A vice-governadora Cida Borghetti (PP) e o marido dela, o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), garantiram que a eventual permanência do governador Beto Richa (PSDB) no Palácio Iguaçu até o fim do mandato “não muda nada” no processo de sucessão.
Na semana passada, Barros havia traçado um cenário em que Richa se afastaria do governo até abril, para concorrer ao Senado. Com isso, Cida assumiria e, ao mesmo tempo, conduziria sua campanha para o governo. Líderes tucanos e o próprio governador, no entanto, apontaram que Richa está propenso a concluir o mandato.
Mesmo com o cenário indefinido, a expectativa do casal Barros é obter o apoio de Richa. O ministro assegurou que tem conversado “permanentemente” com o governador e que estão “organizados no processo político”. Ainda que não venha a ser agraciado com o apoio de Richa, o casal deve manter a candidatura de Cida, confiando na “estatura política” do grupo político que dá sustentação ao ministro e à vice-governadora.

guazelli

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