãos como o Ministério Público Federal já denunciem a falta de assistência a essas comunidades há muito tempo, com a posse do presidente Lula o governo federal passou a implementar medidas para socorrer os yanomami.</p>



<p>Segundo o MPF, a retirada dos garimpeiros foi determinada pela Justiça no âmbito de ação civil pública ajuizada contra os órgãos federais, em 2020. O objetivo era garantir a implantação de plano emergencial de ações de monitoramento territorial efetivo na terra indígena, com o combate a ilícitos ambientais e a retirada de infratores. “No entanto, os esforços empreendidos pelos órgãos federais até o momento se mostraram ineficazes”, alertou o órgão.</p>



<p>No dia 21 de dezembro de 2023, a Justiça Federal de Roraima determinou a criação de um novo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2023-12/justica-manda-criar-novo-cronograma-contra-garimpo-na-terra-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cronograma de ações contra o garimpo ilegal</a>&nbsp;na Terra Indígena (TI) Yanomami. Na decisão, são citados a União, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p>A decisão atendeu a um pedido do MPF. Segundo o órgão, apesar dos “resultados promissores” das operações governamentais realizadas no território, no início de 2023, elas não conseguiram evitar a reocupação de áreas pelo garimpo, “o que afeta a segurança, a saúde e a vida dos povos indígenas”. Tais ações, segundo o órgão, geraram resultados positivos até o início do segundo semestre, quando houve um retrocesso mediante o retorno de não indígenas para atividades ilícitas de exploração mineral, sobretudo em áreas já desmatadas.</p>



<p>“Há diversos relatos de aliciamento, prostituição, incentivo ao consumo de drogas e de bebidas alcoólicas e até estupro de indígenas por parte dos garimpeiros”, denuncia o Ministério Público.</p>



<p>No dia 23 de dezembro, o presidente Lula convocou reunião ministerial, semelhante à desta terça-feira, e determinou que os órgãos federais reforçassem as medidas de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/governo-vai-reforcar-medidas-de-protecao-ao-povo-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">proteção ao povo indígena yanomami&nbsp;</a>, além de combaterem o garimpo ilegal em Roraima e no Amazonas.</p>



<p>No balanço das ações realizadas no ano passado, o governo cita medidas para combater a situação sanitária e nutricional grave da população e os crimes ambientais.</p>



<p>A Polícia Federal deflagrou 13 operações, 114 mandados de busca e apreensão, 175 prisões em flagrante e apreendeu bens no valor de R$ 589 milhões. Ainda há 387 investigações em andamento. Além disso, foi feito o controle do espaço aéreo da TI Yanomami, para combater voos clandestinos e o suprimento aos garimpos, a inutilização de equipamentos como balsas, motores e acampamentos e a apreensão de aeronaves e armas de fogo.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Entidades denunciam garimpeiros que teriam amarrado crianças yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 10:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma representação da Hutukara Associação Yanomami ao Ministério Público Federal em Roraima (MPF-RR) denuncia que garimpeiros teriam amarrado pelo menos duas crianças e um adolescente yanomami em troncos de árvore, alegando que eles teriam roubado um celular. A denúncia tem por base um vídeo, supostamente gravado por garimpeiros. A gravação teria ocorrido no início de [&#8230;]</p>
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<p>Uma representação da Hutukara Associação Yanomami ao Ministério Público Federal em Roraima (MPF-RR) denuncia que garimpeiros teriam amarrado pelo menos duas crianças e um adolescente yanomami em troncos de árvore, alegando que eles teriam roubado um celular.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1556865&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1556865&amp;o=node"></p>



<p>A denúncia tem por base um vídeo, supostamente gravado por garimpeiros. A gravação teria ocorrido no início de agosto, segundo o presidente da Urihi Associação Yanomami, Junior Hekurari, que também está acionando autoridades para que investiguem o ocorrido.</p>



<p>A Hekurari diz que a filmagem foi feita na região de Surucucu, onde há garimpo irregular há cerca de 3 anos.</p>



<p>“No vídeo, os garimpeiros falam que as crianças teriam roubado celular, mas as crianças diziam que não. Perguntam também sobre uma arma”, disse o presidente da associação Yanomami à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Ao saberem da situação, dezenas de yanomami foram ao local para resgatar as crianças, e tiros foram disparados.</p>



<p>O MPF-RR confirmou que recebeu a representação da Hutukara Associação Yanomami, denunciando o caso. Diante da situação, o procurador responsável acionou órgãos como Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Exército.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Ministra diz que ainda há garimpeiros ilegais em TI Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 11:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma semana após mais um conflito em terra indígena Yanomami, garimpeiros ilegais permanecem na região e devem ser expulsos até o fim do ano. Essa é a expectativa da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que atribui a morte de uma menina de sete anos, há uma semana, aos garimpeiros que ainda estão na região. [&#8230;]</p>
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<p>Uma semana após mais um conflito em terra indígena Yanomami, garimpeiros ilegais permanecem na região e devem ser expulsos até o fim do ano. Essa é a expectativa da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que atribui a morte de uma menina de sete anos, há uma semana, aos garimpeiros que ainda estão na região.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1543281&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1543281&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a ministra, mais de 80% deles foram retirados do território Yanomami, desde o início das operações do atual governo. Mas o desafio, segundo ela, é expulsar os que resistem de forma mais violenta, o que ela espera que seja feito até o fim deste ano.</p>



<p>“Conseguimos retirar 82% dos garimpeiros. Tem uma situação bem mais violenta e perigosa porque tem aquelas pessoas que resistem a sair do território, se escondem e estão provocando conflitos. Essa fase final está bem mais difícil”, disse.</p>



<p>“Segundo informações das próprias lideranças, são pessoas ligadas ao narcotráfico e ao crime organizado as que querem ficar ali. E, realmente, estão ali provocando conflitos de indígenas com indígenas, para fazer de conta que são problemas internos, mas, na verdade, é uma consequência do garimpo ainda”, acrescentou.</p>



<p>O assessor político da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Marcos Sabarú, explica que o problema não é exclusivo dos Yanomami, e que esses não são fatos isolados. Tudo faz parte de um problema histórico de séculos, e de toda a humanidade.</p>



<p>“Um problema que se arrasta, é crônico e não dá para achar que é um problema de Roraima, porque essa realidade existe em outras terras”, disse. “Eu acho que é uma questão de política pública nos povos indígenas. Então, também é um problema internacional. Quem compra esse ouro [extraído ilegalmente]? Esse ouro está indo para onde? Vai para os Estados Unidos, vai para o Reino Unido, o ouro, a madeira. Então é um problema de política, é um problema internacional”, completou.</p>



<p>O corpo da criança de sete anos foi encontrado pelos bombeiros de Roraima, na última sexta-feira (7), após três dias de busca na região do rio Parima. De acordo com a corporação, o corpo foi entregue para a família realizar os rituais indígenas de despedida.</p>



<p>Na última segunda-feira (3), cinco pessoas indígenas ficaram feridas e a criança foi assassinada, após conflitos com armas de fogo dentro da terra Yanomami. A Apib denuncia a ocupação por garimpeiros ilegais na terra indígena e pede que o governo federal adote medidas mais efetivas na região.</p>



<p>Um dia após os ataques que levaram à morte da menina o governo federal informou, em nota conjunta, que vem prestando atendimento aos feridos no local e que trabalha de maneira articulada para executar as operações de “expulsão de garimpeiros da Terra Indígena Yanomami”.</p>
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		<title>Ataque a tiros em aldeia yanomami mata criança e deixa cinco feridos</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2023/07/05/ataque-a-tiros-aldeia-yanomami-mata-crianca-deixa-cinco-feridos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 11:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma criança morreu e cinco indígenas ficaram feridos durante um ataque a tiros a uma aldeia yanomami na região de Parima, em Roraima. Um helicóptero foi enviado de Boa Vista para auxiliar no atendimento às vítimas.&#160; O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) não informou quem foram os responsáveis pelo ataque, mas disse que eles fugiram [&#8230;]</p>
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<p>Uma criança morreu e cinco indígenas ficaram feridos durante um ataque a tiros a uma aldeia yanomami na região de Parima, em Roraima. Um helicóptero foi enviado de Boa Vista para auxiliar no atendimento às vítimas.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1541915&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1541915&amp;o=node"></p>



<p>O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) não informou quem foram os responsáveis pelo ataque, mas disse que eles fugiram do local. Servidores do MPI se deslocaram para a aldeia, junto com policiais federais, militares e agentes da Força Nacional de Segurança.&nbsp;</p>



<p>“O MPI reforça que segue trabalhando com as demais esferas de governo buscando a completa retirada dos garimpeiros das terras indígenas. Essa atividade degrada não só o meio ambiente, mas ataca o modo de vida e toda a organização social dos povos indígenas”, informa a nota do ministério.</p>



<p>Agência Brasil. </p>
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		<title>Voos clandestinos em terra yanomami caem 90% após operação especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 11:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os voos clandestinos na Terra Indígena Yanomami caíram 90% em cinco meses de combate ao garimpo ilegal na região. Segundo balanço divulgado nesta terça-feira (27) pelas Forças Armadas em Boa Vista, a Operação Ágata Fronteira Norte apreendeu R$ 30,9 milhões em objetos, entre os quais 42 toneladas de cassiterita, óxido natural do qual se extrai [&#8230;]</p>
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<p>Os voos clandestinos na Terra Indígena Yanomami caíram 90% em cinco meses de combate ao garimpo ilegal na região. Segundo balanço divulgado nesta terça-feira (27) pelas Forças Armadas em Boa Vista, a Operação Ágata Fronteira Norte apreendeu R$ 30,9 milhões em objetos, entre os quais 42 toneladas de cassiterita, óxido natural do qual se extrai minério de estanho.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1540756&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1540756&amp;o=node"></p>



<p>Além da cassiterita, as Forças Armadas apreenderam ou inutilizaram os seguintes itens: combustível, ouro, mercúrio, barracas, motores, celulares, balsas, embarcações, aeronaves, munição e armas. Realizadas pelo Comando Operacional Conjunto Amazônia, as ações envolvem parcerias entre Exército, Marinha e Força Aérea Brasileira.</p>



<p>Segundo o chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto, brigadeiro André Gustavo Fernandes Peçanha, o valor total das apreensões e inutilizações soma R$ 30.972.825. Ele lembrou que a operação lida com grandes desafios, como uma área grande, de 57,43 mil quilômetros quadrados, que requer o uso de meios aéreos; e chuvas frequentes e intensas, que se concentram de abril a agosto.</p>



<p>O general Ricardo Augusto Costa Neves anunciou a redução em 90% do garimpo ilegal. Além das apreensões, a operação destruiu 19 garimpos ilegais dentro do território indígena e identificou 70 pistas de pouso clandestinas. Os sobrevoos em missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR) somaram 35 mil quilômetros.</p>



<p>“Temos a oportunidade de mostrar o esforço que o Estado brasileiro vem fazendo para resolver, solucionar os problemas na Terra Indígena Yanomami e, principalmente, como nós fazemos isso de uma forma coordenada, de uma forma impecável com as agências, com os órgãos federais. Isso tudo nos garante uma sinergia de esforços, que é fundamental para que nós cumpramos com sucesso as próximas atividades”, disse Neves.</p>



<p>A operação também envolve ações de assistência às comunidades indígenas e de saúde. Segundo o Exército, 23.438 cestas básicas foram entregues aos yanomami e 2.424 atendimentos médicos foram realizados no território.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ampliação</h4>



<p>Recentemente, a atuação das Forças Armadas foi ampliada na região. No último dia 22, o presidente em exercício Geraldo Alckmin assinou um decreto que determina que o Ministério da Defesa atue diretamente em ações de prevenção e repressão a “crimes transfronteiriços e ambientais”, com autorização para fazer patrulhamentos, revistar pessoas e veículos e até efetuar prisões em flagrante.</p>



<p>Anteriormente, o Ministério da Defesa atuava apenas na área de inteligência e de logística, transportando os agentes públicos responsáveis pela expulsão de garimpeiros da Terra Indígena Yanomami. O decreto permite a atuação ampliada tanto na faixa de fronteira terrestre como em áreas de águas interiores do território.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perigos do mercúrio</h4>



<p>Ao longo do segundo semestre, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) analisará a contaminação de mercúrio na Terra Indígena Yanomami. Imagens aéreas mostradas pelo Exército durante a entrevista mostraram a diminuição dos garimpos e da contaminação por mercúrio nos rios, mas o metal permanece no meio ambiente.</p>



<p>“Mesmo que o garimpo acabe, ainda pode ter movimentação de mercúrio ao longo do tempo”, declarou o superintendente do Ibama em Roraima, Diego Milléo Bueno. Além de contaminar rios e solos, o mercúrio pode ser encontrado em peixes contaminados. Entre as sequelas do metal pesado, estão mudanças na pressão arterial, problemas renais e doenças cardíacas. Na gestação ou nos primeiros anos de vida, o contato pode provocar déficit no desenvolvimento, problemas de aprendizado, déficit de atenção, cegueira e paralisia cerebral.</p>



<p>Uma pesquisa apresentada na semana passada pelo médico Paulo Basta, pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz, detectou concentrações de mercúrio em todas as amostras de membros da comunidade Yanomami. De 4 a 14 de outubro do ano passado, o pesquisador coletou pedaços de cabelo de 287 indígenas e 47 amostras de pescado na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p>Os resultados preliminares da pesquisa foram apresentados na semana passada à presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana. A entrevista coletiva não teve a presença de representantes de comunidades indígenas. Participaram apenas integrantes das Forças Armadas e os superintendentes da Polícia Rodoviária Federal em Roraima, Marcelo Aguiar da Silva, e Diego Bueno, do Ibama.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lista dos objetos apreendidos ou inutilizados:</h4>



<p>• Cassiterita: 42.029 quilogramas</p>



<p>• Combustível: 8,8 mil litros</p>



<p>• Ouro: 1.742 gramas</p>



<p>• Mangote: 1.570 metros</p>



<p>• Mercúrio: 1.158 gramas</p>



<p>• Alimentos: 1 mil quilogramas</p>



<p>• Munição: 726</p>



<p>• Barraca: 514</p>



<p>• Motor e máquina: 415</p>



<p>• Celulares: 133</p>



<p>• Balsa: 112</p>



<p>• Gerador: 90</p>



<p>• Arma de fogo: 39</p>



<p>• Embarcação e aeronave: 41</p>



<p>• Tonéis de combustíveis: 16</p>



<p>• Outros: 67</p>



<p><em>Fonte: Ministério da Defesa</em></p>
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		<title>Investigação: garimpo em área yanomami é mantido por crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 11:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos quatro garimpeiros mortos por agentes de segurança no último domingo (30) na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, era integrante de uma facção criminosa com atuação nacional. Essa linha de investigação passou a ser um dos focos de ações de inteligência do governo federal na região. A informação foi revelada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Meio [&#8230;]</p>
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<p>Um dos quatro garimpeiros mortos por agentes de segurança no último domingo (30) na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, era integrante de uma facção criminosa com atuação nacional. Essa linha de investigação passou a ser um dos focos de ações de inteligência do governo federal na região. A informação foi revelada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, em entrevista a jornalistas em Boa Vista, na noite dessa segunda-feira (1º).</p>



<p>&#8220;Nosso serviço de inteligência tem encontrado indícios muito fortes de que alguns pontos de garimpo são mantidos com o apoio de organizações criminosas. Isso está sendo investigado. Uma das pessoas que morreu na operação de domingo [30] tinha envolvimento muito forte com uma das organizações criminosas&#8221;, disse Agostinho. O presidente do Ibama fez parte de uma comitiva do governo federal que esteve em Roraima para monitorar a situação dos yanomamis após atentado que deixou um indígena morto e dois feridos no último sábado (29).</p>



<p>Um dia depois, quatro garimpeiros teriam reagido à incursão de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ibama num ponto de garimpo conhecido como Ouro Mil, dentro da terra indígena. Eles acabaram sendo mortos em confronto. A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;apurou que um dos mortos com vínculos ao crime organizado é do Amapá. Ele é apontado como integrante do grupo PCC, que tem origem em São Paulo, mas atua em todo o país.</p>



<p>No local do confronto, segundo a PRF, foi apreendido um arsenal de armas, com fuzil, três pistolas, sete espingardas e duas miras holográficas, além de munição de diversos calibres, carregadores e outros equipamentos bélicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lavagem e capitalização</h2>



<p>Segundo o presidente do Ibama, a atuação de facções criminosas é cada vez mais comum em atividades extrativistas ilegais, como o garimpo, a grilagem de terras e o comércio clandestino de madeira.</p>



<p>&#8220;A gente tem percebido que essas atividades passaram a exercer uma atração de facções criminosas. Elas servem, ao mesmo tempo, como forma de lavagem de dinheiro, por meio&nbsp;do garimpo ilegal, por exemplo, mas também como fonte de capitalização desses grupos, já que o tráfico internacional de drogas demanda grande investimento de operação&#8221;, explicou Rodrigo Agostinho, em conversa com a&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Balanço</h2>



<p>O Ibama informou&nbsp;que, desde o início da operação, há cerca de três meses, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.</p>
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