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	<title>Arquivos História - Portal Verdade&amp;Expressão</title>
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		<title>Os papéis de Dom Pedro I e Leopoldina na Independência do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 11:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Independência do Brasil está marcada pela complexidade dos atores políticos como Dom Pedro I e Maria Leopoldina. “O que mais me atrai nessas histórias são esses personagens envolvidos nesse processo da Independência. Poderia ter acontecido tudo ali”, confessa Paulo Rezzutti, escritor de biografias do período colonial. Pedro chegou criança (7 anos de idade) na nova [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Independência do Brasil está marcada pela complexidade dos atores políticos como Dom Pedro I e Maria Leopoldina. “O que mais me atrai nessas histórias são esses personagens envolvidos nesse processo da Independência. Poderia ter acontecido tudo ali”, confessa Paulo Rezzutti, escritor de biografias do período colonial.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1387142&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1387142&amp;o=node" /></p>
<p>Pedro chegou criança (7 anos de idade) na nova terra. “Depois de 12 anos no país, ele já era mais brasileiro do que português”, diz Rezzutti. A esposa, Maria Leopoldina (da Áustria), chegou ao Brasil em 1817 e foi só então que conheceu o marido (em um casamento acordado por procuração). Ela, aliás, revelou-se uma articuladora hábil e se liga a movimentos autonomistas, que desejavam que a situação permanecesse como estava. Uma personagem determinante para a mudança da rota da história.</p>
<p>“A situação se acirra. Se por um lado, Pedro está preocupado com os acontecimentos em Portugal, Leopoldina estava ligada à manutenção do trono no Brasil. Pedro considerava ficar desde que pudesse nomear os próprios ministros. Isso acontece no dia 9 de janeiro de 1822, o Dia do Fico”, conta o biógrafo, que já escreveu livros sobre Dom Pedro I, Leopoldina, Marquesa de Santos, Dom Pedro II, entre outros.</p>
<p>A decisão de Dom Pedro I ficar no Brasil cai como uma bomba em Portugal.  “As Cortes revogam tudo o que Dom Pedro faz. Mas o navio com essa comunicação só chega em 28 agosto de 1822”, explica Rezzutti.</p>
<p>Depois de tanto tempo, as ordens de Lisboa determinavam ainda que Pedro e família deviam voltar para a metrópole imediatamente, e os auxiliares, como José Bonifácio e Clemente Pereira, que participaram do aconselhamento deviam ser demitidos, presos e levados para Lisboa. A reação no Brasil desencadeia uma sucessão de acontecimentos com as características da velocidade da época. “Até reunir o conselho de ministros, foi 2 de setembro. Os auxiliares levam a Dom Pedro I a ideia de declarar a independência. José Bonifácio manda oficial de chancelaria encontrar Dom Pedro urgentemente. Isso acontece em 7 de Setembro, no Ipiranga, em São Paulo. Até Portugal saber o que estava acontecendo, também demora”, destaca Rezzutti.</p>
<h2>Leopoldina, a articuladora</h2>
<p>Um detalhe ressaltado pelo biógrafo de Maria Leopoldina é que ela tem participação determinante no conselho de ministros em relação à declaração formal da Independência. “Ela era articuladora hábil. Tinha conhecimento de política e funcionou como uma mediadora importante nos bastidores do palácio para encontrar uma solução adequada”.</p>
<p>Após a independência, a situação continuou efervescente. A professora de história da Universidade de Brasília, Teresa Marques, destaca que a decisão pela independência também não era consensual. “De fato, existem protestos no Nordeste do país que se levantam contra a Corte. Em Pernambuco, em 1817 e em 1824, há manifestações contra a Constituição imposta”.</p>
<p>Ela explica que a forma de lidar com as províncias era conturbada. “As pessoas comuns não entendiam direito o que estava acontecendo. Nem sempre Dom Pedro se aconselhava com mentes mais moderadas. Quem dera ele ouvisse mais a esposa”.</p>
<p>As províncias reagiram a ter que obedecer ao Rio de Janeiro e não mais a Portugal. Pelo caminho da diplomacia, a independência só foi reconhecida pela Europa em 1825 mediante o pagamento de duas milhões de libras esterlinas para Portugal.</p>
<h2>Independência x Brasilidade</h2>
<p>O conceito de brasilidade acontece em não menos do que duas décadas depois, segundo os pesquisadores entrevistados. Teresa Marques destaca o papel da imprensa que, a par das dificuldades de dar conta de explicar o tempo presente, traz discussões relevantes para os jornais.</p>
<p>Para o historiador Deusdedith Rocha Junior, o 7 de setembro, em boa parte pelo império português, não era tratado de forma importante. “Quando destacamos a independência como fruto da ação determinada de uma pessoa que é, no caso o imperador, abafa-se os interesses dos poderosos e também a ideia de que essas elites e Dom Pedro tomaram todo cuidado para que a população não participasse disso”. Ele cita que as manifestações na Bahia e no Pará foram tratadas com violência policial, incluindo centenas de mortes.</p>
<p>“Não é uma história pacífica. Isso tudo cai no esquecimento para confirmar uma ideia de mansidão do brasileiro”. Os pesquisadores entendem que não é possível entender aquele período apenas por uma ideia de “grito”, como se fosse o último episódio.</p>
<p>A história barulhenta, cheia de nuances, inclusive de silêncios, ainda vai ecoar pelos séculos.</p>
<p>Agência Brasil.</p>
<p>Imagem: Julien Palliere.</p>
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		<title>Verdade&#038;Expressão reforça credibilidade ao dar continuidade a credencial especial da Presidência da República</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2020/02/24/verdadeexpressao-reforca-credibilidade-ao-dar-continuidade-a-credencial-especial-da-presidencia-da-republica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2020 10:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O portal Verdade&#38;Expressão recebeu a credencial da Presidência da República, para o ano de 2020. Ao obter o crachá especial para jornalistas diplomados, e, devidamente credenciados na Secretaria Especial de Comunicação Social (Divisão de Credenciamento), o portal renova e reforça a sua credibilidade adquirida ao longo dos anos: independência e pluralismo. O crachá especial, agora na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O portal Verdade&amp;Expressão recebeu a credencial da </span></span><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Presidência da República</b></span></span><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, para o ano de 2020. Ao obter o crachá especial para jornalistas diplomados, e, devidamente credenciados na </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Secretaria Especial de Comunicação Social (Divisão de Credenciamento), o portal renova e reforça a sua credibilidade adquirida ao longo dos anos: independência e pluralismo. </span></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O crachá especial, agora na cor marrom, tem por finalidade acompanhar as viagens do presidente da República, Jair Bolsonaro, ou do seu vice, Hamilton Mourão – na cidade de Curitiba (PR). Para este ano, o portal Verdade&amp;Expressão está preparando uma cobertura especial para as eleições municipais, de entrevistas especiais a divulgações de pesquisas eleitorais. </span></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Atualmente o Verdade&amp;Expressão produz e exibe, na TV Transamérica, um programa semanal (inédito em horário nobre) com diversos convidados – todos eles ancorados por Guazelli. Neste site, é trabalhado nas editorias de:</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b> Congresso Nacional</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Direitos Humanos</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Economia</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Eleições 2020</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Esportes</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Internacional</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Lava Jato</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Legislativo Paranaense</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Meio Ambiente</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Política</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Saúde</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Segurança</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Princípios Editorias</b></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2018, o VE publicou seus princípios editorais, assim para que todos saibam como é a nossa forma de trabalho: </span></span></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> é um portal de notícias independente, plural e apartidário. A necessidade de apresentar nossos princípios editoriais é ampliar nossa credibilidade à sociedade paranaense. Confira:</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Para toda reportagem e/ou matéria existe um profissional por trás. Por isso, o </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> apoia a apresentação do diploma de formação em Jornalismo e Comunicação Institucional. Repudiamos qualquer cidadão que apresente-se como “Comunicador”, “Jornalista” e ou “Radialista”, sem ter ao menos cursado um Ensino Superior.</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os valores do </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> é: </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>apurar</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> os fatos, com veemência e imparcialidade; </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>ouvir</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> todos os lados de uma história; </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>cobrar</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> transparência de instituições públicas e privadas; por fim, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>repudiar</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> toda e qualquer informação repassada – “Fake News” existente. Repudiamos toda e qualquer forma de “</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>cópia”</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>reportagem</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>imagem</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>áudio</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, sem os devidos créditos.</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> apoia </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>autonomia </b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">e </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>liberdade</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> de expressão aos seus colaboradores. Repudia toda e qualquer forma de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>violência</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> ao trabalho do Jornalista. O Verdade&amp;Expressão apoia e preserva o sigilo da </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>fonte</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão </b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">apoia o estado democrático de direito – preservando a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>autonomia</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> das instituições públicas e do terceiro setor. Apoiamos toda e qualquer forma de mídia independente e alternativa.</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><i><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Por último, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Verdade&amp;Expressão</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> repudia toda e qualquer disseminação de “</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>ódio”</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, seja pela </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>cor</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>gênero</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>orientação</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>raça</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> ou </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>trabalho</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></span></i></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>Rafael Guazelli</b></span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Diretor Executivo</span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Reportagem: Pedro Lima. </span></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Imagem: </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Roberto Stuckert Filho.</span></span></span><b> </b></p>
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		<title>Em nota, Confederação Israelita do Brasil pede afastamento de Roberto Alvim por parafrasear discurso nazista</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2020/01/17/em-nota-confederacao-israelita-do-brasil-pede-afastamento-de-roberto-alvim-por-parafrasear-discurso-nazista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 14:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O discurso em que Roberto Alvim, Secretário Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, parafraseia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista, segue repercutindo negativamente. A Confederação Israelita do Brasil, a Conib, emitiu uma nota, nesta quinta-feira, 16, considerando a ação “inaceitável”. O órgão ainda afirma que “emular a visão do ministro da Propaganda nazista de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O discurso em que Roberto Alvim, Secretário Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, parafraseia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista, segue repercutindo negativamente.</p>
<p>A Confederação Israelita do Brasil, a Conib, emitiu uma nota, nesta quinta-feira, 16, considerando a ação “inaceitável”. O órgão ainda afirma que “emular a visão do ministro da Propaganda nazista de Hitler, Joseph Goebbels, é um sinal assustador da sua visão de cultura, que deve ser combatida e contida.</p>
<p>No fim da nota oficial, a Conib pede o afastamento de Roberto Alvim. Confira o comunicado na integra:</p>
<p>“A Conib (Confederação Israelita do Brasil) considera inaceitável o uso de discurso nazista pelo secretário da Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim.</p>
<p>Emular a visão do ministro da Propaganda nazista de Hitler, Joseph Goebbels, é um sinal assustador da sua visão de cultura, que deve ser combatida e contida. Goebbels foi um dos principais líderes do regime nazista, que empregou a propaganda e a cultura para deturpar corações e mentes dos alemães e dos aliados nazistas a ponto de cometerem o Holocausto, o extermínio de 6 milhões de judeus na Europa, entre tantas outras vítimas.</p>
<p>O Brasil, que enviou bravos soldados para combater o nazismo em solo europeu, não merece isso. Uma pessoa com esse pensamento não pode comandar a cultura do nosso país e deve ser afastado do cargo imediatamente.”</p>
<p>Reportagem de Fabio Pravidelli, do site Aventuras na História.</p>
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		<title>MPF: Corpo do pai do presidente da OAB foi incinerado em usina de açúcar pela ditadura</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2019/08/02/mpf-corpo-do-pai-do-presidente-da-oab-foi-incinerado-em-usina-de-acucar-pela-ditadura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 13:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após investigação realizada pelo Ministério Público Federal durante os últimos oito anos, o órgão concluiu que o corpo de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, e de outros onze desaparecidos foram incinerados na Usina Cambaíba, em Campos dos Goytacazes, norte do Rio de Janeiro. O processo, concluído no último dia 26, foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após investigação realizada pelo Ministério Público Federal durante os últimos oito anos, o órgão concluiu que o corpo de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, e de outros onze desaparecidos foram incinerados na Usina Cambaíba, em Campos dos Goytacazes, norte do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;">O processo, concluído no último dia 26, foi divulgado na noite desta quarta-feira (31) e possui cerca de 2 mil páginas além de áudios e vídeos, com cerca de 20 depoimentos. A principal declaração é a confissão do ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) Cláudio Guerra na Comissão Nacional da Verdade e no livro “Memórias de uma Guerra Suja”.</p>
<p style="text-align: left;">Guerra conta que Santa Cruz e Eduardo Collier, seu amigo, foram levados à Casa da Morte em Petrópolis e, depois de mortos, mandou que seus cadáveres foram incinerados em usina de açúcar. O MPF denuncia Guerra por ocultação e destruição dos corpos.</p>
<p style="text-align: left;">O Ministério Público também usa o depoimento do ex-sargento do Exército, Marival Chaves Dias do Canto, que confirma que havia uma operação que transladava corpos da Casa da Morte para usinas de Campos dos Goytacazes.</p>
<p style="text-align: left;">“Segundo o relato confessional de Cláudio Antonio Guerra, em algum momento, movido pela curiosidade, ele abria os sacos para ver os corpos (tendo observado que a um deles faltava o braço direito) e que, posteriormente, ao ver publicação de notícias e fotos dos desaparecidos, foi possível saber a identidade dos corpos que havia levado para ocultação e destruição na usina”, diz o MPF.</p>
<p style="text-align: left;">Do G1.</p>
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		<title>Acompanhe a entrevista com o jornalista Rogerio Galindo</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2019/05/20/acompanhe-a-entrevista-com-o-jornalista-rogerio-galindo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 22:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ao Vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://verdadeeexpressao.com.br/2019/05/20/acompanhe-a-entrevista-com-o-jornalista-rogerio-galindo/">Acompanhe a entrevista com o jornalista Rogerio Galindo</a> apareceu primeiro em <a href="https://verdadeeexpressao.com.br">Portal Verdade&amp;Expressão</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="fb-video" data-allowfullscreen="true" data-href="https://www.facebook.com/tvtransamerica/videos/2372838576281083/" style="background-color: #fff; display: inline-block;"></div>
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		<title>MP instaura inquérito para apurar reforma no Palácio dos Bandeirantes</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2019/04/05/mp-instaura-inquerito-para-apurar-reforma-no-palacio-dos-bandeirantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 15:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) instaurou inquérito para apurar mudanças feitas pela gestão do governador João Doria (PSDB) em móveis e pisos do Palácio dos Bandeirantes. O imóvel é parcialmente tombado. Foram gastos aproximadamente R$ 2 milhões nas alterações. O promotor de Justiça Carlos Henrique Prestes Camargo, da 1ª Promotoria de Justiça do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) instaurou inquérito para apurar mudanças feitas pela gestão do governador João Doria (PSDB) em móveis e pisos do Palácio dos Bandeirantes. O imóvel é parcialmente tombado. Foram gastos aproximadamente R$ 2 milhões nas alterações.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O promotor de Justiça Carlos Henrique Prestes Camargo, da 1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da capital, aponta, na portaria que deu início ao procedimento, que a remodelação e a redecoração feitas no local descaracterizaram móveis de madeira de lei, pisos e adornos, que foram pintados com tinta preta, incluindo brasões do estado de São Paulo.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">De acordo com o MP, o inquérito pretende determinar se o governo poderia modificar o mobiliário, o piso, as mesas e os demais bens sem a consulta de órgãos de preservação, tendo em vista que são itens de interesse histórico e artístico.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O promotor enviará ofício ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que o órgão informe se teve conhecimento das alterações feitas no Palácio dos Bandeirantes, localizado no bairro Morumbi.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Ministério Público informou ainda que a Promotoria de Justiça de Patrimônio Público também será acionada “para análise e adoção das medidas cabíveis com relação ao gasto de aproximadamente R$ 2 milhões em reformas e ações de redecoração desnecessárias”.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Outro lado</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O governo paulista informou, por meio de nota, que, após 10 anos, foram feitas obras de manutenção corretiva no Palácio dos Bandeirantes. Foram listados serviços como “troca de forros e pisos, vidros e recuperação da elétrica e hidráulica das instalações, assim como pintura depois de relatório técnico apontar a necessidade de correção para a proteção do patrimônio público”.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A assessoria de imprensa do governo destaca ainda que “não houve nenhum prejuízo ou maculação de móveis ou bem histórico”. “Pelo contrário, o acervo do Palácio foi protegido e qualquer dano a obras de Tarsila Amaral, Brecheret, entre as 4 mil obras existentes, seria irreparável”, diz a nota.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O texto acrescenta também que a manutenção passou por avaliação e acompanhamento do Acervo Cultural e Artístico dos Palácios do Governo e que oferecerá todas as informações solicitadas pelo MP.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Agência Brasil.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Imagem: Governo de SP. </span></span></span></p>
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		<item>
		<title>Ministério Público do Paraná se manifesta sobre comemorações ao golpe de 64</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2019/03/29/ministerio-publico-do-parana-se-manifesta-sobre-comemoracoes-ao-golpe-de-64/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 14:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Paraná, reiterando o teor de nota publicada nesta quarta-feira, 27 de março, pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), no qual é representado pelo procurador-geral de Justiça, Ivonei Sfoggia, manifesta-se publicamente sobre o anúncio do Governo Federal para que haja comemoração oficial do aniversário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Ministério Público do Paraná, reiterando o teor de nota publicada nesta quarta-feira, 27 de março, pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), no qual é representado pelo procurador-geral de Justiça, Ivonei Sfoggia, manifesta-se publicamente sobre o anúncio do Governo Federal para que haja comemoração oficial do aniversário do golpe militar de 1964. No texto, os chefes do Ministério Público brasileiro destacam as graves violações aos direitos humanos que ocorreram durante o regime militar, sendo qualquer comemoração incompatível com os princípios que regem o Estado Democrático de Direito.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O texto destaca ainda a proibição da realização de eventos oficiais em comemoração ao golpe militar de 1964, conforme o previsto no </span></span></span><a href="http://cnv.memoriasreveladas.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=571" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV)</span></span></span></a><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, instituída pela </span></span></span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12528.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Lei nº 12.528</span></span></span></a><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, de 18 de novembro de 2011.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Além disso, o Ministério Público Federal, de quem é a atribuição legal para qualquer questionamento nesse sentido, encaminhou nesta quarta-feira (27) recomendação a todas as brigadas, grupamentos, comandos especiais, academias militares das Forças Armadas e outras unidades que integram comandos militares em todo o país para que não promovam qualquer manifestação pública em comemoração ou homenagem ao período de exceção instalado a partir do golpe militar de 31 de março de 1964.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">ASCOM – MP PR. </span></span></span></p>
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		<title>MPF ajuíza ação, com pedido de liminar, para impedir manifestações oficiais em comemoração ao golpe militar de 1964</title>
		<link>https://verdadeeexpressao.com.br/2019/03/29/mpf-ajuiza-acao-com-pedido-de-liminar-para-impedir-manifestacoes-oficiais-em-comemoracao-ao-golpe-militar-de-1964/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 14:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) no Espírito Santo ajuizou, nesta quinta-feira (28), ação civil pública, com pedido de tutela antecipada de urgência, contra a União, para que os comandos militares das forças armadas sediadas no estado sejam impedidos de realizar manifestações públicas, em ambiente militar ou fardados, com a finalidade de comemorar/ rememorar, homenagear ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Ministério Público Federal (MPF) no Espírito Santo ajuizou, nesta quinta-feira (28), ação civil pública, com pedido de tutela antecipada de urgência, contra a União, para que os comandos militares das forças armadas sediadas no estado sejam impedidos de realizar manifestações públicas, em ambiente militar ou fardados, com a finalidade de comemorar/ rememorar, homenagear ou fazer apologia ao golpe militar de 1964 no dia alusivo à sua instalação (31 de março), ou em qualquer outra data.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A ação foi distribuída para a 4ª Vara Federal, em Vitória. O pedido de urgência foi feito levando-se em consideração a proximidade das datas previstas para as comemorações, podendo gerar danos irreparáveis, sob o viés histórico, não só às vítimas dos ilícitos cometidos pelos agentes do Estado durante o período ditatorial, mas à sociedade brasileira como um todo.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A Procuradoria pede, ainda, que seja aplicada multa de R$ 200 mil, em caráter pessoal às autoridades militares, por dia de descumprimento da ação, caso seja deferida a liminar.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b><span style="color: #000000;">Evento – </span></b><span style="color: #000000;">Conforme veiculado pela imprensa, o 38º Batalhão de Infantaria do Exército confirmou programação especial no próximo domingo (31), com formatura e palestra. Para o MPF, a determinação da Presidência da República e a realização de qualquer evento alusivo ao golpe de 64 violam, frontalmente, a Constituição Federal de 88, bem como preceitos de direitos humanos constantes de tratados internacionais e decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Segundo a ação, todos os cidadãos são livres para sustentar e defender as ideologias políticas de sua preferência, inclusive em manifestações públicas sobre eventos históricos. “Todavia, os atos marcados para os próximos dias são eventos oficiais, realizados em espaço público, por servidores investidos em função pública e, portanto, não podem estar divorciados dos valores constitucionais e dos compromissos assumidos pelo Brasil no plano interno e externo”, diz o documento.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">ASCOM – MPF ES. </span></span></span></p>
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		<title>Retrospectiva: relembre fatos que marcaram o Brasil em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2018 09:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2018]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Legislativo Paranaense]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2018, os brasileiros presenciaram dois estados sofrerem uma intervenção federal por causa de problemas financeiros e na segurança. O ano teve também a morte da vereadora Marielle Franco, caso ainda em investigação, e o Museu Nacional do Rio ardendo em chamas. Na área da saúde, doenças consideradas superadas e controladas no país &#8211; sarampo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2018, os brasileiros presenciaram dois estados sofrerem uma intervenção federal por causa de problemas financeiros e na segurança. O ano teve também a morte da vereadora Marielle Franco, caso ainda em investigação, e o Museu Nacional do Rio ardendo em chamas. Na área da saúde, doenças consideradas superadas e controladas no país &#8211; sarampo e pólio &#8211; voltaram a assustar com surgimento de casos. E no fim do ano, centenas de mulheres denunciaram o médium João de Deus, conhecido nacionalmente e fora do país, por crimes sexuais. </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Relembre fatos que marcaram o país no ano de 2018: </span></span></span></h2>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Intervenção na segurança do Rio</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A crise financeira do Rio de Janeiro, que impactou diretamente nos indicadores de violência, levou o presidente Michel Temer a decretar a</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> intervenção federal</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> na segurança pública do estado, no dia 16 de fevereiro. Em cerimônia no Palácio do Planalto, Temer nomeou como interventor o general de Exército Walter Souza Braga Netto. A intervenção se estenderá até o dia 31 de dezembro. Com a medida, o comando das polícias civil e militar, dos bombeiros e do sistema penitenciário foi unificado, e o governo federal investiu na estrutura do sistema de segurança do Rio de Janeiro, que estava sucateada. Em agosto, foram destinados R$ 1,2 bilhão. No último dia 27, o interventor federal disse que após dez meses de trabalho a intervenção atingiu os objetivos de recuperar a capacidade operativa dos órgãos de segurança pública e baixar os índices de criminalidade. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O socorro ao Rio de Janeiro paralisou a votação, na Câmara dos Deputados, da reforma da Previdência, uma das prioridades do governo federal. Conforme estabelece a Constituição, durante a intervenção federal fica proibida qualquer mudança no texto contitucional. </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Morte de Marielle Franco</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ativista e defensora dos direitos humanos, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Pedro Gomes foram </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">assassinados</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> a tiros, em 14 de março, no centro da capital fluminense, depois de um evento político. O crime gerou comoção nacional e internacional. A família de Marielle Franco foi recebida pelo </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">papa Francisco</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. As investigações apuram o envolvimento de políticos, milicianos e adversários de Marielle. A pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Polícia Federal apura se uma organização criminosa estaria</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">tentando desviar </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">e interferir nas investigações do crime. Até o momento, nenhum autor e mandante dos assassinato foram identificados e presos.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sarampo e pólio</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O ano de 2018 marcou o</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> retorno do sarampo</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> ao Brasil. O país que, em 2016, recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus, fechou o ano com mais de 10 mil casos confirmados. A cepa de sarampo que circula no país é a mesma identificada na Venezuela. Em setembro, a Opas chegou a alertar que o Brasil </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">pode perder o certificado</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> de eliminação do vírus, se </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">o surto se manter</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> por um período superior a 12 meses. Os primeiros casos da doença foram identifcados, na Região Norte, no início do ano.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Outra doença que </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">voltou a assombrar</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> o país foi a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil. Em junho, a Sociedade Brasileira de Pediatria alertou para casos suspeitos de pólio na Venezuela e reforçou a necessidade de manutenção da taxa de cobertura vacinal acima de 95%. No mês seguinte, o Ministério da Saúde informou que 312 municípios tinham </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">cobertura vacinal</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> contra a pólio abaixo dos 50%. Em agosto, uma campanha de vacinação foi iniciada contra a pólio e o sarampo para todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos – inclusive as que já haviam recebido a dose. Com isso, a meta de vacinar 95% da população-alvo </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">foi alcançada</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Venezuelanos no Brasil</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A crise migratória desencadeada pela chegada contínua de venezuelanos no Brasil reuniu episódios de tensão, disputas políticas e judiciais, assim como de violência. As agências das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e para Migrações (OIM) estimam que 3 milhões de pessoas </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">deixaram a Venezuela</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> rumo a distintos destinos. Só para o Brasil, vieram 85 mil a maioria para Roraima.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O episódio mais marcante foi um</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> ataque</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> em agosto quando venezuelanos foram expulsos de barracas e abrigos. Os agressores atearam fogo em objetos. A agressão ocorreu após um assalto a um comerciante que foi espancado. Quatro venezuelanos foram apontados como suspeitos do assalto.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Diante do cenário, o governo de Roraima apelou para o fechamento da fronteira com a Venezuela. O presidente Michel Temer e o Supremo Tribunal Federal (STF) se opuseram. O governador eleito e interventor em Roraima, Antonio Denarium, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">defende restrições</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> aos imigrantes. No esforço de buscar alternativas, o governo federal implemenou desde abril, junto com o Acnur, o processo de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">interiorização dos venezuelanos</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, transferindo-os para 29 cidades, como São Paulo, Manaus, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Escola sem Partido</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Após diversas tentativas de votação em comissão especial na Câmara dos Deputados, o projeto de lei (PL) conhecido como Escola sem Partido acabou sendo arquivado. Após as eleições, o relator, deputado Flavinho (PSC-SP) apresentou um substitutivo. Desde então, a comissão tentou aprovar o texto, sem sucesso. As sessões foram marcadas por</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> tumultos e bate-bocas</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> tanto entre parlamentares quanto entre manifestantes pró e contrários ao projeto. Para voltar a ser apreciado, o projeto precisa ser desarquivado e uma comissão deverá ser composta.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Reforma do Ensino Médio e Plano Nacional de Educação</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O governo federal aprovou este ano mais normativas para colocar em prática as mudanças na oferta do ensino médio no país: a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Base Nacional Comum Curricular</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> e as</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Diretrizes Curriculares Nacionai</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">s. O novo modelo deverá chegar às salas de aula até 2021, e prevê que todos os estudantes do Brasil, de escolas públicas e particulares, passarão por uma formação comum e por uma formação específica, que poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O MEC também entregou, este ano, ao Conselho Nacional de Educação a chamada</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Base Nacional Comum da Formação de Professores da Educação Básica</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> e uma proposta para </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">revisão da estrutura dos cursos de pedagogia</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Aprovada e sancionada em 2014, a lei do Plano Nacional de Educação (PNE) completou, em 2018, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">quatro anos de vigência</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. A lei prevê metas para serem cumpridas até 2024 para melhorar a qualidade da educação  infantil até a pós-graduação. Até o final da vigência, o PNE prevê metas intermediárias. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O relatório do 2º Ciclo de Monitoramento das Metas PNE, divulgado este ano, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o país tem ainda muitos desafios, entre eles, o acesso à educação. Segundo o Inep, o Brasil aumentou a porcentagem de crianças e adolescentes na escola, mas ainda precisa </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">incluir pelo menos 1,95 milhão de pessoa</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">s entre 4 e 17 anos nos sistemas de ensino. Pelo PNE, até 2016, o país teria que universalizar a pré-escola e o ensino médio. </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Incêndio do Museu Nacional do Rio</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2 de setembro, um</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> incêndio</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> de grandes proporções atingiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro. O acervo reunia cerca de 20 milhões de itens, como coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia e arqueologia &#8211; entre eles o </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">crânio de Luzia</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, fóssil mais antigo encontrado no continente americano. Muitas peças foram destruídas, sendo que 1.500 peças e conjuntos foram recuperados &#8211; </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">processo que permanece</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">. O Ministério da Educação (MEC) repassou R$ 15 milhões para as obras emergenciais e elaboração do projeto executivo de recuperação, a cargo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Por meio de emendas parlamentares da bancada do Rio de Janeiro, serão repassados R$ 55 milhões, além de 190 mil euros </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">doados </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">pelo governo alemão.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Saída de Cuba do Mais Médicos</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em novembro, Cuba</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> anunciou a saída</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> de seus profissionais do Programa Mais Médicos. O país tomou a decisão após exigências feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">continuidade dos médicos </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">no programa – como que fizessem o Revalida, exame de validação do diploma. A vinda dos médicos cubanos foi acertada por meio de convênio firmado entre os governos brasileiro e de Cuba, em 2013, por meio da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), e que dispensava a validação do diploma dos profissionais. Com a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">saída dos profissionais</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, o Ministério da Saúde lançou editais para </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">substituição</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> dos 8.517 cubanos, que atuavam em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Inicialmente, concorreram apenas médicos brasileiros com registro no país. Um novo edital, em andamento, seleciona também profissionais formados no exterior.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Moro deixa Lava Jato</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No dia 1º de novembro, o juiz federal Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">aceitou o convite</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> do presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o ministro da Justiça. O juiz deixou 22 anos de magistratura para se tornar um dos principais nomes do novo governo. A ida de Moro para o Executivo dividiu opiniões e chegou a ser alvo de questionamento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Intervenção em Roraima</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A 20 dias do encerramento do mandato da governadora Suely Campos (PP), o presidente Michel Temer determinou a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">intervenção federal</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> em Roraima, devido à crise na segurança pública e no sistema penitenciário do estado, além do desequilíbrio nas finanças. Temer nomeou como interventor o governador eleito Antonio Denarium (PSL). A intervenção federal foi anunciada na noite do dia 7 de dezembro, após o presidente ter conversado com a governadora afastada do cargo. A decisão foi referendada pelo Conselho da República e pelo Conselho de Defesa Nacional e o decreto de intervenção passou pelo Congresso Nacional.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Palácio do Planalto liberou R$ 225,7 milhões para pagamento dos salários dos servidores de Roraima. Em alguns setores, a folha de pagamento estava atrasada desde outubro, o que provocou paralisaçãoes e protestos, incluindo policiais civis e agentes penitenciários. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Segundo avaliação feita pelas autoridades estaduais, incluindo Denarium, a situação do estado se agravou com a chegada de migrantes que fugiam da recessão na Venezuela, impactando na oferta de serviços públicos, especialmente nas áreas de educação, saúde e segurança pública.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Acusações contra João de Deus </span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Conhecido nacionalmente e fora do país, o médium goiano João Teixeira de Faria, João de Deus, 76 anos, é </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">acusado</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> por centenas de mulheres de ter cometido abusos sexuais contra elas durante atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). Promotores de Goiás contabilizavam 596 contatos feitos por supostas vítimas, vindos inclusive de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">outros estados</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> e fora do país. João de Deus nega as acusações.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Uma semana após as denúncias se tornarem públicas, o Tribunal de Justiça de Goiás determinou a prisão preventiva do médium, que se</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> entregou</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> quase três dias depois e está preso no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, à espera de que o Supremo Tribunal Federal (STF)</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> aprecie</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> seu pedido de liberdade. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Além das acusações de crimes sexuais, policiais civis encontraram mais de R$ 1,6 milhão guardados em </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">compartimentos falsos</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> em endereços ligados ao médium, além de joias e armas. O porte ilegal das armas de fogo levou a Justiça estadual a decretar uma nova prisão do médium, que foi </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">substituída</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> por prisão domiciliar. Mesmo com a decisão, João de Deus permanece preso por causa das demais acusações. Ontem (28), a Justiça </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">acatou denúncia</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> contra o médium por violação sexual e estupro de vulnerável. </span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Battisti foragido</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 13 de dezembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">determinou</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> a prisão do italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua em seu país. No dia seguinte, o presidente Michel Temer assinou a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">extradição</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> do italiano, medida que foi elogiado pelo governo da Itália. Battisti foi solto da Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011. Ele voltou a ser preso em outubro do ano passado na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, ao tentar sair do país ilegalmente com cerca de R$ 25 mil em moeda estrangeira. Desde a determinação de sua extradição, Battisti está foragido.</span></span></span></p>
<h2 class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Novo presidente do STF e reajuste salarial</span></span></span></h2>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">tomou posse</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> no cargo de presidente da Corte, sucedendo Cármen Lúcia. Ele ficará no comando da Corte até 2020. Os ministros do STF e a procuradora-geral da República tiveram os </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">salários reajustados</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">, passando de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil. O aumento foi sancionado por Temer após acordo com a Suprema Corte para a revogação do auxílio-moradia a juízes de todo o país. Em dezembro, o CNJ aprovou nova resolução para regulamentar o pagamento de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">auxílio-moradia</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> aos magistrados, no valor máximo de R$ 4.377,73.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Agência Brasil. </span></span></span></p>
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		<title>PT pede alvará de soltura de Lula; Justiça ainda não foi notificada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guazelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Gleisi Hoffmann e presidente do PT nacional, Gleisi Hoffmann, acabou de informar pelo Twiiter que o partido já entrou com a petição para solicitar o alvará de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). &#8220;Acabamos de peticionar a solicitação do alvará de soltura para Lula. Abrimos mão do exame de corpo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Gleisi Hoffmann e presidente do PT nacional, Gleisi Hoffmann, acabou de informar pelo Twiiter que o partido já entrou com a petição para solicitar o alvará de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). &#8220;Acabamos de peticionar a solicitação do alvará de soltura para Lula. Abrimos mão do exame de corpo de delito&#8221;, escreveu ela.  A 12ª Vara Federal, no entanto, que informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a decisão do STF.</p>
<p>O petista está preso em uma cela especial no prédio  da Polícia Federal (PF) em Curitiba desde abril, quando começou a cumprir a pena de 12 anos e um mês imposta pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) na Lava Jato.</p>
<p>Fonte: Bem Paraná</p>
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