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	<title>Arquivos Ziraldo - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Artistas e políticos lamentam nas redes a morte de Ziraldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 10:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ziraldo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte do caricaturista, chargista e escritor Ziraldo neste sábado (6), causou comoção nas redes sociais entre admiradores de todas as idades e dos mais diferentes perfis. Desenhista e criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa diz que perdeu um irmão. &#8220;Que tristeza! Não tenho palavras. Perdi mais que um grande amigo. Perdi um irmão. Das [&#8230;]</p>
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<p>A morte do caricaturista, chargista e escritor <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/criador-do-menino-maluquinho-ziraldo-morre-aos-91-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ziraldo</a> neste sábado (6), causou comoção nas redes sociais entre admiradores de todas as idades e dos mais diferentes perfis. Desenhista e criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa diz que perdeu um irmão.</p>



<p>&#8220;Que tristeza! Não tenho palavras. Perdi mais que um grande amigo. Perdi um irmão. Das letras, dos traços e da vida! Mas ele estará sempre em meu coração. E nos corações de milhões de brasileiros maluquinhos de todas as idades, que seguirão apaixonados por sua obra. Viva, Ziraldo!&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/GGE-Rl0YgNuyoyM3FMtor0bOPH0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/06/gkgohf6wgaajzlq.jpeg?itok=dXizzIPu" alt="Maurício de Souza e Zirado. Desenho de Maurício de Souza. Ziraldo morreu hoje aos 1 anos. Foto: X/@mauriciodesousa" title="X/@mauriciodesousa"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Desenho de Maurício de Sousa em homenagem a Ziraldo&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>X/@mauriciodesousa</strong></h6>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do pai do Menino Maluquinho.&nbsp;Afirmou que Ziraldo foi um dos maiores expoentes da cultura, da imprensa, da literatura infantil e do imaginário do país.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O Menino Maluquinho, seu personagem mais conhecido, povoou mentes e a imaginação de crianças de todas as idades em todas as regiões. Um livro que virou filme, peças, pautou músicas e vem sendo passado de pais para filhos como sinônimo de inocência, curiosidade e beleza, além de um olhar esperançoso em relação aos imensos potenciais do mundo em que vivemos&#8221;, disse&nbsp;o presidente.</p>



<p>&#8220;São inúmeras e diversas as contribuições de Ziraldo, seja com a&nbsp;<em>Turma do Pererê</em>, em seu trabalho à frente do&nbsp;<em>Pasquim</em>, nos anos da ditadura, em livros inesquecíveis, como&nbsp;<em>Flicts</em>, e num extenso trabalho em revistas e jornais brasileiros. Na defesa da imaginação, de um Brasil mais justo, com democracia e liberdade de expressão. Nesse momento de imensa tristeza, me solidarizo com os familiares, amigos, parentes e fãs de Ziraldo&#8221;, acrescentou Lula em rede social.</p>



<p>Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, é partida do escritor é uma perda irreparável. &#8220;Ziraldo foi uma fonte de inspiração. Lembro-me do tempo em que participei de uma montagem baiana da peça &#8216;O Menino Maluquinho&#8217;. Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Obrigada por tudo, Ziraldo. Sua partida deixa um vazio imenso&#8221;.</p>



<p>O partido PSol, ao qual Ziraldo foi filiado, também se manifestou nas redes sociais.&nbsp;A&nbsp;logomarca do partido é uma obra do&nbsp;cartunista. &#8220;O PSOL recebe com tristeza a notícia da morte de Ziraldo, um dos maiores cartunistas brasileiros e grande artista. Muitos não sabem, mas foi Ziraldo quem criou o sol da nossa logomarca, o que muito nos honra. Mandamos abraços apertados aos familiares e amigos. Descanse em paz&#8221;, diz o partido, em rede social.</p>



<p>Ele também foi homenageado pelo time de coração. Pelas redes sociais, o Flamengo se despediu do cartunista.&nbsp;</p>



<p>“Notório rubro-negro, Ziraldo nos deu o privilégio de traçar nossa história. Em 2012, foi dele a ilustração que representou o centenário do futebol do Flamengo. Ele se intitulava ‘o rubro-negro mais antigo em atividade’. De Caratinga, em Minas Gerais, para o mundo. Ziraldo conquistou a todos nós com carinho e bom humor. E a paixão vermelha-e-preta sempre esteve junto. Seu personagem mais conhecido, o Menino Maluquinho, era Flamengo. Quem disse foi o próprio Ziraldo…”.</p>



<p>É de Ziraldo o livro “O Mais Querido do Brasil em Quadrinhos”. Nele, o cartunista conta a história do clube através de seus traços e também sua própria relação com o Flamengo.</p>



<p>Agência Brasil. </p>



<p>Foto: Mundo Zira. </p>
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		<title>Amigos se despedem de Ziraldo e lembram seus traços contra a ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 10:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ziraldo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de ser conhecido como o pai do Menino Maluquinho e ícone da literatura infanto-juvenil, o cartunista Ziraldo, falecido no sábado (6), aos 91 anos, teve atuação marcante como jornalista em defesa de democracia. Durante a ditadura militar, usou seus traços para combater o regime autoritário e defender a liberdade de expressão. O corpo do [&#8230;]</p>
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<p>Antes de ser conhecido como o pai do Menino Maluquinho e ícone da literatura infanto-juvenil, o cartunista Ziraldo, falecido no sábado (6), aos 91 anos, teve atuação marcante como jornalista em defesa de democracia. Durante a ditadura militar, usou seus traços para combater o regime autoritário e defender a liberdade de expressão.</p>



<p>O corpo do desenhista&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/corpo-de-ziraldo-e-velado-no-museu-de-arte-moderna-no-rio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi velado neste domingo</a>, 7 de abril, data que marca o Dia do Jornalista. O velório foi no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, cidade onde o mineiro de Caratinga morreu de causas naturais.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;conversou com amigos, ex-colegas de profissão e familiares, que ressaltaram a atuação de Ziraldo nos anos de repressão e censura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Pasquim</h2>



<p>A maior representação de Ziraldo nesse ofício está no jornal O Pasquim, que teve o desenhista entre seus fundadores e principais colaboradores. Ao seu lado, nomes como Jaguar, Sérgio Cabral e Tarso de Castro.</p>



<p>O veículo de imprensa circulou nas décadas de 70 e 80 e era uma das resistências à ditadura, tendo enfrentado censura, perseguição e rendido aos seus responsáveis prisões durante o regime de exceção.</p>



<p>“Era o deboche, a piada, a gozação para afetar o regime ditatorial na base do deboche”, lembra o jornalista Marcelo Auler, hoje conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e que compartilhou a redação de O Pasquim com Ziraldo a partir de 1974.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/TSUzbj3wq84bOB4XRvR8CsNvxWo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/07/trbr4872.jpg?itok=sarbUymh" alt="Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2024 - Familiares, amigos e fans se despedem do cartunista Ziraldo em velório, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro(MAM). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Um capricho do destino fez com que Ziraldo fosse sepultado no Dia do Jornalista. Foto &#8211;&nbsp;<strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></h6>



<p>“É um outro tipo de jornalismo, muito crítico e sempre de oposição”, classifica. Ele conta que, apesar de repórteres fazerem entrevistas que duravam várias horas, os textos mais longos não eram a característica principal da publicação.</p>



<p>“O Pasquim era um jornal de piada, de cartum, desenhos. O [cartunista] Henfil, com o seu [personagem] Fradim, atingia muito mais que muito texto de jornalismo. O Ziraldo, com suas charges, atingia muito mais que muito texto de vários jornalistas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contra a censura</h2>



<p>O ex-deputado federal e ex-ministro das Comunicações Miro Teixeira acrescentou que, por meio do tabloide, Ziraldo e a equipe conseguiram fazer chegar à população as violações que estavam sendo acobertadas pela censura de Estado.</p>



<p>“O Pasquim era censurado também, mas conseguia atravessar com a arte algumas brechas deixadas pela ditadura. Foi útil para levar ao povo o conhecimento do que se passava nos cárceres, porque as pessoas não tinham conhecimento, a classe média não tinha conhecimento. Foi graças a pessoas como o Ziraldo que isso chegou ao conhecimento da população”, conta Miro, que também é jornalista.</p>



<p>O cartunista Ricardo Aroeira aponta legado de Ziraldo em toda a imprensa brasileira. “Como jornalista, ele abriu três, quatro, seis projetos diferentes que, na verdade, mudaram a linguagem jornalística. Nenhum jornal brasileiro é o mesmo depois de O Pasquim. O texto do jornal é diferente, a abordagem da reportagem, um certo senso de humor e leveza, isso tudo é Ziraldo”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Família</h2>



<p>Irmão mais novo do cartunista, o designer gráfico Gê Pinto lembrou de um momento difícil da trajetória de Ziraldo, a prisão durante a ditadura. Um dos prováveis motivos foi a participação em O Pasquim. “Eu estava na casa dele no dia em que ele foi preso. Ainda menino, levei um susto danado”, rememora.</p>



<p>“O Ziraldo sempre teve esse compromisso com a liberdade e com a democracia. A gente sentia em cada gesto dele, em cada atitude e nas charges. Foi um orgulho ver como ele foi resistência”, afirma.</p>



<p>Para a cineasta Fabrizia Pinto, filha de Ziraldo, o pai salvou o Brasil do regime militar e enfatizou que Ziraldo não deixou o país no período mais difícil para a imprensa e a sociedade. “Ele ficou no Brasil para lutar contra a ditadura. Ele lutou com a pena, um papel, ideias pequenas e pérolas. Uma pessoa como essa nunca vai se esvair, não vai embora”.</p>



<p>A diretora do Instituto Ziraldo, Adriana Lins, que também é sobrinha do desenhista, enumera fatores que, na visão dela, forjaram Ziraldo como jornalista.</p>



<p>“Ele é um crítico de costumes, um crítico político, um observador curioso desde o dia em que nasceu. Na hora em que você tem todos esses dons, essa sagacidade, essa curiosidade, essa inteligência, acaba virando jornalista”, afirma.</p>



<p>“Ele fez todo mundo saber de tudo de uma maneira tão sagaz, minimalista, em épocas que não podia se falar tudo às claras”, ressalta a sobrinha. O Instituto Ziraldo é uma instituição que preserva o trabalho intelectual do artista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jornais e revistas</h2>



<p>Ziraldo frequentava redações antes do começo da ditadura militar, iniciada por um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/ditadura-militar-ou-civil-militar-saiba-o-que-esta-por-tras-dos-nomes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golpe que completou 60 anos em 2024</a>.&nbsp;Em 1954, começou uma página de humor no jornal A Folha de Minas. Passou também pelo semanário O Cruzeiro &#8211; que tinha enorme circulação nacional &#8211; e pelo Jornal do Brasil. O mineiro também trabalhou na revista Pif-Paf, dirigida por Millôr Fernandes.</p>



<p>Após a redemocratização, Ziraldo acreditou em mais projetos editorais, como as revistas Palavra e Bundas, as duas em 1999. A segunda ridicularizava o culto a celebridades. Em 2002 lançou O Pasquim 21. Era uma tentativa de reviver os tempos áureos do tabloide de oposição. Mas a iniciativa durou apenas até 2004.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estátua</h2>



<p>O compositor Antônio Pinto, um dos filhos do desenhista, adiantou que existe o objetivo de criar no Rio de Janeiro um centro cultural em homenagem a Ziraldo.</p>



<p>“Meu pai é uma figura enorme, um cara que criou por mais de 70 anos para o Brasil. A gente tem na nossa casa, onde era o estúdio dele, um material vastíssimo, mais de mil desenhos. A gente quer, de alguma maneira, colocar isso para as pessoas verem”.</p>



<p>Outra forma de legado é um desejo antigo da filha Fabrizia Pinto e que mudaria a paisagem do Rio de Janeiro. Uma estátua na orla da praia de Copacabana, onde já há uma homenagem a outro mineiro, o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).</p>



<p>“Eu gostaria muito que ele ficasse sentadinho do lado dele, Drummond e meu pai, porque eles se amavam muito, eles eram muito amigos”, pediu emocionada.</p>



<p>“Nós é que pedimos. Então vamos fazer todas as homenagens que ele merece e não são poucas”, respondeu o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.</p>



<p>Agência Brasil.</p>



<p>Foto: Arquivo Nacional. </p>
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