De acordo com a reportagem do jornal O Estado de SP, a cúpula do Aliança pelo Brasil admite que não deverá participar das eleições municipais, marcadas para este ano. O que ocorre é, segundo Tribunal Superior Eleitoral, foram apenas validados 3.334 assinaturas – para 492 mil necessários e obter o registro.

O advogado Luís Felipe Belmonte dos Santos, segundo vice-presidente do partido a ser criado, declarou que foram coletados mais de 1 milhão de assinaturas, mas não foram reconhecidas nos cartórios eleitorais. “Nossa parte foi feita, mas os cartórios eleitorais estão recusando todas as fichas com firma reconhecida. Eles alegam que não houve regulamentação. Além disso, o sistema cai toda hora. Os cartórios eleitorais não estavam preparados para um volume tão grande (de assinaturas), disse Belmonte ao Estadão.

O TSE informou ao Estadão que o Aliança apresentou 66.252 assinaturas, além das 3.334 validas, outras 48.127 estão em prazo de impugnação; 2.593 na fase de análise dos cartórios e 12.198 já foram consideradas inaptas.

Segundo Belmonte, agora não há pressa para o registro. “O presidente não está pensando na próxima eleição, mas na próxima geração. Se não der agora, não tem problema, até porque seria um risco. Não haveria tempo de, em duas semanas, formar diretórios, filiar e procurar candidatos em 5.700 municípios”.

Com informações dos repórteres Pedro Venceslau e Paula Reverbel, do jornal O Estado de SP.

Reportagem: Pedro Lima.

guazelli

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