A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma apuração para investigar se a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, participou do movimento para tentar impedir que uma menina de 10 anos, vítima de estupro, fizesse a interrupção da gravidez.

A realização do aborto foi permitida pela Justiça. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Damares agiu nos bastidores para impedir o aborto. Para alguns parlamentares, isso configura crime de responsabilidade. Conforme a reportagem, ela queria transferir a menina para um hospital em Jacareí (SP) – onde seria realizado um parto.

Damares teria enviado representantes do ministério e aliados políticos ao Espírito Santo, para pressionar a equipe médica a não realizar a interrupção da gravidez. Além disso, assessores dela também teriam vazado dados da criança, como fez a ativista bolsonarista Sara Winter.

Durante live com Jair Bolsonaro nas redes sociais, Damares cogitou tirar a menina do controle dos pais. Na ocasião, ela afirmou que o governo vai proteger “essa menina em tudo que ela precisar”, inclusive “saber se ela vai ficar melhor com a família ou em outro lugar”.

Brasil247.

guazelli

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